Nutricionista Carmem Braga

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Nutrição Funcional e Integrativa, Foco na Desinflamação através da Dieta Anti-inflamatória: Autoimunes, Endometriose, Dores cronicas, Gestação Saudável, Doenças Crônicas, Saude da mulher e Idoso.

Você pode estar tentando tratar o cansaço, o humor e a baixa disposição separadamente, quando o intestino também pode es...
19/08/2026

Você pode estar tentando tratar o cansaço, o humor e a baixa disposição separadamente, quando o intestino também pode estar participando de todos eles.

A relação entre saúde intestinal, absorção de nutrientes, microbiota e eixo intestino-cérebro merece atenção justamente porque o organismo não funciona em partes isoladas.

Quando a digestão e o intestino não estão funcionando adequadamente, também precisamos investigar se nutrientes importantes estão sendo bem absorvidos e utilizados pelo corpo.

Ferro.

Vitamina B12.

Vitamina D.

Alterações nesses nutrientes podem repercutir em energia, disposição, imunidade e bem-estar.

E, quando existe disbiose, inflamação intestinal, alteração da microbiota ou comprometimento da digestão, olhar apenas para o sintoma pode deixar uma parte importante da história de fora.

Por isso, no meu acompanhamento, eu não quero saber apenas onde está o desconforto.

Eu quero entender como está a digestão, a microbiota intestinal, a barreira intestinal, a alimentação, os nutrientes e o contexto daquele organismo.

É essa visão que orienta a modulação intestinal.

Não se trata apenas de acrescentar um suplemento ou retirar um alimento.

Trata-se de entender por que aquele corpo continua dando sinais e quais fatores precisam ser trabalhados de forma individualizada.

A saúde mental também é complexa e multifatorial. O intestino não explica sozinho quadros como depressão ou ansiedade, mas a relação entre intestino e cérebro não deve ser ignorada dentro de uma avaliação completa.

Conhece alguém que vive cansado, sem disposição e ainda acha que é apenas consequência da rotina? Compartilhe este carrossel.

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Dra. Carmem Braga – Nutricionista Funcional e Integrativa

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Disbiose não é apenas ter gases ou ficar com a barriga estufada.Quando a microbiota intestinal perde equilíbrio, o prime...
17/08/2026

Disbiose não é apenas ter gases ou ficar com a barriga estufada.

Quando a microbiota intestinal perde equilíbrio, o primeiro lugar onde você pode perceber os sinais é justamente no intestino:

gases frequentes, estufamento, constipação, diarreia, fermentação e desconforto abdominal.

Mas o intestino não funciona isolado do restante do organismo.

Por isso, quando uma paciente chega ao consultório dizendo que está cansada, com o intestino desregulado, percebe mudanças na pele, no humor e sente que o corpo vive “inflamado”, eu não gosto de olhar cada queixa separadamente.

Eu quero entender o contexto.

Como está a digestão?

Como está a motilidade intestinal?

Existe fermentação excessiva?

Como está a alimentação?

A microbiota está em equilíbrio?

Existem deficiências nutricionais?

E aqui está um ponto importante: nenhum desses sintomas sozinho confirma disbiose. Muitos deles podem aparecer em diferentes condições e precisam ser investigados.

No meu acompanhamento, a modulação intestinal começa desde o início da digestão e segue até o equilíbrio da microbiota e da barreira intestinal, associada a uma alimentação anti-inflamatória individualizada.

Porque cuidar da saúde intestinal não é apenas tentar diminuir gases e estufamento.

É entender por que esse intestino continua perdendo o equilíbrio.

Seu intestino vive dando sinais e você não sabe mais o que fazer? Clique no link da bio e agende uma avaliação.
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Seu intestino pode estar pedindo ajuda muito antes de aparecer um diagnóstico.O problema é que, quando o estufamento aco...
14/08/2026

Seu intestino pode estar pedindo ajuda muito antes de aparecer um diagnóstico.

