07/10/2026
Duas pessoas podem passar a mesma hora nas redes e sair dali com experiências completamente diferentes.
Por isso, olhar apenas para quantos minutos o adolescente ficou no celular diz pouco sobre aquilo que ele encontrou, repetiu, comparou ou levou consigo depois de fechar o aplicativo.
O feed não é um diagnóstico do estado emocional de ninguém. Mas também não é uma sequência aleatória de conteúdos.
Talvez esteja faltando uma pergunta nas conversas sobre tela: não só “quanto tempo?”, mas “o que esse tempo tem mostrado para você?”
Dra. Ilana Holender Rosenhek
Pós-graduada em Psiquiatria
CRM 89480 - SP | RQE Nº: 82482