Psicóloga Nivia Serra

Psicóloga Nivia Serra Reconectar a comunicação perdida ao logo do tempo é possível na terapia de casal. Vamos juntos?

Hoje é o Dia do Beijo.Mas a verdade é que, para muitos casais, o beijo já acabou faz tempo.Não acabou de forma explícita...
13/04/2026

Hoje é o Dia do Beijo.

Mas a verdade é que, para muitos casais, o beijo já acabou faz tempo.

Não acabou de forma explícita.
Ele foi diminuindo… encurtando… esfriando… até virar um selinho automático, sem presença, sem vontade, sem conexão.

E junto com o beijo, algo maior também foi se perdendo.

A intimidade.

Aquele momento em que vocês se olhavam com desejo, se tocavam com intenção e sentiam que ainda eram um casal — e não apenas duas pessoas dividindo a mesma vida.

O que f**a no lugar disso?

Silêncios.
Distância.
Falta de vontade.
A sensação de estar sozinho, mesmo estando acompanhado.

Muitos casais chegam até mim dizendo:
“a gente se dá bem, mas parece que virou amizade”
ou
“não tem briga, mas também não tem mais troca”

E quase sempre, quando olhamos de perto…
o beijo já tinha desaparecido há muito tempo.

Porque o beijo não é só um detalhe.

Ele é o começo de tudo.

É onde o corpo responde antes da mente racional interromper.
É onde o desejo encontra espaço para existir.
É onde a conexão se constrói — ou se perde.

Quando o casal volta a se reconectar, não é só o beijo que muda.

Volta o olhar.
Volta o toque.
Volta a vontade de estar perto.
Volta a sensação de ser desejado e de desejar.

A relação deixa de ser um campo neutro — e volta a ter vida.

Na terapia de casal, eu trabalho exatamente nesse ponto:
entender o que foi se perdendo ao longo do tempo e reconstruir a conexão de forma prática e possível para a realidade de vocês.

Inclusive pelo beijo.

Se hoje vocês se sentem mais distantes do que gostariam, isso não precisa continuar assim. Agende pelo o link da Bio.

Nem sempre o maior conflito de um relacionamento acontece entre duas pessoas.Às vezes ele acontece dentro de uma pessoa....
11/03/2026

Nem sempre o maior conflito de um relacionamento acontece entre duas pessoas.

Às vezes ele acontece dentro de uma pessoa.

Há momentos em que alguém começa a viver emoções que não esperava sentir.
Uma mistura difícil de explicar: desejo, culpa, curiosidade, medo e confusão.

A pessoa pode amar quem está ao seu lado…
e ainda assim perceber que algo dentro dela começou a mudar.

E é justamente nesse momento que surge um conflito psicológico profundo.

Muitas pessoas passam a viver duas realidades ao mesmo tempo:

uma vida construída ao longo dos anos
e outra experiência emocional que desperta sensações intensas.

Não é apenas sobre outra pessoa.

Às vezes é sobre algo que volta a aparecer dentro de si:

• sentir-se desejado novamente
• sentir-se vivo
• sentir-se interessante
• reconectar-se com partes esquecidas da própria identidade

Esse conflito costuma trazer muita ansiedade, culpa e dificuldade de tomar decisões.

E muita gente tenta lidar com tudo isso em silêncio.

Na terapia, o objetivo não é julgar.

É ajudar a pessoa a compreender o que está acontecendo dentro dela e encontrar caminhos mais conscientes para sua vida emocional.

Se você se identificou com esse tema, talvez seja um momento importante de olhar com mais cuidado para o que está acontecendo dentro de você.

A terapia pode ser um espaço seguro para isso.

Sou Psicóloga Nivia Serra – CRP 05/50281
Atendo pessoas que vivem conflitos em relacionamentos, sexualidade e decisões difíceis na vida afetiva.

📍 Atendimento online para brasileiros no mundo todo
📍 ou presencial no Rio de Janeiro

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Porque muitas pessoas passam por esse tipo de conflito sozinhas.

