Psicóloga Bianca Martins

Como chegar Site

Psicóloga Bianca Martins Psicoterapia | Adultos
Saúde Emocional com foco em Ansiedade
Atendimento Online

Na psicoterapia eu compartilho com minhas pacientes algumas estratégias de regulação emocional que a Neurociência me apr...
16/09/2026

Na psicoterapia eu compartilho com minhas pacientes algumas estratégias de regulação emocional que a Neurociência me apresentou.
Uma dessas estratégias é a regulação via top-down, que parte dos pensamentos, da atenção e das memórias para influenciar a forma como o corpo responde às situações.

E existe algo especialmente interessante quando falamos sobre memórias positivas e de conexão.

Quando nos lembramos de momentos em que nos sentimos acolhidas, seguras e conectadas, como uma conversa que fez bem, uma risada compartilhada, um abraço, um encontro com pessoas queridas… podemos ajudar o cérebro a acessar experiências de segurança.

Essas lembranças podem contribuir para diminuir o estado de alerta do organismo e, consequentemente, reduzir respostas associadas ao estresse, como tensão, irritabilidade e hipervigilância.

Por isso, em estratégias de regulação emocional, podemos utilizar o resgate intencional dessas memórias como uma pequena prática de cuidado.

Não se trata de fingir que está tudo bem ou de apagar aquilo que está sendo difícil.

É lembrar ao cérebro que, além do que está acontecendo agora, também existem experiências de segurança, afeto e pertencimento às quais podemos recorrer.

Acolher a própria mente também é um treino diário.

Que memória de conexão e afeto você poderia visitar hoje?

Com carinho 🌻🧡

Bianca Martins
Psicóloga CRP 05/62438
Educadora Parental
Pós Graduada em Neurociência do Comportamento
Pós Graduada em Inteligência Parental
Pós Graduada em Neurociência Afetiva

Talvez você já tenha tentado.Fez listas.
Baixou aplicativos.
Comprou agendas.
Prometeu que, dessa vez, seria diferente.E...
29/08/2026

Talvez você já tenha tentado.
Fez listas.
Baixou aplicativos.
Comprou agendas.
Prometeu que, dessa vez, seria diferente.
E, quando não conseguiu manter, concluiu:
"Eu preciso me esforçar mais"

Mas existe uma pergunta que pode ser mais útil:
O que exatamente está dificultando isso para mim?
Porque esforço é importante, mas ele não resolve todos os tipos de dificuldade da mesma forma.

Se o problema está em começar, talvez você precise investigar o que torna o início tão difícil.

Se está em lembrar, talvez confiar apenas na memória não seja a estratégia mais adequada.

Se está em organizar muitas etapas, talvez o primeiro passo seja tornar a tarefa mais visível e concreta.

Se está no cansaço, talvez aumentar a cobrança não produza mais energia.

Leve para a prática:
Escolha uma dificuldade recorrente e complete:
"Não é apenas, que eu não faço. A parte que parece mais difícil para mim é ______"
Tente ser específ**a.
Quanto mais conseguimos compreender onde algo trava, maiores são as chances de encontrarmos estratégias mais adequadas.
Talvez você não precise começar se cobrando mais.
Talvez precise começar a se acolher com autocompaixão e entendendo melhor o que está tornando algo difícil.

Com carinho 🌻🧡

Bianca Martins
Psicóloga CRP 05/62438
Educadora Parental
Pós Graduada em Neurociência do Comportamento
Pós Graduada em Inteligência Parental
Pós Graduada em Neurociência Afetiva

Eu não escolhi a psicologia porque acredito que exista uma fórmula para viver bem.Aliás, quanto mais estudo, mais descon...
27/08/2026

Eu não escolhi a psicologia porque acredito que exista uma fórmula para viver bem.
Aliás, quanto mais estudo, mais desconfio das fórmulas.
Acredito em ciência.
Em evidências.
Em compreender como nosso cérebro, nosso corpo, nossas emoções e nossas experiências se relacionam.
Mas também acredito que nenhuma pessoa cabe inteira dentro de uma teoria.

Por isso, ser psicóloga, para mim, nunca foi sobre dizer a alguém como ela deveria viver.
É sobre ajudá-la a compreender o que está acontecendo, o que funciona e cabe na realidade dela.
Por que ela reage como reage.
Por que algumas situações parecem maiores do que deveriam.
Por que ela repete determinados padrões mesmo sabendo que eles a machucam.
Por que está tão cansada.
Por que cuidar de todo mundo parece mais fácil do que cuidar de si.
E, principalmente, ajudá-la a perceber que compreender não é justif**ar tudo, é criar a possibilidade de fazer diferente.

