Psicólogo Bruno R. Rosa

Psicólogo Bruno R. Rosa 🔹Receba doses semanais de reflexão e leve mudanças positivas para a sua vida.
🔸 CRP 12/12908
🔹 Terap -O que é um psicólogo? XIX e o início do sec.

R: De forma geral, um psicólogo é um profissional que busca analisar e compreender os comportamentos e a subjetividade das pessoas que o procuram, e ajuda-las em suas questões.

-O que é um psicanalista? R: De forma geral, um psicanalista é um profissional (normalmente um psicólogo) que se utiliza da Psicanálise – teoria desenvolvida por Freud – para ajudar as pessoas a se analisarem e se compreen

derem, permitindo que elas trabalhem as questões que as levaram buscar um psicanalista.

-Qual a diferença entre um psicanalista e um psicólogo? R: No Brasil, a psicologia (e os cursos de graduação em psicologia) englobam muitas escolas teóricas, e uma delas é a psicanálise. Nesta lógica, um psicanalista pode ser considerado um psicólogo, cujo se especializou ou se aprofundou na escola teórica psicanalítica.

-O que faz a Psicanálise ser especial? R: A psicanálise foi desenvolvida por Freud entre o final do sec. XX, e continuo sendo desenvolvida e lapidada por outros grandes psicanalistas até os dias de hoje. A psicanálise tem como principal método a “associação livre”, pela qual o paciente irá falar sobre suas experiências passadas e cotidianas, buscado “links”, compreendendo seus atos, e possibilitando mudanças tanto na compreensão sobre algo, quanto nos atos em si. Para a psicanálise, o psicanalista está posto para ajudar o paciente a buscar o que ele precisa, mas não para dar ordem, atividades para fazer em case (deveres), ou agir de forma ativa pelo paciente; pois, acredita que há maior valor e mérito no ato que é feito pelo próprio paciente.

-Por que as pessoas buscam um psicanalista? R: Normalmente as pessoas buscam a ajuda de um psicanalista quando: (1) O sofrimento e/ou a angustia chegaram a um nível suficiente para tal. (2) Para lidar com a insatisfação de certos aspectos da sua vida. (3) Autoconhecimento. (4) Tratar algum transtorno psíquico. (1) Quando o sofrimento ou a angustia leva você a se perguntar se você deveria procurar ajuda profissional, normalmente, isso quer dizer que você já deveria ter procurado ajuda. No entanto não se preocupe, é completamente normal que as pessoas só reparem que seus problemas são sérios quando eles já estão muito grandes. Não compare seus sofrimentos com os de outras pessoas mais desafortunadas como desculpa para não querer receber ajuda profissional. Se o seu problema lhe incomoda, isso já é o suficiente para procurar ajuda, afinal de contas, você vive o seu sofrimento e não o dos outros. (2) A insatisfação com certos aspectos da sua vida, que não necessariamente, lhe causam sofrimento ou lhe deixam angustiado, também são motivos mais que suficientes para procurar ajuda. Se você pode buscar ter uma vida melhor, por que continuar vivendo uma vida sem graça? Por que não correr atrás dos seus sonhos? Por que não trabalhar para restaurar aquele velho relacionamento que hoje está morno? ...

(3) Muitas pessoas buscam ajuda profissional para se conhecerem mais, e assim conseguirem viverem melhor e ainda prevenir que certos problemas se instalem. Apesar de ser um tipo de trabalho que exige mais dos pacientes, ainda assim pode alcançar grandes resultados. (4) Nos dias atuais onde os manuais de psiquiatria se tornam cada vez mais elaborados e são frequentemente atualizados, é completamente normal que cada pessoa no planeta possua pelos um diagnósticos psiquiátrico. Parece exagero? Pois não é. É muito comum que qualquer pessoa (principalmente as que possuem planos de saúde) decidem procurar especialidades médicas ou clínicos gerais e acabem recebendo um diagnóstico psiquiátrico. Não se assuste, você não é louco, e provavelmente nem vai f**ar, isto é, se toda pessoa possui pelo menos um diagnóstico psiquiátrico dos manuais de psiquiatria, você apenas acabou de descobrir o seu, e na verdade você é só mais um cidadão comum. Neste caso cabe a você se perguntar se você está infeliz com seu diagnóstico, se ele atrapalha sua vida, e se você quer realmente trata-lo; se suas respostas forem “sim”, você possui motivos válidos para procurar ajuda profissional.

