Psicólogo Weslley Augustho

Como chegar Site Entre em contato com o consultório

Psicólogo Weslley Augustho Psicoterapia | Terapia de Casal | Presencial | On-line • Especialista em Relacionamentos

Antes de decidir se permanece ou encerra o casamento, existe uma pergunta que você precise fazer antes de todas as outra...
17/09/2026

Antes de decidir se permanece ou encerra o casamento, existe uma pergunta que você precise fazer antes de todas as outras:

“Quem eu estou me tornando enquanto continuo aqui?”

Eu faço essa pergunta porque, durante muitos anos, eu também olhei demais para o outro.

Já vivi dependência emocional.
Já senti medo de perder.
Já tentei sustentar vínculos me afastando de mim e foi na psicoterapia que comecei a perceber uma coisa desconfortável: eu estava tão ocupado tentando entender se o outro me queria, se iria mudar, se ainda me amava, que quase não olhava para o que aquela história estava fazendo comigo.

Hoje, depois de 23 anos como psicólogo clínico e terapeuta de casais, vejo muitas mulheres chegando ao consultório exatamente nesse lugar e elas perguntam:

“Ele ainda me ama?”
“Ele pode mudar?”
“Vale a pena tentar mais uma vez?”

São perguntas importantes mas existe outra que também precisa entrar na conversa:

“Quem eu virei tentando fazer esse casamento dar certo?”

Porque você pode amar e estar se apagando.

Pode amar e ter se tornado mais insegura, silenciosa, desconfiada, ansiosa e distante de si.

Foi por ter vivido isso na própria pele que autorresponsabilidade, para mim, nunca significou culpa, está conectado a reconhecer onde você ainda tem poder.

Você não controla se ele vai mudar contudo pode olhar para o que tem tolerado, para os limites que deixou de sustentar e para o preço emocional que está pagando enquanto espera.

Só o amor não basta.

Um casamento saudável também precisa de respeito, confiança, diálogo e espaço para que você continue existindo dentro dele.

Se houver reconstrução, ela exige movimento dos dois.

Ele precisa transformar palavras em atitudes e você precisa voltar a ouvir a própria voz, reconhecer o que te apaga e parar de negociar a si mesma para manter o vínculo.

Eu não digo isso apenas como terapeuta mas também como alguém que um dia precisou voltar para si para conseguir amar de um jeito diferente.

Se esse tipo de reflexão te ajuda a olhar para o seu casamento com mais lucidez, é só me seguir Weslley Augustho | Psicólogo de Relacionamentos e Casais.

Uma das coisas que mais observo na terapia de casal é que muitos casais não têm exatamente um problema de falta de conve...
16/09/2026

Uma das coisas que mais observo na terapia de casal é que muitos casais não têm exatamente um problema de falta de conversa. Eles conversam, e muito.

O problema é o que acontece quando a conversa toca numa ferida.

Um fala sobre algo que doeu, o outro escuta como acusação.
Tenta se explicar, se defender ou provar que não teve aquela intenção.

Quem trouxe a dor sente que não foi ouvido e aumenta o tom, insiste, traz outros episódios.

O outro se sente ainda mais atacado e se fecha.

A conversa termina mas o problema continua ali.

E, depois de repetir esse ciclo muitas vezes, alguns casais começam a evitar justamente as conversas de que mais precisam.

Foi muito significativo receber o depoimento desse casal porque eles conseguiram colocar em palavras uma mudança que considero fundamental:

“conversas difíceis são necessárias e são para ouvir ao outro, não para responder ao outro.”

Terapia de casal também é um espaço para identificar esses ciclos e construir uma forma diferente de atravessá-los.

Não significa concordar com tudo o que o outro diz mas conseguir escutar o que existe por trás da fala, comunicar necessidades sem transformar o outro em adversário e aprender a reparar quando algo machuca.

Depois de tantos anos trabalhando com casais, continuo acreditando que um casamento pode mudar muito quando duas pessoas deixam de lutar para descobrir quem está certo e começam a trabalhar para compreender o que está acontecendo entre elas.

Esse casal fez esse movimento e por isso as palavras que mais me tocaram no depoimento tenham sido:

“Hoje estamos mais seguros, maduros e prontos para seguirmos nosso caminho, cada dia mais unidos.”

É para isso que a terapia de casal pode abrir espaço: não para eliminar as conversas difíceis, mas para que vocês consigam atravessá-las sem se perder um do outro.

Se você sente que vocês ainda se amam, mas já não conseguem conversar sem se machucar, me envie “CASAL” no Direct e eu te explico como funciona meu atendimento.

