16/11/2025
Ontem vivi uma experiência que ainda pulsa no meu corpo.
Uma despedida de solteira diferente — daquelas que não falam só sobre festa, mas sobre mulheres despertas, conscientes e curiosas sobre seu próprio corpo, sua história e sua potência.
Falamos de sexualidade como ela realmente é: um território de vulnerabilidade, coragem, presença e prazer responsável.
Conversamos sobre mitos que nos atravessam desde Eva e Afrodite, o silêncio em torno da anatomia feminina, a redescoberta do clitóris, as crenças herdadas, as pressões que carregamos… e também sobre a liberdade que começamos a reivindicar quando nos encontramos entre mulheres.
Exploramos o sagrado feminino com respeito e leveza — a força da Yoni, a irreverência de Sheela-na-gig, o fogo transformador de Kali.
Rimos, refletimos, aprendemos e, acima de tudo, lembramos que prazer também é autocuidado, saúde e presença.
Sigo profundamente honrada por ter conduzido esse encontro tão cheio de vida, verdade e carinho.
Obrigada, mulheres, por cada troca, cada olhar, cada confidência e cada gargalhada compartilhada.
Vocês criaram um espaço seguro, curioso e amoroso — onde toda mulher deveria poder existir.
Que a noiva Nádia leve consigo tudo o que viveu aqui: o afeto da sua rede, a sabedoria do seu corpo e a certeza de que o amor é construção diária — com desejo, com respeito e com leveza.