Dr. Rafael Nagato

Dr. Rafael Nagato Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Dr. Rafael Nagato, Cirurgião, Avenida das Américas, 8585 sala 206/Barra da Tijuca, Rio de Janeiro.

Formado pela Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o Dr. Rafael Nagato é especialista em Cirurgia Geral e Videolaparoscopia, membro da SAGES, Fellow do American College of Surgeons (FACS) e mestrando em Cirurgia Geral.

**Bethesda III: dá pra ablar com segurança?** 🤔🔥A ablação por radiofrequência (RFA) nasceu com uma “regra de ouro”: **tr...
15/01/2026

**Bethesda III: dá pra ablar com segurança?** 🤔🔥

A ablação por radiofrequência (RFA) nasceu com uma “regra de ouro”: **tratar nódulos benignos**. E faz sentido — no **Bethesda III (indeterminado)** existe o receio de **ablar um câncer** ou **atrasar um diagnóstico**.

Mas esse estudo avaliou um cenário bem específico (e mais seguro):
✅ **Bethesda III com teste molecular NEGATIVO** (ex.: Afirma/ThyroSeq)
✅ **Ultrassom sem sinais altamente suspeitos**
✅ Seguimento estruturado

**O que encontraram?**
📉 Redução de volume importante (VRR ~46% em 1–2 meses e ~69% em 6 meses; em 12 meses, VRR ~82% no BIII).
🛡️ Complicações foram **incomuns e, em geral, transitórias** (ex.: disfonia temporária em alguns casos, mais associada a nódulos grandes/posteriores).
🧠 A mensagem principal: **para esse subgrupo selecionado, a RFA parece eficaz e com bom perfil de segurança no curto prazo.**

⚠️ **Mas atenção:** isso **não libera “RFA para todo Bethesda III”**. Ainda precisamos de **seguimento mais longo**, critérios bem rígidos e acompanhamento próximo.

Se você tem um nódulo Bethesda III e quer entender se entra nesse perfil, converse com seu endocrino/cirurgião e discuta: **US + PAAF + molecular + sintomas + volume + preferências**.

Você já ouviu falar em diástase abdominal?É a separação dos músculos retos (“tanquinho”) por fragilidade/alongamento da ...
08/01/2026

Você já ouviu falar em diástase abdominal?
É a separação dos músculos retos (“tanquinho”) por fragilidade/alongamento da linha média. É muito comum na gravidez — e, em algumas pessoas, não fecha totalmente no pós-parto.
✅ O que muita gente não te conta:
Quando a diástase persiste, ela pode ir além da estética e impactar função e qualidade de vida, com dor abdominal/lombar, sensação de fraqueza do core, dificuldade em atividades simples (como levantar da cama), além de desconfortos e impacto emocional.
Quando a cirurgia entra no jogo?
• Sintomas persistentes, apesar de reabilitação bem feita
• Diástase importante
• Associação com hérnia (umbilical/epigástrica), onde ignorar a diástase pode contribuir para recidiva
✅ Benefícios da correção por videolaparoscopia (técnicas modernas, como SCOLA*)
A técnica SCOLA (Subcutaneous Onlay Laparoscopic Approach) é uma abordagem minimamente invasiva que permite pregar/plicar a diástase (reaproximar os músculos) e, quando necessário, reforçar com tela em um plano fora da cavidade abdominal.
Principais vantagens descritas:
• Pequenas incisões → menos dor, menor risco infeccioso e recuperação mais rápida
• Tela fora do peritônio (sem contato direto com intestino) → reduz riscos ligados a telas intraperitoneais (aderências/complicações viscerais)
• Reconstrução funcional do core: músculos “trabalham melhor” quando alinhados no meio
• Melhor resultado estético (cicatrizes menores e mais discretas)
⚠️ Importante: como toda cirurgia, há riscos. Em técnicas com descolamento subcutâneo, seroma pode ocorrer e exige acompanhamento.
________________________________________
Quer saber se você é candidato(a)?
A decisão é individual e depende de exame físico, ultrassom/TC quando indicado, sintomas e objetivos.
📩 Me mande “DIÁSTASE” no direct que eu te explico o passo a passo da avaliação.

