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Entrelacer Pesquisa em psicanálise e infância. Espaço de transmissão e formação sobre o desenvolvimento psíquico da criança e seus impasses.

A prática clínica ganha novos contornos quando compartilhada na supervisão. Estão abertas as vagas para o grupo de super...
06/08/2026

A prática clínica ganha novos contornos quando compartilhada na supervisão. Estão abertas as vagas para o grupo de supervisão clínica com Karina Soares, psicóloga (PUC-MG), psicanalista e mestre em Psicopatologia pela Université de Paris VII, com sólida experiência em consultório, instituições e docência universitária.

Os encontros são quinzenais, têm como pilares o pensamento de Winnicott e Dolto, promovendo um diálogo vivo com autores contemporâneos da intersubjetividade, sempre acolhendo e respeitando a bagagem teórica de cada participante.

🗓️ Encontros: Quinzenais (quartas-feiras)
⏰ Horário: 8h às 9h30
👥 Vagas: Disponíveis

📲 Inscrições e valores diretamente com a supervisora:
(12) 98155-0477 | [email protected]

Na clínica da primeira infância, o olhar sobre a qualidade do brincar oferece pistas valiosas antes mesmo do surgimento ...
03/08/2026

Na clínica da primeira infância, o olhar sobre a qualidade do brincar oferece pistas valiosas antes mesmo do surgimento da linguagem verbal.

Quando a construção relacional encontra entraves precoces, como nos quadros de autismo infantil, o brincar perde sua fluidez e sua função de troca com o outro. Nesses cenários, a ausência da busca pelo olhar, a falta de compartilhamento ou a rigidez no manejo dos objetos sinalizam impasses na constituição subjetiva.

Tomar o brincar como sinalizador da maturação psíquica nos permite intervir precocemente, oferecendo sustentação onde o laço com o mundo fraquejou.

Quer refinar sua escuta clínica e compreender de que forma o brincar nos sinaliza risco de sofrimento psíquico? Inscreva-se no nosso próximo curso que acontecerá em setembro. Link na bio!

Na clínica da primeira infância, compreendemos que as primeiras experiências sensoriais e motoras do bebê não são meras ...
30/07/2026

Na clínica da primeira infância, compreendemos que as primeiras experiências sensoriais e motoras do bebê não são meras reações reflexas. Esse brincar sensorial primitivo funciona como a própria matéria-prima para a construção das primeiras relações e para a sua adaptação ao mundo.

A forma como o bebê explora as superfícies, os ritmos e a presença do outro nos conta sobre o curso do seu desenvolvimento. Quando esse brincar sensorial sofre interrupções, todo o processo de engajamento no jogo de faz de conta e na subjetivação pode ficar comprometido.

Esse percurso entre o brincar precoce e o brincar simbólico é um dos pilares do livro: O brincar como sinalizador de sofrimento psíquico, de Camila Saboia. Quer aprofundar seu olhar clínico para a primeira infância? Em setembro teremos um curso dedicado ao tema. Garanta sua vaga no link da bio!

O brincar na primeira infância nos  mostra o processo da construção da subjetividade da criança. Como o brincar sensoria...
24/07/2026

O brincar na primeira infância nos mostra o processo da construção da subjetividade da criança. Como o brincar sensorial se desdobra na construção do brincar de faz de conta ou brincar simbólico?

Compreender melhor esse tema é essencial na clínica para identificar quando esse caminho sofre interrupções e o brincar passa a sinalizar o sofrimento psíquico.

Estão abertas as inscrições para o curso "O Brincar como Sinalizador de Sofrimento Psíquico", baseado no livro de Camila Saboia. Pensado para profissionais que buscam aprofundar a escuta e o manejo na clínica infantil.

🗓️ Dias: 09 e 16 de setembro | 19h às 21h
💻 100% online e ao vivo (gravação por 15 dias)
💰 Investimento: R$ 370,00

Quando pensamos em sofrimento infantil, muitas vezes o associamos ao choro ou à agitação. No entanto, um dos sinais mais...
21/07/2026

Quando pensamos em sofrimento infantil, muitas vezes o associamos ao choro ou à agitação. No entanto, um dos sinais mais delicados na clínica da infância é a inibição da capacidade de brincar ou sua ausência.

É por meio do brincar que o bebê se constitui como sujeito e a criança organiza seu mundo interno. Quando a criança se vê impossibilitada de acessar ao brincar ela perde seu principal recurso, e o sofrimento tende a se estancar no registro do corpo. O silêncio no brincar não é calmaria; é um chamado que exige escuta atenta.

Se você quer refinar seu olhar clínico para identificar esses sinais primitivos de sofrimento, em breve teremos um curso baseado no livro de Camila Saboia, focado no brincar como sinalizador de impasses no desenvolvimento. Acompanhe o feed!

Diante dos movimentos repetitivos frequentemente observados na criança autista, a resposta mais comum costuma ser a urgê...
13/07/2026

Diante dos movimentos repetitivos frequentemente observados na criança autista, a resposta mais comum costuma ser a urgência em conter ou eliminar o comportamento. A psicanálise, no entanto, nos propõe uma escuta diferente: e se essa ritmicidade motora for também uma forma de comunicação?