Tem uma frase que é muito comum eu escutar no consultório:“Mas eu ainda amo ele.”E normalmente ela aparece como se respo...
15/09/2026

Tem uma frase que é muito comum eu escutar no consultório:

“Mas eu ainda amo ele.”

E normalmente ela aparece como se respondesse a todas as outras perguntas sobre o casamento.

Na minha experiência clínica, vejo mulheres que amam o marido, reconhecem suas qualidades, valorizam a família e a história que construíram juntos e, ainda assim, sabem que alguma coisa importante não está bem.

É justamente aí que surge a confusão.

Porque seria muito mais simples se o amor tivesse acabado mas ele não acabou. Ainda existe carinho, história, lembranças, talvez até vontade de fazer dar certo mas também existem ressentimentos, distância, conversas que não avançam ou necessidades que há muito tempo não encontram espaço.

Nesses momentos, existe uma pergunta que considero muito mais útil do que apenas “eu ainda amo?”:

“Como nós estamos nos relacionando com o amor que ainda existe?”

Porque amar alguém não responde se existe respeito quando vocês discordam, segurança para conversar, confiança, reciprocidade ou disposição dos dois para reparar o que machuca.

E essa é uma das partes mais difíceis de olhar para um casamento de muitos anos:

“Eu amo essa pessoa” e “não estou bem nesta relação” podem ser duas verdades ao mesmo tempo.

Você não precisa apagar uma delas para conseguir olhar para a outra, às vezes, a clareza começa exatamente aí.

✨ Compartilhe com uma mulher que precisa fazer essa diferença.

Existe uma diferença entre não transformar qualquer incômodo em conflito e construir uma relação em que o conflito se to...
14/09/2026

Existe uma diferença entre não transformar qualquer incômodo em conflito e construir uma relação em que o conflito se tornou perigoso demais para acontecer.

Essa diferença nem sempre é fácil de perceber, principalmente para uma mulher que se considera madura, ponderada e que passou muitos anos aprendendo a lidar com as diferenças de um casamento.

Talvez você tenha ficado muito boa em perceber quando não vale a pena insistir.

Em deixar algumas coisas passarem.

Em esperar o momento certo.

Em não reagir imediatamente.

Tudo isso pode ser sinal de maturidade emocional.

A pergunta muda quando essa habilidade começa a funcionar apenas em uma direção.

Porque existe uma diferença entre pensar:

“Não preciso discutir por isso.”

e pensar:

“Não posso tocar nesse assunto porque sei o que vai acontecer.”

Na primeira situação, existe escolha já na segunda, existe antecipação.

Você já calcula o humor dele, a possível reação, quanto tempo o clima ficará ruim, se ele vai se afastar, ironizar, invalidar o que você sente ou simplesmente encerrar a conversa e, quando esse cálculo acontece repetidamente, algumas mulheres começam a fazer algo sem perceber:

param de consultar o que sentem e passam a consultar primeiro o que a relação suporta que elas expressem.

É aí que o casamento pode parecer tranquilo por fora e, ainda assim, existir um custo emocional muito alto por dentro.

Por isso, não é essa pergunta que você deve fazer:

“Nós brigamos muito ou pouco?”

Essa é a pergunta mais importante:

“Existe espaço suficiente neste casamento para duas pessoas inteiras discordarem e continuarem se sentindo respeitadas?”

Relacionamento saudável não é ausência de conflito mas também não é ser chata e transformar qualquer divergência em uma discussão, é preciso que exista segurança suficiente para que diferenças possam aparecer sem que o vínculo precise ser ameaçado todas as vezes.

Porque preservar uma relação não deveria exigir que você passe anos aprendendo a desaparecer dentro dela. 💙

✨ Compartilhe com uma mulher que precisa refletir sobre a diferença entre paz e silêncio.

Diferenças entre marido e mulher não costumam destruir um casamento, o perigo começa quando o casal usa essas diferenças...
13/09/2026

Diferenças entre marido e mulher não costumam destruir um casamento, o perigo começa quando o casal usa essas diferenças para deixar de se responsabilizar pelo impacto que causa.

“Eu sou assim.”

“Você sabe que eu preciso do meu espaço.”

“Você sabe que eu gosto de conversar.”

“Homem é assim mesmo.”

“Mulher complica tudo.”

Frases como essas parecem explicar o comportamento mas muitas vezes encerram justamente a conversa que o casal precisava ter.

No consultório, não me interessa fazer duas pessoas reagirem da mesma maneira, isso seria impossível. O que me interessa é ajudá-las a construir um relacionamento em que as diferenças não sirvam como licença para ferir.

Você pode precisar de silêncio depois de uma discussão mas, se desaparecer por dois dias deixa seu parceiro em sofrimento, existe algo para ser construído entre vocês.

