Karin Kenzler Psicologia

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Karin Kenzler Psicologia Psicóloga clínica com mais de 30 anos de carreira. Atendimentos também em alemão! (desde 1991). (1991/1994). (2006 – 2007). (1991 – 3 meses).

Atendimento clínico em consultório particular: psicoterapia de casal e família, psicoterapia individual de crianças, adolescentes e adultos. FORMAÇÃO

Faculdade de Psicologia da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo-Graduação (1985/1989)

Faculdade de Filosofia da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo-incompleto (1985)

Escola Rudolf Steiner de São Paulo Ensino Médio e Fundamental (1972/1984)


IDIOMAS

Português
Alemão (fluente)
Inglês (básico)


EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL

COLÉGIO HUMBOLDT – São Paulo – SP
Psicóloga escolar responsável pelos programas de prevenção a dr**as, programa de prevenção ao bullying, plano de inclusão, orientação sexual, orientação de pais professores e alunos, avaliação, encaminhamento e acompanhamento de alunos com dificuldades de aprendizagem e/ou emocionais, observações e intervenções em sala de aula, promoção de eventos com palestrantes convidados e, coordenação de um “Grupo de Pais’, mensal, em alemão e português, onde são debatidos temas referentes à educação de adolescentes e crianças. (desde Jan 2011)

PHOENIX THERAPEUTICUM – São Paulo-SP
Atendimento clínico em consultório particular: psicoterapia para casais, adultos, adolescentes e crianças. Acompanhamento terapêutico de pacientes psiquiátricos /Atendimento clínico em Terapia Artística / Aulas de alemão para executivos. ATLETAS DO PISCINÃO – Projeto Social com crianças e adolescentes da favela da Águas Espraiadas – psicologia do esporte, dinâmicas de grupo e discussão de temas referentes à juventude (família, dr**as, sexualidade, violência, futuro...) KIEMBAUM CONSULTORES – São Paulo-SP
Responsável pela seleção de currículos, fechamento e organização de arquivos dos mesmos. FRAUENHOFER GESELLSCHAFT – (Instituto de Pesquisa) - Munique-Alemanha
Estágio no Departamento de Desenvolvimento Pessoal (desenvolvimento de questionário de avaliação pessoal, de avaliação do relacionamento entre funcionários e chefes e de satisfação com o emprego. Desenvolvimento de roteiros para diálogos de avaliação, promoção e seleção de pessoal).(1991)

HOSPITAL UNIVERSITÁRIO EPPENDORF – Alemanha
Estágio de aprendizagem do tratamento de pacientes psiquiátricos (entrevista, anamnese, terapia de grupo e individual) – 480 horas (1990). HOSPITAL COMUNITÁRIO DE HERDECKE – Alemanha
Estágio em psiquiatria de jovens e adultos. Participação em terapia de grupos, famílias, individual, e nas terapias artísticas e de trabalho como: modelagem, pintura, jardinagem, tecelagem, marcenaria, teatro, hipoterapia, musicoterapia, euritmia e terapia de contos de fada – 480 horas. (1990)

HOSPITAL OSWALDO CRUZ – (São Paulo). Estágio de atuação como auxiliar de enfermagem – 100 horas.(1985)


CURSOS COMPLEMENTARES

• Psicodrama aplicado à terapia de casal – Instituto J.L. Moreno 40 horas (2009)

• Capacitação em mediação – Instituto Familiae: 1 ano de aulas teóricas e 2 anos de atendimentos supervisionados em mediação. (2003/2005)

• Bloqueios emocionais na aprendizagem – IPPIA – Instituto de Psiquiatria e Psicoterapia da Infância e Adolescência – 8 horas. (2001)

• Formação em Psiquiatria e Psicoterapia de criança e adolescentes – IPPIA – Instituto de Psiquiatria e Psicoterapia - 2 anos. (2001)

• Grupo de estudos de psicoterapia familiar supervisionado pela Docente Maria Luiza Dias (psicóloga, mestre em Ciências Sociais e Doutorado em Psicologia; professora na Universidade Mackenzie e no Instituto Pieron; diretora da Laços – Núcleo de Estudos e Reciclagem da Família). (1999/2000)

• Especialização em Psicanálise da Criança – IPPA – Instituto Pieron de Psicologia Aplicada – 32 horas (1998)

