Cirurgia Robótica

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Cirurgia Robótica http://www.urologiarosenblatt.com.br/cirurgias-roboticas.html Superioridade das cirurgias robóticas. Tratamento de Câncer de Próstata, Rim, Bexiga e Testículo.

Cirurgia para cálculos. Ureterolitotripsia. Reversão de Vasectomia. Cirurgia de Fimose A cirurgia robótica revolucionou diversas especialidades da medicina mas, sem dúvidas, na urologia. é um grande destaque . Pode ser utilizada para tratar doenças da próstata, rins e bexiga, com versatilidade e altíssima precisão, além de custo competitiva com as cirurgias abertas. Por esse motivo, a cirurgia robótica tem sido cada vez mais utilizada em todo o mundo e consolida-se como tratamento padrão ouro na prostatectomia radical e nefrectomia parcial. Para entender um pouco com funciona o robô:Um braço do robô é equipado com uma câmera que gera imagem em alta definição, tridimensional e com a ampliação de até 20 vezes. Nesta microcâmera do robô tem duas óticas, cada uma joga para um olho do cirurgião. É como se estivéssemos dentro da cavidade abdominal do paciente. O cirurgião comanda o trabalho operatório de um console. Ali, era dentro da sala de cirurgia. Mas pode f**ar em qualquer lugar, inclusive em outra cidade, estado ou país. O robô foi desenvolvido nos Estados Unidos há mais de duas décadas, justamente para fazer cirurgias a distância. A cirurgia robótica começou a ser desenvolvida na época da guerra, com a ideia de que os cirurgiões pudessem operar os soldados feridos longe dos campos de batalha. Na prática, conduzir operações a distância ainda é muito pouco usado e na maioria das vezes, o cirurgião f**a é ao lado do paciente mesmo e na mesma sala.

03/09/2026

Testosterona baixa no exame não signif**a que você precisa de reposição
No Dia Mundial da Saúde Sexual, 4 de setembro, vale lembrar: testosterona baixa no exame e deficiência de testosterona não são exatamente a mesma coisa.
Um resultado isolado não fecha o diagnóstico.
Queda da libido, redução das ereções espontâneas e alterações da função sexual podem levantar suspeitas. Já cansaço, desânimo e mudanças na composição corporal são pouco específicos e podem ter outras causas.
Quando a testosterona aparece baixa, o resultado precisa ser interpretado junto com os sintomas e, em geral, confirmado em outra coleta. Dependendo do caso, outros exames hormonais também podem ser necessários.
E existe uma pergunta fundamental:
Por que a testosterona está baixa?
Obesidade, alterações metabólicas, medicamentos e outras condições podem interferir nos níveis hormonais. Investigar fatores potencialmente reversíveis faz parte do cuidado.
A fertilidade também precisa ser considerada. A testosterona exógena pode reduzir a produção de espermatozoides, especialmente importante para homens que ainda desejam ter filhos.
O objetivo do tratamento não é simplesmente aumentar um número no exame.
A decisão sobre reposição depende dos sintomas, dos exames, das possíveis causas e da avaliação individual de cada paciente.
Dr. Charles Rosenblatt
Urologista | Mestre e Doutor pela USP
Pós em Medicina Sexual dos Homens
CRM-SP 52.819 | RQE 58.736
Agende sua consulta:
(11) 3726-0000 | (11) 99870-4530
Conteúdo educativo e informativo, elaborado com base em evidências científ**as. As informações apresentadas têm caráter geral e não substituem consulta, diagnóstico, exame físico ou avaliação médica individualizada.

02/09/2026

No começo de uma relação, quase tudo é novidade. Há intensidade, descoberta, expectativa e aquela vontade de conhecer cada detalhe do outro.

Com o tempo, essa sensação costuma mudar.

E isso não signif**a, necessariamente, que o amor diminuiu.

Em relações longas, talvez uma das coisas mais difíceis seja continuar enxergando quem está ao nosso lado como alguém que ainda pode nos surpreender.

Porque ninguém permanece exatamente igual.

Mudam os desejos, as prioridades, o corpo, os medos, os planos e até a forma de demonstrar afeto.

Amar alguém por muitos anos também envolve perceber essas mudanças sem partir do princípio de que já sabemos tudo sobre aquela pessoa.

É conversar em vez de presumir. Tentar reparar um conflito antes que ele se transforme em ressentimento. Conseguir falar sobre desejos, inseguranças e necessidades que também mudam com o tempo.

E isso também atravessa a intimidade e a sexualidade do casal.

Estabilidade e desejo não precisam ser opostos.