Você pode precisar conversar para organizar o que sente mas isso não significa que o outro precise estar disponível para uma conversa difícil exatamente no momento em que você deseja.

Maturidade no casamento começa quando saímos do:

“Se você me amasse, faria do meu jeito.”

e conseguimos chegar ao:

“Como podemos cuidar do que você precisa sem abandonar o que eu também preciso?”

É aí que a diferença deixa de produzir disputa e começa a exigir negociação e existe um limite importante:

Compreender por que alguém age de determinada maneira não obriga você a aceitar qualquer comportamento.

Uma coisa é diferença, outra é desrespeito, desprezo, humilhação, punição ou indiferença repetida diante daquilo que machuca você.

Depois de tantos anos atendendo casais, talvez uma das coisas que mais tenha aprendido seja esta:

um casamento não precisa de duas pessoas iguais, precisa de duas pessoas suficientemente interessadas em conhecer o mundo uma da outra sem abandonar o próprio.

Porque amar alguém que pensa exatamente como você seria muito mais fácil, o desafio é construir um “nós” sem exigir que nenhum dos dois deixe de ser um “eu”.

Se você quer compreender melhor os padrões que constroem casamentos saudáveis, siga Weslley Augustho | Psicólogo de Relacionamentos e Casais. E se esse post fez sentido para você, encaminhe para suas amigas casadas, elas vão gostar também.

Há perguntas que não servem para decidir por você, servem para revelar aquilo que o medo, a culpa e os anos de história ...
12/09/2026

Há perguntas que não servem para decidir por você, servem para revelar aquilo que o medo, a culpa e os anos de história podem estar dificultando que você enxergue.

No consultório, encontro muitas mulheres inteligentes e capazes tentando responder apenas:

“Como faço meu casamento dar certo?”

Mas existe uma pergunta anterior:

“O que está me fazendo ficar?”

Porque duas mulheres podem permanecer no casamento por razões completamente diferentes.

Uma permanece porque, apesar dos problemas, ainda existe respeito, reciprocidade, disposição para reparar e desejo dos dois de reconstruir.

Outra pode permanecer porque teme a solidão, sente culpa por desmanchar a família, espera que ele volte a ser quem foi no início ou se acostumou a diminuir as próprias necessidades para preservar o vínculo.

Por fora, as duas ficaram mas o lugar interno de onde cada uma escolheu ficar é completamente diferente.

Por isso, eu não usaria essas perguntas como um teste com respostas certas. Um casamento construído durante anos não cabe em cinco “sins” ou “nãos”, elas são pontos de investigação.

Onde ainda existe escolha?

Onde existe medo?

O que você tem chamado de paciência?

O que continua esperando que mude?

E quanto de você precisou diminuir para que esse casamento continuasse existindo?

Na psicoterapia, aprofundamos justamente aquilo que perguntas como essas começam a revelar: os padrões que sustentam suas escolhas, os limites que foram flexibilizados e aquilo que você realmente deseja quando consegue separar amor de medo.

Clareza não escolhe por você mas muda profundamente o lugar de onde você escolhe.

Se esse tipo de conteúdo te ajuda a olhar para o seu casamento com mais lucidez, siga Weslley Augustho | Psicólogo de Relacionamentos e Casais.

Amor, primeiro o próprio.

Há uma crueldade silenciosa na forma como muitas mulheres aprenderam a lidar com problemas amorosos: quando alguma coisa...
11/09/2026

Há uma crueldade silenciosa na forma como muitas mulheres aprenderam a lidar com problemas amorosos: quando alguma coisa não vai bem, procuram primeiro o defeito em si mesmas e isso pode acontecer justamente com mulheres extremamente competentes.

Elas construíram carreira, independência, criaram filhos, atravessaram crises, resolveram problemas que pareciam impossíveis mas basta o marido se afastar emocionalmente ou o desejo diminuir para surgir uma pergunta:

“O que há de errado comigo?”

No consultório, vejo como essa pergunta pode ser perigosa.

Porque ela transforma um problema que pertence à dinâmica de duas pessoas em uma investigação permanente sobre a inadequação de uma só.

Talvez você realmente tenha comportamentos para rever e seu parceiro também.

Isso se chama autorresponsabilidade.

Mas existe uma diferença enorme entre reconhecer sua participação em um problema e assumir que você é o problema.

Quando essa fronteira desaparece, começa uma negociação perigosa consigo mesma.

Você reduz expectativas para não parecer exigente.

Tolera comportamentos que antes incomodariam.

Evita determinadas conversas.

Passa a aceitar menos para correr menos risco de perder.

E, depois de algum tempo, pode até acreditar que amadureceu, quando, na verdade, aprendeu a ocupar cada vez menos espaço.

