Clínica Médica Dr. Adriano Cruz

Clínica Médica Dr. Adriano Cruz Toda semana com dicas de dermatologia, saúde, estética, alimentação, exercícios físicos e bem

Toda semana com dicas de saúde, estética, alimentação, exercícios físicos e bem estar

A Astaxantina é um carotenóide de ocorrência natural e coloração vermelha encontrado em algas, no camarão, na lagosta, n...
13/11/2020

A Astaxantina é um carotenóide de ocorrência natural e coloração vermelha encontrado em algas, no camarão, na lagosta, no caranguejo e no salmão. Os carotenóides são pigmentos de cores de origem natural extremamente benéficos para a saúde humana e é por isso que estão fazendo tanto sucesso entre o público que busca maneiras mais saudáveis de vida.

Vale lembrar que existem diversos tipos de carotenóides, como o betacaroteno, que possui coloração alaranjada. A Astaxantina se destacada nessa classe como a realeza recém-descoberta dos carotenóides.

O título não vem sem merecimento: para os seres humanos, a Astaxantina é um poderoso antioxidante com amplas implicações positivas para a saúde e, ao contrário de outros antioxidantes, como betacaroteno, zeaxantina, vitamina E, C, D e selênio, a Astaxantina nunca se torna pró-oxidante no organismo. Isso significa que sua ação no corpo não é capaz de causar nenhum tipo de dano às células e tecidos. Essa característica torna perfeitamente segura a inserção da substância na rotina alimentar diária.

16/09/2020


Estudo sobre a ligação genética da dermatite atópica com alergias respiratórias e alimentares
Pesquisadores do Hospital Medical Center de Cincinnati Children's publicaram na Nature Communications um estudo sobre a base genética da dermatite atópica (eczema), e também sugere importantes insights sobre a relação entre esse tipo de patologia e quadros alérgicos pulmonares e intestinais.
A pele é uma barreira capaz de manter a água dentro do organismo e proteger contra a exposição de alérgenos ambientais. A pesquisa descobriu que duas variantes genéticas comuns do gene KIF3A são responsáveis por corromper a integridade da barreira cutânea, aumentando a perda de água e levando ao surgimento do eczema na pele. Mecanisticamente, os genes KIF3A com os polimorfismos de nucleotídeo único (SNPs) rs11740584 e rs2299007 sofrem hipermetilação que altera a expressão do gene e reduz a síntese de proteínas. O KIF3A também codifica uma proteína que está envolvida no aparato sensorial da célula, captando e transmitindo sinais de fora para dentro. A inspiração para o estudo veio de trabalhos anteriores relacionando variações no mesmo gene KIF3A e asma em crianças que também apresentavam dermatite atópica.
Células do revestimento nasal com as variantes SNP KIF3A também continham hipermetilação e expressão gênica para a síntese protéica reduzida. Evidências sugerem que alterações no mesmo gene no intestino estejam relacionadas ao surgimento de alergia alimentar. A relação causal entre as variantes de KIF3A e eczema foi validada em modelo murino deficiente em KIF3A. Sem a função do gene, os animais desenvolveram quadro clínico semelhante à dermatite atópica. Essa descoberta pode levar a te**es clínicos que identifiquem as crianças de maior risco para eczema.
https://go.nature.com/3keLB0q
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11/10/2019


Descoberto mais um gene ligado ao apetite e à obesidade
A obesidade representa um enorme desafio de saúde pública e sua própria natureza multifatorial torna difícil a identificação de alvos terapêuticos para a produção de medicamentos. Com isso em mente, pesquisadores do Baylor College of Medicine e da Cambridge University, na Inglaterra, decidiram investigar um dos poucos aspectos unânimes na questão da obesidade: o apetite.
O trabalho publicado em Nature Communications se debruça sobre o gene que codifica a proteína co-ativador do receptor de esteroide 1 (SRC-1). Trabalhos anteriores mostraram que SCR-1 participa da regulação do peso corporal, mas seu papel ainda não é bem conhecido. Com a pesquisa foi demonstrado que a deleção do gene SCR-1 em ratos faz com que os animais comam mais e se tornem obesos. A equipe também identificou um grupo de crianças com obesidade severa e demonstrou nesse grupo a existência de 15 diferentes variantes genéticas do SCR-1 que provocam a perturbação de sua função.
Para firmar o conceito, ratos foram modificados geneticamente para exibir uma das tais variantes e passaram a comer mais e a ganhar peso. Além disso, os pesquisadores descobriram uma grande expressão de SCR-1 no hipotálamo de ratos, em especial nos neurônios que expressam o gene Pomc, reconhecidamente ligados ao controle do apetite e peso corporal. Mais uma vez a deleção de SCR-1 nos neurônios Pomc levou os animais a comerem mais e a ganharem peso. Esses dados levam à conclusão de que SCR-1 é um importante regulador do apetite e do peso corporal, sendo também um possível alvo terapêutico. Quer saber mais?
https://www.nature.com/articles/s41467-019-08737-6?_ga=2.242316033.2017968820.1555343342-1263261628.1554742166

