03/08/2026
Quando pensamos em avaliação, é comum imaginarmos protocolos, escalas e instrumentos padronizados.
E eles têm um papel muito importante.
Mas existe uma parte da avaliação que começa antes mesmo de qualquer protocolo: a observação clínica.
Nos primeiros minutos de atendimento, a criança já nos mostra como chega ao ambiente, como participa espontaneamente, como reage aos desafios e como estabelece relações.
Essas informações, quando observadas com intenção, ajudam a construir hipóteses clínicas e tornam a avaliação muito mais rica.
Foi com o tempo que percebi que observar não é apenas “olhar”. É interpretar comportamentos, compreender contextos e transformar pequenos detalhes em decisões terapêuticas.
💛 E você? Quando uma criança chega para o atendimento, qual é a primeira coisa que costuma observar?
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