• Extensão em te**es e dinâmicas de grupo em Orientação Vocacional – IPPA – Instituto Pieron de Psicologia Aplicada – 24 horas. (1999)

• Extensão em Terapia de Casal e Família – IPPA – Instituto Pieron de Psicologia Aplicada – 32 horas. (1998)

• Supervisão individual de atendimento em terapia de casal e família, sob a coordenação da Professora Maria Luiza Dias. (1998/2005)

• 1º Congresso Brasileiro de Psicoterapia Junguiana – EPPA – Escola Paulista de Psicologia Avançada – 39 horas. (1991)

• Terapia Artística dos 4 Temperamentos com Monika e Lyonel Rosales (Terapêutas Artísticos) – 48 horas. (1991)

• Técnicas de Recrutamento e Seleção de Pessoal – (MR-Reiner Assessoria e Orientação em psicologia Empresarial S/C LTDA) – 30 horas. (1991)

• Diploma da Língua Alemã – Ministério da Cultura da República Federativa Alemã.(1991)

• Aperfeiçoamento para Língua Alemã – Associação Cultural de Gramado-RS.

12/10/2026

Você pode até conseguir que seu adolescente faça alguma coisa no grito, na bronca ou na ameaça.
Mas isso não significa que funcionou.

Quando as brigas viram rotina, o adolescente pode até obedecer naquele momento — mas vai se desconectando afetivamente de você.

E aí está o problema: na adolescência, você já não consegue controlar tudo. Por isso, ser escutada vale muito mais do que ganhar uma briga.

Escolha suas batalhas. Nem tudo precisa virar um confronto. Avalie o que realmente importa, converse, coloque limites quando necessário e, principalmente, seja exemplo da forma como você gostaria que seu filho lidasse com os conflitos.

Autoridade não se constrói no grito. Se constrói na relação.

11/10/2026

Seu adolescente grita, xinga ou te desrespeita? E você responde gritando, exigindo que ele fale baixo e te respeite?

Não adianta exigir uma atitude que você mesma não consegue demonstrar!

Nessas horas, mais importante do que suas palavras é o seu exemplo.

Olhe firme e diga com calma: “Aqui em casa não nos tratamos assim. Estou disposta a conversar, mas sem xingamentos e desrespeito.”

Sem gritaria, sem agressividade, mas com firmeza!

Porque respeito não se ensina aos gritos. Se ensina pelo exemplo.

10/10/2026

O quarto bagunçado, as respostas atravessadas, a dificuldade de conversar, a sensação de que você precisa pedir mil vezes a mesma coisa…

Eu sei. Tem dias em que ser mãe de adolescente é de enlouquecer.

Mas os meus filhos já têm 30 anos. E posso te contar uma coisa do outro lado dessa história: passa.

Eles crescem, vão embora, constroem a própria vida. E aquele adolescente que hoje bate boca com você pode virar um adulto que é seu amigo, seu parceiro, alguém com quem você adora estar.

Por isso, cuidado para não transformar esses anos numa guerra permanente tentando corrigir cada detalhe.

Eduque, coloque limites, converse, insista no que é importante. Mas não deixe de curtir seu filho enquanto ele ainda está aí, pertinho de você.

Porque passa. E, por incrível que pareça, algumas coisas que hoje te tiram do sério ainda vão deixar saudade.

09/10/2026

Seu adolescente acha que sabe tudo, desdenha dos seus conselhos, te corrige o tempo todo e ainda parece não querer mais seu carinho?

Eu sei o quanto isso machuca e desgasta uma mãe!

Mas, por trás dessa aparente arrogância, muitas vezes existe um adolescente inseguro, tentando se sentir tão capaz quanto você.

E por trás do afastamento afetivo existe uma necessidade importante: conquistar autonomia, construir sua identidade e aprender a caminhar com as próprias pernas.

Ele não deixou de te amar. Está aprendendo a ser alguém separado de você.

Entender essa fase muda completamente a maneira de lidar com ela!

08/10/2026

Cuido do essencial na adolescência do seu filho, e não se desgaste com aquilo que vai passar com a fase.

1. Controle o tempo de tela. Fazer bons combinados de até 2hs te tela por dia e fiscalizar. Essa regra deve se manter aos finais de semana.

