Psicólogo Mateus Costa

Psicólogo Mateus Costa ❤ CRP 06/143009
📝 Graduado e Mestre em Psicologia pela UNESP
🙇 Atendimento presencial e online: adultos, crianças e adolescentes

Round 6 é o mais recente sucesso da Netflix, uma série de produção sul coreana que permanece entre as mais assistidas da...
21/10/2021

Round 6 é o mais recente sucesso da Netflix, uma série de produção sul coreana que permanece entre as mais assistidas da plataforma há um mês, desde que foi lançada. Contudo, a série também tem sido muito assistida pelo público infantil, e muitos pais nem sabem, o que preocupa!

Trata-se de uma série que traz cenas de violência explícita e um enredo no qual as personagens se encontram sem saída, numa vida repleta de dívidas e conflitos familiares, e por isso se arriscam em um jogo mortal, cujo o vencedor levará como prêmio uma grande quantia em dinheiro. O jogo é organizado por meio rodadas de brincadeiras infantis coreanas: quem ganha segue adiante, quem perde, é "eliminado", morre.

Definitivamente, não se trata um conteúdo infantil, o próprio criador da produção se disse perplexo ao saber que muitas crianças estavam assistindo. Acho que os pais deveriam procurar saber sobre o que trata a série, seja para orientar os filhos a não assistirem e explicarem os motivos (se acharem possível e adequado), ou, seja para assistir juntos e dialogar depois.

Mais que violência, a série envolve conteúdos sensíveis, como: desesperança, traição, crueldade, crise financeira, muita morte e, suicídio. E apresenta tudo isso de forma chocante, o que pode mexer com nossas próprias dores e medos, ainda mais com os de uma criança.

Alguns podem dizer que há alguma crítica ou arte na série, mas me parece mais uma espetacularização da dor e do sofrimento. E se há crítica, ela não é construída substancialmente pelo enredo. No mundo fictício da série, os criadores do jogo lucram, vendendo o prazer de ver o horror alheio na luta humana pela sobrevivência. No mundo real, Round 6 lucra, vendendo medo e sofrimento como espetáculo, atraindo público pelo chocante, sem filtro e sem uma crítica construída.

De toda forma, queria sugerir aos pais que busquem conhecer o que está a disposição dos seus filhos. E procurem conversar sobre isso, o diálogo é sempre o caminho mais construtivo e protetivo.


Estômago: o segundo cérebro!Muitas pessoas vivem, ou já vieram, a terrível experiência de ter crises estomacais em perío...
29/09/2021

Estômago: o segundo cérebro!

Muitas pessoas vivem, ou já vieram, a terrível experiência de ter crises estomacais em períodos estressantes de sua vida. Para alguns, essa situação foi passageira, para outros, perdura e já se tornou algo crônico.

Fato é, que o estômago é um órgão repleto de terminações nervosas e estreitamente ligado ao sistema nervoso central. Logo, quaisquer alterações de humor causado pela ansiedade tendem a influenciar no estômago, estimulando a produção de suco gástrico, aumentando a acidez estomacal, e com frequência, gerando a famosa "gastrite nervosa".

Ocorre que, se a causa do estômago irritado é a ansiedade, outros tratamentos têm uma ajuda limitada, o principal seria buscar uma psicoterapia e tratar a ansiedade que faz você e seu estômago sofrer.

A ansiedade pode ocasionar muitas alterações corpóreas, como as crises estomacais e oscilações na pressão arterial. Isso ocorre porque mente e corpo só podem existir em conjunto, se influenciado mutuamente. Para casos como estes, não é possível resolver o problema sem tratar a ansiedade.

E, a ansiedade tem diversas terapêuticas para seu tratamento, mas a psicoterapia através da fala continua sendo muito eficaz! Falar sem ser julgado, sendo compreendido, cura e é libertador!

Como ajudar alguém durante uma crise de ansiedade?Se você já teve uma crise de ansiedade, então deve ter percebido que m...
27/09/2021

Como ajudar alguém durante uma crise de ansiedade?

Se você já teve uma crise de ansiedade, então deve ter percebido que muitas vezes quem estava ao seu redor não sabia como te ajudar, e às vezes, sem querer, até piorava a situação...

Se você já presenciou alguém tendo uma crise de ansiedade, se preocupou em ajudar, mas não soube como agir...

Foi pensando nessas situações que procurei colocar 5 dicas práticas de como ajudar alguém num momento de crise.

Se você gostar e achar importante, curta e compartilhe este conteúdo. Ele pode ajudar alguém!

COMO EDUCAR UMA CRIANÇA?Continuando a mesma conversa do post anterior, hoje vamos falar sobre LIMITES.Porém, o que são L...
22/09/2021

COMO EDUCAR UMA CRIANÇA?

Continuando a mesma conversa do post anterior, hoje vamos falar sobre LIMITES.

Porém, o que são LIMITES?
Diria que limite é a realidade de que não vivemos sozinho no mundo e que o mundo não existe para nos servir, e por isso, precisamos respeitar os outros e nos responsabilizar por aquilo que fazemos.

Difícil? Será que uma criança seria capaz de entender isso?
Mesmo crianças muito pequenas, menores de 3 anos, já são capazes de se preocupar com o outra pessoa, e até sentem culpa quando fazem algo que julgam errado. Então, não tenha dúvidas: a criança, desde muito cedo, já pode e deve ENCONTRAR seus limites.

Disse encontrar, porque nós, adultos, devemos colocá-las diante de seus limites, pois elas não são capazes de reconhecê-los sozinhas. Quanto menor a criança, mais ela pensa de forma concreta, ou seja, muitas explicações não funcionam, o básico é melhor: "você não pode fazer isso, pois vai machucar o colega!". Quanto mais a criança cresce, mais ela se torna capaz de entender sobre aquilo que temos a explicar.

Porém, para a grande maioria das crianças, mais do que a fala, é a postura e a posição do adulto que importam. Se o adulto diz que "não pode", mas deixa fazer, a mensagem que se passa é a oposta, "você pode fazer". Se o adulto vê o problema e não ajuda a corrigi-lo, a mensagem é de que isso não precisa ser feito. Ou, se vê o problema e o corrigi sozinho, sem fazer a criança participar, a mensagem passada é de que ela "não precisa se responsabilizar" pelo que faz.

Dar limites, trata-se de apresentar a realidade de que devemos respeitar os outros. Respeitar o corpo, a integridade, o jeito e a vontade dos outros.

Porém, uma coisa é mostrar à criança: "isso não pode, pois fará mal à alguém ou a você mesmo!". Outra, é dizer "isso não pode, pois EU não quero, EU não deixo!".

Cuidado! Dar limites não é ser autoritário. Dar limites é ensinar o que é importante para uma vida comunitária pacífica e com respeito aos demais. Ser autoritário é ensinar que o mais forte tem o poder de decidir, um manda e o outro obedece. Atenção!

Endereço

R. Comendador Remo Cesaroni, N. 329/Vila Ema (Espaço Vida)
São José Dos Campos, SP
12243-020

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