17/05/2026
Tem uma frase que eu acho muito forte:
“Quem cuida de quem cuida?”
E eu venho entendendo isso na prática.
Passei por um período um tanto conturbado neste último mês.
Não estava conseguindo praticar atividade física, estudar, cuidar das minhas coisas…
das coisas que me fazem continuar caminhando em direção à vida que quero construir.
Meu corpo ficou cansado.
Minha mente também.
E aos poucos eu fui perdendo presença.
Presença comigo.
Presença no meu trabalho.
Presença na vida.
Pra quem trabalha com terapia manual, com toque, cuidado e escuta…
isso pesa.
Porque não é só sobre executar uma técnica.
É sobre estar ali de verdade.
E eu não estava conseguindo me sentir inteiro nos atendimentos.
Isso foi gerando um esvaziamento.
De energia.
De vontade.
E junto disso vêm os medos, as preocupações, os questionamentos…
Mas, estou conseguindo olhar um pouco mais a fundo pra tudo isso.
Sinto que estou voltando aos poucos.
Voltando a me movimentar.
Voltando a praticar.
Voltando a me cuidar.
Voltei a receber massagem.
Voltei pra terapia.
E como é importante também se permitir ser cuidado.( fiquem atentos aos terapeutas que não se cuidam)
Porque às vezes a gente acha que precisa resolver tudo sozinho.
Mas nem sempre as respostas vão nascer só da gente.
Às vezes é na troca.
Na escuta.
No toque.
No cuidado vindo do outro…
que algo floresce dentro de nós.
E talvez autocuidado também seja isso:
permitir que alguém caminhe contigo por um momento.
Apenas um pouco de desabafo! VAMOS DALHEEE 🫀🏹