📌 **O que a melhor evidência aponta hoje (BMJ, 2020):** ✅ **Dois vilões grandes e consistentes:** **obesidade** e **álco...
27/12/2025

📌 **O que a melhor evidência aponta hoje (BMJ, 2020):**
✅ **Dois vilões grandes e consistentes:** **obesidade** e **álcool** aumentam risco de vários cânceres, inclusive do trato digestivo.

# # # 🔥 Do esôfago ao cólon: onde a dieta pesa mais

**1) Esôfago**

* **Obesidade** aumenta risco de **adenocarcinoma** (muito relacionado ao refluxo).
* **Álcool** aumenta risco de **carcinoma espinocelular**.
* **Bebidas “pelando”** (muito quentes) também aumentam risco.

**2) Estômago**

* **Alimentos muito salgados/salgas e conservas** se associam a maior risco — e podem agir em conjunto com **H. pylori**.

**3) Cólon e reto (o mais relevante na prática)**

* **Carne processada** (presunto, bacon, salsicha, embutidos) é classificada como **carcinogênica**; e **carne vermelha** como **provavelmente carcinogênica**, com aumento de risco em meta-análises.
* **Fibra** (principalmente de **cereais integrais/whole grains**) é protetora: mais fibra por dia se associa a menor risco.
* **Laticínios e cálcio** têm associação com **redução moderada** do risco de câncer colorretal.

**4) Fígado e pâncreas**

* **Álcool** e **excesso de peso** pesam muito para **câncer de fígado**; obesidade também aumenta risco de **câncer de pâncreas**.

# # # ✅ O que fazer na vida real (sem terrorismo nutricional)

🥗 Baseie a alimentação em **comida de verdade** e **mais fibra** (feijão, aveia, integrais, verduras).
🥩 **Reduza embutidos** e deixe carne vermelha como **menos frequente**.
🍺 **Álcool: quanto menos, melhor** (para risco oncológico, não existe “dose inocente”).
⚖️ Priorize **controle de peso** — é uma das medidas mais impactantes para reduzir risco global.
💊 **Suplementos não são estratégia de prevenção de câncer** em pessoas bem nutridas (e alguns podem até piorar risco).

**Dor abdominal após bariátrica: “gastroenterite” até prova em contrário? NÃO. 🚨**Os Guidelines (WSES/IFSO)** reforçam: ...
16/12/2025

**Dor abdominal após bariátrica: “gastroenterite” até prova em contrário? NÃO. 🚨**

Os Guidelines (WSES/IFSO)** reforçam: o abdome agudo tardio pós-bariátrica pode ser **silencioso no exame**, com **TC às vezes enganosa**, e o atraso pode custar alça.

✅ **Sinais de alerta no PS**
• **FC ≥110**, **febre ≥38**, hipotensão, hipóxia/taquipneia, oligúria
• **Vômitos persistentes** (pense em hérnia interna/volvo/estenose/isquemia/úlcera marginal)
• **Sangramento**: hematêmese/melena/hematoquezia
• **Gestante + dor epigástrica + histórico de bypass** = alerta máximo para **hérnia interna**

🧠 **Conduta prática**

1. **Baixo limiar para investigar** (labs + imagem)
2. **TC com contraste IV + oral**, se possível
3. Se **alta suspeita clínica**, **não atrasar laparoscopia**, mesmo com imagem negativa
4. Se suspeita de **leak/fístula/estenose/úlcera marginal/sangramento** e paciente **estável**, **endoscopia urgente**; instável → **cirurgia**

💬 **Para pacientes bariátricos: Dor + vômitos persistentes **merecem avaliação rápida**.

