Fono Tânia Regina

Fono Tânia Regina 🧠 Guio profissionais e famílias na jornada de evolução do desenvolvimento humano - típico e atípico - com conhecimento e prática baseada em evidências.

Atendimento à Neuroaprendizagem, Disfagia e Análise do Comportamento Aplicada - Método ABA

A ciência de 2025 confirmou o que eu falo há anos: a ABA acontece na vida, não só na mesa. 🧩Uma meta-análise publicada e...
01/06/2026

A ciência de 2025 confirmou o que eu falo há anos: a ABA acontece na vida, não só na mesa. 🧩
Uma meta-análise publicada este ano reuniu 25 estudos controlados sobre intervenções baseadas em ABA e nos modelos naturalísticos (NDBI) em crianças autistas. E os dados foram claros:
✔️ Efeito grande na linguagem receptiva — a criança passa a compreender melhor o mundo ao seu redor.
✔️ Efeito moderado em habilidades cognitivas e adaptativas — raciocínio, atenção e autonomia no dia a dia.
✔️ E o achado mais importante: quanto maior a dose e a duração da intervenção, maiores os ganhos em autonomia.
Ou seja: o que transforma não é só a sessão. São as outras 167 horas da semana — com a família como parte ativa do processo. 💛
Escrevi um artigo completo no blog explicando cada um desses achados em linguagem simples, com transparência sobre o que a ciência mostra (e sobre os seus limites também — porque cuidado sério não promete milagre).

💬 Ou comente CIÊNCIA que eu te envio o link direto.

NeuroAção By Tânia Regina
Fonoaudiologia · Neurodesenvolvimento · Evidência

11/05/2026

Avaliação Neuropsicológica: o que você precisa saber antes, durante e depois 🧠
Live amanhã às 20h, aqui no Instagram

Salva e compartilha com quem precisa ver isso 👇

06/05/2026

Muitos pais percebem que algo não está certo antes mesmo de qualquer profissional falar.
Essa intuição importa. E ela merece ser levada a sério.
Veja os 3 sinais que nunca devem ser ignorados:

🔴 1. A criança não aponta para mostrar interesse
Apontar para compartilhar algo com você — não só para pedir — é um dos marcos mais importantes do desenvolvimento. A ausência desse gesto antes dos 12 meses é um sinal que precisa de atenção.

🔴 2. Perda de habilidades que já existiam
A criança falava algumas palavras e parou? Fazia contato visual e foi reduzindo? Regressão na linguagem ou na comunicação nunca é “fase”. É sempre motivo para avaliação.

🔴 3. Ausência de palavras com sentido após os 18 meses
Não basta emitir sons. A criança precisa usar palavras funcionais — para pedir, chamar, comentar. O silêncio comunicativo nessa janela tem peso clínico.

A linguagem é a primeira janela que temos para entender o desenvolvimento do seu filho. Quando ela dá sinais, o tempo de resposta faz toda a diferença — não para alarmar, mas para agir com clareza e com base em evidência.

Existe uma lista completa — com faixas etárias, o que observar em cada fase e quando buscar avaliação — que preparei especialmente para você.

Comente ALERTA aqui embaixo e eu te envio meu ebook gratuito de desenvolvimento no seu direct.

Conheça também meu Guia de Desenvolvimento Infantil (link aqui no reel e na bio) um material para você acompanhar o desenvolvimento do seu filho com olhar informado, não com ansiedade.
Porque entender é sempre melhor do que temer.

02/05/2026

👶 “Meu filho tem 2 anos e fala poucas palavras. Isso é normal?”

Essa é uma das perguntas que mais chegam aqui — e a resposta honesta é: depende. E muito.

Os marcos de fala são guias, não regras rígidas. Mas conhecê-los faz toda a diferença para agir no tempo certo.

📌 O que esperar em cada fase:

▸ 12–18 meses → primeiras palavras com intenção (“água”, “mamã”)

▸ 18–24 meses → combinação de 2 palavras (“quer bola”)

▸ 24–36 meses → frases curtas com verbos e pronomes simples

A referência aos 2 anos é de 50 palavras — mas antes de entrar em pânico ou em negação, saiba que aproximações contam. “Au au” para cachorro é uma palavra. O que importa é o uso com intenção.

🧠 O que realmente observamos é trajetória:

👉 Responde ao nome?
👉 Olha para você quando quer algo?
👉 Aponta, gesticula, balbucia para se comunicar?

⚠️ Variações individuais são normais. Mas se aos 2 anos a criança não combina palavras, não aponta e tem pouco contato visual — não espere. Busque avaliação.

