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“Poema sobre o amor de um pai.Um pai ama com a alma,  Desde o primeiro olhar,  Carrega nos ombros o peso,  De um mundo a...
09/08/2026

“Poema sobre o amor de um pai.

Um pai ama com a alma,
Desde o primeiro olhar,
Carrega nos ombros o peso,
De um mundo a proteger, a cuidar.

Um filho ama, é claro,
Mas de uma forma diferente,
Seus olhos buscam abrigo,
Em braços fortes e valentes.

O pai planta raízes,
Em solo fértil e profundo,
O filho colhe os frutos,
Sem ver o que há no fundo.

O amor de um pai é vasto,
Como o mar que encontra o céu no horizonte.
Ele navega em tempestades,
Para que o filho chegue ao fim.

O filho ama com ternura,
Mas o pai ama com ardor,
Com um fogo que não apaga,
Mesmo na dor, mesmo no temor.

Um dia, talvez, o filho entenda,
Esse amor que nunca se cansa,
Quando se tornar pai,
E sentir a mesma dança.

Mas até lá, o pai guarda,
Esse segredo em seu peito,
Amando sem medida,
Com todo o seu jeito.

Um filho nunca amará,
Como um pai o sabe amar,
Pois o amor de um pai é sagrado,
É um eterno doar.”
Carlos A.
(Nov/2024)

05/08/2026

“Eu nem sabia o que era Trissomia 21. Eu conhecia como Síndrome de Down.”

Essa frase da Márcia resume o que muitas famílias vivem.

Em poucos minutos, elas recebem uma quantidade enorme de informações, termos desconhecidos e orientações técnicas. Mas, muitas vezes, saem daquele momento sem o que mais precisavam: acolhimento.

Saber explicar é importante.

Mas saber acolher também faz parte do cuidado.

Quando uma família recebe um diagnóstico, ela não precisa apenas entender uma condição. Ela precisa de tempo para processar, fazer perguntas, expressar seus medos e encontrar um caminho.

Orientar é traduzir informações em segurança.

É ajudar os pais a entenderem que eles não precisam ter todas as respostas no primeiro dia.

É mostrar que o desenvolvimento acontece aos poucos e que eles não precisam percorrer esse caminho sozinhos.

O diagnóstico faz parte da história.

Mas a forma como essa família é acolhida, orientada e acompanhada pode transformar completamente a maneira como ela viverá cada etapa dessa jornada.

Que toda família encontre, além de informação, um espaço onde também se sinta ouvida, respeitada e acolhida.

Receber um diagnóstico pode mudar muitos planos.Mas o que realmente transforma essa caminhada é a forma como a família é...
27/07/2026

Receber um diagnóstico pode mudar muitos planos.

Mas o que realmente transforma essa caminhada é a forma como a família é acolhida, orientada e fortalecida ao longo do processo.

Todos os dias, encontro pais que carregam as mesmas dúvidas:

“Estou fazendo o suficiente?”
“Como posso estimular meu filho?”
“Será que estou no caminho certo?”

E a verdade é que nenhuma família nasce sabendo.

Por isso, acredito que orientar é tão importante quanto intervir.

Quando os pais compreendem o desenvolvimento do filho, aprendem a identificar suas necessidades e recebem direcionamento baseado em evidências, deixam de agir pelo medo e passam a agir com segurança.

A orientação não muda o diagnóstico.

Mas muda a confiança de uma mãe.
Muda a participação de um pai.
Muda a forma como a família enfrenta cada desafio.

E quando a família muda, a criança também encontra um ambiente mais preparado para se desenvolver.

Esse é o propósito que quero construir todos os dias: caminhar ao lado das famílias, oferecendo informação, acolhimento e direção desde o início.

Nenhuma família deveria percorrer esse caminho sozinha.

24/07/2026

“Foi muito assustador… Foi um misto de insegurança.”

Essas foram as palavras da Márcia ao lembrar do dia em que recebeu o diagnóstico do Dudu.

Mas a nossa história começou muito antes desse momento.

Acompanho a Márcia desde a gestação. Vivi de perto a espera pelo Dudu, os primeiros dias, as dúvidas, os medos e também a força que essa família encontrou para seguir em frente.

E foi nessa caminhada que tive ainda mais certeza de uma coisa: nenhuma família deveria enfrentar esse processo sozinha.

Receber um diagnóstico desperta muitas perguntas. O que fazer agora? Como estimular meu filho? Por onde começar? Em quem confiar?

Nem sempre o que falta é amor ou dedicação. Muitas vezes, o que falta é orientação.

Foi ouvindo famílias como a da Márcia que nasceu um novo propósito no meu trabalho: estar ao lado dos pais desde o início, oferecendo acolhimento, informação e direcionamento para que eles se sintam mais seguros em cada etapa do desenvolvimento dos seus filhos.

Porque quando uma família é orientada, ela participa com mais confiança. E isso faz diferença todos os dias.

Esse vídeo é o primeiro de uma série de conversas reais com famílias que decidiram compartilhar suas histórias para acolher, informar e fortalecer outras que talvez estejam vivendo esse mesmo momento.