-É preciso deitar no divã? R: O divã é normalmente utilizado apenas para pacientes que já estão em processo de análise, mas não é uma obrigatoriedade para a análise. Os psicanalistas costumam pedir que seus pacientes deitem para facilitar a “associação livre” retirando quaisquer distrações visuais (como a imagem do psicanalista), e deixando os mais em contato consigo mesmo. Em muitos casos, dependo do paciente e da posição do psicanalista, não será adequado pedir que o paciente se deite, portanto, a análise pode ocorrer tanto com o paciente deitado em um divã, quanto com o paciente sentado e encarando o psicanalista. Obs: As informações acima possuem a finalidade de trazer algumas explicações breves e generalistas para leigos, sobre psicólogos e psicanalistas. No entanto, se deve resguardar a precisão destas informações. Qualquer dúvida procure seu psicólogo ou psicanalista para discutir mais.

Lembro de certa vez um colega afirmar que todo relacionamento começa por interesse, não necessariamente financeiro, por ...
25/08/2020

Lembro de certa vez um colega afirmar que todo relacionamento começa por interesse, não necessariamente financeiro, por exemplos, interesses nas características da outra pessoa, na possibilidade de preencher seus vazios ou simplesmente alcançar seus objetivos.

Seguindo a lógica, então um relacionamento pressupõe troca, se você não oferece nada que seja de interesse ao outro, dificilmente haverá relacionamento ou ele se manterá duradouro. Essa parece ser uma lógica um tanto quanto simples, certo? Mas também faz sentido.
Se tudo o que você oferece ao seu relacionamento são mentiras, se todos seus esforços são apenas para manter as aparências e as fantasias de algo que não condiz com quem você é, como que você espera ser feliz nos seus relacionamentos? Se você não sabe o que quer, ou mesmo não sabe/consegue solicitar do outro o que você quer, como você espera que seu relacionamento seja satisfatório para você? Se você não enxerga as necessidades e interesses do outro, como que você espera que seu relacionamento funcione?

Difícil? Existem profissionais que podem lhe ajudar, procure ajuda se precisar.

Um abraço do seu psicólogo digital ;)⠀

Bruno Rosa | (48) 99916-6962 | [email protected]

Às vezes o óbvio se esconde atrás de nossa mazelas. Não obstante quando nós temos um problema, decidimos primeiro melhor...
19/08/2020

Às vezes o óbvio se esconde atrás de nossa mazelas. Não obstante quando nós temos um problema, decidimos primeiro melhorar para depois lidar com o problema, e o que nos escapa é que muitas vezes são justamente estes problemas que nos levam ao mal estar inicial, sendo assim nunca resolvemos os nossos problemas, obviamente porque nunca estamos "prontos" ou bem o suficiente para lidar com eles.

Certas vezes só conseguimos resolver o problema quando dor causada por ele é maior do que a angústia ou inércia de lidar com o problema em si. E às vezes ainda, percebemos que todo esse sofrimento era desnecessário quando a situação é finalmente resolvida.

As melhor forma de lidar com esse tipo de situação é de fato o autoconhecimento. Saber seus "gatilhos", aprender sobre que o lhe afeta e como lhe afeta, desenvolver estratégias de como lidar e finalmente conseguir desempenhar na vida. Parece difícil, mas com ajuda tudo f**a mais fácil, procure ajuda para lidar com seus sofrimentos, se sua rede de apoio (amigos e familiares) não for o suficiente, saiba que existem profissionais que podem lhe ajudar.