O problema é que, quando o estufamento acontece quase todos os dias, os gases viram rotina e o intestino alterna entre constipação e diarreia, muita gente começa a achar que “sempre foi assim”.

E vai se adaptando.

Tira um alimento.

Compra um probiótico.

Troca o pão.

Aumenta as fibras.

E, algum tempo depois, os sintomas voltam.

É justamente aí que precisamos mudar a pergunta.

Em vez de apenas pensar “o que eu preciso parar de comer?”, eu quero entender por que esse intestino está reagindo dessa forma.

Pode existir alteração da microbiota intestinal?

Disbiose?

Fermentação excessiva?

Digestão comprometida?

Alteração da motilidade?

Algum nutriente que não está sendo bem absorvido?

Um sintoma isolado não responde essas perguntas. Mas quando vários sinais se repetem, eles merecem investigação.

No meu acompanhamento, a modulação intestinal começa desde a digestão e segue até o equilíbrio da microbiota e da barreira intestinal, associada a uma alimentação anti-inflamatória individualizada.

Porque cuidar da saúde intestinal não é aprender a conviver com o desconforto.

É entender o que está mantendo esse intestino em desequilíbrio.

Se você vive com estufamento, gases ou intestino desregulado e quer entender o que o seu corpo está tentando mostrar, clique no link da bio e agende uma avaliação.

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Quando o intestino está inflamado, até aquilo que parece saudável pode aumentar o desconforto.É comum tentar resolver ga...
12/08/2026

Quando o intestino está inflamado, até aquilo que parece saudável pode aumentar o desconforto.

É comum tentar resolver gases, estufamento, dor abdominal, diarreia ou constipação retirando vários alimentos de uma só vez.

Mas um intestino sensibilizado não precisa apenas de restrições. Ele precisa de uma alimentação organizada de acordo com a fase dos sintomas e com a tolerância de cada pessoa.

Em alguns momentos, preparações mais simples, alimentos cozidos e refeições que exigem menor esforço digestivo podem ajudar o organismo a atravessar esse período com mais conforto.

Mas esta lista não é um protocolo pronto.

Um alimento que funciona bem para uma pessoa pode aumentar a fermentação ou o desconforto de outra. Por isso, também precisamos investigar:

Como está a digestão?

Existe disbiose ou SIBO?

A motilidade intestinal está alterada?

Há intolerâncias ou sensibilidades alimentares?

O que continua mantendo esse ambiente inflamatório ativo?

No meu acompanhamento, o objetivo não é apenas escolher alimentos considerados leves. É cuidar desde o início da digestão até o equilíbrio da microbiota e da barreira intestinal, associando esse processo a uma alimentação anti-inflamatória individualizada.

Porque aliviar os sintomas é importante. Mas entender por que o intestino continua inflamando é o que permite construir resultados mais consistentes.

Quer melhorar a sua saúde intestinal? Clique no link da bio e agende uma avaliação.

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11/08/2026

Você pode escolher os melhores alimentos e, ainda assim, manter o seu intestino sobrecarregado.

Isso acontece porque saúde intestinal não é apenas sobre *o que* você come.

Também importa como e com que frequência você come.

Quando existe o hábito de beliscar o dia inteiro uma fruta aqui, algumas castanhas ali, um café acompanhado, uma barrinha o sistema digestivo praticamente não encontra intervalos entre uma refeição e outra.

E esses períodos também fazem parte do funcionamento natural do intestino.

Em algumas pessoas, principalmente quando já existe disbiose, alteração da motilidade intestinal, gases, fermentação ou constipação, essa rotina pode contribuir para aquela sensação tão comum de:

Eu como saudável, mas continuo estufada.

É por isso que eu não gosto de regras prontas como todo mundo precisa comer de 3 em 3 horas.

O que eu quero entender é como funciona o seu intestino.

Como está a digestão?