👨‍⚕️ Hérnia inguinal: por que a laparoscopia pode ser uma ótima opção?A cirurgia de hérnia inguinal feita por vídeo (lap...
10/12/2025

👨‍⚕️ Hérnia inguinal: por que a laparoscopia pode ser uma ótima opção?

A cirurgia de hérnia inguinal feita por vídeo (laparoscopia) vem ganhando cada vez mais espaço – e não é à toa. Em muitos casos, ela oferece recuperação mais confortável e retorno mais rápido às atividades do dia a dia.

🔹 **Principais benefícios da laparoscopia**

* Pequenas incisões e melhor resultado estético
* Menos dor no pós-operatório e menor chance de dor crônica na virilha
* Recuperação mais rápida e retorno antecipado ao trabalho e exercícios
* Excelente opção em hérnias *recidivadas* (quando a hérnia volta após uma cirurgia aberta prévia), pois utiliza outro plano de acesso

🔸 **Mas nem sempre é para todo mundo…**

* A técnica é mais complexa e exige **cirurgião experiente em laparoscopia**
* Alguns pacientes, pelo histórico clínico ou tipo de hérnia, ainda podem se beneficiar mais da técnica aberta tradicional
* A decisão deve ser sempre individualizada, avaliando exames, sintomas e rotina do paciente

👉 Se você tem hérnia inguinal, sente dor ou percebeu uma “bolinha” na virilha, converse com um cirurgião de confiança. A escolha da melhor técnica não é “uma receita única”, e sim o que traz **mais segurança e qualidade de vida** para você.

Se tiver dúvidas, pode mandar nos comentários ou por mensagem.

“Gordura no fígado” não é só um exame alterado – é uma **doença metabólica sistêmica** que hoje atinge **até 38% dos adu...
09/12/2025

“Gordura no fígado” não é só um exame alterado – é uma **doença metabólica sistêmica** que hoje atinge **até 38% dos adultos** no mundo e cerca de **65% das pessoas com diabetes tipo 2**. 😮‍💨🧬
Hoje o nome técnico é **doença hepática gordurosa associada à disfunção metabólica (MASLD)** – e ela vai muito além do fígado.

🩺 **Por que se preocupar?**
Quem tem MASLD tem maior risco de:

* **Cirrose** e **câncer de fígado**
* **Infarto, AVC, insuficiência cardíaca** e arritmias (principal causa de morte nesses pacientes)
* **Doença renal crônica**
* Alguns **cânceres fora do fígado** (especialmente do trato digestivo)

🔥 **Boa notícia:** dá para agir cedo

* Perder **≥5% do peso** já melhora a gordura do fígado
* **7–10%** ajudam a reduzir inflamação
* **≥10%** podem **regredir fibrose** em muitos casos
* Novas medicações (como **agonistas de GLP-1 / incretinas** e o primeiro remédio aprovado específico para fígado, o **resmetirom**) vêm surgindo como aliados importantes – mas a base continua sendo **mudança de estilo de vida**.

👀 **Fique atento se você tem:**
✔️ Sobrepeso ou obesidade
✔️ Diabetes tipo 2 ou pré-diabetes
✔️ Pressão alta, triglicerídeos altos, cintura aumentada
✔️ Exames mostrando “gordura no fígado” ou enzimas alteradas

Se você se reconhece em algum desses pontos, **converse com seu médico sobre avaliação de MASLD**. Diagnosticar e tratar cedo pode significar **menos cirrose, menos câncer e menos eventos cardiovasculares lá na frente**.

🚶‍♀️🏃‍♂️ Não é sobre fazer “demais”. É sobre fazer SEMPRE.Um estudo recém-publicado no *JAMA Oncology* acompanhou mais d...
08/12/2025

🚶‍♀️🏃‍♂️ Não é sobre fazer “demais”. É sobre fazer SEMPRE.

