Regina Nicolosi

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Regina Nicolosi Regina Nicolosi
ATENDIMENTO PRESENCIAL E ON-LINE
Doutora em Comunicação, Psicóloga, Fonoaudióloga, Especialista em Voz.

15/10/2026
06/10/2026

Estamos ficando menos humanos na internet?

Talvez essa seja uma das perguntas mais importantes do nosso tempo.

Nas redes sociais, vemos algo preocupante: a dor do outro já não provoca necessariamente a mesma reação.

O que antes nos chocava começa a parecer normal.

•A violência vira conteúdo.
•O sofrimento vira entretenimento.
•A exposição vira rotina.
•E a empatia vai sendo anestesiada.

É sobre isso que também falo no meu livro Imersão Digital e Suicídio: a mortificação do corpo na sociedade midiática.

Mas atenção: o problema não é simplesmente estar na internet.

A tecnologia pode informar, conectar, aproximar e transformar vidas.

A questão é: o que está acontecendo conosco enquanto estamos conectados?

Estamos usando a tecnologia ou estamos sendo usados por ela?

Precisamos falar mais sobre saúde mental, dependência digital, limites e, principalmente, sobre a preservação da nossa capacidade de sentir.

Se você percebe que as redes estão ocupando espaço demais na sua vida, não normalize os sinais.

E se alguém que você ama está vivendo isso, aproxime-se. Converse. Busque informação. Procure ajuda.

Porque talvez o maior desafio da era digital seja este: continuar conectados ao mundo sem nos desconectarmos de nós mesmos — e do outro.

💬 E você: acha que as redes sociais estão tornando as pessoas mais empáticas ou mais indiferentes?

29/09/2026

📲Você sabe o que seu filho está fazendo agora na internet?

Talvez a pergunta mais importante não seja quanto tempo ele passa conectado. E sim, a qual mundo ele está sendo exposto enquanto está ali.

Redes sociais, comunidades virtuais, conteúdos de sofrimento e comportamentos de risco podem atravessar silenciosamente a vida de crianças e adolescentes, e muitas vezes sem que os adultos percebam.

No meu livro “Imersão Digital e Suicídio: a mortificação do corpo na sociedade midiática”, investigo a relação entre a imersão digital, o enfraquecimento da experiência corporal e os riscos associados ao sofrimento psíquico e ao suicídio.

Um tema que precisa chegar às famílias, às escolas e aos profissionais que cuidam de crianças e adolescentes.

Não basta controlar a tela. É preciso olhar para o que acontece por trás dela.

Observe. Pergunte. Escute. Insista.

E, diante de sinais de sofrimento ou risco, busque ajuda profissional.

🎗️Em uma situação de emergência, procure um serviço de urgência; no Brasil, o CVV atende pelo 188.

Cuidar também é investigar aquilo que seu filho talvez ainda não consiga contar.

16/09/2026

Você consegue ficar algumas horas sem internet?

Quando o tempo conectado começa a ocupar horas de estudo, trabalho, sono, relacionamentos ou até momentos importantes da própria vida, é hora de acender um sinal de alerta.

O problema não é a tecnologia. Ela faz parte da nossa rotina e pode ser uma grande aliada. A questão é quando deixa de ser uma ferramenta e passa a controlar nossos hábitos, algo que também pode acontecer com adultos e idosos.

O uso excessivo de telas pode impactar a saúde mental e está associado a sintomas de ansiedade, depressão e outros transtornos.

Percebe que está difícil diminuir o tempo de uso? Pedir ajuda também é uma forma de cuidado. 💙

Cuidar da saúde mental é reconhecer quando algo saiu do controle e buscar apoio para retomar o equilíbrio.

Você sente que precisa desenvolver mais autocontrole no uso da internet? Compartilha aqui comigo!

11/09/2026

Ah, a adolescência!

Essa fase da vida dos filhos pode ser especialmente desafiadora para mães e pais.

De repente, parece que tudo mudou.

O corpo muda, os interesses mudam, a personalidade ganha novos contornos, o comportamento se transforma… e aquilo que antes funcionava já não funciona da mesma maneira.

E os pais podem se perguntar:
Onde foi parar aquele filho que eu conhecia?
Como eu devo agir agora?
Até onde posso cobrar? Quando devo me aproximar?

Do outro lado, muitas vezes existe uma mãe emocionalmente exausta, confusa e tentando fazer de tudo para que “dê certo”.

Entre o desejo de proteger, a necessidade de colocar limites e o medo de perder a conexão com o filho, é fácil se sentir perdida.

Mas adolescência não precisa significar afastamento.

É possível construir uma nova forma de relação: com escuta, presença, limites, diálogo e respeito pela autonomia que começa a nascer.

Neste vídeo, apresento algumas abordagens que podem ajudar mães e pais a atravessarem essa fase com mais segurança e menos culpa.

E quando os conflitos se tornam frequentes, intensos ou difíceis de compreender, buscar ajuda profissional pode fazer toda a diferença.