2. Rotina saudável: alimentação saudável e pelo menos oito horas de sono. A rotina deve se manter também aos finais de semana, com excessões, é claro, para festas, eventos…

3. Limites claros, em concordância entre pai e mãe. Filhos que sabem o que pode e o que não pode se tornam mais seguras e tranquilas.

4. Não mime o seu filho. Amor e carinho a vontade, o que não pode é fazer por ele o que ele já sabe e consegue fazer sozinho, senão você tira a autonomia dele.

5. Passe tempo de qualidade com seu filho. Mesmo você pai e mãe que trabalham muito podem fazer isso, porque é uma questão de qualidade e não quantidade. O seu filho precisa perceber que é o centro da sua atenção naquele momento.

Desta forma você economiza tempo no futuro e evita muita muita dor de cabeça.

07/10/2026

O Cutting ou automutilação é uma tendência que tem aumentado entre crianças e jovens, e é uma forma de lidar com um sofrimento psíquico o qual não conseguem verbalizar ou expressar.

É uma forma de se punir e aliviar uma dor psíquica através da dor física. Também é um pedido de ajuda, de socorro!

Procure ajuda profissional e se mostre sempre aberta para conversar sem julgar ou criticar. A ideia é escutar mais do que falar, com o intuído de fazer com que a criança se sinta compreendida, escutada e acolhida.

06/10/2026

Seu adolescente provoca, responde, desafia… e parece saber exatamente onde apertar para tirar você do sério.

Mas você não precisa entrar no jogo.

Quando você muda a sua reação, quebra o ciclo do embate e abre espaço para que ele pense sobre o próprio comportamento.

Às vezes, a melhor estratégia não é reagir mais. É reagir diferente.

E é justamente aí que você começa a recuperar sua autoridade sem precisar gritar, ameaçar ou entrar em guerra.

Seu adolescente provoca? Mude a estratégia, não aumente o tom.

05/10/2026

Seu filho virou adolescente. E, com essa fase, vêm mudanças, desafios e situações para as quais muitas vezes ninguém preparou você.

Mas adolescência não precisa ser sinônimo de guerra dentro de casa. É possível atravessar essa fase de forma mais tranquila — desde que você saiba o que esperar do seu adolescente, tenha estratégias para lidar com os desafios e, principalmente, entenda o que é esperado de você como mãe ou pai nessa nova fase.

Porque seu filho mudou. E a sua forma de educar também precisa mudar.

Se você sente que precisa de ajuda para fazer essa travessia com mais segurança e menos conflitos, comente ÚNICA.

04/10/2026

Educar adolescente exige pulso firme. Mas firmeza não é gritar, ameaçar, castigar ou querer controlar tudo.

Limite é necessário. Regra também. Mas eles funcionam muito melhor quando vêm acompanhados de diálogo, respeito e conexão.

Você pode sustentar um “não” sem transformar a relação numa guerra.
Porque autoridade não está na dureza. Está na segurança de quem sabe colocar limites sem perder o vínculo.

03/10/2026

Pare de educar seu adolescente por meia hora!

Mãe de adolescente também entra numa fase difícil.

É “vai estudar”, “larga o celular”, “arruma seu quarto”, “você já fez aquilo?”, conselho, orientação, correção… tudo a toque de caixa.

E, sem perceber, a relação vai ficando resumida a cobranças e comandos.

Seu filho precisa de momentos em que você se aproxime sem querer corrigir nada. Sem dar conselho. Sem pedir nada. Sem aproveitar a conversa para falar da escola, da bagunça ou das responsabilidades.

Nem que seja meia hora por dia.

Sem celular. Sem julgamento. Sem comandos.

Só vocês dois, conversando, rindo, assistindo alguma coisa, comendo juntos ou simplesmente estando perto.

Porque conexão também se constrói quando você deixa de ser, por alguns minutos, a mãe que administra a vida dele e volta a ser a pessoa com quem ele gosta de estar.

Endereço

Rua Ministro Roberto Cardoso Alves, 431-Alto Da Boa Vista
São Paulo, SP
04737-000

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 08:00 - 20:00
Terça-feira 08:00 - 20:00
Quarta-feira 08:00 - 20:00
Quinta-feira 08:00 - 20:00
Sexta-feira 08:00 - 20:00

Telefone

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