Se essa mensagem puder alcançar uma mãe ou um pai que hoje se sente perdido, ela já terá cumprido seu propósito. 💛

02/07/2026

Na terapia, muitas vezes repetimos uma mesma palavra várias vezes. E isso tem um motivo.

Nesta atividade, o objetivo é estimular a produção do fonema /B/, destacando o som inicial das palavras para que a criança consiga percebê-lo, diferenciá-lo e produzi-lo com mais precisão.

Ao utilizar palavras do cotidiano, como bola e banana, tornamos esse aprendizado mais significativo e facilitamos a generalização desse som para outras situações de comunicação.

Cada palavra, cada repetição e cada incentivo fazem parte de um planejamento terapêutico construído de acordo com as necessidades da criança.

O que parece simples é, na verdade, um trabalho cuidadoso para favorecer o desenvolvimento da fala.

29/06/2026

Quem vê esse momento pode pensar que estamos apenas brincando.

Mas, na terapia fonoaudiológica, cada recurso é escolhido com uma intenção.

Neste caso, utilizamos a língua de sogra e o balão para trabalhar o controle do sopro dentro dos objetivos terapêuticos dessa criança. Essas atividades podem fazer parte do tratamento quando há indicação clínica, sempre de acordo com uma avaliação individualizada.

A terapia é construída respeitando as necessidades de cada paciente. Por isso, o que funciona para uma criança nem sempre será indicado para outra.

Cada detalhe da sessão tem um propósito. É esse olhar individualizado que torna a intervenção mais eficiente.

Quando pensamos em Fonoaudiologia, é comum imaginar apenas exercícios para falar melhor.Mas, em muitos casos, o trabalho...
22/06/2026

Quando pensamos em Fonoaudiologia, é comum imaginar apenas exercícios para falar melhor.

Mas, em muitos casos, o trabalho começa antes.

Mastigação, deglutição e fala compartilham as mesmas estruturas: lábios, língua, bochechas e mandíbula. Se essas funções não acontecem de forma adequada, elas podem impactar o desenvolvimento orofacial e refletir na comunicação.

Por isso, cada plano terapêutico é individualizado. A terapia não trata apenas a fala, mas todas as funções que contribuem para que ela aconteça de forma eficiente.

Olhar para a criança de forma global é o que torna a intervenção mais completa e assertiva.

Talvez a maior barreira enfrentada por pessoas autistas não seja o autismo.Mas tudo o que vem depois dele.A falta de com...
18/06/2026

Talvez a maior barreira enfrentada por pessoas autistas não seja o autismo.

Mas tudo o que vem depois dele.

A falta de compreensão que transforma diferenças em “problemas”.
A pressa em encaixar comportamentos em padrões que não foram feitos para todos.
O incômodo com formas de existir que fogem do esperado.
E a tentativa constante de fazer alguém parecer “menos quem é” para caber em um mundo que ainda precisa aprender a incluir de verdade.

O autismo não deveria ser um ponto de exclusão mas muitas vezes é onde ela começa.

E isso diz mais sobre a sociedade do que sobre a pessoa autista.

No Dia do Orgulho Autista, não se trata de romantizar dificuldades, nem de negar desafios.
Se trata de reconhecer que existir como se é não deveria ser motivo de ajuste para pertencer.

Orgulho aqui é sobre identidade.
Sobre respeito.
Sobre o direito de não ser reduzido a um diagnóstico.

Inclusão não é adaptação forçada.
Não é correção.
É reconhecimento, escuta e construção de caminhos possíveis.

Pessoas autistas não precisam de menos identidade.
Precisam de mais espaço para existir com ela.

05/06/2026

Nem sempre a produção correta dos sons da fala acontece de forma espontânea.

Nesta atividade, trabalhamos a produção dos fonemas fricativos, com foco nos sons representados por CH e X, utilizando pistas visuais, auditivas e motoras para favorecer uma articulação mais precisa.

Além da emissão dos sons, a proposta envolve atenção auditiva, coordenação dos movimentos orais e consciência articulatória, habilidades fundamentais para o desenvolvimento da fala.

Quando a criança compreende como o som é produzido e recebe os estímulos adequados, a aprendizagem se torna mais eficiente e funcional.

Cada atividade é planejada com objetivos específicos, mesmo quando parece apenas uma brincadeira. 💛

O teste da linguinha é um exame simples, rápido e muito importante nos primeiros dias de vida do bebê.Ele avalia possíve...
21/05/2026

O teste da linguinha é um exame simples, rápido e muito importante nos primeiros dias de vida do bebê.

Ele avalia possíveis alterações no frênulo lingual a famosa “língua presa” que podem impactar funções essenciais como:

✔ amamentação
✔ sucção
✔ mastigação
✔ fala
✔ desenvolvimento oral

Muitas vezes, dificuldades na pega, cansaço ao mamar ou estalos durante a amamentação podem estar relacionados a essa alteração.

Por isso, a avaliação precoce faz toda diferença no desenvolvimento do bebê. 💛

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