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Sensibilidade com a dor do outro
14/07/2026

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13/07/2026

Crise, eclosão do transtorno mental e tratamento

13/07/2026

Temas de Psicologia: dificuldade pars se colocar no lugar do seu desejo diante do outro

30/06/2026

Sobre o transtorno bipolar
A pessoa que sofre de transtorno bipolar apresenta episódios de depressão intercalados com episódios de mania. Pode variar o tempo em cada fase. Os sintomas da depressão são mais conhecidos: tristeza profunda permanente, falta de prazer em atividades antes prazerosas, distúrbios de sono, apetite, atenção, concentração, dentre outros. Em casos mais graves, ideias de suicídio. A mania é a negação da depressão e os sintomas mais comuns são agitação de pensamento e comportamento, impulsividade, agressividade exacerbada, dentre outros. Esses sintomas podem ser confundidos com características da personalidade. Em casos mais graves a pessoa pode apresentar delírios.
O tratamento deve incluir acompanhamento psiquiátrico com diagnóstico e medicação apropriada a cada caso, para a melhora dos sintomas e estabilização do humor, somado ao acompanhamento psicológico, para a abordagem das questões psico-sociais e da história de vida do paciente.

30/06/2026

Mensagem para mamãe e papai

08/06/2026

Maturidade como indicativo de saúde mental

27/04/2026

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17/11/2025

Transtorno Bipolar
Não se trata apenas de oscilações ocasionais de humor, transitórias e ligadas às experiências da vida, mas o Trasntorno Afetivo Bipolar (TAB) é caracterizado por oscilações extremas de humor, mais ou menos prolongados, alternando episódios de depressão com episódios de mania, trazendo prejuízos significativos para a vida da pessoa, no aspecto pessoal, social e profissional.
Nos episódios de depressão, a pessoa apresenta os sintomas típicos de depressão, tais como desesperança, baixa energia, tristeza profunda e possível ideação suicida e, nos epísódios de mania, energia aumentada, euforia, pensamento e fala acelerados, podendo apresentar comportamentos de risco e, em casos mais graves, delírios de grandeza ou onipotência.
A etiologia ou causa do TAB, envolve complexa interação entre fatores genéticos, biológicos e ambientais, que contribuem para o desenvolvimento e a manifestação do transtorno.
Para o tratamento é necessário o diagnóstico feito por psiquiatra e acompanhamento medicamentoso. Como a manifestação dos sintomas pode ser diferente em cada pessoa, dependendo de suas características inatas e vivência desde a infância, que pode envolver traumas como abusos, o tratamento medicamentoso deve ser indicado individualmente, com acompanhamento psiquiátrico constante e regular, para monitorar os sintomas e ajustar a medicação.
O tratamento deve incluir a Psicoterapia, acompanhamento psicológico, que é fundamental para ajudar a pessoa a identificar e tratar situações traumáticas e de grande sofrimento que podem estar na origem do transtorno.
Informações sobre o TAB, apoio social e a mudança para um estilo de vida mais saudável são fundamentais no tratamento e na prevenção de recaídas.
A participação e o apoio da família também desempenham papel crucial na melhoria do quadro.
Quanto mais cedo for identificada a existência do transtorno e feito o diagnóstico, melhor o prognóstico e menores os prejuízos na vida da pessoa.

26/10/2025

Abordando a humildade
Uma virtude bem esquecida, pouco falada, pouco valorizada ou até mesmo pouco compreendida.
Quando se fala de humildade pode surgir na mente a imagem de uma pessoa subserviente, com baixa estima ou baixo nível social ou econômico.
Porém, quando falamos da humildade estamos nos referindo a uma pessoa que tem consciência das próprias capacidades e limitações, possui amor próprio suficiente para aceitar que não tem todo o conhecimento e que pode receber do outro, sem por isso se considerar menor. Uma pessoa humilde tem a capacidade de se relacionar bem com as pessoas, porque não se considera superior e também não considera o outro superior a si mesmo.
O contrário da humildade tem a ver com orgulho, soberba, arrogância, presunção, que pressupõem sentimentos de superioridade em relação ao outro, podendo gerar altivez, desprezo, indiferença, prejudicando os relacionamentos interpessoais e a aprendizagem.
A humildade facilita os relacionamentos pessoais, a aprendizagem, o trabalho em equipe, o respeito aos outros, às normas e às autoridades.
Em psicologia, é um facilitador no tratamento e no desenvolvimento emocional. Ao contrário, o orgulho pode dificultar ou mesmo impedir o tratamento.

Claudete Santilli Amancio
Psicóloga Clínica

"...aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração. " Mateus 11, 29

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