Você sente fome ou simplesmente come porque chegou o horário?

Existe saciedade entre as refeições?

Seu intestino está preso?

Há excesso de gases e fermentação?

Na modulação intestinal, esses detalhes também importam. Porque cuidar da microbiota e da digestão não significa apenas retirar alimentos ou acrescentar suplementos. Significa organizar o ambiente e a rotina para que o intestino consiga funcionar melhor.

Comenta INT1 que eu vou te enviar como organizar esses intervalos entre as refeições sem passar fome.

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Se a disbiose melhora e depois volta, talvez você esteja cuidando das bactérias sem cuidar do ambiente onde elas vivem.O...
10/08/2026

Se a disbiose melhora e depois volta, talvez você esteja cuidando das bactérias sem cuidar do ambiente onde elas vivem.

O equilíbrio da microbiota intestinal também depende da integridade da mucosa e da barreira intestinal.

Quando existe aumento da permeabilidade intestinal, inflamação persistente ou uma digestão que não funciona bem, apenas tomar probióticos pode não ser suficiente para manter os resultados.

Ativos como glutamina, zinco carnosina, butirato, N-acetilglucosamina e curcumina podem fazer parte de uma estratégia de cuidado da mucosa intestinal.

Mas eles não formam um protocolo pronto.

Antes de suplementar, precisamos entender o que está mantendo essa barreira comprometida:

Como está a digestão?

Existe constipação ou fermentação excessiva?

Há disbiose, SIBO ou sensibilidade alimentar?

Como está a alimentação?

Existem deficiências nutricionais?

No meu acompanhamento, a modulação intestinal começa desde a digestão e segue até o equilíbrio da microbiota e da barreira intestinal, sempre associada a uma alimentação anti-inflamatória individualizada.

Porque suplementar pode ajudar. Mas identificar e cuidar da causa é o que permite construir resultados mais consistentes.

Salve este post para consultar depois e compartilhe com quem vive tratando a disbiose, mas sente que os sintomas sempre voltam.

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O papel pode dizer “normal”. Mas o seu corpo pode estar contando outra história.Muitas pessoas chegam ao consultório com...
07/08/2026

O papel pode dizer “normal”. Mas o seu corpo pode estar contando outra história.

Muitas pessoas chegam ao consultório com cansaço, queda de cabelo, dificuldade de concentração, intestino desregulado e sensação de que o organismo não funciona como antes mesmo com resultados dentro da referência.

Isso acontece porque um exame não deve ser interpretado isoladamente. O significado de cada resultado depende do histórico, dos sintomas, de outros marcadores e do contexto clínico da pessoa. As próprias faixas de referência podem variar entre laboratórios.

Na avaliação da tireoide, por exemplo, observar apenas um número também pode ser insuficiente. A interpretação dos exames precisa considerar quais te**es foram realizados, o momento da coleta, os medicamentos utilizados e a situação clínica do paciente.

É por isso que eu não olho apenas para o que está marcado com um asterisco no laudo.

Eu avalio como está a sua energia, a digestão, o intestino, o metabolismo, os nutrientes e os sinais que o seu corpo vem apresentando.

Os números do post não são metas universais nem fecham um diagnóstico. Eles servem como um ponto de atenção para mostrar que saúde não se resume a estar dentro de uma faixa impressa.

Quer entender o que os seus exames estão mostrando sobre o funcionamento do seu corpo? Clique no link da bio e agende uma avaliação.

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07/08/2026

Hashimoto não é uma condição que deve ser observada apenas pelos exames da tireoide.

A tireoidite de Hashimoto envolve uma desregulação do sistema imunológico e um processo inflamatório que pode se manifestar de diferentes formas no organismo.

Por isso, o cuidado também passa por aquilo que você constrói todos os dias.

A qualidade da alimentação, o funcionamento do intestino, a ingestão adequada de nutrientes, o sono, o consumo de álcool e a prática de atividade física podem influenciar a forma como o corpo responde.