Um abraço do seu psicólogo digital ;)⠀


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Já dizia o velho pensador "conhece-te a ti mesmo", no entanto o mesmo também afirmava saber de nada.O autoconhecimento p...
25/06/2020

Já dizia o velho pensador "conhece-te a ti mesmo", no entanto o mesmo também afirmava saber de nada.

O autoconhecimento podem sim ser dito como um caminho de iluminação, visto que implica em certo momento estar no escuro. Para se conhecer, primeiro é necessário admitir que não se conhece, caso contrário é uma busca por auto-afirmação.

O autoconhecimento tem um ponto de partida, e costuma acontecer em conjunto com o sofrimento ou deterioração de relacionamentos. Sim, quando outros começam a questionar seus atos, quando a discórdia se torna mais frequente no cotidiano, ou quando o sofrimento já é tão intenso que você começa a se questionar o que foi que você fez de errado.

Não saber não é um grande problema, ao contrário de não querer saber. Ao que não sabe, basta procurar por conhecimento, basta procurar ajuda.

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Qual é o limite? Por que permitir o abuso? Sim o abuso. Segundo os dicionários, abuso é simplesmente o excesso ou uso nã...
22/06/2020

Qual é o limite?

Por que permitir o abuso? Sim o abuso. Segundo os dicionários, abuso é simplesmente o excesso ou uso não moderado de poderes. Neste caso, vamos pensar no dia a dia o quanto você abusa e é abusado também?

Lidar com o poder é algo difícil, visto que em certa vezes a força é o suficiente, em outras vezes são os argumentos. Por que precisamos reprimir o outro? E por que nos permitimos ser reprimidos?



Pense, reflita, se precisar estou à sua disposição.

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Verdades...Conhecimento vindo de qualquer origem, outrora senso comum, em outro momento é ciência, que posterior é dada ...
16/06/2020

Verdades...

Conhecimento vindo de qualquer origem, outrora senso comum, em outro momento é ciência, que posterior é dada como falsa para que outra verdade surja, ou que retorne ao senso comum. No entanto, independente da procedência, ciência ou opnião, ela é defendida muitas vezes com "unha e dentes", como se fosse parte da identidade de alguém.

Brigas e discussões, uma verdade não divide espaço com outra, mas cria uma divisão, muitas vezes irreparável em relacionamentos. Se esquece, que muitas vezes essas verdades são apenas ideias ou teses, e que desde da grécia antiga já se sabia que uma tese pode ser posta contra uma antítese (anti-tese) para gerar uma síntese - algo, talzes, maior, melhor, diferente, ou simplesmente conhecimento e/ou experiência prazerosa.

Use suas verdades para agregar, e não para destruir.

Mas se você não se sente bem com suas verdades e sofre por elas, procure ajuda.

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"... e eles não sabiam.Viveram reproduzindo e revivendo as experiências que receberam de seus pais, na mente e no corpo,...
10/06/2020

"... e eles não sabiam.Viveram reproduzindo e revivendo as experiências que receberam de seus pais, na mente e no corpo, e com o passar do tempo, começaram também a aplicar nos seus próprios filhos, as mesmas coisas que outrora os revoltavam e depremiam. Mesmo sem saber, um incômodo crescia, aos poucos, vindo do inconsciente até a superfície."

Conhecimento é poder, não tente não enxergar.

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Nem sempre é fácil sorrir, às vezes até é, mas não se tem vontade... mas está tudo bem.Assim como a felicidade, a triste...
08/06/2020

Nem sempre é fácil sorrir, às vezes até é, mas não se tem vontade... mas está tudo bem.

Assim como a felicidade, a tristeza também tem seu lugar e função nas nossas vidas, e quando há motivos, o natural é se sentir triste... talvez o errado seja se forçar a sentir nada.

Mas não se esqueça, depois da tempestade vem a calmaria, e assim como a tristeza tem seu lugar, a felicidade também tem.

Mas se a sua tempestade parecer forte demais, procure ajuda, entre em contato.

