12/05/2026
Voltei essa semana de uma experiência muito especial em Irvine, na Califórnia, no campus da Johnson & Johnson MedTech, onde participei do EP Latin American Forum aFib, nos dias 5 e 6 de maio.
Foram dois dias de discussão intensa em torno de um tema que faz parte da nossa rotina diária: como tratar a fibrilação atrial com cada vez mais precisão, segurança e eficiência.
A programação começou em um ambiente real de sala de procedimentos, acompanhando quatro casos conduzidos pelo Dr. Jonathan Dukes. Todos foram ablações com PFA, guiadas por ICE e com zero fluoroscopia, com discussão aberta sobre as decisões tomadas em cada etapa.
O mais interessante foi não apenas ver a tecnologia em uso, mas discutir raciocínio, workflow, escolhas técnicas e detalhes práticos que fazem diferença no resultado final.
No segundo dia, cada participante compartilhou sua forma de trabalhar. Foi uma troca muito rica, porque colocou lado a lado serviços, volumes e abordagens diferentes. Esse tipo de conversa, mais horizontal e prática, muitas vezes traz aprendizados que não aparecem em uma apresentação formal.
Também tivemos a oportunidade de testar, no centro de simulação, algumas das plataformas mais recentes, com destaque para a integração entre mapeamento eletroanatômico, ultrassom intracardíaco e ablação por campo pulsado.
Conhecer de perto o ambiente onde parte dessas tecnologias é desenvolvida e validada ajuda a ampliar a visão sobre as ferramentas que utilizamos no dia a dia da eletrofisiologia.
Foi muito bom dividir essa experiência com Dr.Luiz Eduardo Camanho, .arritmia e , em conversas que certamente seguirão rendendo ideias e reflexões.
Agradeço à , , , .comercial e pelo convite, e à e ao Daniel Torres pela organização e pelo cuidado em cada detalhe.
Volto com novas ideias, boas conexões e ainda mais motivado a seguir evoluindo na busca por tratamentos cada vez melhores para os pacientes com fibrilação atrial.