Cuidar da relação com o adolescente também é cuidar de quem cuida.

Assista ao vídeo, compartilhe com outra mãe ou pai que possa precisar dessa reflexão — e, se necessário, busque ajuda profissional.

01/09/2026

🌻Setembro chegou e, com ele, a campanha “Setembro Amarelo”, trazendo à tona a importância da conscientização e da prevenção ao suicídio.

Há quase um ano, lancei o livro “Imersão digital e suicídio: a mortificação do corpo na sociedade midiática”, uma obra fruto da minha pesquisa de doutorado, repleta de dados atualizados e reflexões urgentes. Esse é um tema cada vez mais indispensável para educadores, profissionais da saúde, pais e responsáveis.

Ao longo de todo este mês, aprofundaremos essa discussão por aqui. Deixo essa dica de leitura e convido você a fazer parte dessa conversa: deixe sua dúvida ou sugestão de tema nos comentários.

É tempo de refletir, acolher e agir. Vamos juntas? 💛

27/08/2026

🧠♥️Feliz Dia do Psicólogo!

Cuidar da mente também é uma forma de cuidar da vida.

A psicologia nos convida a olhar para dentro, compreender nossas emoções, reconhecer nossos processos e acolher cada trajetória com mais consciência e gentileza.

Hoje celebramos os profissionais que transformam a escuta em acolhimento, conhecimento em cuidado e presença em novas possibilidades.

26/08/2026

Os relacionamentos com pessoas com traços narcisistas podem acontecer com o cônjuge, a mãe, o pai, irmãos, uma melhor amiga ou até mesmo com filhos adultos.

O comportamento narcisista pode se disfarçar justamente em quem deveria ser nosso porto seguro. E, muitas vezes, passamos anos acreditando que o problema está em nós.

Observe alguns sinais:

• Você sente que precisa “andar sobre ovos” para evitar conflitos?
• Suas conquistas são constantemente diminuídas?
• Você se desculpa até quando não fez nada de errado?

Se você se reconheceu, saiba: isso não significa que a culpa seja sua!

E é possível começar a mudar essa história, aprendendo a estabelecer limites e, principalmente, a se ouvir.

Para mulheres 40+, um dos melhores investimentos é devolver a si mesma o direito de existir sem se diminuir, sem se encolher e sem viver para corresponder às expectativas do outro.

Às vezes, isso significa se afastar!

Se você sente que já deu tudo de si e, ainda assim, nunca parece ser suficiente, talvez esse seja o momento de começar a olhar para você.

Busque ajuda para cuidar da sua saúde emocional e mental. Procure um psicólogo e invista em autoconhecimento. Isso pode mudar tudo!

21/08/2026

Assim como cuidamos da saúde física por meio de exames e consultas, também precisamos acompanhar a nossa saúde mental.

Um check-up mental é uma oportunidade para observar como estão os pensamentos, as emoções, o sono, os relacionamentos e a forma como estamos lidando com a rotina.

A terapia não precisa começar apenas quando o sofrimento se torna insuportável.

Ela também pode ser um espaço de prevenção, autoconhecimento e cuidado.

Buscar ajuda não é sinal de fraqueza. É uma forma madura e responsável de cuidar de si.

Como está a sua saúde emocional hoje? Você tem reservado espaço para olhar para ela?

🤩 Mais uma contribuição na imprensa e, desta vez, no jornal “O Globo”, em sua versão impressa! 🗞️A matéria aborda o func...
20/08/2026

🤩 Mais uma contribuição na imprensa e, desta vez, no jornal “O Globo”, em sua versão impressa! 🗞️

A matéria aborda o funcionamento do Discord e os cuidados necessários com a saúde mental de adolescentes no ambiente digital.

Nela, falo sobre os impactos que esses ambientes podem trazer para os jovens, especialmente quando há pouca supervisão, isolamento, exposição excessiva e situações que podem ampliar suas vulnerabilidades.

Os acontecimentos que deram origem a essa matéria também dialogam diretamente com as reflexões do meu livro Imersão Digital e Suicídio: a mortificação do corpo na sociedade midiática, lançado em 2025 e disponível na Amazon, ou comigo, pelo direct.

Na obra, reflito sobre os efeitos da imersão digital sobre o corpo, as relações e o sofrimento psíquico.

Como psicóloga e doutora em Comunicação, acredito que precisamos falar cada vez mais sobre a relação entre tecnologia, comportamento e saúde mental, especialmente quando estamos falando de crianças e adolescentes.

Tecnologia faz parte da nossa vida. O desafio é não permitir que ela substitua o que é essencialmente humano: presença, vínculo, diálogo e cuidado.

Agradeço ao jornal “O Globo” pelo espaço, à minha assessoria Diversa Comunicação por mais essa oportunidade conquistada e a todos que acompanham, apoiam e compartilham o meu trabalho. ♥️

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