O tempo na linguagem não volta!

💬 Comenta aqui: quantos anos tem seu filho e o que já apareceu na fala dele?

🔖 Salva esse vídeo para revisar sempre que a dúvida bater.

📲 Marca aquela mãe ou pai que vive com essa pergunta.

Seu filho é brilhante, mas parece que "trava" em tarefas simples do dia a dia? 🧠Aquela sensação de que ele consegue expl...
02/05/2026

Seu filho é brilhante, mas parece que "trava" em tarefas simples do dia a dia? 🧠

Aquela sensação de que ele consegue explicar a teoria da relatividade, mas não consegue organizar a própria mochila ou seguir uma instrução de três passos.

É frustrante, eu sei. Para muitos pais e profissionais, parece "preguiça" ou falta de interesse. Mas a verdade nua e crua é outra: inteligência alta não é sinônimo de comportamento organizado.

Nas Altas Habilidades e Superdotação (AH/SD), vivemos o que chamamos de assincronia.

Imagine que a inteligência é um motor de Ferrari. O problema é que, às vezes, o volante e o freio — as nossas FUNÇÕES EXECUTIVAS — ainda são de um carro popular.

O cérebro corre a 200km/h, mas a mão trava. A ideia é genial, mas o papel continua em branco.

Onde o desafio costuma morar:

• MEMÓRIA DE TRABALHO: O cérebro processa tanta informação que "esquece" de guardar o básico para finalizar a tarefa.
• CONTROLE INIBITÓRIO: Uma dificuldade enorme em filtrar estímulos. Tudo chama a atenção ao mesmo tempo.
• FLEXIBILIDADE COGNITIVA: Sofrer profundamente quando o plano muda ou quando as coisas não saem exatamente como imaginado.

No meu trabalho diário guiando famílias e profissionais, vejo que o maior erro é focar apenas na "nota 10".

O suporte terapêutico e fonoaudiológico para uma criança com AH/SD não é para ela estudar mais. É para que ela aprenda a gerenciar esse motor potente sem se atropelar emocionalmente.

Precisamos olhar para o desenvolvimento integral, unindo a ciência com a prática que respeita o tempo de cada um. O potencial só vira realização quando a criança tem as ferramentas certas para lidar com o próprio cérebro.

Você já percebeu esse "travamento" por aí?

Se você busca segurança para guiar essa jornada de evolução — seja como pai, mãe ou profissional — eu quero te acompanhar de perto.

Comenta SUPER aqui embaixo e eu te envio o convite para a minha mentoria de desenvolvimento humano. 👇

Você sente que a cada consulta uma nova sigla é adicionada ao laudo do seu filho? 🧠Parece um alfabeto que não termina ma...
02/05/2026

Você sente que a cada consulta uma nova sigla é adicionada ao laudo do seu filho? 🧠

Parece um alfabeto que não termina mais. Receber o diagnóstico de TEA já é um impacto gigante. Aí, meses depois, surge o TDAH. Depois, as Altas Habilidades (AH/SD) ou o TOD.

A sensação é de que o chão some e a dúvida aumenta: "Como vou lidar com tudo isso ao mesmo tempo?"

A verdade que poucos explicam é que a neurodivergência raramente vem sozinha. A regra, na maioria dos casos, é a comorbidade. Estudos indicam que cerca de 70% das crianças no espectro apresentam pelo menos uma condição associada, e 40% delas têm duas ou mais.

Ignorar essas camadas é o que muitas vezes trava o progresso no consultório e em casa.

Entenda como essas peças se encaixam na prática:

• TEA + TDAH: É a combinação mais comum. A desatenção e a impulsividade podem "mascarar" o que a criança realmente sabe, dificultando a evolução da linguagem.
• O comportamento no TOD: Muitas vezes, o que parece ser apenas "oposição" é, na verdade, um sintoma de uma barreira de comunicação ou sobrecarga sensorial severa.
• Ansiedade, Depressão e Mutismo Seletivo: São barreiras emocionais que funcionam como travas, impedindo que a criança socialize mesmo quando ela deseja.

No meu trabalho de mentoria e supervisão, sempre bato na mesma tecla: o laudo nos dá um norte, mas o nosso foco deve ser a FUNCIONALIDADE.

Diagnósticos múltiplos não se anulam. Eles se somam para desenhar o perfil único de cada criança. Se olharmos apenas para o papel, perdemos o indivíduo.

Quando entendemos como o TEA interage com as Altas Habilidades ou como a Ansiedade trava a fala, conseguimos traçar estratégias que realmente geram evolução, e não apenas "atender por atender".

