17/07/2026
Durante muito tempo, eu também aprendi a olhar exames de forma binária:
Está normal.
Ou está alterado.
Mas a prática clínica — e a minha própria experiência como paciente — me mostrou que essa leitura, muitas vezes, não é suficiente.
Porque existe um grupo de pacientes que continua com tontura e zumbido mesmo quando os exames não mostram uma doença evidente.
E é justamente aí que o raciocínio clínico precisa ficar mais sofisticado.
Não se trata de inventar diagnósticos.
Não se trata de tratar números isolados.
E muito menos de prescrever uma lista aleatória de vitaminas.
Trata-se de entender contexto, compensações, demandas aumentadas e possíveis disfunções que ajudam a explicar por que aquele paciente ainda não está bem.
Foi essa mudança de olhar que me levou a estudar suplementação e neuromodulação bioquímica aplicadas à Otoneurologia.
Hoje, eu não começo perguntando:
“Qual suplemento eu devo usar?”
Eu começo perguntando:
“O que esse organismo está tentando compensar?”
Meu curso Suplementação em Otoneurologia está com vagas abertas.
Se você quer aprender a construir esse raciocínio com mais segurança e aplicá-lo em pacientes com tontura, zumbido e outros sintomas otoneurológicos, escreva ENXERGAR nos comentários ou no direct.
Nāo é uma automação: eu mesma envio as informações pra você.