13/04/2026
Hoje é o Dia do Beijo.
Mas a verdade é que, para muitos casais, o beijo já acabou faz tempo.
Não acabou de forma explícita.
Ele foi diminuindo… encurtando… esfriando… até virar um selinho automático, sem presença, sem vontade, sem conexão.
E junto com o beijo, algo maior também foi se perdendo.
A intimidade.
Aquele momento em que vocês se olhavam com desejo, se tocavam com intenção e sentiam que ainda eram um casal — e não apenas duas pessoas dividindo a mesma vida.
O que f**a no lugar disso?
Silêncios.
Distância.
Falta de vontade.
A sensação de estar sozinho, mesmo estando acompanhado.
Muitos casais chegam até mim dizendo:
“a gente se dá bem, mas parece que virou amizade”
ou
“não tem briga, mas também não tem mais troca”
E quase sempre, quando olhamos de perto…
o beijo já tinha desaparecido há muito tempo.
Porque o beijo não é só um detalhe.
Ele é o começo de tudo.
É onde o corpo responde antes da mente racional interromper.
É onde o desejo encontra espaço para existir.
É onde a conexão se constrói — ou se perde.
Quando o casal volta a se reconectar, não é só o beijo que muda.
Volta o olhar.
Volta o toque.
Volta a vontade de estar perto.
Volta a sensação de ser desejado e de desejar.
A relação deixa de ser um campo neutro — e volta a ter vida.
Na terapia de casal, eu trabalho exatamente nesse ponto:
entender o que foi se perdendo ao longo do tempo e reconstruir a conexão de forma prática e possível para a realidade de vocês.
Inclusive pelo beijo.
Se hoje vocês se sentem mais distantes do que gostariam, isso não precisa continuar assim. Agende pelo o link da Bio.