Psicóloga Joana Mattos

Psicóloga Joana Mattos 👨‍👩‍👧‍👦Psicóloga de Pais e Filhos
❤️Humana Como Você
🧠Neurociências das Emoções
🧩Edu Positiva

Clínica Ividere Minds

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11/08/2026

E se eu te dissesse que depender do seu parceiro não é, necessariamente, um problema?

A gente aprendeu a associar qualquer necessidade dentro de um relacionamento à tal “dependência emocional”.

Mas existe uma diferença enorme entre depender de alguém em alguns aspectos da vida e não conseguir existir sem essa pessoa.

Você pode sim querer fazer as coisas juntos. Querer estar perto. Querer contar sempre com ela. E, sim, depender dela em algumas (ou várias) áreas da vida.

Isso não significa que você perdeu sua autonomia. Significa que você CONSTRUIU UM VÍNCULO.

Isso não significa necessariamente que você diminui a sua independência.

Um relacionamento saudável não deveria ser aquele em que dizemos “eu não preciso de você”.

Um relacionamento saudável é aquele em que dizemos “eu posso contar com você sem deixar de ser eu.”

E essa diferença muda muita coisa.

Você concorda ou discorda de mim? Quero saber. 👀

06/08/2026

Se um evitativo conseguisse falar para além da dificuldade que tem de se abrir… talvez dissesse algo muito parecido com isso.

Este vídeo não representa todas as pessoas com apego evitativo.

Mas representa sentimentos que muitas delas nunca conseguiram colocar em palavras.

Ouça até o final.

Talvez ele mude a forma como você enxerga essa dinâmica.

💬 E me conta: qual parte mais mexeu com você?

04/08/2026

Quem tem apego evitativo não sente menos necessidade de amor.

Também não é uma pessoa “fria”, “sem sentimentos” ou que prefere ficar sozinha.

Na maioria das vezes, ela aprendeu que depender emocionalmente de alguém podia significar dor, rejeição, invasão ou decepção.

Por isso, quando um relacionamento começa a ficar mais íntimo, o cérebro interpreta essa proximidade como um possível risco.

E a estratégia de proteção costuma ser se afastar, se fechar ou agir como se não precisasse de ninguém.

O paradoxo é que, muitas vezes, quem mais evita a proximidade... também deseja profundamente se sentir amado.

A diferença é que o medo de se machucar acaba falando mais alto do que o desejo de se conectar.

Foi exatamente por isso que gravei este vídeo.

As frases que compartilho não são uma forma de convencer alguém a se abrir.

Elas ajudam a construir um ambiente emocional mais seguro, onde a outra pessoa possa perceber que existe espaço para se aproximar sem sentir que perderá a própria liberdade ou será julgada.

Mas vale lembrar uma coisa importante:

Compreender o apego evitativo não significa aceitar qualquer comportamento.

Empatia nunca deve significar abrir mão dos seus próprios limites.

Relacionamentos saudáveis são construídos por duas pessoas dispostas a cuidar da conexão.

💬 Você já conviveu com alguém que parecia querer proximidade, mas se afastava justamente quando a relação começava a ficar mais séria?

É comum passarmos muito tempo tentando entender por que sempre encontramos pessoas que nos machucam.Mas existe uma pergu...
04/08/2026

É comum passarmos muito tempo tentando entender por que sempre encontramos pessoas que nos machucam.

Mas existe uma pergunta que, muitas vezes, transforma muito mais do que a primeira:

O que, na minha história, faz com que eu permaneça em relações que me ferem?

Isso não significa que a culpa seja sua.

A responsabilidade pela violência, pela manipulação ou pelo abuso é sempre de quem escolhe praticá-los.

Mas a forma como aprendemos a amar, a colocar limites, a reconhecer o respeito e até a tolerar certos comportamentos começa muito antes da vida adulta.

Começa nas relações que vivemos na infância.

É por isso que o processo terapêutico não busca apenas entender quem te machucou.

Ele também ajuda você a compreender por que determinadas dinâmicas parecem familiares, por que certos padrões se repetem e o que precisa ser reconstruído para que, no futuro, você consiga escolher relações mais saudáveis.

A cura não está em mudar o outro.

Está em transformar aquilo que faz você acreditar que precisa permanecer onde não é amado com respeito.

💬 Você acredita que os relacionamentos da infância influenciam a forma como nos relacionamos na vida adulta?

03/08/2026

O que mais me preocupa nesse caso não é apenas o vídeo.

É perceber como tantas pessoas ainda olham para cenas como essa e pensam:

“Foi um momento de estresse.”

“Foi um caso isolado.”

“Foi tirado de contexto.”

Como psicóloga, eu gostaria de dizer que situações como essa são raras.

Mas eu estaria mentindo.

A violência emocional acontece muito mais do que imaginamos.

Ela nem sempre aparece em vídeos.

Nem sempre vira notícia.

Nem sempre deixa marcas no corpo.

Mas deixa marcas profundas no desenvolvimento emocional de uma criança.

Às vezes ela vem em forma de humilhações constantes.

De ameaças.

De gritos.

De medo.

De rejeição.

De silêncio.

De palavras que uma criança jamais deveria ouvir de quem deveria ser o seu lugar mais seguro.

E ela não escolhe classe social, profissão ou nível de escolaridade.

Ela acontece em famílias pobres.

Ela acontece em famílias ricas.

