Dr. Hérick Amarante

Dr. Hérick Amarante Consultório de Osteopatia e Terapias Manuais Integradas. Tratamentos individualizados para dores a

Consultório de Osteopatia, Reabilitação Neuromeníngea e Terapia Manual Funcional

A crise parece ter começado naquele instante.Você tenta se levantar, mudar de posição ou simplesmente virar na cama — e ...
13/08/2026

A crise parece ter começado naquele instante.

Você tenta se levantar, mudar de posição ou simplesmente virar na cama — e a coluna “trava”.

Mas o momento em que a dor se intensif**a nem sempre representa o início do problema.

Antes disso, o corpo pode ter apresentado alguns sinais:

• rigidez ao acordar;
• perda gradual de mobilidade;
• desconfortos recorrentes;
• dificuldade em determinados movimentos;
• tensão que aumenta ao longo dos dias.

Esses sinais podem evoluir silenciosamente, até que uma atividade aparentemente simples ultrapasse o limite daquele momento.

Nem toda crise pode ser prevista ou evitada. Mas reconhecer os sinais, manter-se ativo dentro das possibilidades e realizar um trabalho consciente de mobilidade, força e controle pode ajudar a reduzir riscos e recorrências.

Muitas pessoas procuram ajuda somente quando a dor chega ao limite.

Talvez o melhor momento para cuidar da coluna seja antes de precisar perguntar:

“E agora?”

Quando fizer sentido, estou aqui para uma avaliação criteriosa.

Dr. Hérick Amarante
Osteopatia

Você pode estar tratando o local errado.Nem toda dor que parece muscular começa, de fato, no músculo.Às vezes, o músculo...
30/07/2026

Você pode estar tratando o local errado.

Nem toda dor que parece muscular começa, de fato, no músculo.

Às vezes, o músculo é apenas o lugar onde a dor aparece.
O ponto visível do problema.
O peão sendo acusado no tabuleiro.

Mas por trás daquela dor pode existir um sistema nervoso em alerta, protegendo, amplif**ando sinais ou mantendo o corpo em defesa há tempo demais.

Isso é muito comum em dores que persistem, dores que irradiam, dores que mudam de lugar ou desconfortos que voltam mesmo depois de tratar sempre a mesma região.

Não signif**a que a dor é “psicológica”.
Não signif**a que está “na sua cabeça”.
E não signif**a que o músculo não importa.

Signif**a que a dor é uma experiência produzida pelo corpo inteiro, com participação importante do sistema nervoso.

Por isso, tratar apenas o ponto dolorido nem sempre é suficiente.

Em alguns casos, é preciso entender:

por que aquela região está sendo protegida,
por que o corpo mantém tensão ali,
por que o movimento virou ameaça,
e por que o sistema continua avisando que algo não está bem.

O músculo pode estar sofrendo.
Mas nem sempre ele é o verdadeiro inimigo.

Antes de tratar, é preciso interpretar o jogo.

Seu corpo fala.
A osteopatia escuta.

Dr. Hérick Amarante
Osteopatia | Coluna | Dores crônicas

Disquesia do lactente: assusta, mas nem sempre é constipação.É comum os pais se assustarem quando o bebê faz força, f**a...
28/07/2026

Disquesia do lactente: assusta, mas nem sempre é constipação.

É comum os pais se assustarem quando o bebê faz força, f**a vermelho, chora, se contorce e parece sofrer antes de evacuar.

Mas, em muitos casos, isso pode estar relacionado à disquesia do lactente, um distúrbio funcional gastrointestinal benigno e transitório, geralmente associado à imaturidade da coordenação evacuatória.

Na disquesia, o bebê ainda não coordena bem duas ações importantes:

aumentar a pressão abdominal e, ao mesmo tempo,
relaxar o assoalho pélvico e o esfíncter a**l.

Por isso, ele faz força, chora, parece desconfortável, mas depois elimina fezes geralmente macias.

Esse detalhe é importante.

Quando as fezes são macias, o quadro não deve ser confundido automaticamente com constipação intestinal. A Sociedade Brasileira de Pediatria descreve a constipação como dificuldade ou dor para evacuar associada a fezes ressecadas, enquanto a disquesia é citada como um distúrbio funcional relacionado à imaturidade e incoordenação da evacuação.

A orientação, na maior parte dos casos, é tranquilizar a família, observar a evolução e evitar intervenções desnecessárias, como estímulos anais frequentes, supositórios ou medicamentos sem orientação, porque o bebê precisa amadurecer essa coordenação evacuatória. A própria SBP orienta evitar remédios, supositórios ou estímulo a**l na disquesia, justamente por não se tratar de fezes endurecidas.

Na osteopatia, a avaliação do bebê não substitui o acompanhamento pediátrico.

Mas pode ajudar a observar fatores corporais que participam do conforto do lactente, como tensão abdominal, padrão respiratório, mobilidade global, organização postural e sinais de desconforto associados.

O objetivo não é “forçar” a evacuação.

É favorecer conforto, orientar a família e respeitar o tempo de maturação do bebê.

