Instituto Aldeia da Fé

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Instituto Aldeia da Fé Dra. Mariana Pimenta Martins
Médica | Psiquiatria Clínica
CRM-SP nº 278517

30 de agosto. Há um ano, escolhemos nos casar no civil. Quase ninguém sabia. Apenas duas amigas queridas, que estiveram ...
01/09/2026

30 de agosto.

Há um ano, escolhemos nos casar no civil. Quase ninguém sabia. Apenas duas amigas queridas, que estiveram ali como nossas testemunhas.

E foi exatamente como queríamos: nosso. Silencioso, simples, íntimo e cheio de significado.

Um ano depois, olho para tudo o que vivemos, construímos e conquistamos juntos e percebo que aquela escolha ganhou ainda mais sentido.

Tenho orgulho da nossa história. Orgulho do homem que tenho ao meu lado e um orgulho imenso de levar o seu nome junto ao meu — não apenas no papel, mas na vida.

Quero te honrar todos os dias como meu marido, como meu companheiro, como o homem com quem escolhi dividir a vida.

Porque, no fim, amor para mim também é isso:
não apenas escolher alguém uma vez.

É olhar para a mesma pessoa, depois da rotina, dos desafios, das conquistas e das mudanças, e continuar dizendo:

eu escolheria você de novo.

E escolho.
Todos os dias.

Antes de prescrever um antidepressivo, há uma pergunta que nem sempre é feita:Os hormônios já foram avaliados?No climaté...
01/08/2026

Antes de prescrever um antidepressivo, há uma pergunta que nem sempre é feita:

Os hormônios já foram avaliados?

No climatério e na queda de testosterona masculina, sintomas como tristeza persistente, ansiedade, apatia, irritabilidade e falta de energia podem estar associados a desequilíbrios hormonais — e não necessariamente a um transtorno depressivo primário.

Isso não significa que a medicação psiquiátrica seja errada.
Significa que o diagnóstico diferencial precisa ser feito com cuidado.

Pesquisas recentes sugerem que, em alguns casos, o manejo hormonal adequado pode contribuir para a melhora dos sintomas de humor — e, em determinadas situações, reduzir a necessidade de antidepressivos ou potencializar o efeito deles quando realmente indicados.

O que a avaliação clínica completa considera:

→ Perfil hormonal como parte da investigação
→ Reposição hormonal quando clinicamente indicada
→ Conduta sempre individualizada — não existe protocolo único
→ Decisão tomada com base em exames e história clínica

Este conteúdo é educativo e não substitui consulta médica.
Nenhuma conduta deve ser iniciada sem avaliação profissional.

01/07/2026

Um relacionamento saudável não é um luxo emocional — é uma estrutura neurobiológica para sua saúde mental.

Quando você está em um relacionamento onde se sente seguro, seu sistema nervoso permanece em estado de repouso e digestão. Isso significa menos cortisol circulando, melhor qualidade de sono, sistema imunológico mais forte e maior clareza mental. Seu cérebro literalmente funciona melhor.

Por outro lado, relacionamentos de ansiedade crônica (aqueles onde você nunca sabe onde está) ativam constantemente seu sistema de ameaça. Você vive em alerta, gasta energia emocional em interpretações, e isso drena sua capacidade de lidar com outras áreas da vida. Trabalho, criatividade, autoestima — tudo sofre.

Um relacionamento saudável não é aquele sem conflitos. É aquele onde os conflitos são resolvidos com respeito mútuo, onde você pode ser vulnerável sem medo, e onde ambos investem em crescimento conjunto. Isso cria segurança emocional.

O que fazer hoje:

Se você está em um relacionamento, faça uma pergunta honesta: Meu parceiro me deixa mais seguro ou mais ansioso? Não é sobre amor — é sobre saúde neurobiológica.

Se está sozinho, cultive relacionamentos que alimentem sua estabilidade emocional. Amizades profundas, família que acolhe, comunidades que respeitam quem você é. Seu sistema nervoso precisa de segurança relacional.

