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CT Fisio Fisioterapia

03/09/2026

Se doeu mais depois do exercício, será que o exercício fez mal?

Na fibromialgia, nem sempre.

O aumento da dor pode acontecer mesmo sem significar que houve mais dano ao corpo. Por isso, o exercício não deveria ser uma disputa entre “parar porque doeu” e “aguentar a dor e continuar”.

A dose importa.

Encontrar um ponto de partida possível e progredir aos poucos pode ajudar a construir capacidade e, principalmente, confiança no movimento.

Às vezes, o problema não é o exercício.

É a dose.

Compartilhe com alguém que precisa saber disso.

Setembro nos convida à conscientização sobre a dor. E essa conscientização também precisa chegar a quem cuida.A ciência ...
02/09/2026

Setembro nos convida à conscientização sobre a dor. E essa conscientização também precisa chegar a quem cuida.

A ciência avança, novas evidências surgem e a nossa compreensão sobre a dor se amplia. Por isso, precisamos continuar estudando, revendo conceitos e atualizando a forma como orientamos nossos pacientes.

Porque nossas palavras têm impacto. Uma informação pode trazer segurança, mas também pode gerar medo e influenciar escolhas por muito tempo.

Conscientizar sobre dor também é reconhecer a nossa responsabilidade como profissionais: estar atualizados para oferecer a quem está à nossa frente informações coerentes e alinhadas ao melhor conhecimento disponível hoje.

01/09/2026

Quando falamos de alimentação e fibromialgia, é fácil cair em dois extremos: acreditar que a comida não tem nenhuma relação com os sintomas ou começar a retirar uma lista enorme de alimentos considerados “inflamatórios”.

Talvez o caminho seja mais individualizado.

Antes de pensar em restrições, vale observar padrões: o que aparece todos os dias na sua alimentação? Como estão seu intestino, sono, energia e sintomas? Existe alguma relação que realmente se repete?

Investigar não é demonizar alimentos. É observar, testar com critério e reavaliar.

E, principalmente, lembrar que a fibromialgia é uma condição complexa. Alimentação pode fazer parte do cuidado, mas não substitui movimento, exercício, sono, recuperação e manejo do estresse.

O objetivo não é ter medo da comida. É conhecer melhor o seu próprio corpo.

É muito comum o paciente chegar ao consultório com uma prescrição:“Fisioterapia — 10 sessões.”E isso acabou criando uma ...
25/08/2026

É muito comum o paciente chegar ao consultório com uma prescrição:

“Fisioterapia — 10 sessões.”

E isso acabou criando uma ideia de que tratar dor é cumprir uma determinada quantidade de sessões.

Mas, principalmente quando falamos de dor crônica, o processo pode ser muito mais amplo.

Por trás daquela dor podem existir medo de se movimentar, perda de confiança no próprio corpo, redução das atividades, estresse, alterações no sono e movimentos ou cargas que precisam ser gradualmente ajustados.

Técnicas manuais, liberações e outros recursos podem ajudar e fazer parte do cuidado. Mas não deveriam ser a única estratégia.

Meu papel é avaliar, compreender o que pode estar mantendo aquela dificuldade, orientar, acompanhar as respostas e ajustar o caminho.

Porque uma parte importante da recuperação também acontece fora do consultório — quando o paciente volta a se movimentar, experimenta, ganha confiança e percebe que pode fazer cada vez mais por si mesmo.

Por isso, prefiro pensar menos em:

“Quantas sessões eu preciso?”

E mais em:

“O que precisamos construir para que você recupere autonomia e confiança no seu corpo?”

E você? Já passou por um tratamento em que se sentiu realmente acompanhado durante o processo — e não apenas cumprindo uma sequência de sessões?

Como foi essa experiência? Me conte nos comentários.

24/08/2026

Na fibromialgia, nem todos os dias serão iguais.

Haverá momentos em que o corpo estará mais disponível e outros em que os sintomas poderão aumentar. E isso não significa, necessariamente, que o tratamento deixou de funcionar ou que todo o progresso foi perdido.

Nesses dias, o caminho não precisa ser abandonar o movimento — nem se obrigar a fazer exatamente o que faria em um dia melhor.

Pode ser necessário ajustar a dose.

Menos intensidade.
Menos tempo.
Mais pausas.
Um movimento que seja possível e tolerável naquele momento.