Talvez você já tenha pensado em terminar.Talvez já tenha percebido que algo não está mais saudável.Talvez já tenha se se...
11/02/2026

Talvez você já tenha pensado em terminar.
Talvez já tenha percebido que algo não está mais saudável.
Talvez já tenha se sentido pequena dentro da própria relação.

Mas quando imagina a separação, vem o medo.

Medo do silêncio.
Medo de não ser mais escolhida.
Medo de começar de novo.
Medo de descobrir quem você é sem alguém ao lado.

E então você permanece.

Não porque está realizada.
Mas porque o vazio parece mais assustador do que a dor conhecida.

Muitas mulheres vivem um relacionamento por medo de f**ar sozinha e só percebem isso quando já estão emocionalmente exaustas.

Quando o vínculo vira necessidade, a escolha desaparece.

E é aí que começam a surgir:
• ansiedade
• insegurança
• perda de identidade
• medo constante de abandono

Na terapia individual, trabalho com mulheres que desejam compreender seus padrões afetivos, fortalecer a autoestima e desenvolver autonomia emocional para se relacionar por escolha — e não por medo.

📍 Atendimento presencial no Rio de Janeiro
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Se você se reconheceu, talvez seja hora de olhar para isso com cuidado e profundidade.

Psicóloga Nivia Serra – CRP 05/50281
Agende sua sessão pelo WhatsApp.

Amar alguém com transtorno bipolar não é lidar com uma pessoa imprevisível o tempo todo.É conviver com fases muito difer...
23/01/2026

Amar alguém com transtorno bipolar não é lidar com uma pessoa imprevisível o tempo todo.
É conviver com fases muito diferentes da mesma pessoa ao longo do tempo.

Há períodos de presença, energia e conexão.
Depois, fases de retraimento, cansaço e afastamento.
Em outros momentos, excesso — de planos, impulsos, fala, intensidade.

Essas mudanças não são apenas emocionais.
Elas afetam o sono, o desejo, as decisões, a rotina e o próprio vínculo do casal.

Por isso, no transtorno bipolar, o relacionamento também atravessa ciclos.

Para que o amor não se perca nessas fases, alguns cuidados são fundamentais:
– acompanhamento psiquiátrico contínuo
– psicoterapia individual para quem vive o transtorno
– terapia de casal para ajudar o vínculo a atravessar os ciclos com mais clareza

A terapia de casal não substitui o tratamento individual.
Ela ajuda o casal a entender o que é fase, o que é relação
e como se proteger emocionalmente nos períodos mais difíceis.

Sou Nivia Serra, psicóloga especializada em terapia de casal, relacionamentos e sexualidade.
Atendo online brasileiros em qualquer lugar do mundo
e presencialmente no Recreio dos Bandeirantes – RJ.

Amar alguém com transtorno de personalidade borderline (TPB) pode ser intenso, confuso e emocionalmente exaustivo.Muitos...
22/01/2026

Amar alguém com transtorno de personalidade borderline (TPB) pode ser intenso, confuso e emocionalmente exaustivo.
Muitos casais vivem em uma montanha-russa de aproximação, afastamento, culpa, medo e tentativas constantes de “não provocar” uma crise.

Quem convive com alguém com TPB costuma desenvolver:
• hipervigilância emocional
• medo de falar
• sensação de caminhar sobre ovos
• culpa por querer limites
• esgotamento profundo

É importante dizer com clareza — e responsabilidade:

💡 O transtorno borderline explica reações intensas, mas não justif**a abuso.
💡 Amor não é se anular para manter a relação de pé.

Para que um relacionamento funcione quando há TPB, algumas condições são essenciais:
✔ acompanhamento psiquiátrico
✔ psicoterapia individual para quem tem o transtorno
✔ terapia de casal para reorganizar a dinâmica relacional

A terapia de casal não substitui o tratamento individual.
Ela ajuda o casal a:
• entender o funcionamento do transtorno
• sair do ciclo de culpa, ataque e defesa
• estabelecer limites saudáveis
• reconstruir comunicação e parceria

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Atendo casais e indivíduos, de forma online para brasileiros em qualquer lugar do mundo ou presencialmente no Recreio dos Bandeirantes – RJ.

