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prof.danielaagostinho Informações sobre exercícios físicos, qualidade de vida e bem estar! Da pesquisa científica a prática clínica.

12/06/2026

Aquelas 3 dias para te animar a sair do mesmo! Daniela Agostinho Mentora em Reabilitação Cardíaca

11/06/2026

Ao longo da vida, todos nós enfrentamos estressores: infecções, cirurgias, internações, quedas, períodos de inatividade, perdas emocionais e doenças.

A diferença está na capacidade que cada organismo tem de se recuperar desses eventos.

É isso que esse gráfico mostra.

À medida que envelhecemos, nossa reserva fisiológica diminui. Cada novo desafio pode provocar uma queda funcional. Em alguns indivíduos, a recuperação é rápida. Em outros, ela é incompleta, acelerando o processo de fragilidade.

Mas existe uma ferramenta capaz de mudar essa trajetória: o exercício físico.

O exercício não impede que os problemas aconteçam. Ele aumenta sua capacidade de enfrentá-los.

Mais força para levantar da cadeira.
Mais capacidade cardiorrespiratória para suportar uma internação.
Mais equilíbrio para evitar quedas.
Mais independência para continuar vivendo com autonomia.

Em outras palavras:

Não treinamos apenas para viver mais.
Treinamos para recuperar melhor.

E isso pode fazer toda a diferença entre envelhecer com independência ou caminhar precocemente para a fragilidade.

📚 Fonte: Vazquez-Guajardo M, et al. Canadian Journal of Cardiology. 2024;40:1458-1467. Daniela Agostinho Mentora em Reabilitação Cardíaca

10/06/2026

Shaun White nasceu em 1986, em San Diego (Califórnia), e é considerado um dos maiores snowboarders da história.
Ele participou de cinco Olimpíadas de Inverno e conquistou três medalhas de ouro no snowboard halfpipe:

* 🥇 Turim 2006
* 🥇 Vancouver 2010
* 🥇 PyeongChang 2018

🏂❤️ O tricampeão olímpico que nasceu com uma cardiopatia congênita.

Quando vemos Shaun White voando nas pistas de snowboard e conquistando medalhas de ouro, é difícil imaginar que sua história começou em uma sala cirúrgica.

Nascido com Tetralogia de Fallot, uma cardiopatia congênita complexa, Shaun precisou passar por cirurgias cardíacas ainda nos primeiros meses de vida. Muitos poderiam enxergar aquilo como uma limitação. Ele transformou em motivação.

Ao longo da carreira, tornou-se um dos maiores atletas da história dos Jogos Olímpicos de Inverno, conquistando o ouro no snowboard halfpipe em:
* 🥇 Turim 2006
* 🥇 Vancouver 2010
* 🥇 PyeongChang 2018

Além de acumular inúmeros títulos nos X Games. (Wikipedia)
Sua trajetória nos lembra de uma mensagem importante: um diagnóstico não define o potencial de uma pessoa.

É claro que cada cardiopatia congênita possui características próprias, exige acompanhamento especializado e nem todos os pacientes terão o mesmo caminho. Mas a história de Shaun White mostra o que a medicina, a cirurgia cardíaca, o acompanhamento adequado e a prática esportiva podem proporcionar. (Children’s HeartLink)

Por trás de cada cicatriz existe uma história.
E algumas delas terminam no lugar mais alto do pódio olímpico. 🥇🏆

Você já conhecia a história de Shaun White?

Existe uma minissérie documental chamada Shaun White: The Last Run, lançada em 2023 pela HBO/Max. Ela tem 4 episódios e acompanha a reta final da carreira de Shaun White rumo aos Jogos Olímpicos de Pequim 2022, ao mesmo tempo em que revisita toda a trajetória dele desde a infância. .danielaagostinho

10/06/2026

ARRITMIAS: TODAS OFERECEM O MESMO RISCO?

Nem toda arritmia é igual. Algumas permitem a prática de exercício físico com segurança. Outras podem representar risco de morte súbita.

🫀 TV Monomórfica – Arritmia ventricular potencialmente grave, podendo causar síncope e instabilidade.

🫀 TV Polimórfica – Ventricular e mais instável, com maior risco de evoluir para situações críticas.

🚨 Fibrilação Ventricular – A mais perigosa de todas. É uma emergência médica e causa parada cardíaca.

💓 Taquicardia Supraventricular – Surge nos átrios ou próximo deles. Geralmente apresenta menor risco e muitos pacientes podem se exercitar após avaliação.

⚡️ Bigeminismo e Trigeminismo Ventricular – Extrassístoles ventriculares frequentes que precisam ser investigadas antes da liberação para exercício.

👉 A grande questão é: qual arritmia permite exercício e qual contraindica?

A resposta depende da avaliação clínica, exames e estratificação de risco.

🎓 Quer aprender a interpretar arritmias e prescrever exercício com segurança para cardiopatas?

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Você recomendaria um profissional igual a você para cuidar de quem você mais ama?Hipertensão, dislipidemia, síndrome met...
10/06/2026

Você recomendaria um profissional igual a você para cuidar de quem você mais ama?

Hipertensão, dislipidemia, síndrome metabólica, pós-infarto, insuficiência cardíaca…
Quase todo profissional de Educação Física já atendeu, ou vai atender, alguém com uma dessas condições. Mas a pergunta que poucos têm coragem de responder é:

Você realmente sabe prescrever exercício para esses pacientes com segurança?

Porque, quando o assunto é saúde cardiovascular, não basta repetir uma planilha pronta, calcular frequência cardíaca ou prescrever uma caminhada.