Talvez seja por isso que meu olhar tenha se aproximado tanto das mulheres e, especialmente, da maternidade.
Porque vejo mulheres tentando educar os filhos enquanto ainda estão tentando entender as próprias histórias.
Mulheres tentando oferecer aos filhos aquilo que elas mesmas não receberam.
Mulheres exaustas, culpadas, sobrecarregadas, acreditando que precisam apenas de mais disciplina, mais organização, mais paciência, mais controle.

Quando, muitas vezes, precisam primeiro de compreensão, suporte e espaço para existir para além de todas as funções que desempenham.

Eu não acredito em uma psicologia que coloca mais uma cobrança sobre uma mulher que já está no limite da própria capacidade.
Acredito em uma psicologia que amplia consciência, oferece ferramentas, considera o contexto e devolve possibilidades.
Que não promete uma vida sem dificuldades.
Mas ajuda a construir recursos para atravessá-las de outra maneira.

É essa psicologia que eu escolhi exercer 🧡

Quando estamos exaustas, é comum procurar uma nova solução.Um método.Uma rotina.Um aplicativo.Uma técnica de produtivida...
23/08/2026

Quando estamos exaustas, é comum procurar uma nova solução.

Um método.
Uma rotina.
Um aplicativo.
Uma técnica de produtividade.
Uma nova forma de organizar a vida.

E estratégias podem, sim, ser úteis.

Mas existe uma pergunta que às vezes f**a esquecida:
O problema é que eu ainda não encontrei a estratégia certa ou estou tentando sustentar demandas demais?

Porque não podemos organizar infinitamente uma vida que ultrapassa continuamente os recursos disponíveis.
Nem toda sobrecarga se resolve com mais eficiência.

Às vezes, a questão não é:
"Como posso fazer tudo?"
Mas:
"O que realmente precisa ser feito por mim?"

Experimento para esta semana:
Escolha um dia e observe todas as tarefas que você assume.
No final, marque cada uma:
— precisa realmente ser feita por mim
— poderia ser dividida ou delegada
— poderia acontecer de outra forma
— talvez nem precisasse existir

Você não precisa mudar tudo.
Apenas observe.

Às vezes, começamos a nos sentir menos culpadas quando percebemos que o problema não era incapacidade.
Era excesso.

Com carinho 🌻🧡

Bianca Martins
Psicóloga CRP 05/62438
Educadora Parental
Pós Graduada em Neurociência do Comportamento
Pós Graduada em Inteligência Parental
Pós Graduada em Neurociência Afetiva

Às vezes, algo aparentemente pequeno acontece e a nossa reação parece muito maior do que gostaríamos.Uma mensagem sem re...
22/08/2026

Às vezes, algo aparentemente pequeno acontece e a nossa reação parece muito maior do que gostaríamos.

Uma mensagem sem resposta.
Um tom de voz diferente.
Uma crítica.
Alguém se afastando.
Um conflito.

E então vem a pergunta:
“Por que isso mexeu tanto comigo?”

Não existe uma única resposta.
Mas nossas reações não acontecem fora da nossa história.

Experiências anteriores podem influenciar aquilo que aprendemos sobre rejeição, segurança, erro, abandono, conflito e pertencimento.

Isso não signif**a que toda reação intensa seja consequência de trauma.
Nem que seja possível descobrir a origem de tudo olhando apenas para um episódio.
Mas, antes de se chamar de exagerada, você pode experimentar investigar.

Da próxima vez que algo mexer muito com você, pergunte:

O que aconteceu concretamente?
O que isso pareceu signif**ar para mim?
O que eu temi que pudesse acontecer?
Do que senti vontade de me proteger?

Você não precisa encontrar uma resposta perfeita.

O objetivo é trocar, por alguns instantes, o julgamento pela curiosidade.

Compreender sua reação não signif**a justificá-la. Signif**a ter mais informações para escolher o que fazer com ela.