Cuidar do relacionamento também é cuidar da saúde emocional de todos os envolvidos.

Amar alguém com TDAH adulto pode ser profundo, intenso…e, ao mesmo tempo, muito cansativo.Muitas pessoas chegam à terapi...
21/01/2026

Amar alguém com TDAH adulto pode ser profundo, intenso…
e, ao mesmo tempo, muito cansativo.

Muitas pessoas chegam à terapia dizendo:
“Eu amo, mas estou exausta(o).”
“Tudo sobra pra mim.”
“Quando reclamo, viro a pessoa difícil da relação.”

O TDAH no adulto afeta a atenção, a impulsividade nas respostas, a constância no cuidado e a percepção do impacto no outro.
Com o tempo, o parceiro sem TDAH pode assumir o papel de quem lembra, organiza, cobra e sustenta — e a relação deixa de ser um encontro para virar uma sobrecarga.

Quando isso não é compreendido, surgem:
• ressentimentos
• afastamento
• conflitos repetitivos
• sensação de solidão a dois

💡 O problema não está no sentimento.
Está na dificuldade de autorregulação emocional.

Entender o TDAH muda o jogo.
Mas não tratar mantém o ciclo.

A terapia ajuda o casal (ou a pessoa individualmente) a:
✔ entender o que é TDAH e o que não é
✔ reorganizar a dinâmica do relacionamento
✔ reduzir cobranças e defesas
✔ reconstruir parceria, intimidade e respeito

Relacionamentos não adoecem por falta de amor.
Adoecem quando não recebem cuidado, compreensão e orientação adequada.

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É possível amar sem se anular — com orientação, clareza e cuidado.

Você ama…mas vive tentando acalmar, prever, garantir.E, mesmo assim, sente que nunca é suficiente.👉 Amar alguém com tran...
16/01/2026

Você ama…
mas vive tentando acalmar, prever, garantir.
E, mesmo assim, sente que nunca é suficiente.

👉 Amar alguém com transtornos de ansiedade pode ser exaustivo —
não por falta de amor,
mas porque o relacionamento começa a girar em torno do medo.

A ansiedade nem sempre aparece como crise.
Às vezes, ela surge na necessidade constante de confirmação,
na tentativa de entender cada silêncio,
no medo de perder o outro o tempo todo.

Quem vive com ansiedade sofre.
Quem se relaciona com alguém que sofre também.

Com o tempo, o parceiro pode se sentir responsável por manter tudo em segurança —
e o vínculo deixa de ser um espaço de troca
para virar um lugar de vigilância emocional.

💭 Mas aqui está o ponto importante:
amor não é prova constante.
E cuidado não é viver em estado de alerta.

Quando os transtornos de ansiedade atravessam o relacionamento,
o casal precisa aprender a regular emoções juntos,
com limites, comunicação e ajuda profissional.

🤍 Saúde mental também é relacional.

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💬 E me conta nos comentários:
O que mais pesa para você quando a ansiedade entra no relacionamento?

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Sentir raiva depois da traição é uma reação humana.Ela surge quando a confiança é quebrada e a dignidade emocional é fer...
13/01/2026

Sentir raiva depois da traição é uma reação humana.
Ela surge quando a confiança é quebrada e a dignidade emocional é ferida.

O desafio não é eliminar a raiva,
mas entender o que fazer com ela
sem se machucar ainda mais.

Entre reagir pela dor
ou escolher a restauração emocional,
existe um caminho que devolve poder:
não viver mais a partir da ferida.

Como psicóloga, acompanho pessoas que buscam clareza emocional após a traição,
seja para reconstruir o relacionamento
ou para seguir em frente com mais segurança.
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🤍 Salve para reler quando a raiva apertar
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Cuidar da dor também é espalhar consciência.

