Psicóloga Karina Facina

Psicóloga Karina Facina � Psicóloga
� CRP: 06/73001
� São José do Rio Preto / SP
� Mulheres de Meia-idade

O feminino e o masculino são forças presentes em cada pessoa. O masculino se relaciona à ação, direção e conquista. O fe...
26/05/2026

O feminino e o masculino são forças presentes em cada pessoa. O masculino se relaciona à ação, direção e conquista. O feminino ao acolhimento, conexão e sensibilidade. E é no equilíbrio entre essas energias que encontramos maior integração.
Talvez por isso a Copa nos envolva tanto: ela une a força da competição ao desejo humano de pertencimento, encontro e emoção compartilhada. Porque, no fundo, a verdadeira vitória também acontece quando aprendemos a integrar diferentes partes de nós mesmos.
E em tempos de torcida, vale lembrar: a força feminina nunca esteve apenas nas arquibancadas. Ela está na capacidade de sustentar, incentivar, acolher, unir pessoas e transformar emoção em conexão. Porque existem forças que não entram em campo, mas fazem toda diferença no jogo da vida.

Lo femenino y lo masculino son fuerzas presentes en cada persona. Lo masculino se relaciona con la acción, la dirección y la conquista. Lo femenino, con la acogida, la conexión y la sensibilidad. Y es en el equilibrio entre estas energías donde encontramos una mayor integración.
Tal vez por eso la Copa nos involucra tanto: une la fuerza de la competencia con el deseo humano de pertenencia, encuentro y emoción compartida. Porque, en el fondo, la verdadera victoria también ocurre cuando aprendemos a integrar diferentes partes de nosotros mismos.
Y en tiempos de hinchada, vale la pena recordar: la fuerza femenina nunca ha estado solo en las gradas. Está en la capacidad de sostener, incentivar, acoger, unir personas y transformar la emoción en conexión. Porque existen fuerzas que no entran al campo, pero marcan toda la diferencia en el juego de la vida.

Muito do que carregamos ao longo da vida — crenças, padrões e emoções — tem origem nessas primeiras relações em família....
15/05/2026

Muito do que carregamos ao longo da vida — crenças, padrões e emoções — tem origem nessas primeiras relações em família. Mas, ao mesmo tempo, é também a partir delas que iniciamos o processo de individuação: o caminho de nos tornarmos quem realmente somos, integrando nossa história sem ficarmos presos a ela. A família pode ser abrigo, mas também pode ser desafio. E é justamente nessa dualidade que está sua potência: ela nos oferece tanto raízes quanto a necessidade de crescer além delas.
No Dia Internacional das Famílias, o convite é olhar para esses vínculos com mais consciência — reconhecendo o que nos formou, ressignificando o que foi difícil e honrando o que nos fortaleceu.


Gran parte de lo que llevamos a lo largo de la vida —creencias, patrones y emociones— tiene su origen en esas primeras relaciones familiares. Pero, al mismo tiempo, es también a partir de ellas que iniciamos el proceso de individuación: el camino de convertirnos en quienes realmente somos, integrando nuestra historia sin quedar atrapados en ella. La familia puede ser refugio, pero también puede ser desafío. Y es justamente en esa dualidad donde reside su potencia: nos ofrece tanto raíces como la necesidad de crecer más allá de ellas.
En el Día Internacional de las Familias, la invitación es mirar estos vínculos con mayor conciencia —reconociendo lo que nos formó, resignificando lo que fue difícil y honrando lo que nos fortaleció.

No contexto da Luta Antimanicomial, a diferença entre um tratamento humanizado e um não humanizado é profunda. Modelos a...
13/05/2026

No contexto da Luta Antimanicomial, a diferença entre um tratamento humanizado e um não humanizado é profunda. Modelos antigos, centrados no isolamento e na exclusão, tratavam o sofrimento psíquico como algo a ser contido, muitas vezes afastando a pessoa do convívio social e silenciando sua história. Já o cuidado humanizado propõe o oposto: entende que por trás do sofrimento existe um sujeito com vivências, emoções e necessidades. Em vez de afastar, busca integrar; em vez de calar, promove escuta; em vez de rotular, reconhece a singularidade de cada pessoa.
Enquanto o modelo não humanizado tende a reduzir o indivíduo ao diagnóstico, o cuidado humanizado amplia o olhar, valorizando vínculos, autonomia e dignidade. Ele reconhece que a recuperação passa também pelo pertencimento, pelo respeito e pela possibilidade de reconstruir sentidos para a própria vida.


