18/05/2026
Descobri por acaso que o Júlio faleceu há pouco mais de dois anos.
Júlio foi meu supervisor entre os anos de 2008 e 2009, na época em que cursei a especialização em psicoterapia de orientação analítica no Celg em Porto Alegre.
Me apareceu aqui, nesta rede social, um sujeito com o mesmo sobrenome, o que imediatamente me lembrou o Júlio. Ao pesquisar pelo seu nome no Google, descobri sua nota de falecimento e o texto acima, escrito pelo Antônio Rosa que também foi um querido coordenador de seminários daquele tempo. E descobri então, que o sujeito em questão é um dos filhos de Júlio, citados no texto, por Antônio.
Quero deixar aqui registrado meu carinho por este supervisor que me ensinou muito naqueles tempos, sempre de um jeito carinhoso, ético, acolhedor, sensível e espirituoso! Júlio me incentivava a seguir investindo na clínica, nunca mais esqueci do dia em que ele disse que eu levava jeito e que isso não era algo comum, que muitos querem a clínica, mas não levam jeito para ela, não importa quanta supervisão façam, mas eu, ele achava que sim!
Segui e sigo, Júlio!
E inclusive falei de ti durante o ano passado, quando coordenei os estagiários do Espaço Criar, citando tuas histórias e ensinamentos!
Que esteja em paz! 🤍