Você não precisa carregar o peso dessas siglas sem um mapa claro. O olhar individualizado é o que transforma a confusão em esperança.

Qual dessas combinações de siglas você mais sente dificuldade de manejar no dia a dia? Comenta aqui embaixo para conversarmos. 👇

Quando foi a última vez que você respirou fundo e sentiu o ar entrar, sem aquele peso da culpa logo em seguida? 🌬️Muitas...
02/05/2026

Quando foi a última vez que você respirou fundo e sentiu o ar entrar, sem aquele peso da culpa logo em seguida? 🌬️

Muitas mães de crianças atípicas vivem em um estado de alerta tão constante que a exaustão vira o "normal". A gente se acostuma com o barulho, com a rotina de terapias e com o cansaço extremo, como se anular-se fosse a única prova de amor possível.

A verdade: o esgotamento não é um troféu de dedicação.

No meu trabalho vejo isso todos os dias no consultório. O progresso terapêutico da criança — seja na fala, na socialização ou na autonomia — ganha uma velocidade muito maior quando a família está emocionalmente assistida.

Seu sistema nervoso é o porto seguro do seu filho. Se o seu porto está em ruínas, a criança não tem onde ancorar durante as crises.

Precisamos falar sobre o autocuidado que cabe na sua vida real. Não é sobre viagens ou spas caros, é sobre AUTOCUIDADO REGULATÓRIO.

Ações simples para baixar seu cortisol e te devolver o equilíbrio:

• MICRO-PAUSAS SENSORIAIS: 5 a 10 minutos de silêncio absoluto ou uma música que te acalme. Sem telas, sem demandas, apenas você e sua respiração.

• PACTO DE REDE: Identifique quem pode segurar as pontas por 30 minutos para você tomar um banho demorado ou caminhar no quarteirão. Pedir ajuda é estratégia de sobrevivência, não fraqueza.

• FILTRO DE PRIORIDADES: O que realmente precisa ser feito hoje? Se não é essencial para a segurança ou o desenvolvimento imediato, pode esperar. Proteja sua energia.

Você não precisa ser perfeita para ser a mãe que seu filho precisa. Você só precisa estar inteira.

Este post é um abraço para aquela sua amiga que também está no limite. Mande para ela agora. Às vezes, o maior apoio é saber que não estamos sozinhas nessa jornada. 🫂

Você já parou para somar quanto tempo — e dinheiro — seu filho já perdeu em terapias que não mostram evolução real? ⚠️A ...
02/05/2026

Você já parou para somar quanto tempo — e dinheiro — seu filho já perdeu em terapias que não mostram evolução real? ⚠️

A verdade dói, mas precisa ser dita: o "tempo dele" pode estar custando o futuro do seu desenvolvimento.

Sabe aquela frase "cada criança tem seu tempo"? No desenvolvimento humano, ela se tornou uma das mentiras mais perigosas e convenientes para esconder a falta de estudo.

O problema? O cérebro não espera a burocracia do sistema ou a desatualização do profissional. 🧠

Se você sente que a terapia é uma "caixa preta" onde você não entra e não recebe metas claras, ligue o alerta. A Prática Baseada em Evidências não é um luxo, é o básico para quem lida com vidas.

Sinais claros de que o profissional parou no tempo:

1️⃣ O MITO DO "ESPERAR PARA VER"
Se há atraso nos marcos de desenvolvimento, a intervenção deve ser IMEDIATA. O desenvolvimento segue uma lógica científica. Se o profissional ignora o atraso sem uma avaliação padronizada, ele está jogando fora janelas de plasticidade cerebral que não voltam mais.

2️⃣ TERAPIA SEM FAMÍLIA
Profissionais que proíbem pais na sala ou não orientam o que deve ser feito em casa estão ignorando a ciência da generalização do aprendizado. Sem você, o progresso é infinitamente mais lento.

3️⃣ FALTA DE METAS MENSURÁVEIS
Se você sempre ouve: "ele brincou e foi bem", e nunca tem devolutivas e orientações, você tem um problema. Sem objetivos claros e evolução que possa ser medida, não é terapia, é recreação de luxo.

Eu recebo profissionais em mentoria que tinham insegurança na clínica justamente por falta de método, e pais que achavam que o erro era da criança. Não é.

Muitas vezes, o erro é de um sistema que aceita profissionais desatualizados enquanto o tempo do seu filho corre contra o relógio.

A ciência não é uma opinião. A evolução do seu filho depende de critérios técnicos, não de palpites.

Não deixe essa informação parada aqui. Compartilhe este post agora. Você pode salvar a janela de desenvolvimento de uma criança. ✈️

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