En el contexto de la Lucha Antimanicomial, la diferencia entre un tratamiento humanizado y uno no humanizado es profunda. Los modelos antiguos, centrados en el aislamiento y la exclusión, trataban el sufrimiento psíquico como algo que debía ser contenido, muchas veces apartando a la persona de la convivencia social y silenciando su historia. El cuidado humanizado propone lo contrario: entiende que detrás del sufrimiento hay un sujeto con vivencias, emociones y necesidades. En lugar de apartar, busca integrar; en lugar de callar, promueve la escucha; en lugar de etiquetar, reconoce la singularidad de cada persona.
Mientras que el modelo no humanizado tiende a reducir al individuo a su diagnóstico, el cuidado humanizado amplía la mirada, valorando los vínculos, la autonomía y la dignidad. Reconoce que la recuperación también pasa por el sentido de pertenencia, el respeto y la posibilidad de reconstruir significados para la propia vida.

O arquétipo materno representa esse espaço interno de abrigo — um lugar onde podemos retornar, mesmo na vida adulta, sem...
10/05/2026

O arquétipo materno representa esse espaço interno de abrigo — um lugar onde podemos retornar, mesmo na vida adulta, sempre que precisamos nos recompor, nos reorganizar e nos fortalecer. Ser mãe é, portanto, mais do que cuidar: é sustentar um campo emocional onde o outro pode crescer, se desenvolver e, aos poucos, tornar-se quem é. É oferecer raízes para que o voo seja possível.
No Dia das Mães, celebramos esse acolhimento que estrutura, esse cuidado que nutre e esse amor que, silenciosamente, constrói tudo o que somos.


El arquetipo materno representa ese espacio interno de abrigo — un lugar al que podemos volver, incluso en la vida adulta, siempre que necesitamos recomponernos, reorganizarnos y fortalecernos. Ser madre es, por lo tanto, más que cuidar: es sostener un campo emocional donde el otro puede crecer, desarrollarse y, poco a poco, convertirse en quien es. Es ofrecer raíces para que el vuelo sea posible.
En el Día de las Madres, celebramos ese acogimiento que estructura, ese cuidado que nutre y ese amor que, silenciosamente, construye todo lo que somos.

A Luta Antimanicomial surgiu para questionar práticas antigas baseadas no isolamento e na exclusão de pessoas em sofrime...
06/05/2026

A Luta Antimanicomial surgiu para questionar práticas antigas baseadas no isolamento e na exclusão de pessoas em sofrimento psíquico. Em vez disso, propõe um modelo de atenção que valoriza a liberdade, o respeito, a escuta e o direito à convivência em sociedade. Mais do que tratar sintomas, esse movimento busca enxergar o indivíduo em sua totalidade — com história, vínculos, subjetividade e potencial de transformação. A ideia central é que cuidar da saúde mental não deve significar afastar, mas sim acolher e integrar.
Cuidar não é excluir. Cuidar é reconhecer, respeitar e incluir.


La Lucha Antimanicomial surgió para cuestionar prácticas antiguas basadas en el aislamiento y la exclusión de personas en sufrimiento psíquico. En su lugar, propone un modelo de atención que valora la libertad, el respeto, la escucha y el derecho a la convivencia en sociedad. Más que tratar síntomas, este movimiento busca ver al individuo en su totalidad —con historia, vínculos, subjetividad y potencial de transformación. La idea central es que cuidar la salud mental no debe significar apartar, sino acoger e integrar.
Cuidar no es excluir. Cuidar es reconocer, respetar e incluir.

O trabalho vai além da sobrevivência ou da função social — ele também é parte do processo de individuação, onde cada pes...
01/05/2026

O trabalho vai além da sobrevivência ou da função social — ele também é parte do processo de individuação, onde cada pessoa busca se tornar quem realmente é. A mulher, por muito tempo limitada a papéis impostos, hoje reafirma sua força ao transformar o trabalho em expressão de autonomia, criatividade e sentido. Trabalhar também é um ato de construção interna, de reconhecimento e de conexão com a própria essência. Neste Dia do Trabalho, celebrar a mulher é reconhecer sua coragem de existir com autenticidade, ocupando lugares que antes lhe foram negados e criando novos caminhos para si e para outras.


