07/08/2026
A inteligência artificial pode ser uma grande aliada no aprendizado, na criatividade e no acesso à informação. Mas, quando utilizada sem orientação, também pode expor crianças e adolescentes a golpes, manipulações, violações de privacidade e violência sexual digital.
Com poucos dados ou uma fotografia publicada nas redes sociais, já é possível criar imagens, vídeos e áudios falsos extremamente realistas. Esses conteúdos podem ser usados para humilhar, ameaçar, chantagear ou enganar jovens — e a culpa nunca é da vítima.
Por isso, a proteção começa com diálogo, informação e acolhimento. Oriente crianças e adolescentes a:
🔸 Não compartilhar fotos, dados pessoais ou conteúdos íntimos;
🔸 Desconfiar de perfis, pedidos de segredo e abordagens estranhas;
🔸 Nunca ceder a ameaças ou chantagens;
🔸 Guardar as provas, bloquear e denunciar;
🔸 Procurar imediatamente um adulto de confiança.
Mais do que controlar o acesso às telas, é fundamental construir uma relação em que o jovem se sinta seguro para pedir ajuda, sem medo de julgamentos ou punições.
Na consulta com o hebiatra, saúde emocional, comportamento digital, privacidade e segurança também fazem parte do cuidado integral com o adolescente. 💜
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