08/08/2026
Saí de São Luís, deixei minha família, suspendi minha agenda de atendimentos e vim para São Paulo estudar.
E existe uma razão muito simples para fazer esse investimento de tempo, energia e dinheiro:
👉🏽 quando uma mulher confia a saúde dela a mim, eu preciso estar preparada para cuidar dela com o melhor conhecimento que temos hoje.
Participei do Congresso promovido pela SBE Endometriose e de uma programação sobre nutrição aplicada à doença. E voltei ainda mais certa de algumas coisas que defendo no consultório.
👉🏽 A endometriose exige um olhar multidisciplinar.
Nas discussões sobre nutrição, falamos de inflamação, estresse oxidativo, microbiota, intestino, dor, gestação, cirurgia e recuperação.
E quanto mais se estuda endometriose, menos espaço sobra para fórmulas prontas.
O intestino merece uma atenção enorme.
A estratégia precisa ser individualizada.
A densidade nutricional da alimentação importa muito.
E sair proibindo alimentos indiscriminadamente está longe de ser uma boa estratégia.
Com algumas poucas exceções, não existe um alimento que seja prejudicial para todas as mulheres com endometriose. A própria literatura traz discussões interessantes até sobre alimentos frequentemente demonizados nesse meio.
Ainda temos mais perguntas do que respostas. Precisamos de mais estudos e profissionais dispostos a continuar estudando.
Talvez essa seja uma das maiores responsabilidades de trabalhar com saúde: reconhecer que conhecimento não termina no diploma.
Minhas flores, volto para casa com novas ideias, novas perguntas e uma certeza muito boa:
👉🏽 estamos no caminho certo. 🌷
Cada viagem, congresso e hora de estudo também faz parte do cuidado que escolhi oferecer a vocês.
Porque vocês merecem uma nutricionista que continue estudando mesmo depois de ter estudado muito.
Florescer também é criar raízes cada vez mais profundas.