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Crises financeiras, de relacionamento, problemas no trabalho, com a saúde, o isolamento social, o covid-19...Com tentos ...
03/06/2020

Crises financeiras, de relacionamento, problemas no trabalho, com a saúde, o isolamento social, o covid-19...

Com tentos problemas, onde está a sua mente? Como está seu estado espírito? O que você enxerga a sua frente?

Como comecei este post falando de problemas, imagino que suas respostas não foram muito boas às perguntas subsequentes, isso porque você foi induzido a isso.

Diante de algo que está a sua frente é difícil enxergar a figura toda ou que está além, nos focamos de mais no que parece mais próximo, e esquecemos que é somente tomando um pouco de distância que conseguimos ter um melhor ponto de vista das coisas, e assim podemos compreender melhor e procurar soluções.

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Bem, hoje encerro os posts relacionados a Semana Municipal de Incentivo a Adoção.Devido ao limite de caracteres do Insta...
29/05/2020

Bem, hoje encerro os posts relacionados a Semana Municipal de Incentivo a Adoção.

Devido ao limite de caracteres do Instagram, não pude escrever o tanto que gostaria ou preparei para cada dia, mas espero que eu tenha conseguido passar um pouco da minha experiência pessoal, e hoje vou falar de apenas um tópico, que penso que é importantes e pouco falado.

O que vou escrever hoje é algo pouco mencionado mesmo em literaturas, mas creio ser muito importante.

Quando uma mulher engravida ela irá passar por uma série de sofrimentos, restrições e frustrações, apesar de toda poesia envolta a gravidez, ela é um processo que também é bastante sofrido. Mas o sofrimento não acaba com a dor parto, depois que a criança nasce, o sofrimento passa a um novo nível, os pais tem que lidar com a fragilidade do bebê, choro, alimentação, insônia e as "sujeiras". Conforme o bebê vai crescendo, as preocupações se acumulam, como por exemplo: para onde ela está engatinhando? O que ela está pondo na boca? Crescimento dos dentes, febres repentinas e efeitos inesperados de alimentações, e em certo ponto até mesmo os pais começam f**ar divididos entre a pena e a razão, começam a ter dúvidas de como proceder e etc.

Por que menciono isso? Por que uma criança adotada vai pular partes deste processo, o que pode implicar na falta de preparo e resiliência/resistência dos pais, e por conseguinte a devolução da criança. Veja bem, desde quando os pais se planejam ou desde quando acontece uma gravidez a preparação para receber um filho já começa a acontecer; e de certa forma o mesmo precisa acontecer na adoção. Meus pais se preparam por 2 anos antes de adotar, faz 10 anos que minhas irmãs foram adotas, e tivemos muitas dificuldades e alegrias, porque no preparamos. Se prepare você também, é um grande esforço para um grande ato que vale muito a pena.

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Me lembro como se fosse hoje, minha mãe estava eufórica, uma assistente social havia entrado em contato para que meus pa...
27/05/2020

Me lembro como se fosse hoje, minha mãe estava eufórica, uma assistente social havia entrado em contato para que meus pais fossem fazer uma visita à uma “casa lar”. Após a visita eles relataram à mim e meu irmão sobre o que acontecera, diziam estar encantados por três meninas, eu e meu irmão f**amos surpresos, pois até o momento falávamos em adotar apenas uma irmã e não três, no entanto, ainda assim nos mantivemos calmos, pois nossa visita também estava agendada. Vale dizer que minha mãe estava nas nuvens, relatava como foi recebida pela minha futura irmã do meio com um abraço destrambelhado, amoroso e até mesmo clamoroso de ajuda; minha mãe já imaginava o futuro e o passado do futuro, sendo assim a família toda se manteve positiva, e já se tornava difícil manter os pés no chão.