Um estudo recém-publicado no *JAMA Oncology* acompanhou mais de **230 mil pessoas por até 32 anos** e mostrou que **manter um nível moderado de atividade física ao longo da vida** já é suficiente para **reduzir de forma importante o risco e a mortalidade por câncer do aparelho digestivo** (boca, esôfago, estômago, intestino, pâncreas, fígado, vesícula etc.).

🧮 O que conta não é só “quanto”, mas **por quanto tempo** você mantém o hábito:

* Algo em torno de **17 MET-h/semana** (aprox. **5 horas de caminhada rápida ou 2 horas de corrida por semana**) já trouxe o melhor benefício.
* Fazer MUITO mais do que isso não mostrou ganho adicional tão claro para esses cânceres.

🔍 Em resumo:
✅ Atividade física regular ao longo das décadas ↓ risco de câncer do aparelho digestivo
✅ Também ↓ mortalidade por esses tumores
✅ A palavra-chave não é performance, é **CONSISTÊNCIA**.

Se você ainda não se mexe, não precisa começar com maratonas:
comece com caminhadas mais rápidas, várias vezes na semana, e transforme isso em parte da sua rotina. O alvo aqui é saúde a longo prazo, não “projeto verão”.

💬 Sempre converse com seu médico antes de grandes mudanças na rotina de exercícios, especialmente se você já tem outras doenças ou histórico oncológico.

📚 Fonte: Zhang et al. *JAMA Oncology*, 2025 – Consistent adherence to physical activity guidelines and digestive system cancer risk and mortality.

Em 2025, uma Comissão do The Lancet propôs chamar de “obesidade clínica” os casos em que há:• IMC elevado + medida de ci...
30/10/2025

Em 2025, uma Comissão do The Lancet propôs chamar de “obesidade clínica” os casos em que há:
• IMC elevado + medida de cintura/quadril (ou avaliação direta de gordura)
• Sinais objetivos de prejuízo em órgãos ou no dia a dia (ex.: falta de ar, dor em joelhos/quadris, disfunção hepática/cardiometabólica)

Isso ajuda a diferenciar quem tem apenas risco aumentado de quem precisa de tratamento agora — seja mudança de estilo de vida, medicamentos (GLP-1) ou cirurgia. Estimativas iniciais sugerem que 20–40% dos 1 bilhão de pessoas classificadas como “obesas” pelo IMC se enquadram como obesidade clínica.

por que isso importa?
• foco no cuidado individualizado, não só no número do IMC
• prioriza acesso a terapias para quem mais se beneficia
• reduz estigma e melhora a comunicação entre pacientes, equipes e planos

Se você (ou um paciente) tem IMC alto, avaliar cintura/altura e impacto funcional pode mudar o plano terapêutico. Procure avaliação com equipe qualificada.

.rafaelnagato

Equipamento novo para o consultório de Ipanema. Complemento diferencial nas avaliações das doenças tireoidianas, da pare...
29/08/2025

Equipamento novo para o consultório de Ipanema.
Complemento diferencial nas avaliações das doenças tireoidianas, da parede abdominal e pós cirúrgicas.
Junto com uma boa história e exame clínico, o ultrassom ajuda no melhor entendimento do paciente e ser mais assertivo.
Nos vemos na próxima consulta.

Ainda não. As injeções de semaglutida, tirzepatida e retatrutida reduzem o apetite e podem cortar 15-25 % do peso em est...
17/06/2025

Ainda não. As injeções de semaglutida, tirzepatida e retatrutida reduzem o apetite e podem cortar 15-25 % do peso em estudos, mas no dia a dia a perda gira em torno de 10 % e exige uso contínuo.

Por que a cirurgia continua forte?
• Perda mais estável: sleeve e bypass tiram 25-30 % do peso e mantêm boa parte por décadas.
• Impacto metabólico: até 70 % dos diabéticos ficam sem remédios, além de melhorar pressão, apneia e colesterol.
• Custo a longo prazo: a operação é cara no início, mas evita gasto mensal com injeções e complicações.
• Sem adesão crônica: é um procedimento único, seguido de acompanhamento clínico, sem “agulhas para sempre”.