Mas atenção: essa lista não é uma fórmula pronta.

Nem toda pessoa com Hashimoto precisa fazer exatamente as mesmas restrições ou utilizar os mesmos suplementos. Antes de retirar alimentos ou suplementar nutrientes, é necessário avaliar sintomas, exames, digestão, microbiota intestinal e necessidades individuais.

No meu acompanhamento, eu observo o corpo como um sistema: desde o início da digestão até o equilíbrio do intestino, associando a modulação intestinal a uma alimentação anti-inflamatória individualizada.

Porque cuidar da Hashimoto não é apenas controlar um número no exame. É oferecer ao organismo condições para funcionar melhor e reduzir os fatores que podem estar mantendo a inflamação.

Quer entender quais desses cuidados fazem sentido para o seu organismo? Clique no link da bio e agende uma avaliação.

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Você trata a sinusite. Mas será que está tratando o lugar onde ela pode estar sendo alimentada?Quando alguém convive com...
05/08/2026

Você trata a sinusite. Mas será que está tratando o lugar onde ela pode estar sendo alimentada?

Quando alguém convive com rinite, sinusite ou outras inflamações respiratórias recorrentes, é comum que toda a atenção esteja voltada para o nariz.

Mas o organismo funciona de forma integrada.

O intestino, o sistema imunológico e o processo inflamatório estão em constante comunicação.

Por isso, quando existe uma inflamação intestinal persistente, uma microbiota em desequilíbrio ou uma alimentação que favorece esse ambiente inflamatório, o corpo pode responder de diferentes formas, e as vias respiratórias podem ser uma delas.

Isso significa que o pão ou o leite causam sinusite?

Não.

Mas, em pessoas sensíveis, esses alimentos podem contribuir para manter um ambiente inflamatório que dificulta o controle dos sintomas.

É por isso que, no meu consultório, eu não olho apenas para a queixa principal.

Através da modulação intestinal, desde a digestão até o equilíbrio do intestino, associada a uma alimentação anti-inflamatória individualizada, buscamos entender o que continua alimentando esse processo inflamatório.

Porque controlar uma crise é importante, mas compreender por que ela continua voltando é o que realmente muda o rumo do tratamento.

Agora me conta: você já fez alguma mudança na alimentação e percebeu melhora da rinite ou da sinusite?

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04/08/2026

Quando uma pessoa com Síndrome do Intestino Irritável inicia o uso de uma caneta emagrecedora e percebe piora do estufamento, dos gases, da constipação ou da sensação de comida parada, é comum colocar toda a culpa no medicamento.

Mas nem sempre a história começa ali.

Muitas vezes, já existiam alterações na digestão, na motilidade e na microbiota intestinal. O uso dos análogos de GLP-1 pode tornar esses desconfortos mais evidentes em algumas pessoas, enquanto outras passam pelo tratamento sem grandes sintomas digestivos.

Por isso, a pergunta não deve ser apenas:

“Qual caneta usar para emagrecer?”

Também precisamos entender:

Como esse intestino funcionava antes?

Existe disbiose ou fermentação excessiva?

A digestão já estava comprometida?

A alimentação está adequada para esse momento?

Há constipação, inflamação ou deficiência de nutrientes?

Não se trata de condenar as canetas emagrecedoras nem de afirmar que quem tem intestino irritável não pode utilizá-las.

Trata-se de preparar e acompanhar o organismo de forma individualizada, respeitando os sintomas e as necessidades de cada paciente.

Quando cuidamos desde o início da digestão até o equilíbrio da microbiota, associando a modulação intestinal a uma alimentação anti-inflamatória, criamos condições para que a estratégia de emagrecimento seja mais bem tolerada e segura.

Comenta GLP-1-26 que eu vou te enviar gratuitamente os fatores que eu avalio antes de planejar estratégias de emagrecimento para pacientes com Síndrome do Intestino Irritável.

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