Dr. Francisco Cardoso

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Dr. Francisco Cardoso Médico Infectologista

18/09/2026

Um surto de norovírus atingiu 145 passageiros e 15 tripulantes do Caribbean Princess durante uma viagem pelo Caribe.
O caso aconteceu em um cruzeiro, mas o risco está muito mais perto de você.
O norovírus pode se espalhar rapidamente dentro de casas, escolas, hospitais, restaurantes e festas.
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O PL 1.254/2026, apresentado pelo deputado Helder Salomão, do PT, já propõe regras para o uso de inteligência artificial...
17/09/2026

O PL 1.254/2026, apresentado pelo deputado Helder Salomão, do PT, já propõe regras para o uso de inteligência artificial na saúde.

A discussão política começou.

E esse é justamente o problema de o médico continuar tratando IA como curiosidade, modinha ou uma ameaça distante.

Se você não entende como a tecnologia funciona, onde ela ajuda e quais são os seus limites, vai assistir outras pessoas decidirem tudo isso por você.

Antes de discutir como a IA deve ser regulamentada na Medicina, o médico precisa aprender a usá-la na prática.

Você acha que a classe médica está acompanhando essa transformação na velocidade necessária? Fale nos comentários.

17/09/2026

🩺Vitoria do CFM! Acabou o projeto de lei de violência obstétrica que queria prender médicos por 15 anos por salvar a grávida! Novo parecer ao PL nº 2.373/2023 acolhe proposta do CFM e preserva a atuação médica*

🗞️ A deputada Rogéria Santos (Republicanos/BA) apresentou o Parecer nº 14 ao PL nº 2.373/2023, com um substitutivo inteiramente novo que acolhe a proposta recomendada pelo Conselho Federal de Medicina (CFM). O texto abandona a criminalização específica do ato médico e direciona a responsabilização para gestores públicos e privados por falhas institucionais que comprometam a segurança da assistência à gestante, à parturiente, à puérpera ou ao recém-nascido.

*📊 Principais pontos:*

* substituição do conceito de “violência obstétrica” pelo enfoque na violência institucional;
* preservação da autonomia médica e das decisões clínicas fundamentadas em evidências científicas e normas éticas e técnicas;
* responsabilização dos gestores por falhas evitáveis de infraestrutura, pessoal, medicamentos, equipamentos, analgesia e transferência;
* exigência de presença de médico obstetra, anestesiologista e pediatra ou neonatologista nas maternidades;
* previsão de pena de um a três anos de reclusão para a omissão do gestor, com agravamento nos casos de lesão grave ou morte.

📌 *Próximos passos:* acompanhar a inclusão do PL nº 2.373/2023 na pauta da CPASF e atuar pela preservação integral do Parecer 14 durante a votação. Caso aprovado na comissão, o projeto deverá seguir para análise da Comissão de Saúde e da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

17/09/2026

A inteligência artificial pode inventar informações, reproduzir vieses e apresentar respostas falsas com aparência de certeza.
Isso exige verificação, não confiança cega e nem rejeição automática.
O risco depende da tarefa, do impacto da resposta e da supervisão humana.
Compartilhe este vídeo com um médico que precisa entender essa diferença.

16/09/2026

Os medicamentos GLP-1 podem atrasar o esvaziamento do estômago.
Por isso, antes de uma cirurgia ou procedimento com sedação, não basta apenas dizer quantas horas você ficou sem comer.
Informe o uso do medicamento, a dose, a data da última aplicação e se está apresentando náusea, vômito ou sensação de estômago cheio.
Não interrompa o tratamento por conta própria.
Salve e siga o perfil para mais conteúdos sobre segurança no uso de GLP-1.

15/09/2026

O CFM está mudando... ainda bem!

Instituições médicas não deveriam existir para proteger grupos, cargos ou relações antigas de poder.

Quando uma estrutura passa décadas ouvindo sempre as mesmas pessoas, o problema não é apenas a lentidão. Aos poucos, determinadas decisões começam a parecer “técnicas” quando, na prática, também refletem interesses, disputas internas e conflitos que quase nunca chegam ao médico comum.

Renovar o CFM não significa transformar o Conselho em algo permissivo. Significa fazer com que ele volte a servir ao médico, acompanhe as mudanças da profissão e tenha coragem de rever práticas que já não fazem sentido.

E isso inevitavelmente incomoda quem estava confortável com o modelo anterior.

15/09/2026

Durante a pandemia, vivi uma situação que jamais imaginei enfrentar como médico: perceber que o debate sobre saúde muitas vezes deixava o ambiente técnico e passava a ser conduzido por outros setores da sociedade.

Jornalistas, políticos, autoridades e especialistas passaram a ocupar diariamente o debate público sobre medicina, enquanto muitos profissionais de saúde sentiam dificuldade para apresentar opiniões divergentes.

Comunicação é fundamental em uma crise sanitária. Mas decisões médicas precisam ser discutidas com evidências, experiência clínica, responsabilidade e abertura ao contraditório.

A pandemia passou, mas essa discussão continua necessária: quem deve pautar o debate sobre saúde?

Deixe sua opinião nos comentários e siga meu perfil para mais reflexões sobre medicina, ciência e saúde.

14/09/2026

A vacinação contra a COVID-19 ainda gera dúvidas, principalmente em relação aos reforços, à duração da proteção e à diferença entre reduzir formas graves da doença e impedir completamente a infecção.

É importante lembrar que nenhuma vacina precisa bloquear 100% das infecções para ser considerada eficaz. Diferentes vacinas têm objetivos, níveis de proteção e esquemas distintos, que também podem mudar conforme novas evidências surgem.

O problema é quando dúvidas legítimas se transformam em desconfiança de todas as vacinas, inclusive daquelas responsáveis pelo controle de doenças como o sarampo.

Precisamos voltar a discutir vacinação com evidências, transparência e sem transformar perguntas em rótulos.

E você, acha que a pandemia mudou a confiança das pessoas nas vacinas? Comente e siga meu perfil para acompanhar mais conteúdos sobre infectologia, vacinas e saúde.

13/09/2026

A inteligência artificial pode ampliar o raciocínio ou apenas entregar uma resposta pronta.

Tudo depende da forma como o médico utiliza a ferramenta.

Formule suas hipóteses, peça contrapontos, verifique as fontes e mantenha a decisão clínica sob sua responsabilidade.

Em que momento a IA deixa de ser apoio e vira dependência? Conte nos comentários.

13/09/2026

Durante a pandemia, chegamos ao ponto de adaptar palavras, cifrar mensagens e buscar outras formas de falar sobre determinados assuntos nas redes sociais.

Naquele momento, eu não imaginava que, poucos anos depois, estaríamos novamente discutindo esses temas de maneira tão aberta.

Hoje, documentos, depoimentos e novas informações permitem revisitar decisões tomadas naquele período e discutir o que acertamos e o que poderia ter sido diferente.

Isso não significa aceitar automaticamente toda nova narrativa que aparece. Significa defender algo essencial para a ciência: liberdade para questionar, confrontar versões com evidências e rever conclusões quando surgem novos dados.

Depois de tudo o que vivemos, poder voltar a debater abertamente esses assuntos já é, por si só, uma reflexão importante.

E você, acredita que hoje existe mais espaço para discutir o que aconteceu durante a pandemia? Deixe sua opinião nos comentários e siga meu perfil para acompanhar mais reflexões sobre medicina, ciência e saúde.

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