Quando usar remédio?
• IMC 27-34 sem grandes doenças ou medo de cirurgia.
• “Ponte” pré-operatória para reduzir riscos.
• Tratar reganho anos após a bariátrica.
• Paciente com risco cirúrgico alto ou contraindicação anatômica.

Quando preferir cirurgia?
• IMC ≥ 40, ou ≥ 35 com diabetes, hipertensão ou apneia.
• Falha de dieta e medicamentos.
• Busca de resultado mais previsível e duradouro.

Trabalho em equipe
O plano ideal une dieta, exercício, psicologia, nutrição, medicamentos e, quando indicado, cirurgia. Não é “remédio ou bisturi”, e sim usar cada ferramenta no momento certo.

Conclusão
Os agonistas de GLP-1 são a maior revolução desde a bariátrica, dando opção a quem antes não tinha. Porém a cirurgia segue como tratamento mais potente e custo-efetivo para obesidade grave. Para muitos, o futuro será integrar terapias, não substituí-las.

• Agonistas de GLP-1 (ex.: semaglutida, liraglutida) podem ↑ o risco de lama biliar, colelitíase e colecistite (≈ 30-60 ...
04/06/2025

• Agonistas de GLP-1 (ex.: semaglutida, liraglutida) podem ↑ o risco de lama biliar, colelitíase e colecistite (≈ 30-60 % a mais), sobretudo quando usados para emagrecimento rápido.
• Mecanismo provável: esvaziamento vesicular mais lento + perda de peso acelerada → bile supersaturada.
• Fique de olho em dor no QSD, náuseas, febre ou icterícia; procure avaliação médica se surgirem.

A nova Resolução CFM nº 2.429/25, publicada em 20 de maio de 2025, revoga as normas de 2015 e 2017 e passa a funcionar c...
20/05/2025

A nova Resolução CFM nº 2.429/25, publicada em 20 de maio de 2025, revoga as normas de 2015 e 2017 e passa a funcionar como texto único para cirurgia bariátrica e metabólica no Brasil. O Conselho manteve a elegibilidade automática para pessoas com IMC ≥ 40 kg/m² ou IMC 35-39,9 kg/m² associado a pelo menos uma doença agravada pela obesidade, mas introduziu duas mudanças estruturais:
Ampliação da faixa de indicação – Adultos com IMC 30-34,9 kg/m² (obesidade grau I) agora podem ser operados quando apresentam diabetes tipo 2, doença cardiovascular com lesão de órgão-alvo, nefropatia diabética inicial, apneia do sono grave, esteato-hepatite não alcoólica com fibrose, indicação formal de transplante, refluxo grave com critério cirúrgico ou osteoartrose incapacitante.
Redução da idade mínima – Adolescentes a partir de 14 anos com IMC > 40 kg/m² e complicação clínica passam a ser elegíveis, desde que avaliados por equipe multiprofissional e com consentimento dos responsáveis; para adolescentes de 16-18 anos valem os mesmos critérios usados em adultos.
Além disso, o CFM determina que o procedimento ocorra em hospitais de alta complexidade com UTI 24 h, que a equipe inclua cirurgião habilitado em bariátrica/metabólica e endocrinologista ou clínico, cardiologista, psiquiatra, nutricionista e psicólogo, e que apenas bypass gástrico em Y de Roux e gastrectomia vertical (sleeve) sejam “altamente recomendados”.
Como as novas regras dialogam com as evidências internacionais para IMC 30-35 kg/m²
Diretrizes internacionais.

Endereço

Avenida Das Américas, 8585 Sala 206/Barra Da Tijuca
Rio De Janeiro, RJ
22793-081

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