Dr. Eduardo Portugal

Dr. Eduardo Portugal Endocrinologista. Toda formação pela USP-SP. Preceptor do Curso de Medicina da UFSCar de 2010 a

Médico formado pela Faculdade de Medicina da USP (USP-SP - "Pinheiros") em 2002, e com Residência Médica em Clínica Médica e Residência Médica em Endocrinologia e Metabologia, pela mesma instituição (USP-SP - "HCFMUSP"). Membro ativo da Endocrine Society (Sociedade Endócrina Americana) - ID # 245076. Atualmente, também sou o médico responsável pela enfermaria de adultos do Hospital Universitário da UFSCar, atuando no internato do curso de Medicina.

Em pacientes mais velhos, emagrecer exige cuidado redobrado.O objetivo não é apenas perder peso. É preservar força, mass...
17/08/2026

Em pacientes mais velhos, emagrecer exige cuidado redobrado.

O objetivo não é apenas perder peso. É preservar força, massa muscular, autonomia e funcionalidade.

Com o uso de GLP-1, como em qualquer tratamento para obesidade, a estratégia precisa ir além da medicação. Proteína adequada, treino de força, acompanhamento nutricional e avaliação médica fazem toda diferença.

Porque perder peso pode ser positivo.
Mas perder músculo, disposição e independência não.

Na medicina, resultado bom não é só ver a balança baixar. É ver o paciente mais saudável, mais forte e mais funcional.

📍Se você quer emagrecer com segurança e acompanhamento individualizado, agende sua consulta pelo link da bio.

A aprovação de novas canetas de semaglutida pela Anvisa é, sim, uma notícia relevante para a endocrinologia e para o tra...
14/08/2026

A aprovação de novas canetas de semaglutida pela Anvisa é, sim, uma notícia relevante para a endocrinologia e para o tratamento do diabetes tipo 2. Ela pode ampliar a oferta no mercado e trazer mais possibilidades terapêuticas.

Mas toda novidade precisa ser entendida com critério.

Quando o assunto é semaglutida, muita gente enxerga apenas o potencial de emagrecimento e esquece que estamos falando de medicações que exigem indicação correta, avaliação individual e acompanhamento médico.

Nem toda pessoa com sobrepeso precisa usar caneta. Nem toda pessoa com obesidade terá a mesma estratégia. E nem todo medicamento novo é automaticamente a melhor escolha.

Na endocrinologia, a pergunta mais importante não é “qual caneta saiu agora?”.
É: qual tratamento faz sentido para o seu corpo, sua saúde e sua realidade?

📍Se você quer entender isso com segurança, agende sua consulta pelo link da bio.

05/08/2026

Uma consulta completa não começa pelo exame. Começa pela história.

Porque o corpo não funciona em partes separadas: sono, alimentação, estresse, rotina, histórico familiar, sintomas, energia, humor, metabolismo e fase hormonal conversam entre si o tempo todo.

Por isso, uma primeira consulta precisa ir além de perguntar “qual é a queixa?” ou olhar rapidamente para um resultado laboratorial.
Às vezes, o que parece apenas cansaço tem relação com hormônios.

O que parece falta de disciplina pode envolver metabolismo.
O que parece ansiedade pode estar conectado ao sono, ao estresse ou à fase de vida.
E o que parece “normal da idade” pode ser um sinal que merece investigação.

Demorar na consulta não é falta de objetividade. É cuidado.

É nesse tempo que conseguimos entender o contexto, identificar possíveis causas, avaliar riscos e construir uma estratégia que faça sentido para aquela pessoa.

Se você quer uma avaliação completa, com tempo para entender o seu caso de verdade, agende sua consulta pelo link da bio.

🩺 Dr. Eduardo Portugal
CRM-SP 108241 - RQE 59419
📲 WhatsApp e telefone fixo: (16) 3371-2040

29/07/2026

Quando uma pessoa usa medicação para diabetes, quase ninguém questiona se ela “vai depender disso para sempre”.

Mas quando o tratamento é para obesidade, o julgamento aparece rápido:
“Vai usar caneta até quando?”
“Mas não era só emagrecer?”
“E depois que parar?”

Essa diferença mostra como a obesidade ainda é mal compreendida.

Obesidade não é apenas o número que aparece na balança. É uma doença crônica, metabólica e multifatorial, que envolve hormônios, cérebro, fome, saciedade, gasto energético, inflamação e tendência ao reganho de peso.

As canetas emagrecedoras podem ser ferramentas importantes dentro desse tratamento, assim como outras medicações são importantes para diabetes, hipertensão e tantas outras doenças crônicas. O objetivo não é criar dependência, mas controlar uma condição que, muitas vezes, precisa de cuidado contínuo.

O tratamento da obesidade precisa ser individualizado, acompanhado e pensado para o longo prazo.

Porque emagrecer é uma etapa.
Manter o resultado com saúde também faz parte do tratamento.

Se você quer tratar obesidade com seriedade, estratégia e acompanhamento médico, agende sua consulta pelo link da bio.

🩺 Dr. Eduardo Portugal
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Nem sempre o caminho mais confortável é o que mais cuida da sua saúde.Tomar água pode parecer difícil quando a rotina es...
24/07/2026

Nem sempre o caminho mais confortável é o que mais cuida da sua saúde.

Tomar água pode parecer difícil quando a rotina está corrida. Organizar a alimentação pode dar trabalho. Fazer exercício pode exigir disposição antes mesmo dela aparecer. Manter uma dieta equilibrada pode parecer desafiador quando o fim de semana saiu do controle.

Mas existe um ponto importante aqui: o desconforto de cuidar hoje costuma ser menor do que o desconforto de lidar com as consequências amanhã.