Ela acontece em casas onde, para quem olha de fora, parece estar tudo bem.

O que mais me preocupa é que ninguém nasce acreditando que ser humilhado, controlado, ameaçado ou desrespeitado faz parte do amor.

Isso é aprendido.

Nós construímos, na infância, as primeiras referências sobre como as pessoas se tratam, como resolvem conflitos, como exercem poder e como demonstram afeto.

É por isso que tantas pessoas chegam à vida adulta sem perceber que estão vivendo relações abusivas.

Não porque são fracas.

Não porque “gostam de sofrer”.

Mas porque, muitas vezes, cresceram acreditando que aquilo era normal.

Falar sobre isso não é para apontar o dedo.

É para romper um ciclo.

Porque toda criança merece crescer aprendendo que amor combina com respeito, segurança e acolhimento.

Nunca com medo.

💜 Se esse conteúdo fez sentido para você, compartilhe. Talvez ele ajude alguém a enxergar algo que nunca conseguiu colocar em palavras.

03/08/2026

A maioria das pessoas acredita que um relacionamento saudável é aquele em que quase não existem brigas.

Mas isso simplesmente não é verdade.

Conflitos fazem parte de qualquer relação entre duas pessoas.

A diferença está no que acontece depois deles.

Depois da discussão, vocês tentam provar quem estava certo…

ou tentam entender o que aconteceu e encontrar o caminho de volta um para o outro?

Relacionamentos não são fortalecidos pela ausência de conflitos.

São fortalecidos pela capacidade de reparar, pedir perdão, conversar e reconstruir a conexão.

Na próxima discussão, experimente trocar uma pergunta.

Em vez de questionar:

“Quem estava certo?”

Pergunte:

“O que nós precisamos fazer agora para voltarmos a ficar do mesmo lado?”

Às vezes, uma única pergunta é capaz de mudar completamente o rumo de uma conversa.

💬 Me conta nos comentários: qual você acha que é o maior desafio depois de uma discussão 👉 1, 2 ou 3?

1. pedir desculpas,
2. ouvir o outro
3. dar o primeiro passo

02/08/2026

Filhos aprendem muito mais observando do que ouvindo.

Eles observam como os pais conversam.

Como resolvem os conflitos.

Como demonstram carinho.

Como pedem perdão.

Como reparam uma mágoa.

E, aos poucos, vão construindo uma ideia silenciosa sobre como duas pessoas que se amam devem se tratar.

Isso não significa que precisamos ser pais perfeitos.

Significa que precisamos lembrar que cada pedido de desculpas, cada gesto de respeito e cada reconciliação também educam.

Porque um dia alguém ocupará, na vida do seu filho, o lugar que hoje é de vocês.

E, quando esse dia chegar, é bem possível que ele reconheça no outro aquilo que um dia viu dentro da própria casa.

Agora eu quero te fazer uma pergunta:

👉 Qual foi a maior lição sobre amor que você aprendeu observando os seus pais?

(Se essa pergunta mexeu com você, compartilhe este vídeo com alguém que também é pai, mãe ou pretende construir uma família.)

28/07/2026

A gente pesquisa a melhor escola.

Pesquisa o melhor pediatra.

Pesquisa qual cadeirinha é mais segura para o carro.

Mas será que dedica o mesmo cuidado para escolher quem ocupa horas da atenção dos nossos filhos todos os dias?

A forma como cada família lida com as telas é uma escolha. Essa é a forma como nós escolhemos fazer aqui em casa.

Não escrevi este vídeo para dizer que existe uma única maneira certa de educar. Escrevi porque acredito que essa é uma pergunta importante demais para ser ignorada.

Você concorda ou discorda de mim? Quero saber a sua opinião!

28/07/2026

Quantas discussões poderiam terminar de um jeito completamente diferente se, em vez de tentar convencer o outro de que ele está exagerando, a gente tentasse entender o que ele está sentindo?

A maioria dos conflitos não cresce por causa do problema em si.

Ele cresce porque, em algum momento da conversa, uma das pessoas deixa de se sentir compreendida.

E quando isso acontece, a discussão muda de objetivo.

Ela deixa de ser sobre encontrar uma solução.

E passa a ser sobre provar que a própria dor faz sentido.

É por isso que uma pergunta costuma abrir muito mais espaço do que uma afirmação.

Em vez de dizer:

“Você está exagerando.”

Experimente perguntar:

“Me ajuda a entender por que isso te machucou tanto?”

Você não precisa concordar com a reação da outra pessoa.

Mas tentar compreender o que existe por trás dela pode mudar completamente o rumo da conversa.

💬 Na sua opinião, qual é o maior erro que as pessoas cometem durante uma discussão?

Quero ler as respostas de vocês.

25/07/2026

Porque você gosta de quem te faz sofrer?

Essa talvez seja uma das perguntas mais difíceis de responder quando falamos sobre relacionamentos.

Mas e se a resposta não estiver no seu último namoro?

E se ela estiver na forma como o seu cérebro aprendeu a reconhecer o amor muito antes disso?

Aqui eu explico por que, muitas vezes, não buscamos conscientemente o sofrimento. Buscamos aquilo que o nosso cérebro aprendeu, lá atrás, a identificar como amor.

E a boa notícia é que esse “mapa” não é definitivo. Ele pode ser compreendido, ressignificado e transformado.

💬 Me conta nos comentários: você conhece alguém assim?

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