Na clínica com bebês e crianças, compreendemos que a estereotipia surge como tentativa de autoproteção onde a construção do Eu falhou. Sem um contorno psíquico estruturado, o movimento repetitivo funciona como um apoio sensorial necessário para amparar angústias sem nome. Esse excesso deve ser lido pelo analista como uma forma de linguagem legítima, que demanda sustentação e manejo na clínica.

Esse é o eixo do livro de Camila Saboia: O brincar como sinalizador de sofrimento psíquico. Se o assunto lhe interessa, em breve teremos um curso dedicado a essas discussões. Fique atento ao feed!

Nos primórdios  do psiquismo, o brincar não é distração: é matéria-prima estruturante do psiquismo. É explorando o própr...
09/07/2026

Nos primórdios do psiquismo, o brincar não é distração: é matéria-prima estruturante do psiquismo. É explorando o próprio corpo e interagindo com objetos, texturas e ritmos que o bebê realiza o trabalho de integração necessário para construcao de seu Eu.

Quando a criança se encontra privada desse brincar sensorial, esse processo da construção do eu corporal sofre percalços, o que irá comprometer seu engajamento para o acesso ao campo do simbólico e da linguagem.

Olhar para o brincar na infância é olhar para o nascimento do sujeito.

Se você deseja se aprofundar nessa articulação clínica, em breve teremos um curso baseado no livro de Camila Saboia: O brincar como sinalizador de sofrimento psíquico. Acompanhe as próximas publicações para saber mais!

A constituição do psiquismo e o acesso da criança ao campo da linguagem não inauguram um movimento isolado ou puramente ...
06/07/2026

A constituição do psiquismo e o acesso da criança ao campo da linguagem não inauguram um movimento isolado ou puramente autônomo. A linguagem nasce de uma necessidade de alteridade.

O primeiro esforço do bebê e do adulto cuidador é de se ajustarem na construção desse encontro, regido pelo interjogo sensorial entre a dupla ( o toque, cheiro, o encontro de um corpo com o do outro) E por meio desse brincar a dois que o laço vai se construindo e o bebê vai acessando ao campo da linguagem.

Quando escutamos os impasses ou percalços da subjetividade, inibiçõesou retraimentos relacionais, precisamos nos perguntar: o que, no campo dos encontros arcaicos, ficou complexo demais para ser traduzido?

Antes que a criança pequena possa se apropriar da linguagem e estruturar verbalmente o seu sofrimento, é no corpo que a ...
30/06/2026

Antes que a criança pequena possa se apropriar da linguagem e estruturar verbalmente o seu sofrimento, é no corpo que a sua história começa a ser contada. O tônus muscular, o ritmo da respiração, a recusa alimentar, o choro inconsolável ou a agitação motora são, nos primórdios do desenvolvimento, a própria matéria-prima da comunicação.

Quando uma vivência vai além dos recursos psíquicos da criança, aquilo que permanece sem nome não se extingue; ganha abrigo e expressão no registro do corpo. Ele passa a ser convocado a manifestar e dar algum contorno ao que a linguagem verbal ainda não tem recursos para alcançar ou simbolizar.

Na clínica contemporânea da infância, acolher essas manifestações exige do analista um delicado trabalho de tradução. Não se trata de ler o sintoma corporal como um comportamento disfuncional a ser meramente silenciado ou corrigido, mas sim como uma mensagem pré-verbal associada ao arcaico do psiquismo.

Escutar a infância é, essencialmente, oferecer uma presença que ajude a traduzir o que transborda no corpo em direção à representação e à linguagem.

Antes que a criança pequena possa se apropriar da linguagem e estruturar verbalmente o seu sofrimento, é no corpo que a ...
29/06/2026

Antes que a criança pequena possa se apropriar da linguagem e estruturar verbalmente o seu sofrimento, é no corpo que a sua história começa a ser contada. O tônus muscular, o ritmo da respiração, a recusa alimentar, o choro inconsolável ou a agitação motora são, nos primórdios do desenvolvimento, a própria matéria-prima da comunicação.

Quando uma vivência excede a capacidade de processamento psíquico da criança, aquilo que permanece sem nome não se extingue; ganha abrigo e expressão no registro somático. O corpo passa a ser convocado a manifestar e dar algum contorno ao que a linguagem verbal ainda não tem recursos para alcançar ou simbolizar.

Na clínica contemporânea da infância, acolher essas manifestações exige do analista um delicado trabalho de tradução. Não se trata de ler o sintoma corporal como um comportamento disfuncional a ser meramente silenciado ou corrigido, mas sim como uma mensagem pré-verbal associada ao arcaico do psiquismo.

Escutar a infância é, essencialmente, oferecer uma presença que ajude a traduzir o que transborda no corpo em direção à representação e à linguagem.

Na quarta-feira 01/07 teremos a última aula do nosso Curso. Um estudo de caso com aportes de G. Haag, conduzido por Camila Saboia. Clicando no link da bio você ainda pode garantir sua vaga.

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Avenida Rouxinol, 84
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