Dr. Adolfo Gabriel

Dr. Adolfo Gabriel 👨🏻‍⚕️ Ginecologista e Obstetra / Especialista em Laparoscopia e Histeroscopia

12/06/2026

“Tenho endometrioma de 6 cm, miomas, dores constantes e comecei Pietra ED. Que cirurgia devo esperar? O medicamento pode ajudar?”

Primeiramente, é importante entender que a decisão cirúrgica não é baseada apenas no tamanho de um cisto ou na presença de miomas. O planejamento depende de uma análise completa do quadro clínico, dos sintomas, dos exames de imagem, da idade da paciente, dos antecedentes cirúrgicos e dos objetivos de tratamento.

Por isso, durante a consulta com o especialista, poderão ser discutidos diferentes cenários:
✔️ tratamento clínico e acompanhamento
✔️ cirurgia para tratamento da endometriose
✔️ abordagem dos miomas uterinos
✔️ tratamento combinado quando coexistem múltiplas doenças ginecológicas

E quanto ao Pietra ED?

Esse medicamento contém dienogeste, uma medicação amplamente utilizada no tratamento da endometriose. Seu objetivo é reduzir a atividade da doença e controlar a inflamação associada. ✨

O mais importante nesse momento é compreender que os exames ajudam a direcionar o tratamento, mas a decisão final depende da correlação entre imagem, sintomas e impacto real na vida da paciente. Cada caso precisa ser analisado de forma individualizada para que a conduta seja segura e adequada. 🌷

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👨‍⚕️ Ginecologista e Obstetra
🔹 Cirurgia ginecológica minimamente invasiva – Laparoscopia e Histeroscopia
🔹 Tratamento de Endometriose, Miomas, Cistos Ovarianos, Adenomiose e Dor Pélvica Crônica
🔹 Planejamento Familiar e Saúde Hormonal Feminina

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10/06/2026

“Dr., poderia falar sobre os cistos paraovarianos?”

Essa é uma dúvida muito frequente quando uma paciente recebe o resultado de um ultrassom e se depara com um termo que nunca tinha ouvido antes: cisto paraovariano. 💛

Ele se desenvolve ao lado do ovário, geralmente entre o ovário e a tuba uterina, a partir de pequenos remanescentes embrionários que permanecem nessa região desde o desenvolvimento fetal.

Por isso, apesar de muitas vezes serem confundidos com cistos ovarianos, eles são estruturas diferentes.

Na maioria dos casos, os cistos paraovarianos apresentam características benignas e são descobertos por acaso durante exames de rotina.

Muitas mulheres não apresentam nenhum sintoma. Porém, dependendo do tamanho, podem ocorrer:
🔹 sensação de peso pélvico
🔹 desconforto abdominal
🔹 dor pélvica
🔹 sensação de aumento do volume abdominal

E uma dúvida muito comum é:
“Precisa operar?”

A resposta depende de diversos fatores.

A avaliação deve considerar:
✔️ tamanho do cisto
✔️ características observadas no ultrassom ou ressonância
✔️ presença de sintomas
✔️ crescimento ao longo do acompanhamento
✔️ idade da paciente
✔️ impacto na qualidade de vida

Em muitos casos, especialmente quando o cisto é pequeno, possui aspecto benigno e não causa sintomas, o acompanhamento periódico pode ser suficiente. ✨

Por outro lado, cistos maiores podem aumentar o risco de complicações como torção da tuba ou do ovário, além de provocar desconforto significativo, situações que podem levar à indicação cirúrgica.

Outro ponto importante é que o diagnóstico correto faz toda a diferença. Às vezes, uma imagem inicialmente descrita como cisto ovariano pode, após avaliação especializada, ser identificada como um cisto paraovariano, mudando completamente a interpretação do caso e a estratégia de acompanhamento.

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03/06/2026

👶 Miomas e gestação: é possível engravidar?

Miomas nem sempre impedem a gravidez, mas em alguns casos podem dificultar a implantação do embrião ou gerar complicações gestacionais.
Com acompanhamento especializado e, se necessário, miomectomia laparoscópica, muitas mulheres conseguem engravidar com segurança.
O segredo é personalizar o tratamento e respeitar a individualidade de cada caso.

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👶 Miomas e gestação: é possível engravidar?Miomas nem sempre impedem a gravidez, mas em alguns casos podem dificultar a ...
03/06/2026

👶 Miomas e gestação: é possível engravidar?

Miomas nem sempre impedem a gravidez, mas em alguns casos podem dificultar a implantação do embrião ou gerar complicações gestacionais.
Com acompanhamento especializado e, se necessário, miomectomia laparoscópica, muitas mulheres conseguem engravidar com segurança.
O segredo é personalizar o tratamento e respeitar a individualidade de cada caso.

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Dia 01/06/todo ano…..é só mais uma data, mas que para nós significa algo a mais.O dia em que oficializamos nossa união, ...
01/06/2026

Dia 01/06/todo ano…..é só mais uma data, mas que para nós significa algo a mais.
O dia em que oficializamos nossa união, que demos esse grande passo em nossas vidas.
Quando começamos a planejar algo a mais (tão maravilhoso e que não tínhamos ideia de como seria) como nossos filhos, buscar conquistas pessoais, profissionais e familiares……esse dia estará sempre marcado em nossas vidas e é o marco para renovarmos nosso amor, nossas forças, nossa união….te amo! .mam

30/05/2026

8 anos de casamento com o amor da minha vida .mam ……

27/05/2026

Laqueadura: liberdade ou arrependimento?