O objetivo é construir, aos poucos, uma relação de mais segurança com o movimento e ampliar gradativamente aquilo que o corpo consegue realizar.

Constância não significa fazer sempre a mesma quantidade.

Significa encontrar formas de continuar, inclusive nos dias difíceis.

Se você conhece alguém com fibromialgia que precisa entender isso, compartilhe este vídeo. 🤍

21/08/2026

Quando convivemos com dor persistente, é natural pensar: “se está doendo, alguma coisa deve estar machucada”.

Mas a relação entre dor e lesão nem sempre é tão direta.

Na fibromialgia, o sistema nervoso torna-se mais sensível e aumenta sua resposta de proteção. Isso significa que determinados estímulos podem ser percebidos com uma intensidade muito maior, mesmo sem existir uma lesão proporcional àquela dor.

E compreender isso muda a forma de tratar.

Não significa ignorar alterações que realmente existem, como uma artrose, uma tendinopatia ou um problema na coluna. Significa não atribuir toda a experiência de dor somente a elas.

O cuidado precisa ampliar o olhar: movimento bem dosado, sono, respiração, educação em dor, manejo do estresse e estratégias de regulação do sistema nervoso podem fazer parte desse processo de forma individualizada.

A dor é real.
Mas o local onde dói nem sempre conta toda a história.

Compartilhe este vídeo com alguém que convive com fibromialgia. Entender melhor a dor pode ser o começo de uma nova forma de cuidar dela.

Quando alguém convive com fibromialgia, é comum começar uma verdadeira busca por “onde está o problema”.Um dia é o ombro...
20/08/2026

Quando alguém convive com fibromialgia, é comum começar uma verdadeira busca por “onde está o problema”.

Um dia é o ombro. Depois a lombar. O quadril. O joelho. A cervical…

E cada região passa a ser tratada separadamente.

Mas quando a dor aparece em diferentes partes do corpo, muda de intensidade e persiste por muito tempo, precisamos ampliar o olhar.

Na fibromialgia, a dor é real — mas isso não significa que cada região dolorida esteja lesionada ou inflamada.

O sistema nervoso pode se tornar mais sensível e responder de forma amplificada a estímulos que, em outras circunstâncias, seriam bem tolerados.

Por isso, massagem, alongamento, fortalecimento, calor e outras estratégias locais podem fazer parte do tratamento, mas nem sempre são suficientes quando utilizadas isoladamente.

Tratar a fibromialgia é também compreender o que pode estar mantendo esse sistema em estado de maior proteção e sensibilidade.

Quanto mais entendemos a dor, menos precisamos ter medo dela — e melhores podem ser as escolhas no caminho do tratamento.

Compartilhe com alguém que convive com fibromialgia. Talvez essa informação ajude essa pessoa a começar a olhar para a própria dor de uma forma diferente.

19/08/2026

Nem toda dor precisa ser tratada como um problema isolado.

Quando falamos de fibromialgia, olhar apenas para a região que está doendo pode deixar de fora uma parte importante da história.

Uma pessoa pode ter tendinopatia no ombro, artrose no joelho e alterações nos exames — e esses achados podem, sim, contribuir para os sintomas. Mas será que explicam toda a experiência de dor?

Na fibromialgia, precisamos ampliar o olhar: sono, fadiga, atividade física, estresse, recuperação, rotina e a própria sensibilidade aumentada à dor também podem fazer parte desse quadro.

Isso não significa ignorar tendões, articulações ou alterações encontradas nos exames. Significa entender que cada nova região dolorosa não necessariamente representa um novo problema independente.

O corpo não chega ao consultório dividido em partes. A pessoa chega inteira.

Nos próximos vídeos, vou falar sobre fibromialgia de forma simples e baseada em ciência: o que sabemos hoje, quais mitos ainda confundem muita gente e por que entender melhor a dor também faz parte do cuidado.

Compartilhe com alguém que precisa entender melhor a fibromialgia.

18/08/2026

Em meio à correria, é fácil estar em todos os lugares — menos dentro de nós.

Presença também se pratica.
Na pausa. Na respiração. Nos pequenos momentos do dia.

Quando perceber que sua mente foi longe, lembre-se:

Volte para dentro.
Volte para o corpo.
Volte para casa. 🌿

E você… há quanto tempo não volta para casa?

Endereço

Rua Maria Curupaiti, 441
São Paulo, SP
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Segunda-feira 08:00 - 19:00
Terça-feira 08:00 - 19:00
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