Psicanalista Danuza Cunha

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Psicanalista Danuza Cunha Psicanalista com atendimentos on-line e presencial, na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro. Agende comigo a sua consulta

Sagrada é a sua capacidade de analisar o percurso. ✨
A jornada é sua, mas você não precisa caminhar sozinho.

02/10/2026

Compartilhe com quem precisa ouvir isso hoje.

Às vezes, ficamos tão presos a uma história — uma escolha profissional, uma relação, uma decisão financeira, um caminho que não deu certo — que passamos tanto tempo olhando para o que ficou para trás que deixamos de enxergar o que ainda pode acontecer.

Enquanto remoemos uma escolha, podemos estar ignorando outras portas, outras pontes, outras possibilidades de atravessar e refazer o caminho.

O passado pode fazer parte da nossa história sem precisar continuar sendo o nosso endereço.

Talvez seja hora de olhar para os lados.

Há caminhos que só aparecem quando a gente para de insistir em voltar. 🤍✨

01/10/2026

Verity me fez perceber uma coisa que, na Psicanálise, aparece o tempo todo: a nossa mente não registra a realidade como uma câmera. Ela interpreta.✨

A partir do que vivemos, sentimos e aprendemos, damos significado ao que acontece. E é assim que uma interpretação pode ganhar o status de verdade e o problema começa quando deixamos de questioná-la.

Revisitar as próprias certezas exige coragem para reconhecer que aquilo que parecia tão óbvio pode ter sido apenas a maneira como conseguimos compreender determinada situação naquele momento.

O filme vale a pena, especialmente para quem gosta de suspense, mas a reflexão que ele provocou em mim vai muito além da história. 😉

Você já revisitou uma certeza e descobriu que ela era, na verdade, uma interpretação equivocada?

30/09/2026

Você sabia disso?

Tem gente que passa anos vivendo no “quando”.

Quando eu conseguir.
Quando eu estiver pronta.
Quando minha vida mudar.
E, sem perceber, transforma o desejo numa sala de espera.

Desejar também pode ser uma forma de adiar o encontro com aquilo que uma escolha exige: movimento, renúncia, responsabilidade e, muitas vezes, coragem para abandonar uma versão conhecida de si.

Nem sempre o que nos separa de uma vida diferente é a falta de vontade.
Às vezes, é o conforto inconsciente de continuar desejando sem precisar descobrir quem seríamos se aquilo realmente acontecesse.

Compartilhe este post com alguém que vive dizendo: “um dia eu vou”. ✨

🎥 O Diapasão

27/09/2026

Talvez a maternidade não peça tantas respostas quanto nos fizeram acreditar. 👇🏼

Entre expectativas, culpa e tentativas, existe uma mulher aprendendo a maternar enquanto também se reencontra com a própria história.

E talvez seja justamente aí que exista espaço para uma maternidade mais possível: aquela que não exige perfeição, mas presença.

O que você gostaria de ter ouvido sobre maternidade antes de se tornar mãe?

Compartilhe este post com uma mãe que precisa lembrar disso! ✨

25/09/2026

Amar os filhos não significa ter que esquecer de você mesma!

No episódio de hoje, Freud, Jung e Lacan escutam um dos conflitos mais profundos e silenciosos da maternidade: a culpa por sentir falta da própria identidade.

Dá para ser uma mãe presente sem abrir mão da mulher que você sempre foi.

Compartilhe esse vídeo com uma mãe que conheça e siga o meu perfil para mais episódios dessa série! ✨

21/09/2026

Você reconheceu de qual pintor é essa história?

A cena é do filme No Portal da Eternidade, inspirado na trajetória de Vincent van Gogh.✨

Existe algo particularmente marcante em olhar para a história de alguém que continuou criando mesmo quando aquilo que fazia ainda não encontrava lugar no olhar dos outros.

Van Gogh não pôde assistir ao tamanho que sua obra ganharia depois dele. E talvez seja justamente isso que torna essa cena tão forte: nem sempre a falta de reconhecimento no presente significa falta de valor.

Há coisas que exigem de nós a coragem de continuar antes que exista aplauso, certeza ou compreensão.

E você: já deixou de acreditar em algo importante para você porque ninguém ao redor conseguia enxergar o mesmo?

20/09/2026

Você conhece a Old Tjikko? 🌲

Há momentos em que a vida muda os nossos papéis sem pedir licença: um relacionamento termina, uma carreira perde o sentido, um projeto não acontece, uma fase chega ao fim.

E, de repente, percebemos o quanto da nossa identidade estava apoiada naquilo que tínhamos, fazíamos ou representávamos para os outros.

É nesse vazio que algumas perguntam aparecem: o que ainda é meu quando tudo isso muda? Quem é você quando aquilo que te definia deixa de existir?

A psicanálise também é um caminho para olhar além dos papéis que fomos assumindo e reconhecer aquilo que existe de singular em nós.

Se conhecer é construir intimidade suficiente consigo para continuar se reconhecendo mesmo durante as mudanças.

Envia esse vídeo para quem precisa se inspirar hoje! ✨

18/09/2026

Você não precisa ser perfeita ou viver numa bolha sem estresse. 😉

Sentir medo ou ansiedade, ou qualquer outra emoção na gestação é humano.

O ponto é que o bebê sente a descarga hormonal do seu sentimento, mas não sabe o porquê. Sem a sua voz para traduzir o que aconteceu, o corpo dele absorve aquela emoção de medo, por exemplo, como um perigo real.

A Psicoembriologia ensina que a conversa acolhedora rompe esse ciclo.

Quando você acalma o seu bebê depois de um susto, você reordena a fisiologia dele e ensina, ainda no útero, que ele está seguro e traduzir o mundo para o seu filho é o primeiro ato de proteção.

Você já tem o costume de conversar com o seu bebê nos momentos difíceis?

Envie este vídeo para uma gestante que precisa saber disso! ✨

14/09/2026

E se a gente tivesse aprendido a reconhecer o amor apenas quando ele vem acompanhado de romance?

“Minha Melhor Amiga” traz uma história que ajuda a deslocar esse olhar e pensar sobre os diferentes lugares que uma pessoa pode ocupar na nossa vida.

Nem todo vínculo profundo precisa caber na ideia de casal para ser significativo.

Às vezes, o amor também aparece na forma de presença, intimidade, lealdade e escolha.

Envia para sua amiga que é um grande amor na sua vida! ✨

11/09/2026

Setembro Amarelo nos lembra de uma coisa essencial: nem todo pedido de ajuda chega em forma de pedido.

O sofrimento pode aparecer no desânimo constante, no isolamento, na perda de interesse pelas coisas que antes faziam sentido, na irritabilidade, no cansaço emocional, na sensação de vazio ou na falta de vontade de viver.

E não é preciso chegar ao limite para procurar ajuda.

Cuidar da saúde emocional também é perceber os sinais antes que o sofrimento se torne insuportável. E, para quem está por perto, um olhar atento pode fazer diferença: observar mudanças de comportamento, se aproximar, perguntar, escutar sem julgamentos e levar a sério aquilo que o outro está vivendo.

Escuta ativa também é cuidado. Presença também pode ser uma forma de prevenção.

Se você percebe que algo mudou em você ou em alguém que ama, não espere a situação se agravar para buscar ajuda.

Neste Setembro Amarelo, que a gente aprenda a olhar um pouco mais para o outro e também para dentro de nós.💛

🎗️

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