09/08/2026
Durante muitos anos, o Dia dos Pais foi uma data difícil para mim.
Eu perdi meu pai muito cedo. E quando isso acontece, não f**a só a saudade do que foi vivido, mas também de tudo o que poderia ter sido.
Talvez por isso eu tenha criado, ao longo da vida, uma imagem muito clara do pai que eu gostaria de ter tido.
Não um pai perfeito.
Mas um pai presente, que br**ca, ensina, protege, cobra, acolhe.
Quando meus filhos nasceram, eu entendi algo importante: não posso mudar a minha história, mas posso construir a deles comigo.
Desde então, ser pai virou uma das maiores missões da minha vida.
Quero estar presente nas grandes conquistas, mas principalmente nos momentos simples. Porque a infância não espera a nossa agenda.
E mais do que conforto, quero deixar algo que nenhum patrimônio substitui:
mentalidade.
Quero ensiná-los a pensar, escolher, cair, levantar, trabalhar, assumir responsabilidades e viver com propósito.
E também quero que eles me vejam vivendo aquilo que um dia vou ensiná-los a buscar.
Por isso, tê-los comigo no palco, em um momento tão importante da minha vida, teve um signif**ado enorme.
Quero ser referência como pai, e também como exemplo de dedicação, trabalho e propósito.
E, acima de tudo, quero ensiná-los a serem felizes.
Mas felicidade não se ensina só com palavras.
Se ensina sendo feliz.
Vivendo com propósito. Amando. Estando presente. E mostrando, pelo exemplo, que vale a pena construir uma vida que faça sentido.
No fim, talvez o meu maior legado não seja o que eu deixo para eles.
Mas o que eu deixo dentro deles.
Feliz Dia dos Pais. ❤️