É assim que muitas mulheres fortes começam a se apagar sem perceber.

Não porque sejam frágeis mas porque passaram tempo demais tentando encontrar dentro de si a solução para aquilo que precisava ser construído a dois.

Talvez uma pergunta mais justa seja:

“O que é meu para transformar e o que eu estou assumindo porque tenho medo de reconhecer que não depende apenas de mim?”

Essa resposta costuma separar autorresponsabilidade de apagamento emocional.

Amor, primeiro o próprio.

Se você percebe que assumiu sozinha a responsabilidade de fazer seu relacionamento funcionar, me envie a palavra DIÁRIO no direct. Podemos conversar sobre como a psicoterapia pode ajudar você a recuperar essa clareza.

Muitas mulheres permanecem em casamentos difíceis por muito tempo sem perceber que já não estão escolhendo aquele relaci...
10/09/2026

Muitas mulheres permanecem em casamentos difíceis por muito tempo sem perceber que já não estão escolhendo aquele relacionamento com liberdade, só estão tentando suportar mais um pouco.

E esse “mais um pouco” pode durar meses, às vezes vezes, anos.

Ela continua cuidando da casa, dos filhos, do trabalho, das responsabilidades. Continua sorrindo. Continua funcionando e, por fora, todo mundo conclui que o casamento está de pé, porém, por dentro, ela está cansada, ressentida, distante de si e sem clareza sobre o que ainda está sustentando aquele vínculo.

Na terapia, esse é um dos pontos mais importantes que eu ajudo a mulher a enxergar: diferenciar aquilo que ainda faz sentido reconstruir daquilo que ela mantém apenas por medo, culpa, dependência emocional ou esperança de que um dia tudo volte a ser como antes.

A terapia não serve para empurrar você para ficar nem para sair, ela pode devolver lucidez, fortalecer seus limites e ajudar você a tomar decisões sem precisar desaparecer para manter um casamento.

Se você percebe que está vivendo esse tipo de desgaste e quer entender melhor o que está acontecendo com você e com o seu relacionamento, me envie uma mensagem para conhecer como funciona o processo terapêutico comigo.

Às vezes, a decisão mais difícil de um casamento não é ficar ou partir, é conseguir descobrir o que, no meio de tantos a...
09/09/2026

Às vezes, a decisão mais difícil de um casamento não é ficar ou partir, é conseguir descobrir o que, no meio de tantos anos de história, ainda pertence a você.

Quando uma mulher passa muito tempo tentando preservar o casamento, é comum que a pergunta “o que eu quero?” seja atravessada por outras: o que vão pensar, o que vou perder, e se eu me arrepender, será que deveria tentar mais uma vez?

Nesse ponto, a psicoterapia não deveria decidir por ela. Meu trabalho não é convencer uma mulher a terminar, assim como não é convencê-la a permanecer, é ajudá-la a separar medo de desejo, culpa de responsabilidade, concessão de apagamento.

É compreender quais valores foram sendo negociados para manter o vínculo e quais limites, quando ultrapassados, começam a exigir que ela traia a si mesma para continuar ali.

Clareza muda a qualidade de uma decisão. Porque permanecer pode ser uma escolha lúcida, partir também. O que precisa ser observado é quanto dessa escolha nasce daquilo em que você acredita e quanto nasce do medo de sustentar as consequências de se posicionar.

Foi isso que mais me tocou nesse depoimento: não a decisão que ela tomou mas o lugar interno a partir do qual finalmente conseguiu tomá-la.

Depois de 23 anos acompanhando histórias assim, continuo acreditando que um dos trabalhos mais importantes da psicoterapia é devolver à pessoa condições de fazer escolhas difíceis sem precisar abandonar a si mesma para fazê-las.

Se você está diante de uma decisão importante no seu casamento e percebe que já não consegue distinguir o que deseja daquilo que teme, me envie a palavra CLAREZA no direct. Eu te explico como funciona meu processo terapêutico.

Endereço

Rua Presciliano Pinto, 881, Boa Vista
São José Do Rio Prêto, SP

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 07:30 - 19:15
Terça-feira 07:30 - 19:15
Quarta-feira 07:30 - 19:15
Quinta-feira 07:30 - 19:15
Sexta-feira 07:30 - 19:15

Notificações

Seja o primeiro a saber: enviaremos um e-mail para você quando Psicólogo Weslley Augustho publicar novidades e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado para nenhum outro fim, e você pode cancelar a inscrição a qualquer momento.

Entre Em Contato Com O Consultório

Envie uma mensagem para Psicólogo Weslley Augustho:

Atalhos

Compartilhar

Categoria