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Dra. Marcela Mara Oliveira Vertuan Qualidade de vida, acolhimento e diretrizes em dor!
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Conviver com uma dor que não melhora, mesmo após diferentes tratamentos, pode afetar o sono, o trabalho, os movimentos e...
23/09/2026

Conviver com uma dor que não melhora, mesmo após diferentes tratamentos, pode afetar o sono, o trabalho, os movimentos e a qualidade de vida. Mas o próximo passo nem sempre é simplesmente tentar outro medicamento ou procedimento.

Em casos selecionados, a neuromodulação para dor crônica pode ser uma alternativa. A técnica utiliza estímulos direcionados ao sistema nervoso para modular a transmissão dos sinais relacionados à dor e pode ser considerada especialmente em alguns quadros persistentes e de difícil controle.

A indicação, porém, depende de uma avaliação individualizada. Entender a origem da dor, seu mecanismo, os tratamentos já realizados e o impacto na rotina é fundamental antes de definir qualquer estratégia.

👉 Quer entender quando a neuromodulação pode ser indicada e como funciona? Acesse o blog e leia o artigo completo.

Conviver com uma dor que não melhora, mesmo após medicamentos, fisioterapia, procedimentos ou cirurgias, pode ser muito desgastante. Em alguns pacientes, chega um momento em que as abordagens convencionais já não oferecem o controle esperado e a dor passa a interferir no sono, no trabalho, no mo...

Dor lombar quase nunca tem uma única causa. E é justamente por isso que tratar só o sintoma pode não ser suficiente.Na p...
21/09/2026

Dor lombar quase nunca tem uma única causa. E é justamente por isso que tratar só o sintoma pode não ser suficiente.

Na prática, eu avalio vários fatores que podem estar por trás da dor: alterações nos discos, artrose, inflamações, postura, sobrecarga muscular, fatores emocionais e até mudanças na rotina.

Cada paciente chega com uma história diferente. Por isso, o tratamento também precisa ser individualizado.

Quando entendemos o que está contribuindo para aquela dor, conseguimos definir uma abordagem mais adequada para o momento atual, sempre com atenção à qualidade de vida e ao que realmente incomoda no dia a dia.

Se você sente dor lombar com frequência, não espere até ela limitar seus movimentos ou sua rotina.

Uma boa avaliação é o primeiro passo para entender o que está acontecendo e quais caminhos podem fazer sentido para o seu caso.

Cuidar da dor começa por entender a causa.

👩🏻‍⚕️ Dra Marcela Mara
🩺MÉDICA: CRM-SP 143.632
🩺Acolhimento e diretrizes em dor: RQE 1078161/114402
📲 17 997130789

A dor não é estática. E o tratamento também não deveria ser.Ao longo do tempo, a dor pode mudar de intensidade, aparecer...
18/09/2026

A dor não é estática. E o tratamento também não deveria ser.

Ao longo do tempo, a dor pode mudar de intensidade, aparecer em novos lugares ou começar a interferir em atividades que antes faziam parte da sua rotina. O sono, o nível de atividade, o estado emocional e a própria condição de saúde também podem influenciar essa mudança.

Por isso, sempre reforço aos meus pacientes: se a dor mudou, precisamos entender o que mudou com ela.
Insistir na mesma estratégia sem uma nova avaliação pode significar tratar uma realidade que já não existe mais.

Na consulta, eu avalio o momento atual, escuto como essa dor afeta sua vida e, quando necessário, ajusto o plano de tratamento.

Meu objetivo não é olhar apenas para um sintoma. É cuidar de você de forma individualizada, com atenção à sua rotina, às suas necessidades e à sua qualidade de vida.

Sua dor mudou? Talvez seja hora de reavaliar.

👩🏻‍⚕️ Dra Marcela Mara
🩺MÉDICA: CRM-SP 143.632
🩺Acolhimento e diretrizes em dor: RQE 1078161/114402
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A dor que começa como um aviso pode se tornar parte da rotina quando não recebe a atenção necessária.No início, ela pode...
16/09/2026

A dor que começa como um aviso pode se tornar parte da rotina quando não recebe a atenção necessária.

No início, ela pode sinalizar que existe algo errado. Com o tempo, o corpo começa a se adaptar, outras estruturas podem ser sobrecarregadas e os movimentos podem mudar. Em alguns casos, o sistema nervoso também passa a processar os estímulos dolorosos de maneira diferente, aumentando a sensibilidade à dor.

Por isso, reconhecer os sinais logo no começo faz diferença.