Com carinho 🌻🧡

Bianca Martins
Psicóloga CRP 05/62438
Educadora Parental
Pós Graduada em Neurociência do Comportamento
Pós Graduada em Inteligência Parental
Pós Graduada em Neurociência Afetiva

Faz um tempo que não apareço por aqui. E hoje, voltando, quero conversar exatamente sobre isso: a importância de pausar....
18/08/2026

Faz um tempo que não apareço por aqui.
E hoje, voltando, quero conversar exatamente sobre isso: a importância de pausar.

Seja na maternidade, no trabalho ou nas demandas da vida adulta, somos constantemente ensinadas que precisamos "dar conta de tudo". Quando paramos, a culpa muitas vezes aparece como um sussurro dizendo que deveríamos estar produzindo, organizando ou cuidando de alguém.

Mas a verdade é que o nosso cérebro não foi projetado para operar no modo de alerta e produção o tempo todo. A neurociência nos mostra que as pausas não são um luxo ou um prêmio que você ganha apenas quando zera a sua lista de tarefas. Elas são uma necessidade fisiológica e fundamental para a nossa regulação emocional.

Quando não permitimos que o nosso cérebro descanse, entramos em um ciclo perigoso de exaustão, estresse crônico e reatividade. Faltam paciência, foco e sobra sobrecarga.

Eu precisei desse tempo de pausa para respeitar o meu próprio ritmo. E volto para este espaço com o desejo de que ele seja, também, um respiro para você. Um lugar onde possamos olhar para a nossa saúde mental com mais afeto, empatia e sem cobranças irreais.
Não há problema em diminuir o passo.
O mundo não vai desabar se você escolher cuidar de si mesma por alguns instantes hoje.

Estou feliz em estar de volta!
Me conta aqui nos comentários: como você tem lidado com o seu próprio descanso ultimamente?
Tem conseguido fazer pequenas pausas?

Com carinho 🌻🧡

Bianca Martins
Psicóloga CRP 05/62438
Educadora Parental
Pós Graduada em Neurociência do Comportamento
Pós Graduada em Inteligência Parental
Pós Graduada em Neurociência Afetiva

Quando a noite chega, especialmente após um dia de altas demandas, um dia estressante… é comum que a nossa mente comece ...
23/06/2026

Quando a noite chega, especialmente após um dia de altas demandas, um dia estressante… é comum que a nossa mente comece a contabilizar tudo o que "deu errado”

Na Terapia Cognitivo-Comportamental, chamamos essa tendência de focar apenas no negativo de "filtro mental". A exaustão biológica altera a forma como processamos as informações, fazendo com que pequenos tropeços do dia pareçam falhas enormes e irreparáveis.

Mas eu quero te convidar a olhar para o seu dia com base em evidências, não apenas pelo cansaço: o seu sistema nervoso sustentou as emoções de um cérebro que deu conta de muita coisa hoje. Não é mesmo? Acredito que se você repassar a lista de demandas do dia, vai se perder na metade dela…

Se você perdeu a paciência, tudo bem… você é humana! É possível olhar para isso e buscar reparar o vínculo. Não está tudo perdido.
Se a rotina não saiu como o esperado, recomece amanhã.

O acolhimento que o sua criança, e que você também precisa, começa pela forma como você trata a si mesma hoje.
Você está fazendo o seu melhor com os recursos que tem. E se está difícil lidar com tudo sozinha, não precisa ser assim. Busque ajuda 🧡

Com carinho 🌻🧡

Bianca Martins
Psicóloga CRP 05/62438
Educadora Parental
Pós Graduada em Neurociência do Comportamento
Pós Graduada em Inteligência Parental
Pós Graduanda em Neurociência Afetiva

14/05/2026

Muitas de nós passamos anos silenciando nossas necessidades e engolindo frustrações para dar conta das demandas do dia a dia. E não só na vida adulta. Crescemos ouvindo “engole esse choro”, “mocinha não chora”, “você não pode chorar, seja forte”, “você f**a triste…”

Tentar reprimir emoções, exige uma quantidade imensa de energia do nosso cérebro. É exaustivo viver no piloto automático fingindo que está tudo bem.

Quando você finalmente entra no espaço da terapia e o seu sistema nervoso compreende que ali é um ambiente seguro, de escuta e sem julgamentos, ele relaxa a guarda. E é exatamente nesse momento que a “represa se abre”.
Aquele choro que parece vir “do nada” é, na verdade, o seu corpo ganhando a oportunidade de processar o que foi guardado por muito tempo, o que até então, não tinha espaço para fluir e percorrer seu caminho natural.