É preciso entender a doença.
Interpretar exames.
Estratificar riscos.
Reconhecer sinais de alerta.
E transformar o exercício em uma ferramenta terapêutica baseada em evidências.

A verdade é que o paciente cardíaco não precisa apenas de alguém que saiba treinar.

Ele precisa de alguém que saiba cuidar.

E é exatamente isso que diferencia um profissional comum de um especialista em Reabilitação Cardiovascular.

🚀 Se você quer desenvolver essa competência e se tornar a referência que seus pacientes, médicos parceiros e familiares procurariam para cuidar de alguém que amam, a nossa Pós-Graduação em Reabilitação Cardiovascular foi construída para você.

✅ Aulas com aplicação prática
✅ Casos clínicos reais
✅ Prescrição baseada em evidências
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❤️ Afinal, se fosse alguém da sua família, você confiaria na sua própria prescrição?

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09/06/2026

“Disseram que ele nunca conseguiria.”

Chris Nikic nasceu com Síndrome de Down e uma cardiopatia congênita que exigiu cirurgia cardíaca ainda bebê.

A reportagem da CBS News relata que Chris nasceu com Síndrome de Down e uma Comunicação Interventricular (CIV/DSV), sendo submetido a cirurgia cardíaca aberta ainda nos primeiros meses de vida. Após a cirurgia, houve preocupação com alterações do ritmo cardíaco e chegou-se a cogitar implante de marcapasso, mas posteriormente verificou-se que ele não precisaria do dispositivo.

Durante anos, ouviu limitações.
Que seria dependente.
Que jamais teria uma vida normal.
Que algumas conquistas simplesmente não seriam possíveis.

Mas em 2020 ele fez história.

Chris se tornou a primeira pessoa com Síndrome de Down a completar um IRONMAN®: 3,8 km de natação, 180 km de ciclismo e 42,2 km de corrida.

Uma prova que desafia até atletas sem qualquer condição clínica.
Sua história nos lembra algo que, na cardiologia e na reabilitação cardiovascular, precisamos repetir diariamente.

Chris não venceu apenas uma prova.
Ele venceu expectativas limitantes.
E mostrou ao mundo que muitas vezes o maior obstáculo não está no coração, mas nas crenças que colocam sobre ele.

❤️ Qual a principal lição que essa história deixa para você?

♦️CBS News:
https://www.cbsnews.com/amp/news/chris-nikic-ironman-down-syndrome-boston-new-york-city-marathon/

O exercício físico já conquistou seu espaço dentro da cardiologia moderna.Hoje, ele não é visto apenas como uma recomend...
09/06/2026

O exercício físico já conquistou seu espaço dentro da cardiologia moderna.

Hoje, ele não é visto apenas como uma recomendação complementar. É uma ferramenta terapêutica capaz de prevenir doenças, auxiliar no tratamento, reduzir sintomas, melhorar a capacidade funcional, aumentar a qualidade de vida e até impactar a sobrevida de pacientes com doenças cardiovasculares.

Mas existe um detalhe importante:

👉 Exercício físico não é apenas “mandar caminhar”.
👉 Não é copiar treinos da internet.
👉 Não é aplicar protocolos genéricos para todos os pacientes.

Para que o exercício gere todos esses benefícios, ele precisa ser prescrito, monitorado e ajustado por um profissional que compreenda fisiologia cardiovascular, estratificação de risco, interpretação de exames, resposta ao esforço e as particularidades de cada cardiopatia.

E é exatamente essa lacuna que a nossa Pós-Graduação em Reabilitação Cardiovascular busca preencher.

Se você é profissional de Educação Física ou Fisioterapeuta e deseja atuar com segurança, respaldo científico e diferencial de mercado em uma das áreas que mais cresce na saúde, essa formação foi construída para você.

🚀 Transforme conhecimento em autoridade.
❤️ Aprenda a trabalhar com cardiopatas de forma segura e baseada em evidências.
📚 Torne-se um profissional preparado para atuar da prevenção à reabilitação cardiovascular.

As inscrições estão abertas até sexta feira, envie uma mensagem no direct para receber todas as informações. .danielaagostinho

09/06/2026

Perder massa muscular não é apenas uma questão estética. É uma questão de sobrevivência.

Quando pensamos em saúde, muitas vezes olhamos apenas para o peso na balança. Mas o que realmente importa é o que está sendo perdido.

A perda progressiva de massa magra está associada a uma série de complicações clínicas:

🔹 Menor imunidade e maior risco de infecções
🔹 Piora da cicatrização
🔹 Redução da capacidade funcional
🔹 Maior risco de hospitalizações
🔹 Aumento da mortalidade

O músculo não serve apenas para gerar movimento. Ele atua como uma verdadeira reserva metabólica do organismo, participando da regulação da glicemia, da resposta inflamatória, da imunidade e da recuperação frente às doenças.

Por isso, preservar e desenvolver massa muscular deve ser uma prioridade em qualquer fase da vida, especialmente em idosos, pacientes com doenças crônicas, cardiopatias, câncer ou períodos prolongados de internação.

💡 Cada quilo de músculo preservado representa mais autonomia, mais qualidade de vida e maior capacidade de enfrentar os desafios impostos pela doença.

🏋️‍♀️ Exercício físico, alimentação adequada e acompanhamento profissional são ferramentas fundamentais para proteger aquilo que pode fazer toda a diferença no prognóstico de um paciente.

👉 Você avalia a massa muscular dos seus pacientes ou ainda olha apenas para o peso corporal?

EducaçãoFísica

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