El trabajo va más allá de la supervivencia o de la función social — también forma parte del proceso de individuación, donde cada persona busca convertirse en quien realmente es. La mujer, durante mucho tiempo limitada a roles impuestos, hoy reafirma su fuerza al transformar el trabajo en una expresión de autonomía, creatividad y sentido. Trabajar también es un acto de construcción interna, de reconocimiento y de conexión con la propia esencia.
En este Día del Trabajo, celebrar a la mujer es reconocer su valentía de existir con autenticidad, ocupando espacios que antes le fueron negados y creando nuevos caminos para sí y para otras.

Qual é a máscara social que usamos para sermos aceitos, admirados e reconhecidos? Ela é necessária, mas quando nos ident...
27/04/2026

Qual é a máscara social que usamos para sermos aceitos, admirados e reconhecidos? Ela é necessária, mas quando nos identificamos demais com essa imagem, corremos o risco de nos afastar de quem realmente somos. O cansaço de ser perfeita nasce justamente dessa distância: da tentativa constante de corresponder às expectativas, de parecer forte o tempo todo, de esconder fragilidades e sustentar uma imagem impecável. Mas a alma não busca perfeição — ela busca verdade. E, muitas vezes, o processo de cura começa quando permitimos que a máscara caia e nos autorizamos a ser humanas, vulneráveis e reais. Tirar as máscaras não é fraqueza. É coragem. Porque ser inteira vale mais do que parecer perfeita.


¿Cuál es la máscara social que usamos para ser aceptados, admirados y reconocidos? Es necesaria, pero cuando nos identificamos demasiado con esa imagen, corremos el riesgo de alejarnos de quienes realmente somos. El cansancio de ser perfecta nace justamente de esa distancia: del intento constante de cumplir con las expectativas, de parecer fuerte todo el tiempo, de esconder fragilidades y sostener una imagen impecable. Pero el alma no busca perfección — busca verdad. Y, muchas veces, el proceso de sanación comienza cuando permitimos que la máscara caiga y nos damos permiso para ser humanas, vulnerables y reales. Quitarse las máscaras no es debilidad. Es valentía. Porque ser íntegra vale más que parecer perfecta.

No Dia do Planeta Terra, a natureza nos lembra de algo essencial: tudo está em relação. Assim como a Terra busca equilíb...
22/04/2026

No Dia do Planeta Terra, a natureza nos lembra de algo essencial: tudo está em relação. Assim como a Terra busca equilíbrio em seus ciclos, nós também buscamos integrar nossas partes internas, conscientes e inconscientes. Quando nos afastamos da natureza, muitas vezes também nos afastamos de nós mesmos. E talvez por isso, cuidar do planeta seja também um gesto simbólico de reconexão com a própria essência. A Terra nos ensina sobre ritmo, transformação e renovação — processos que também acontecem dentro de cada um de nós.


En el Día del Planeta Tierra, la naturaleza nos recuerda algo esencial: todo está en relación. Así como la Tierra busca equilibrio en sus ciclos, nosotros también buscamos integrar nuestras partes internas, conscientes e inconscientes. Cuando nos alejamos de la naturaleza, muchas veces también nos alejamos de nosotros mismos. Y quizá por eso, cuidar del planeta es también un gesto simbólico de reconexión con la propia esencia. La Tierra nos enseña sobre ritmo, transformación y renovación — procesos que también ocurren dentro de cada uno de nosotros.

Entre mulheres, esse encontro ganha uma força especial. É no compartilhar de experiências, dores, histórias e conquistas...
20/04/2026

Entre mulheres, esse encontro ganha uma força especial. É no compartilhar de experiências, dores, histórias e conquistas que partes de nós são reconhecidas, acolhidas e integradas. O que antes era inconsciente encontra voz, forma e sentido. A relação com outras mulheres pode funcionar como um espelho — não para comparação, mas para consciência. Aquilo que admiramos, rejeitamos ou nos toca na outra também fala sobre nós. Criar espaços de troca é permitir que o feminino se fortaleça de forma mais consciente, menos solitária e mais verdadeira. Porque, no caminho do autoconhecimento, ninguém se constrói sozinho — e entre mulheres, esse processo pode ser ainda mais potente.