Logo antes de fazer minha primeira visita, me fora informado sobre vários detalhes sobre o as crianças e sua situação de saúde naquele momento. Em melhor estado de saúde estava a mais velha, na época com quatro anos de idade, apresentava apenas uma rouquidão na voz, haviam preocupações de como isso poderia afetar seu futuro ou se seria necessário tratamento. A do meio, com três anos de idade, parecia possuir “traumas mentais” por assim dizer, tinha muitos pesadelos e não respirava muito bem durante o sono e tinha uma pequena cicatriz na boca que sugerira agressões ou acidentes, além de problemas de fala e linguagem. A mais nova era a que estava em situação mais preocupante, com dois anos de idade ainda não conseguia andar ou falar qualquer palavra, estava em recuperação da desnutrição que sofrera, os relatos davam conta que no momento em foi recolhida ela já estava “abandonada” pelos pais biológicos; não se sabia quais seriam os efeitos para o futuro dela.

Confesso que as informações sobre as crianças não foram animadoras, creio que ao receber algo a maioria das pessoas primeiro pensa nos cenários ideais, comigo não foi diferente. No entanto vale lembrar a adoção não é apenas sobre receber, muito pelo contrário, adoção é mais sobre dar do que doar.

Continuamos amanhã.

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Há 12 anos atrás, quando meus pais decidiram pela adoção de minhas irmãs, eu ainda estava na faculdade, lembro que naque...
26/05/2020

Há 12 anos atrás, quando meus pais decidiram pela adoção de minhas irmãs, eu ainda estava na faculdade, lembro que naquela época, nos reunimos e conversamos abertamente sobre os motivos para a adoção, nos perguntamos quais eram nossas condições de criar e prover.

Ainda antes da adoção em si, estávamos animados e confiantes, e diante da euforia nos cegamos sobre as possíveis dificuldades. No entanto, neste momento, nossa família já estava madura, e mesmo ansiando por novos membros, demos uma passo para trás, não para desistir da ideia, mas para ao confirmá-la, saber para onde estávamos indo.

Não sabíamos muito sobre como seria a adoção em si, sabíamos apenas de nossos limites, estávamos dispostos. Em fim meus pais fizeram o curso apontado pelas assistentes sociais, e também as entrevistas das quais eu também participei. Ao analisar as entrevistas com as assistentes sociais hoje, penso que foram não apenas de grande valia a minha família, mas também penso que é algo de grande importância de forma geral, isto é, se você está disposto a se comportar de forma apropriada.

A assistente social se propôs a questionar nossos motivos, saber sobre nossas intenções e condições de criar uma criar uma criança, mas também sondar sobre nossos limites e tentar nos ajudar a enxergá-los. Através de minha experiência em consultório, sei que é nesse momento onde as pessoas se sentem pressionadas, sei que neste momento as pessoas olham para essa entrevista como se fosse um teste que devem passar "não importa como", e acabam perdendo a oportunidade do aprendizado. Devo dizer, que se não fosse essa entrevista, talvez tivéssemos cometido uma injustiça, não só a minha família, mas também a uma criança inocente.

Em um primeiro momento, adotar exige responsabilidade, estar disposto a se olhar e aprender sobre si, saber o que você realmente deseja, e até onde você quer chegar. Mas não tenha dúvidas, vale a pena.

Assim encerro esta primeira parte, amanhã continuo a história, até lá.

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No dia 25 de maio, a prefeitura de Florianópolis instituiu o "A Semana Municipal de Incentivo á Adoção".A Semana Municip...
25/05/2020

No dia 25 de maio, a prefeitura de Florianópolis instituiu o "A Semana Municipal de Incentivo á Adoção".

A Semana Municipal de Incentivo à Adoção tem por objetivo:

I - conscientizar a todos de que toda criança ou adolescente têm direito a ser criados e educados no seio de sua família e, excepcionalmente, em família substituta, assegurada a convivência familiar saudável e afetuosa;

II - estimular a adoção legal e humanizada de crianças e adolescentes; e

III - despertar a necessidade de adoção tardias, inter-raciais, de grupos de irmãos e de crianças com necessidades especiais.

Sendo assim, durante esta semana, trarei algumas das experiencia que minha família teve com a adoção, visto que algumas vezes, uma experiencia pessoal diz mais do que o olhar do especialista.

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