No novo artigo do blog, explico as quatro fases da dor crônica: o aviso, a adaptação, a compensação e a sensibilização, além de mostrar por que o tratamento precoce é tão importante.

🔗 Acesse o link da bio e leia o texto completo.

Entenda as quatro fases da dor crônica, do primeiro aviso à sensibilização, e saiba por que buscar tratamento especializado quanto antes.

14/09/2026

Remédio pode ajudar a controlar a dor. Mas, quando ele é a única estratégia, muitas vezes estamos apenas diminuindo o sintoma sem entender o que está por trás dele.

A dor crônica é complexa e pode ser influenciada por diferentes fatores: inflamação, alterações musculares, sensibilização dos nervos, sono inadequado, estresse, ansiedade, alterações hormonais, excesso de peso, doenças autoimunes e até experiências emocionais.

Isso não significa que “a dor está na cabeça”. Significa que o sistema nervoso, os músculos, os hormônios, o sono e outros sistemas do organismo conversam entre si e podem influenciar a forma como a dor é percebida e mantida.

Por isso, tratar dor crônica exige olhar além do local onde dói.

É preciso entender o que iniciou aquela dor, o que está mantendo o problema e quais fatores podem estar dificultando a melhora.

Quando a causa e os mecanismos envolvidos são investigados, o tratamento deixa de ser apenas uma tentativa de apagar a dor e passa a ser planejado de forma mais individualizada.

Controlar a dor é importante. Entender por que ela continua também.

👩🏻‍⚕️ Dra Marcela Mara
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Nem toda dor se comporta da mesma maneira. E perceber isso pode ser uma pista importante para entender o que está aconte...
11/09/2026

Nem toda dor se comporta da mesma maneira. E perceber isso pode ser uma pista importante para entender o que está acontecendo.

Tem dores que aparecem depois de muito tempo parado e melhoram quando você começa a se movimentar. Outras pioram justamente durante ou depois do esforço. Há ainda aquelas que incomodam mais pela manhã, ao longo do dia ou depois de permanecer muito tempo na mesma posição.

Por isso, na avaliação de uma dor, não importa apenas saber onde dói. Entender quando dói, o que piora, o que alivia e como ela evolui ao longo do dia também faz diferença.

Essas características ajudam o profissional a levantar hipóteses e decidir quais caminhos de investigação e tratamento fazem sentido para cada caso.

A dor não é apenas um incômodo. Ela também pode ser uma mensagem do corpo.

Então, da próxima vez que sentir dor, tente observar: ela melhora quando você se movimenta ou piora com o movimento?

Essa resposta pode dizer mais do que você imagina.

👩🏻‍⚕️ Dra Marcela Mara
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Você sente dor crônica e percebeu que está ficando mais fraco? Isso pode estar relacionado à perda de massa magra. Algo ...
09/09/2026

Você sente dor crônica e percebeu que está ficando mais fraco? Isso pode estar relacionado à perda de massa magra. Algo que se tornou comum com o uso das canetas emagrecedoras.

A dor costuma fazer a pessoa se movimentar menos. Com o tempo, a falta de movimento pode reduzir a força muscular e aumentar a dificuldade para realizar atividades simples.

É aí que pode surgir um ciclo difícil: menos movimento, menos força e mais limitações.

No blog, expliquei como a perda de massa magra pode influenciar a dor crônica e o que pode ser feito para recuperar força e funcionalidade.

👉 Acesse o link e leia o conteúdo completo!

Perda de massa magra pode piorar a dor crônica? Entenda essa relação e descubra como recuperar força, mobilidade e qualidade de vida.

“Você vai ter que conviver com a dor.”Muitos pacientes com dor crônica já devem ter ouvido isso. E essa é uma frase que ...
04/09/2026

“Você vai ter que conviver com a dor.”

Muitos pacientes com dor crônica já devem ter ouvido isso. E essa é uma frase que eu não gosto — principalmente quando ela aparece antes de uma investigação cuidadosa.

A dor crônica é complexa e, muitas vezes, envolve diferentes aspectos da vida e da saúde. Por isso, antes de concluir que não há mais nada a fazer, precisamos olhar para o paciente como um todo.

Como está o sono? A alimentação? O intestino? A rotina? O estado emocional? Há excesso de peso? Como essa dor começou e como ela se comporta ao longo do dia?

Cada detalhe pode trazer uma informação importante.
Isso não significa prometer uma solução para todos os casos. Significa não desistir antes de compreender.

Se você convive com dor crônica, procure uma avaliação individualizada. Sua dor merece ser ouvida, investigada e tratada com responsabilidade.

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