Existe um mito social muito forte de que a psicoterapia serve para nos manter “sempre felizes” ou imunes à frustração, raiva ou qualquer emoção desagradável. Mas a terapia não é um anestésico. Pelo contrário: ela te devolve a permissão para sentir.

Desenvolver consciência sobre os seus processos emocionais é o primeiro passo para aprender a manejá-los de forma saudável. Sentir raiva, tristeza, medo ou confusão faz parte da nossa biologia. O objetivo da terapia não é desligar essas emoções, mas te dar ferramentas para navegar por elas sem se afogar.

Acolha o seu processo. Sentir também é um sinal de que você está se curando do que até então te gerava adoecimento (engolir as emoções).

Me conta aqui nos comentários: você também já teve a sensação de que a terapia destampou uma “panela de pressão” emocional? Quero muito te ouvir!

Com carinho 🌻🧡
Bianca Martins
Psicóloga CRP 05/62438
Educadora Parental
Pós Graduada em Neurociência do Comportamento
Pós Graduada em Inteligência Parental
Pós Graduanda em Neurociência Afetiva

A maternidade nos foi apresentada como algo que, por si só, basta e preenche.E preenche, sim. Mas ninguém nos avisa o qu...
13/05/2026

A maternidade nos foi apresentada como algo que, por si só, basta e preenche.
E preenche, sim. Mas ninguém nos avisa o quanto também esvazia.
Ninguém fala muito sobre o cansaço que não passa com uma noite de sono. Sobre a culpa que esmaga quando você deseja, desesperadamente, um tempo sozinha, no total silêncio. Sobre a sensação de estar presente em tudo e, ao mesmo tempo, de verdade em nada.

Sentir exaustão emocional não é um sinal de que você não está sendo capaz de manejar a sua vida e todas as milhares de demandas que existem nela, muito menos de que você não ama a sua criança.
Isso é o resultado de um cérebro em estado de hipervigilância. A carga constante de decisões diárias, o monitoramento contínuo das crianças e a antecipação de riscos sobrecarregam o seu sistema nervoso.

O seu corpo está apenas dizendo que você é humana. Que o seu cérebro precisa de pausas, de regulação e de suporte para não operar o tempo todo no "modo sobrevivência"

Precisamos desconstruir a ideia de que a mãe ideal é aquela que está o tempo todo dizendo sim para tudo e para todos, menos para ela.

Cuidar de você, ter um momento de pausa ou buscar ajuda, não é deixar seus filhos para trás. É exatamente o oposto: é o que te devolve os recursos emocionais necessários para continuar presente. Inteira. Não apenas de corpo.

Você também merece o cuidado que oferece aos outros todos os dias 🫂

Conhece uma mãe que precisa desse abraço em forma de palavras hoje? Compartilhe esse post com ela e a lembre de que ela não está sozinha.

Com carinho 🌻🧡
Bianca Martins
Psicóloga CRP 05/62438
Educadora Parental
Pós Graduada em Neurociência do Comportamento
Pós Graduada em Inteligência Parental
Pós Graduanda em Neurociência Afetiva

13/05/2026

Tem uma coisa que eu ouço muito…
"Eu sei que preciso me cuidar. Mas quando eu paro, bate a culpa"

E aí o descanso vira mais um peso.

O que muitas não sabem é que essa culpa também pode ser neurobiológica. Quando estamos em modo de esgotamento/exaustão crônica, o cérebro pode interpretar o autocuidado como ameaça.

Mas é possível reeducar esse padrão.
Passo a passo. Sem exigência. Sem pressão.
Com cuidado, acolhimento e autocompaixão.

Começando por coisas pequenas que ensinam seu sistema nervoso que você pode estar segura mesmo quando não está fazendo nada por ninguém.

Me conta, qual a coisa que você ama fazer, mas deixa de lado por causa da culpa e dos pensamentos de "eu deveria estar fazendo outra coisa"?

Com carinho 🌻🧡
Bianca Martins
Psicóloga CRP 05/62438
Educadora Parental
Pós Graduada em Neurociência do Comportamento
Pós Graduada em Inteligência Parental
Pós Graduanda em Neurociência Afetiva

Endereço

Rio De Janeiro, RJ

Notificações

Seja o primeiro a saber: enviaremos um e-mail para você quando Psicóloga Bianca Martins publicar novidades e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado para nenhum outro fim, e você pode cancelar a inscrição a qualquer momento.

Atalhos

Compartilhar

Categoria