Mas entender o que está acontecendo muda tudo.

Menos desespero.
Mais orientação.
Mais segurança para cuidar.

Dr. Hérick Amarante
Osteopatia

A maioria das pessoas sabe o que faria bem.Dormir melhor.Comer com mais cuidado.Se movimentar.Diminuir o ritmo.Fazer exe...
25/07/2026

A maioria das pessoas sabe o que faria bem.

Dormir melhor.
Comer com mais cuidado.
Se movimentar.
Diminuir o ritmo.
Fazer exercício com regularidade.
Cuidar do corpo antes que ele trave de novo.

O problema é que saber não signif**a conseguir.

Muitas vezes, a pessoa até quer mudar.
Mas sente dor.
Tem medo de piorar.
Está cansada.
Dorme mal.
Vive sob pressão.
Começa, para, tenta de novo e se frustra.

E aí a mudança de comportamento vira mais uma cobrança.

Mas o corpo não muda no grito.

Ele precisa de segurança.
Precisa de um começo possível.
Precisa entender que se mover não é uma ameaça.
Precisa sair, aos poucos, do modo defesa.

A osteopatia não substitui exercício, sono adequado ou bons hábitos.

Mas pode ajudar em uma parte importante desse processo: reduzir barreiras, melhorar mobilidade, diminuir proteção excessiva e criar mais confiança para o corpo voltar a se mover.

Porque muitas vezes o primeiro passo não é fazer tudo certo.

É conseguir começar.

Seu corpo fala.
A osteopatia escuta.

Dr. Hérick Amarante
Osteopatia | Coluna | Dor

Algumas pessoas chegam ao consultório com o corpo inteiro em alerta.A lombar está rígida.O pescoço pesa.A respiração est...
23/07/2026

Algumas pessoas chegam ao consultório com o corpo inteiro em alerta.

A lombar está rígida.
O pescoço pesa.
A respiração está curta.
O abdômen parece sempre contraído.
O corpo não relaxa por completo.

Nem sempre isso acontece porque existe apenas uma estrutura “fora do lugar”.

Às vezes, o corpo está tentando se proteger.

Ele endurece.
Limita.
Segura.
Mantém tensão.

E, quando essa proteção dura tempo demais, o desconforto começa a fazer parte da rotina.

Por isso, cuidar nem sempre é forçar.

Às vezes, cuidar é criar segurança.
Segurança para respirar melhor.
Segurança para se mover melhor.
Segurança para o corpo sair do estado de defesa.

O corpo não trava à toa.

E, em alguns momentos, ele só precisava se sentir seguro.

Seu corpo fala.
A osteopatia escuta.

Dr. Hérick Amarante
Osteopatia

Seu corpo não trava à toa.Muita gente olha para a tensão como se ela fosse apenas um problema a ser “solto”.Mas nem semp...
21/07/2026

Seu corpo não trava à toa.

Muita gente olha para a tensão como se ela fosse apenas um problema a ser “solto”.

Mas nem sempre é assim.

O corpo pode endurecer porque está tentando proteger uma região.
Às vezes, limita um movimento porque entende que ali existe ameaça, sobrecarga ou excesso.
Às vezes, mantém a musculatura em alerta porque você está vivendo cansado, acelerado, dormindo mal e tentando dar conta de tudo ao mesmo tempo.

O corpo não faz isso para te atrapalhar.

Ele faz isso para te defender.

O problema é quando esse estado de proteção dura tempo demais.

Aí aparecem a rigidez, o peso, a sensação de corpo travado, a dor que volta, a respiração curta, o pescoço duro, a lombar que reclama, o trapézio que nunca relaxa.

Por isso, nem toda tensão pede força.

Às vezes, ela pede compreensão.
Pede leitura do corpo.
Pede uma abordagem mais precisa e menos automática.

Na osteopatia, uma parte importante do cuidado é perceber quando o corpo está apenas rígido — e quando ele está em defesa.

Porque nem toda tensão é erro.

Às vezes, é proteção.

Seu corpo fala.
A osteopatia escuta.

Dr. Hérick Amarante
Osteopatia | Coluna | Dores crônicas

Antes de tocar na lombar, eu observo como você respira.Na verdade, eu te observo desde a hora que você chega na recepção...
20/07/2026

Antes de tocar na lombar, eu observo como você respira.

Na verdade, eu te observo desde a hora que você chega na recepção da clínica, a postura que estava sentado aguardando a consulta, a forma como foi caminhando para a sala.

Parece distante, parece simpels, mas não é.

A lombar não trabalha sozinha. Ela se relaciona com a pelve, com as costelas, com o abdômen e com o diafragma — um músculo fundamental da respiração.

No caso da respiração, quando ela f**a curta, presa ou rígida, o corpo pode mudar a forma como distribui tensão.

Às vezes, a pessoa sente isso como peso nas costas.
Às vezes, como rigidez.
Às vezes, como uma lombar que “trava” com facilidade.

Isso não signif**a que toda dor lombar vem da respiração.