Relacionamentos saudáveis não são sobre encontrar a pessoa perfeita. São sobre construir espaços onde ambos podem ser imperfeitos e ainda assim se sentir seguros.

O cuidado com a pessoa que está ali não aparece em diploma, mas aparece em toda consulta. Link na bio das duas.
29/05/2026

O cuidado com a pessoa que está ali não aparece em diploma, mas aparece em toda consulta. Link na bio das duas.

Muita gente chega no consultório depois de uma vida inteira se sentindo fora do ritmo. Cansando rápido em situações que ...
28/05/2026

Muita gente chega no consultório depois de uma vida inteira se sentindo fora do ritmo. Cansando rápido em situações que pareciam simples. Precisando de mais silêncio, mais rotina, mais tempo sozinha pra se recompor. Sem nunca ter entendido por quê.
Quando o diagnóstico de autismo aparece na vida adulta, ele raramente vem como surpresa. Vem mais como um "então era isso". Um encaixe de peças que estavam soltas há muito tempo.
E o que muda a partir daí não é quem a pessoa é. O que muda é a relação dela com quem ela sempre foi.
Ela para de se forçar a caber em rotinas que nunca serviram. Para de se cobrar por cansar de coisas que cansam mesmo. Começa a respeitar o próprio funcionamento e, com isso, vive com muito mais leveza.
Se algo aí ressoou, uma avaliação feita com tempo pode ser o começo desse encontro.
Link na bio.

Quando leio os números do Mapa Autismo Brasil 2026, penso em cada adulto que chegou no meu consultório carregando uma vi...
27/05/2026

Quando leio os números do Mapa Autismo Brasil 2026, penso em cada adulto que chegou no meu consultório carregando uma vida inteira de "eu sabia que tinha algo diferente em mim". Agora tem número, tem base, tem reconhecimento. Mas ainda tem uma geração esperando diagnóstico. Link na bio.

Fonte: Agência Brasil (abril/2026), sobre o Mapa Autismo Brasil do Instituto Autismos.

Cuidar de si não precisa ser perfeito e não precisa ser complicado. Precisa ser consistente. Link na bio das duas.
26/05/2026

Cuidar de si não precisa ser perfeito e não precisa ser complicado. Precisa ser consistente. Link na bio das duas.

"Eu sei que tenho tudo pra dar conta. Não entendo por que não consigo."Escuto isso quase toda semana no consultório.Adul...
25/05/2026

"Eu sei que tenho tudo pra dar conta. Não entendo por que não consigo."
Escuto isso quase toda semana no consultório.
Adulto com TDAH não diagnosticado costuma passar a vida inteira tentando compensar o que sente que é um defeito. Agenda cheia de lembretes. Lista em cima de lista. Promessa de "dessa vez eu começo na segunda". E aquela sensação, no fim do dia, de ter trabalhado muito e produzido pouco.
A questão é que TDAH não é preguiça, nem falta de esforço. É um cérebro que tem dificuldade de começar tarefas sem estímulo, hiperfoca no que interessa, esquece o que não interessa, e cansa do trabalho constante de parecer "organizado como os outros".
Por isso o diagnóstico, quando chega, costuma trazer alívio. Não porque muda quem a pessoa é. Mas porque finalmente explica o porquê.
Quem está se perguntando se esse pode ser o próprio caso, uma avaliação feita com tempo e critério vale o passo.
Link na bio.

Quando eu vejo notícia de que o diagnóstico de TDAH em adultos está crescendo no Brasil, o que eu leio nas entrelinhas é...
22/05/2026

Quando eu vejo notícia de que o diagnóstico de TDAH em adultos está crescendo no Brasil, o que eu leio nas entrelinhas é: mais gente descobrindo, finalmente, o porquê. O porquê de se esforçar tanto e render menos. O porquê de nunca ter conseguido se organizar como "todo mundo". O porquê de se sentir diferente desde sempre. Se é o seu caso, uma avaliação estruturada vale o passo. Link na bio.

Fonte: Portal Terra (2025), com dados da Associação Brasileira do Déficit de Atenção.

Endereço

São José Do Rio Prêto, SP

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