Psicóloga Luísa Andersen S. da Silva

Psicóloga Luísa Andersen S. da Silva Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Psicóloga Luísa Andersen S. da Silva, Serviço de saúde mental, São José.

O meu trabalho é realizado no respeito e empatia ao sofrimento do paciente, de modo a proporcionar “localização” frente a seus problemas, convertendo em “sujeitos do seu ser”, e com isso viabilizando seus projetos e sonhos.

Talvez tenha sido um luto.Talvez o fim de uma relação.Talvez uma fase em que tudo parecia pesado demais — por dentro e p...
23/04/2026

Talvez tenha sido um luto.
Talvez o fim de uma relação.
Talvez uma fase em que tudo parecia pesado demais — por dentro e por fora.

Naquele momento, pode ter parecido o fim. Como se não existisse “depois”. Como se você não fosse dar conta de continuar.

Mas, de algum jeito… você continuou.

Mesmo sem saber direito como. Mesmo cansada, com medo, tentando juntar os pedaços aos poucos.

Eu ouvi essa reflexão em uma atividade da Ser Bene, e ela carrega algo muito importante: a gente nem sempre percebe o próprio crescimento enquanto ainda está doendo.

Porque crescer, muitas vezes, não é sobre se sentir forte. É sobre seguir, mesmo sentindo esse turbilhão dentro de nós.

É sobre aprender a se acolher melhor, colocar limites que antes não conseguia, entender suas emoções com mais clareza, e, aos poucos, reconstruir um senso de segurança dentro de si.

Se você está em um momento difícil agora, talvez isso ainda pareça distante. E tudo bem.

Mas isso não define o seu final.

Com apoio, com espaço para elaborar o que você sente, com cuidado verdadeiro… as coisas podem ir encontrando um novo lugar dentro de você.

Sem pressa.
Sem exigência de “dar conta de tudo”.

Um passo de cada vez também é caminho. 🤍

Tem um tipo de cansaço que não passa com uma boa noite de sono.Você dorme, tenta desacelerar, até se dá pausas… mas aind...
22/04/2026

Tem um tipo de cansaço que não passa com uma boa noite de sono.

Você dorme, tenta desacelerar, até se dá pausas… mas ainda assim acorda cansada. Como se algo em você nunca desligasse de verdade.

E talvez não desligue mesmo.

Porque nem todo cansaço é físico.

Tem o cansaço mental — de pensar sem parar, de viver com a mente sempre ocupada.
O emocional — de sentir demais, de guardar, de sustentar o que ninguém vê.
O social — de estar disponível quando tudo o que você queria era silêncio.
O sensorial — de um mundo barulhento, acelerado, exigente.
O criativo — de já não ter mais espaço interno pra criar, sonhar, desejar.
O espiritual — de se sentir desconectada de si, sem sentido, sem direção.

E aí você tenta descansar… mas descansa só o corpo.

E o resto de você continua cansado.

Talvez o que esteja faltando não seja mais descanso — mas o tipo certo de descanso.

Porque descansar de verdade não é só parar — é se nutrir daquilo que te devolve pra você.

Às vezes é silêncio.
Às vezes é chorar.
Às vezes é dizer “não”.
Às vezes é voltar a fazer algo que você ama.
Às vezes é só não precisar ser forte o tempo inteiro.

Você não precisa dar conta de tudo.

Existe uma versão sua que não está exausta — mas ela só aparece quando você começa a se escutar com mais honestidade.

Se esse texto te atravessou, talvez seja um sinal.

Qual parte de você está pedindo descanso hoje?

Você já percebeu como algumas pessoas vivem presas no pensamento de “tudo ou nada”?Se cometem um erro, sentem que falhar...
11/03/2026

Você já percebeu como algumas pessoas vivem presas no pensamento de “tudo ou nada”?

Se cometem um erro, sentem que falharam.
Se não conseguem fazer algo perfeitamente, preferem nem tentar.
Se não estão sendo produtivas o tempo todo, aparece aquela sensação de culpa.

E, por fora, muitas vezes parecem dar conta de tudo.

Mas por dentro existe um cansaço silencioso…
uma cobrança constante…
uma voz interna que nunca acha que é suficiente.

Muitas mulheres cresceram aprendendo que precisam ser fortes, responsáveis, perfeitas — e isso acaba criando um padrão de pensamento muito rígido e autocrítico.

Com o tempo, esse “tudo ou nada” pode gerar ansiedade, procrastinação, sensação de fracasso e uma relação muito dura consigo mesma.

Mas existe algo importante que eu sempre digo para as minhas pacientes:
esses padrões de pensamento não são quem você é — eles são aprendidos.
E aquilo que foi aprendido também pode ser transformado.

Na terapia, trabalhamos para que você desenvolva um olhar mais gentil e realista sobre si mesma, construindo um diálogo interno mais saudável e equilibrado.

Porque viver não precisa ser uma sequência de cobranças internas.

Se você se identificou com esse post, talvez seja um bom momento para começar a cuidar de você também.

💬 Se quiser conversar sobre isso, me chama no direct.

Você muda — mas nem sempre percebe.Não é em grandes viradas.É quando a culpa diminui um pouco ao pedir ajuda.Quando você...
09/02/2026

Você muda — mas nem sempre percebe.

Não é em grandes viradas.
É quando a culpa diminui um pouco ao pedir ajuda.
Quando você diz “não” e não passa o resto do dia se punindo.
Quando respeita o cansaço antes do corpo precisar gritar.
Quando para de se comparar e começa a se escutar.
Quando consegue nomear o que sente… e se acolher.

Por fora pode parecer igual.
Por dentro, sua relação com você já não é mais a mesma.

A terapia não transforma sua vida de repente —
ela muda a forma como você vive cada dia.

Se você sente que está em um momento de olhar mais pra si e quer viver com mais consciência e menos peso, eu posso te acompanhar nesse processo 🤍

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Hoje, 30 de janeiro, é o Dia da Saudade.E, por coincidência — ou não — hoje também faz três meses desde que perdi minha ...
30/01/2026

Hoje, 30 de janeiro, é o Dia da Saudade.
E, por coincidência — ou não — hoje também faz três meses desde que perdi minha mãe.

A saudade aparece quando algo foi importante, quando houve vínculo, presença e afeto.

Ela não fala apenas do que falta, mas do que existiu — e do que deixou marcas.

Sentir saudade é, muitas vezes, sinal de uma história que fez sentido.

De encontros que importaram.

De relações que continuam vivas na memória, nos gestos e no jeito de sentir.

Que hoje, a gente possa olhar para ela com um pouco mais de gentileza — sem pressa para afastá-la, sem julgamento por senti-la. 🤍

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