01/04/2026
Na termografia, outra intercorrência que costuma gerar muitas dúvidas é o seroma.
O seroma apresenta características bem específicas e, de forma geral, não sofre grandes modificações ao longo do pós-operatório.
No entanto, existe um fator importante que pode alterar esse padrão: a infecção.
Quando infectado, o seroma passa a apresentar um comportamento hiperradiante, com assimetrias quantitativas, que podem indicar tanto um bom quanto um mau prognóstico, dependendo da evolução.
Nesses casos, a avaliação termográfica evolutiva é fundamental, assim como a comunicação imediata com a equipe médica.
O caso que compartilho aqui é de uma aluna da mentoria .fisio, que realizou uma análise qualitativa e quantitativa com excelência, identificando sinais sugestivos de seroma infectado e comunicando a equipe de forma adequada.
Reforçando: a termografia, assim como outros exames complementares, não substitui a avaliação clínica, mas agrega informação valiosa para a tomada de decisão.