04/08/2026
As unhas podem revelar muito mais do que apenas aspectos estéticos. Isso porque alterações na cor, textura, espessura, formato ou até sua velocidade de crescimento podem ser sinais importantes de que algo no organismo não vai bem.
Nesse sentido, diferentes mudanças podem estar associadas a condições específicas:
1. Unhas quebradiças – podem estar relacionadas a deficiências nutricionais, como falta de ferro, além de anemia ou alterações hormonais, como disfunções da tireoide;
2. Unhas amareladas – podem indicar infecções fúngicas (micoses) e, em alguns casos, doenças como psoríase ou até alterações sistêmicas, como doenças respiratórias crônicas;
3. Unhas esbranquiçadas – podem estar associadas à deficiência de proteínas, anemia ou problemas renais. Já pequenos pontos brancos geralmente estão ligados a traumas locais, como os que podem ocorrer durante o trabalho da manicure;
4. Unhas espessadas – especialmente nos pés, podem surgir por micoses, psoríase ou ainda por traumas repetitivos, sendo mais comuns em idosos devido a alterações anatômicas e articulares.
Além disso, o líquen plano pode afetar as unhas. Trata-se de uma doença inflamatória autoimune que pode provocar alterações na superfície ungueal e, em alguns casos, atingir apenas as unhas ou estar associada a lesões na pele e nas mucosas. Em situações mais específicas, pode surgir um sinal chamado de pterígio ungueal, que ajuda na suspeita diagnóstica dessa condição.
Portanto, alterações nas unhas não devem ser vistas isoladamente, já que podem ser pistas importantes de doenças sistêmicas ou dermatológicas que exigem avaliação especializada.
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