Doze por Oito - Cardiologia

Como chegar

Doze por Oito - Cardiologia Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Doze por Oito - Cardiologia, Medicina e saúde, São Paulo.

10/10/2026

Conversamos com o Diandro Mota sobre um tema super atual: a inteligência artificial e os dispositivos de tecnologia no esporte. O Diandro foi um dos autores do capítulo de Esportes de Alto Rendimento, Dispositivos tecnológicos e Inteligência Artificial do nosso livro de Cardiologia do Exercício. Uma honra ter um conhecedor profundo do assunto no livro!

09/10/2026

Tratar a Insuficiência Cardíaca sintomática com a terapia quádrupla já é rotina, mas como conduzir aquele paciente com Fração de Ejeção Reduzida que não apresenta nenhum sintoma no consultório?

A nova diretriz da Sociedade Europeia de Cardiologia (ESC) trouxe recomendações fortes (Classe I) para o cenário de disfunção ventricular estritamente assintomática (fração de ejeção < 40%).
Neste DozeCast, debatemos os principais tópicos da nova diretriz e, quanto o assunto é disfunção ventricular assintomática, tivemos mudanças que valem ser ressaltada:

✅ Inibidores da ECA (iECA): Possuem indicação Classe I para pacientes com fração de ejeção menor que 40%, mesmo assintomáticos. Essa recomendação é baseada no estudo SOLVD-Prevention, que demonstrou a redução de desfechos mesmo em indivíduos sem sintomas. 

✅ Betabloqueadores: Também recebem indicação Classe I. Um subestudo do próprio SOLVD-Prevention revelou que os pacientes assintomáticos em uso de betabloqueador apresentaram uma redução de 20% na mortalidade. Como atuam promovendo o remodelamento reverso, não se deve hesitar na prescrição. 

✅ Antagonistas Mineralocorticoides: A Eplerenona recebe indicação Classe I especificamente para pacientes assintomáticos que tiveram infarto prévio, evoluíram com disfunção ventricular e são diabéticos. 

✅ E o iSGLT2?: A diretriz não recomenda o uso de inibidores do SGLT2 para o paciente estritamente assintomático, simplesmente porque não existem estudos validando essas medicações neste perfil populacional. Na prática clínica, devemos levar em consideração o paciente como um todo para avaliar o benefício do início da medicação.

🎥 Quer ficar por dentro das atualizações da nova diretriz europeia de IC? Assista ao episódio na íntegra no YouTube ou ouça no Spotify!

06/10/2026

Valendo! Quem acertar, 3 meses de PRIME grátis!

04/10/2026

E se a DozeNews fosse eleita a melhor newsletter de cardiologia do mundo?

03/10/2026

E se o DozeTEC tivesse 100% de aprovação no TEC 2026?

01/10/2026

Comenta AMILOIDOSE para receber os achados desse eco!

30/09/2026

FA e Hemorragia Intracraniana: Voltar a anticoagular ou ocluir o apêndice?

O maneio do doente com Fibrilação Atrial que sofre um evento hemorrágico cerebral é um dos maiores desafios da prática clínica.
Tradicionalmente, as diretrizes orientam o retorno à anticoagulação num período de duas a quatro semanas após o evento.

Neste DozeCast, recebemos o Dr. Guilherme Velho e o Dr. Rodrigo Noronha e discutimos, entre outros assuntos, o dilema entre a anticoagulação e a oclusão do apêndice auricular esquerdo:

✅ Dados apresentados no congresso da ESC colocaram em xeque a conduta padrão. O estudo demonstrou que o retorno à anticoagulação (mesmo utilizando edoxabano, considerado de menor risco hemorrágico) não reduziu a incidência de AVC isquémico, mas aumentou o risco de novos sangramentos. 

✅Na prática, o receio generalizado do doente, da família e do próprio médico faz com que a taxa de retorno à anticoagulação seja muito baixa, variando apenas entre 11% a 40% no mundo real. 

❌ O medo de prescrever leva a que a maioria destes doentes acabe por ficar totalmente desprotegida contra um futuro evento isquêmico. 

Se o doente sangrou e o risco de reintroduzir o fármaco é proibitivo, a intervenção percutânea para oclusão do apêndice auricular torna-se a conduta mais segura e lógica a seguir. 

A transição da anticoagulação oral para o encerramento do apêndice exige uma avaliação rigorosa do risco hemorrágico versus isquêmico, mas pode ser a chave para garantir a proteção a longo prazo.

O episódio completo já se encontra disponível no YouTube e no Spotify. Procure por Doze por Oito Cardiologia.

29/09/2026

Terapia antiagregante após oclusão de apêndice atrial, quanto tempo manter e como fazer?

Após a oclusão do apêndice atrial esquerdo, é necessária a terapia de dupla antiagregação plaquetária (DAPT), mas a individualização é a chave.

A oclusão do apêndice atrial esquerdo é uma intervenção cada vez mais comum na prática clínica, mas como devemos gerir o doente após o procedimento? A bula indica a anticoagulação durante, pelo menos, o 30/45 dias.

Neste DozeCast, recebemos o Dr. Guilherme Velho e o Dr. Rodrigo Noronha e discutimos a necessidade de individualizar o tratamento após a oclusão do apêndice atrial:

Apesar da recomendação da bula, muitos doentes são tratados com DAPT durante seis meses, seguida de monoterapia. No entanto, esta não é uma regra fixa. 

A decisão deve ser sempre individualizada. Em doentes com elevado risco hemorrágico, como pacientes oncológicos, com plaquetopenia ou com angiopatia amiloide, a anticoagulação pode não ser uma opção segura. A DAPT pode ser uma alternativa, mas deve ser cuidadosamente avaliada. 

O episódio completo sobre a oclusão do apêndice atrial já se encontra disponível no YouTube e no Spotify! Procure por Doze por Oito Cardiologia.

Endereço

São Paulo, SP

Notificações

Seja o primeiro a saber: enviaremos um e-mail para você quando Doze por Oito - Cardiologia publicar novidades e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado para nenhum outro fim, e você pode cancelar a inscrição a qualquer momento.

Atalhos

Compartilhar