Retenção, dor de cabeça, intestino desregulado, indisposição, oscilação de energia, compulsão, ganho de peso e piora metabólica muitas vezes não aparecem de uma vez. Eles vão sendo construídos na repetição de pequenos hábitos que parecem inofensivos.

Cuidar da saúde não é sobre viver em restrição, fazer dieta maluca ou buscar uma rotina perfeita. É sobre construir consistência, entender o seu corpo e criar estratégias possíveis para a sua realidade.

Porque saúde metabólica não depende de extremos.
Depende de direção.

Se você sente que precisa organizar sua saúde, seu metabolismo e sua rotina com acompanhamento médico, agende sua consulta pelo link da bio.

🩺 Dr. Eduardo Portugal
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22/07/2026

Muitas mulheres passam pelo climatério sem perceber que o corpo já está dando sinais.

Isso acontece porque nem sempre os sintomas aparecem evidentes. Às vezes, eles surgem de forma mais discreta: uma energia que não volta, um sono que deixa de ser reparador, uma irritabilidade que parece “normal”, uma dificuldade maior para emagrecer ou uma mudança no corpo que vai sendo atribuída apenas à idade.

O problema é que, quando tudo isso é normalizado, a mulher pode deixar de investigar uma fase que merece atenção.

Avaliar a menopausa não significa, obrigatoriamente, iniciar terapia hormonal. Significa entender o momento hormonal, olhar para sintomas, riscos, histórico, exames, saúde óssea, metabolismo, coração e qualidade de vida.

A decisão sobre tratar, como tratar e quando tratar precisa ser individualizada. Mas ignorar essa fase nunca deveria ser o caminho.

O climatério não deve ser vivido no escuro, com dúvida, culpa ou resignação. Ele precisa ser acompanhado com informação, cuidado e estratégia.

Se você está nessa fase ou percebe mudanças no seu corpo que não consegue explicar, agende sua consulta pelo link da bio.

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17/07/2026

A chegada de uma nova opção para tratar os calores da menopausa é uma notícia importante, principalmente para mulheres que não podem usar terapia hormonal ou que precisam de alternativas individualizadas.

Mas toda novidade em saúde precisa ser entendida com contexto.

O fezolinetanto, conhecido comercialmente como Veoza, não deve ser visto como “o tratamento da menopausa”, e sim como uma ferramenta específica para sintomas vasomotores, como fogachos e suores noturnos.

Isso faz diferença, porque a menopausa envolve muito mais do que calor: pode impactar sono, composição corporal, saúde óssea, sintomas geniturinários, metabolismo, qualidade de vida e bem-estar.

Também é importante lembrar que “não hormonal” não significa automaticamente mais seguro, melhor ou indicado para todas. Assim como qualquer medicação, ele exige avaliação, indicação correta e acompanhamento.

O ponto central não é escolher entre ter medo ou não ter medo de hormônios.
É entender qual tratamento faz sentido para cada mulher, considerando sintomas, riscos, histórico, contraindicações, fase de vida e objetivos.

Menopausa não deve ser tratada por tendência.
Deve ser tratada com ciência, individualização e acompanhamento médico.

Se você quer entender qual abordagem é mais adequada para o seu caso, agende sua consulta pelo link da bio.

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15/07/2026

Sentir fome durante o tratamento com Mounjaro não significa que algo está errado.

O objetivo do tratamento não é transformar o corpo em uma máquina que não sente fome. Isso seria perigoso. Fome, quando aparece nos momentos certos, é um sinal fisiológico importante. Ela mostra que o corpo ainda está funcionando, pedindo energia e nutrientes.

O que precisa ser tratado é o excesso: aquela fome desproporcional, a compulsão, o beliscar sem controle, o pensamento constante em comida e a dificuldade de parar mesmo quando já existe saciedade.

Durante o uso da medicação, alimentação continua sendo parte essencial do tratamento. Comer bem ajuda a preservar massa muscular, manter energia, evitar deficiências nutricionais e preparar o corpo para sustentar o resultado a longo prazo.

Por isso, o foco não deve ser “não sentir fome nunca”.

O foco deve ser entender se essa fome é adequada, se a alimentação está bem estruturada e se o tratamento está ajudando você a recuperar controle.

Obesidade não se trata com restrição extrema.
Se trata com estratégia, acompanhamento e construção de um caminho que você consiga manter.

Se você está em tratamento com Mounjaro e tem alguma dúvida sobre, agende sua consulta pelo link da bio.

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08/07/2026

Pensar em comida o tempo todo não é “falta de foco”, “ansiedade sem motivo” ou simplesmente vontade de comer.

Para muitas pessoas que vivem com obesidade, a comida ocupa um espaço mental constante: aparece no meio do trabalho, durante uma conversa, logo após uma refeição ou mesmo quando não existe fome real. Isso pode gerar culpa, desgaste emocional e a sensação de que o controle depende apenas de força de vontade.

Mas obesidade é uma doença crônica, complexa e multifatorial. Ela envolve sinais hormonais, metabolismo, comportamento, ambiente e também o cérebro.

Por isso, quando falamos em Food Noise, não estamos falando de “pensar em comida de vez em quando”. Estamos falando de um ruído persistente, que atrapalha a rotina, dificulta escolhas alimentares e pode comprometer o tratamento.

A boa notícia é que existe tratamento. Com avaliação médica, estratégia nutricional, abordagem comportamental e, quando indicado, medicações específicas, é possível reduzir esse barulho e construir uma relação mais tranquila com a comida.

Não é sobre silenciar sua vontade.
É sobre tratar o que está por trás dela.

📍Se você sente que a comida ocupa espaço demais na sua mente, agende sua consulta pelo link da bio.

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