💬 Atendimento psicológico individual e de casal on-line ou presencial no Recreio dos Bandeirantes, Rio de Janeiro, RJ
📲 Link na bio

12/12/2025

Antes de terminar… pense.
A dor de decidir no impulso é sempre maior que a dor de tentar resolver.

Essas perguntas revelam MUITA coisa:
1️⃣ O que realmente acabou?
2️⃣ Eu mudei algo concreto?
3️⃣ Buscamos ajuda antes?

Você só sabe se é o fim… quando tenta mudar o caminho.
E se ainda há dúvida, ainda há algo a ser olhado.

💬 Se vocês estão no limite, mas não querem jogar tudo fora, me chame no link da Bio.
Atendimento online ou no Rio de Janeiro.

Dezembro chegou.E junto com ele aquele turbilhão silencioso que muita gente esconde por trás das luzes de Natal.Para alg...
11/12/2025

Dezembro chegou.
E junto com ele aquele turbilhão silencioso que muita gente esconde por trás das luzes de Natal.

Para alguns, é o mês das conquistas.
Para outros… é o mês em que a tristeza chega com força:

• Ciclos de falhas de comunicação que se repetiram no relacionamento.
• Mágoas acumuladas porque ninguém conseguiu falar o que realmente sentia.
• Casais que se perderam na rotina, ou pela dor de uma separação.
• Lutos — do parceiro que foi embora, dos pais que já não estão aqui, da família que já não é a mesma.
• Confraternizações que mais lembram o que faltou do que o que foi vivido.

E aí eu te faço uma pergunta que costuma ser um divisor de águas na terapia:

Quem é você neste fim de ano?

✨ A pessoa que finge força para não desmoronar?
✨ Quem evita conversar para não gerar mais conflitos?
✨ Quem sente que viveu mais um ano em círculos emocionais?
✨ Ou quem decidiu que não quer repetir o mesmo ciclo em 2026?

A verdade é dura, mas libertadora: o calendário muda sozinho, mas a sua vida só muda se você mudar algo dentro de você.

E é aqui que entra a urgência.

Não espere janeiro para começar o que você sabe que precisa hoje.
Se nada mudar agora, você já sabe exatamente como será 2026:
uma repetição dos mesmos padrões, da mesma dor, dos mesmos conflitos. 🌿 Você merece começar 2026 leve.
Você merece relações mais saudáveis.
Você merece parar de sobreviver e voltar a viver.

Se este texto te tocou, talvez essa seja a sua primeira resposta. Atendimento on-line ou presencial no Recreio dos Bandeirantes. Link na Bio

Encerrar um ciclo amoroso não é simplesmente “seguir em frente”.É lutar contra um sentimento que ainda insiste — mesmo q...
10/12/2025

Encerrar um ciclo amoroso não é simplesmente “seguir em frente”.
É lutar contra um sentimento que ainda insiste — mesmo quando a história já terminou faz tempo.

A verdade é que ninguém sofre apenas pelo fim do relacionamento.
A maior dor está no envolvimento emocional, nas promessas que não viraram realidade e no futuro que você imaginou viver ao lado de alguém que não conseguiu te acompanhar.

E talvez você esteja nesse lugar agora…
Tentando encerrar um ciclo amoroso, mas voltando sempre para as mesmas conversas, para as mesmas justif**ativas e para a mesma esperança que te esgota.

E dói.
Dói porque ainda existe amor.
Dói porque você tenta esquecer alguém, mas suas lembranças te puxam de volta.
Dói porque aceitar que um ciclo foi encerrado exige coragem.

Mas existe um detalhe importante:
✨ Você não precisa passar por isso sozinho(a).
Às vezes, o primeiro passo para realmente seguir em frente é entender por que você ainda insiste, o que te prende e como reconstruir sua segurança emocional.

Se este carrossel fez sentido, salve para reler quando bater saudade.
E se você sente que precisa de apoio para finalmente encerrar esse ciclo que te machuca, a terapia pode ser o começo de um novo caminho.

Psicóloga Nivia Serra • CRP 05/50281
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