Signif**a que, em alguns casos, observar como o corpo respira ajuda a entender como ele está se protegendo, compensando ou limitando movimento.

Na osteopatia, a técnica não começa no barulho da manipulação.

Começa na leitura do corpo.

Respiração, abdômen, coluna, pelve e sistema nervoso fazem parte da mesma história.

E, quando a história é melhor compreendida, a conduta pode ser mais precisa.

Seu corpo fala.
A osteopatia escuta.

Dr. Hérick Amarante
Osteopatia | Coluna | Dores crônicas

A osteopatia ficou muito associada ao “estalo”.Muita gente chega ao consultório esperando ouvir um barulho na coluna, co...
14/07/2026

A osteopatia ficou muito associada ao “estalo”.

Muita gente chega ao consultório esperando ouvir um barulho na coluna, como se aquilo fosse a prova de que o tratamento funcionou.

Mas a osteopatia não se resume a isso.

O estalo pode acontecer em algumas técnicas, mas ele não é o objetivo principal do atendimento.

Às vezes, o melhor caminho envolve mobilizar uma articulação.
Às vezes, trabalhar uma tensão muscular.
Às vezes, observar a relação entre coluna, respiração, abdômen, nervos, vísceras, mandíbula, quadril ou rotina.

E, em muitos casos, a técnica mais importante não é a mais barulhenta.

É a mais adequada para aquele momento do corpo.

O foco não é “colocar tudo no lugar”.

É entender por que o corpo está protegendo, limitando, compensando ou mantendo aquela dor.

Por isso, osteopatia não é só estalar a coluna.

É escutar o corpo, interpretar a história e escolher uma conduta com critério.

Seu corpo fala.
A osteopatia escuta.

Dr. Hérick Amarante
Osteopatia

10/07/2026

Nem sempre o lugar onde dói conta a história inteira.

Muitas pessoas chegam ao consultório com dor lombar, dor cervical, dor no ombro, dor no quadril ou dor irradiada achando que o problema está exatamente naquele ponto.

Às vezes está.

Mas nem sempre.

O corpo pode estar compensando, protegendo ou reagindo a algo que aconteceu antes: uma sobrecarga, um trauma, um processo inflamatório, uma cirurgia, um período de estresse, uma alteração na rotina ou até uma dor que já foi tratada, mas deixou o corpo em alerta.

Por isso, antes de pensar em uma técnica, eu preciso entender a história.

Quando começou?
O que piora?
O que melhora?
O que já foi tentado?
O que mudou desde então?
Como essa dor interfere na sua vida?

A avaliação não serve apenas para encontrar onde dói.

Ela serve para entender por que aquela dor ainda está ali.

Dor persistente não deve ser tratada no automático.

Seu corpo fala.
A osteopatia escuta.

Dr. Hérick Amarante
Osteopatia

Ele chegou ao consultório com dor forte na lombar.Pela localização da dor, seria fácil seguir o caminho mais óbvio:pensa...
09/07/2026

Ele chegou ao consultório com dor forte na lombar.

Pela localização da dor, seria fácil seguir o caminho mais óbvio:

pensar em coluna,
em hérnia de disco,
em artrose,
em ciático,
em alguma alteração mecânica da lombar.

Mas a história dele dizia outra coisa.

Algum tempo antes, ele havia passado por um problema renal importante, precisou de atendimento médico, internação e tratamento adequado.

O problema principal já havia sido cuidado.

Mas a dor na lombar continuava.

E esse é o ponto.

Às vezes, a dor permanece não porque alguém “não tratou direito”, nem porque existe algo grave escondido.

Às vezes, o corpo continua reagindo ao que aconteceu.

Pode haver tensão, proteção, rigidez, medo de movimento, adaptação da postura, alteração da respiração, mudança na forma de se mover ou sobrecarga em regiões próximas.

Nesse caso, tratar a lombar como se fosse apenas uma lombalgia comum não parecia ser o melhor caminho.

Antes da técnica, foi preciso entender a história.

O que aconteceu antes?
O que mudou depois?
O que ainda estava sensível?
Que região o corpo continuava protegendo?

A conduta foi escolhida a partir dessa leitura.

E a dor lombar respondeu muito bem durante o atendimento.

Mas o mais importante aqui não é falar de técnica.

É lembrar que dor lombar não deve ser tratada no automático.

Às vezes, o lugar onde dói não é o começo da história.

Por isso, uma boa avaliação não procura apenas “onde está a dor”.

Ela tenta entender por que aquela dor ainda está ali.

Seu corpo fala.
A osteopatia escuta.

Dr. Hérick Amarante
Osteopatia | Coluna | Dor

Endereço

Rua São José, 96
São José Do Rio Prêto, SP

Horário de Funcionamento

Terça-feira 07:00 - 19:00
Quarta-feira 07:00 - 19:00
Quinta-feira 07:00 - 19:00
Sexta-feira 07:00 - 19:00
Sábado 07:00 - 12:00

Telefone

+5517981012064

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Dr. Hérick Amarante posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com A Prática

Envie uma mensagem para Dr. Hérick Amarante:

Compartilhar

Categoria