04/04/2019

Aproximadamente 15 mil casos de Câncer no Brasil poderiam ser evitados com a redução do excesso de peso. Estima-se que 3,8% dos casos no país estejam relacionados à obesidado e ao sobrepeso. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
Esse número deve crescer, pelo menos, até 2025 (chegando a 4,6%). A previsão é que nesses sete anos, o número de casos por ano chegue a 29 mil.
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Dr. Ricardo Aurichio
CRM 25806
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Oncocentro - Ponta Grossa
(42) 3026-5870 | 99965-2924
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01/04/2019


Molécula estimula gordura marrom e pode curar obesidade
O organismo humano possui dois tipos de gordura, a branca, que armazena energia em excesso, e a marrom, que queima energia a partir de um processo chamado termogênese. Exposição ao frio e estímulos adrenérgicos são formas comuns de ativar a gordura marrom, mas sem uso prático. Estudos anteriores identificaram moléculas capazes de ordenar a transformação de gordura branca em marrom, mas sem promover sua ativação e aumento no gasto energético.
A novidade é um estudo publicado em Nature Communications pela equipe de pesquisadores da Universidade de Cambridge. Nesse estudo, a equipe partiu de um estudo no qual foi identificada uma molécula capaz de regular a ativação da gordura marrom no cérebro e nos tecidos do corpo, a BMP8b. Agora, a hipótese testada foi se maiores níveis circulantes de BMP8b aumentariam a quantidade e a ativação da gordura marrom. Para tanto, camundongos foram projetados para secretarem maiores quantidades de BMP8b.
A equipe verificou que maiores níveis de BMP8b promoveram a transformação de porções de gordura branca em gordura marrom, mas não só isso. Também foi visto que ocorreu aumento dos vasos sanguíneos e dos nervos na gordura marrom, aumentando a sensibilidade ao estímulo adrenérgico. A consequência disso foi maior gasto energético total no tecido. Esses resultados tanto mostram que BMP8b pode ser usada como droga contra a obesidade sozinha, como acompanhada de doses menores de dr**as adrenérgicas. Para se ter dimensão do possível efeito, apenas 100g de gordura marrom totalmente ativada pode queimar 3.400 calorias/dia. Quer saber mais?
http://ow.ly/yhWv50oKDKQ

30/01/2019


Estudo demonstra como a gordura marrom atua na saciedade
Um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade de Munique (Alemanha) e também por pesquisadores finlandeses acaba de trazer um novo conhecimento sobre as funções da gordura marrom. Até então, já era razoavelmente conhecida sua função termogênica com consequente aumento do gasto energético. Agora, em um artigo publicado em Cell, esses pesquisadores conseguiram demonstrar a existência de um eixo intestino-gordura-marrom-cérebro atuante a formação da saciedade. Ratos com obesidade induzida foram injetados com o hormônio intestinal secretina e experimentaram termogênese com aumento do gasto calórico e supressão do apetite. A secretina não produziu esse efeito, contudo, em ratos em que a gordura marrom foi inativada.
Em outro ensaio, voluntários humanos tiveram os níveis de consumo de oxigênio e absorção de ácidos graxos no tecido marrom medidos após o jejum noturno e 30 a 40 minutos após uma refeição. De forma semelhante, foi descoberto que altos níveis circulantes de secretina correspondiam a uma gordura marrom mais ativa metabolicamente. Em resumo, a ingestão de um alimento induz a liberação da secretina no intestino. Essa secretina penetra o tecido marrom e ativa a termogênese (lipólise). Por um mecanismo ainda não identificado, essa reação é detectada no cérebro e induz saciedade. Esse novo conhecimento tem um grande potencial para identificar intervenções nutricionais (alimentos que estimulem a secretina) ou farmacológicas (secretina e análogos) que possam servir como uma nova via de tratamento para a obesidade. Gostou? Compartilhe!
https://www.cell.com/cell/fulltext/S0092-8674(18)31324-2?_returnURL=https%3A%2F%2Flinkinghub.elsevier.com%2Fretrieve%2Fpii%2FS0092867418313242%3Fshowall%3Dtrue

16/12/2018

O câncer de pele continua sendo o tipo mais comum da doença em todo o Brasil. De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), todos os anos surgem 176 mil novos casos no país e é por isso que a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), sempre atenta a esse alt...

14/12/2018

Bom dia! Informamos que estaremos em recesso do dia 21/12/18 a 09/01/19. Retornaremos normalmente aos atendimentos no dia 10/01/19. Um ótimo final de ano à todos!

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