30/08/2026
Na Terapia Ocupacional, existem diferentes formas de compreender as dificuldades da criança e planejar a intervenção. Duas abordagens bastante utilizadas são a TOP DOWN e a BOTTOM UP.
🔝 Abordagem TOP DOWN
Parte do desempenho nas OCUPAÇÕES..
O terapeuta observa, por exemplo:
Quais atividades são importantes para a criança?
O que ela consegue ou não consegue fazer?
Em quais contextos surgem as dificuldades?
Quais fatores ambientais podem estar interferindo na participação?
A partir dessas informações, são traçadas estratégias para favorecer a participação da criança em suas ocupações.
⬇️ Abordagem BOTTOM UP
Parte das habilidades e componentes subjacentes que podem estar influenciando o desempenho ocupacional: fatores do cliente.
O terapeuta pode avaliar aspectos como:
Processamento sensorial.
Força e coordenação motora.
Fatores psicossociais.
Fatores Comportamentais.
Etc.
A intervenção busca desenvolver ou melhorar essas habilidades, favorecendo posteriormente o desempenho nas ocupações.
Mas, afinal, qual abordagem é melhor?
A resposta é: um combinado entre elas.
Na prática da Terapia Ocupacional, essas abordagens se complementam.
O mais importante é compreender a criança de forma integral e lembrar que o objetivo final não é apenas desenvolver habilidades, mas promover participação, autonomia e qualidade de vida nas ocupações que dão sentido ao seu cotidiano. 💛
É por isso que não existe T.O de Integração Sensorial/ T.O de ABVD/ T.O ABA.
Maria Isabel Dias Vasconcelos Moretti.
Terapeuta Ocupacional
CREFITO 3 16277TO
Claro - ISA 3189.