Entre mujeres, este encuentro adquiere una fuerza especial. Es en el compartir de experiencias, dolores, historias y logros donde partes de nosotras son reconocidas, acogidas e integradas. Lo que antes era inconsciente encuentra voz, forma y sentido. La relación con otras mujeres puede funcionar como un espejo — no para la comparación, sino para la conciencia. Aquello que admiramos, rechazamos o nos toca en la otra también habla de nosotras. Crear espacios de intercambio es permitir que lo femenino se fortalezca de manera más consciente, menos solitaria y más auténtica. Porque, en el camino del autoconocimiento, nadie se construye en soledad — y entre mujeres, este proceso puede ser aún más potente.

A relação com o espelho nem sempre revela quem somos — muitas vezes, mostra apenas quem aprendemos que deveríamos ser. V...
17/04/2026

A relação com o espelho nem sempre revela quem somos — muitas vezes, mostra apenas quem aprendemos que deveríamos ser. Vivemos sob a pressão de uma imagem ideal, onde o corpo se torna objeto de julgamento constante. Porém, a verdadeira beleza não está na superfície, mas na integração daquilo que somos por inteiro — luz e sombra, forma e essência. A “ditadura da imagem” nos afasta da alma, nos prende a padrões externos e silencia a singularidade. Já a estética da alma convida a um outro olhar: mais profundo, mais simbólico, mais verdadeiro. O espelho, então, deixa de ser um lugar de cobrança e passa a ser um portal de consciência. Não para corrigir imperfeições, mas para reconhecer a própria história inscrita no corpo.


La relación con el espejo no siempre revela quiénes somos — muchas veces, muestra solo quiénes aprendimos que deberíamos ser. Vivimos bajo la presión de una imagen ideal, donde el cuerpo se convierte en objeto de juicio constante. Sin embargo, la verdadera belleza no está en la superficie, sino en la integración de todo lo que somos — luz y sombra, forma y esencia. La “dictadura de la imagen” nos aleja del alma, nos ata a estándares externos y silencia la singularidad. En cambio, la estética del alma invita a otra mirada: más profunda, más simbólica, más verdadera. El espejo, entonces, deja de ser un lugar de exigencia y pasa a ser un portal de conciencia. No para corregir imperfecciones, sino para reconocer la propia historia inscrita en el cuerpo.

Você já percebeu aquela voz interna que opina, questiona e, às vezes, cobra com firmeza? Na psicologia analítica,  essa ...
09/04/2026

Você já percebeu aquela voz interna que opina, questiona e, às vezes, cobra com firmeza? Na psicologia analítica, essa dimensão é chamada de animus: o princípio masculino presente no inconsciente da mulher. Ele se expressa na forma de pensamentos, opiniões, posicionamentos e na maneira como você sustenta suas ideias no mundo. O animus pode aparecer como uma força que impulsiona decisões, traz clareza e fortalece a autonomia. Mas também pode se manifestar como críticas rígidas, exigências excessivas ou julgamentos internos que parecem verdades absolutas. O caminho não é silenciar essa voz, mas reconhecê-la, compreender sua origem e integrá-la de forma consciente. Quando há equilíbrio, o animus deixa de ser um crítico interno e se torna um aliado na construção de uma vida mais autêntica.
Autoconhecimento também é aprender a dialogar com as próprias vozes internas.


¿Alguna vez has notado esa voz interna que opina, cuestiona y, a veces, exige con firmeza? En la psicología analítica, esta dimensión se llama animus: el principio masculino presente en el inconsciente de la mujer. Se expresa en forma de pensamientos, opiniones, posturas y en la manera en que sostienes tus ideas en el mundo. El animus puede aparecer como una fuerza que impulsa decisiones, aporta claridad y fortalece la autonomía. Pero también puede manifestarse como críticas rígidas, exigencias excesivas o juicios internos que parecen verdades absolutas. El camino no es silenciar esa voz, sino reconocerla, comprender su origen e integrarla de manera consciente. Cuando hay equilibrio, el animus deja de ser un crítico interno y se convierte en un aliado en la construcción de una vida más auténtica.
El autoconocimiento también es aprender a dialogar con las propias voces internas.

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São José Do Rio Prêto, SP

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