A laqueadura é um método definitivo e seguro de anticoncepção.
É uma decisão importante, que deve ser tomada com consciência, após reflexão e orientação médica.
Com técnicas minimamente invasivas, a laqueadura pode ser realizada de forma rápida e com recuperação tranquila — garantindo segurança e autonomia à mulher.

A decisão sobre a maternidade é pessoal e deve ser sempre respeitada.

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15/05/2026

“Coloquei o DIU Mirena… mas continuo com dores, escapes e desconforto. E agora?”

Essa é uma dúvida muito mais comum do que parece. 💛
Muitas mulheres passam anos convivendo com dores pélvicas intensas sem entender a verdadeira origem do problema — e só recebem o diagnóstico correto após exames mais específicos, como a ultrassonografia com preparo intestinal.

A adenomiose difusa é uma condição inflamatória do útero que pode provocar sintomas extremamente limitantes:
🔹 Cólicas fortes
🔹 Dor pélvica crônica
🔹 Sensação de peso abdominal
🔹 Sangramentos prolongados
🔹 Escapes frequentes
🔹 Dor nas relações
🔹 Impacto emocional e desgaste constante

O DIU hormonal, como o Mirena, pode sim ajudar muitas pacientes porque reduz o estímulo hormonal sobre o endométrio e costuma diminuir sangramento e dor. Porém, nem todas as mulheres conseguem adaptação adequada ao método.

Quando a paciente continua apresentando dores importantes, escapes persistentes, sensação de ardência ou desconforto contínuo, é fundamental reavaliar cuidadosamente:
✔️ a intensidade da adenomiose
✔️ possível associação com endometriose
✔️ posicionamento do DIU
✔️ outras causas ginecológicas e inflamatórias
✔️ qualidade de vida da paciente

E existe um ponto muito importante: tratamento não deve ser apenas “tolerar sintomas”. O objetivo é devolver funcionalidade, conforto e qualidade de vida. ✨

Cada caso precisa ser individualizado. Algumas pacientes melhoram muito com tratamento hormonal; outras necessitam mudança de estratégia terapêutica, acompanhamento especializado ou até abordagem cirúrgica, dependendo da gravidade e dos objetivos da mulher.

Por isso, ouvir o corpo e validar o próprio sofrimento faz parte do processo de cuidado. Dor constante nunca deve ser normalizada.

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11/05/2026

“Descobri a adenomiose enquanto já tomava dienogeste… é normal quase não ter sintomas?”

Sim — e isso pode acontecer justamente porque o tratamento hormonal já está atuando no controle da doença.

A adenomiose não se comporta da mesma forma em todas as pacientes. Algumas apresentam:

✔️ Cólicas intensas
✔️ Sangramento aumentado
✔️ Dor pélvica contínua

Enquanto outras podem ter:

✔️ Sintomas leves
✔️ Pouca alteração menstrual
✔️ Ou até períodos praticamente sem sintomas

👉 No seu caso, existe um detalhe muito importante:

Você já estava utilizando dienogeste, um medicamento frequentemente usado no controle de doenças hormonodependentes como:

✔️ Endometriose
✔️ Adenomiose

Isso significa que o hormônio provavelmente já vinha reduzindo:

✔️ A atividade inflamatória
✔️ O estímulo hormonal sobre a doença
✔️ O sangramento menstrual

👉 Ou seja: o fato de não apresentar sintomas importantes pode, sim, estar relacionado à eficácia do tratamento.

Mas e essas cólicas recentes?

✔️ Pequenas oscilações podem acontecer
✔️ Nem sempre significam piora grave da doença
✔️ Mas também não devem ser ignoradas se começarem a aumentar em frequência ou intensidade

O mais importante é acompanhar:

✔️ Evolução dos sintomas
✔️ Resposta ao tratamento
✔️ Impacto na qualidade de vida

👉 E aqui vai um ponto essencial:
❌ Adenomiose não significa obrigatoriamente sofrimento intenso
✔️ Existem pacientes muito bem controladas clinicamente por longos períodos

Cada organismo responde de maneira diferente — e o acompanhamento individualizado faz toda a diferença.

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08/05/2026

“Fui diagnosticada com endometriose/adenomiose, mas quase não tenho sintomas… isso é normal?”

Sim — e essa é uma situação mais comum do que muitas pessoas imaginam.

Existe uma ideia de que toda paciente com endometriose ou adenomiose obrigatoriamente terá:

✔️ Cólicas intensas
✔️ Sangramento excessivo
✔️ Dor incapacitante

Mas a realidade é mais complexa.

👉 Algumas pacientes podem apresentar:

✔️ Poucos sintomas
✔️ Sintomas leves
✔️ Ou até serem praticamente assintomáticas

No seu caso, o principal sintoma relatado é o estufamento abdominal, que pode, sim, estar relacionado à endometriose — principalmente quando há componente inflamatório ou acometimento intestinal.

Mas atenção:

👉 Nem todo estufamento abdominal é causado pela endometriose.

Também podem existir causas digestivas associadas, como:

✔️ Sensibilidade alimentar
✔️ Alterações intestinais
✔️ Síndrome do intestino irritável

Outro ponto muito importante:

👉 A intensidade dos sintomas nem sempre acompanha a extensão da doença.

Ou seja:

✔️ Existem pacientes com doença extensa e poucos sintomas
✔️ E pacientes com pequenos focos e muita dor

Por isso, o acompanhamento individualizado faz toda a diferença.

❌ Ter poucos sintomas não invalida o diagnóstico
✔️ Mas também significa que nem toda paciente precisará de tratamento agressivo ou cirurgia

O mais importante é avaliar:

✔️ Impacto na qualidade de vida
✔️ Evolução ao longo do tempo
✔️ Objetivos reprodutivos e hormonais da paciente

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