Novas experiências, intimidade, conversa e espaço para que cada um preserve também a própria individualidade podem ajudar a manter algo que costuma ser muito presente no início de uma relação: a curiosidade pelo outro.

Talvez, depois de muitos anos, uma pergunta interessante não seja:

“Eu já conheço você.”

Mas:

“Quem você está se tornando?”

Porque uma relação longa não se sustenta apenas pela história que duas pessoas já viveram.

Ela também depende do interesse que ainda existe por aquilo que cada uma está se tornando.

Dr. Charles Rosenblatt
Urologista | Mestre e Doutor pela USP
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31/08/2026

É fácil perceber quanto do que somos acaba ligado ao trabalho.

A profissão ocupa tempo, organiza a rotina, traz responsabilidades, reconhecimento e, para muita gente, também um forte senso de identidade.

Por isso, ao longo dos anos, vale construir outros lugares onde também conseguimos nos reconhecer.

Os hobbies podem cumprir parte desse papel.

Estudos com adultos mais velhos encontraram associação entre ter hobbies e maior satisfação com a vida, melhor percepção de saúde, mais felicidade e menos sintomas depressivos. Isso não signif**a que um hobby, sozinho, produza esses resultados. Mas existe uma relação interessante entre manter interesses fora do trabalho e bem-estar ao longo da vida.

Eu percebo isso na minha própria rotina.

Tenho a medicina como uma parte muito importante da minha vida, mas não quero que ela seja a única.

Nado, jogo pickleball, leio, estudo e continuo aprendendo assuntos que despertam minha curiosidade. Até produzir conteúdo nasceu desse interesse por estudar ciência e encontrar maneiras de conversar sobre sexualidade, câncer, saúde masculina e envelhecimento.

Não faço essas coisas pensando em “longevidade”.

Faço porque gosto.

E talvez seja justamente esse o ponto.

Com o passar dos anos, ter interesses que nos fazem sair de casa, movimentar o corpo, encontrar pessoas, aprender alguma coisa ou simplesmente esperar pelo próximo treino pode ganhar um valor que vai muito além de ocupar o tempo.

A profissão pode ser uma parte importante de quem somos.

Só não precisa ser a única resposta para a pergunta:

Quem sou eu quando não estou trabalhando?

Dr. Charles Rosenblatt
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26/08/2026

Existe um risco que faz parte de toda relação verdadeiramente íntima:

permitir que o outro nos conheça de verdade.

Dizer “sinto sua falta”. Admitir uma insegurança. Falar sobre desejo. Pedir algo diferente. Reconhecer que o corpo nem sempre responde como gostaríamos.

Com o passar dos anos, alguns casais continuam juntos, mas começam a evitar justamente essas conversas. O beijo vira rotina, o toque ganha uma intenção previsível e a relação sexual pode se transformar em uma espécie de avaliação de desempenho.

Teve desejo? A ereção aconteceu? Houve orgasmo? Durou o suficiente?

Quando a intimidade vira uma prova, a ansiedade pode ocupar o espaço da espontaneidade. E isso também importa quando falamos de saúde sexual.

Desejo, ereção e orgasmo não acontecem isolados do contexto emocional, da relação, das expectativas e das condições de saúde de cada pessoa.

Uma sexualidade saudável não exige uma performance impecável. Envolve comunicação, confiança, presença e espaço para atravessar também os momentos em que o desejo demora, o corpo hesita ou as expectativas não são correspondidas.

Talvez, daqui a muitos anos, as maiores lembranças não sejam sobre uma noite “perfeita”, mas sobre as vezes em que tivemos coragem de **perguntar, falar, tocar, demonstrar e nos deixar conhecer por inteiro.**

Porque intimidade não é esconder nossas vulnerabilidades para parecermos suficientes. É construir uma relação em que seja possível falar sobre elas.

Na saúde sexual, nem tudo é desempenho. Às vezes, uma conversa também faz parte do cuidado.

Dr. Charles Rosenblatt
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24/08/2026

A varicocele é uma dilatação das veias ao redor do testículo e aparece com frequência durante a investigação da fertilidade masculina.

Em alguns homens, ela pode aumentar a temperatura local e o estresse oxidativo, interferindo no funcionamento dos testículos. Isso pode se refletir no espermograma, com alterações na concentração, na motilidade e em outros parâmetros dos espermatozoides.

Também há casos em que a varicocele está associada a alterações na produção de testosterona.

Mas o diagnóstico, sozinho, não define a conduta.

Muitos homens têm varicocele, não apresentam sintomas e mantêm a fertilidade preservada. Da mesma forma, encontrar uma varicocele apenas no ultrassom não signif**a automaticamente que ela seja responsável por uma dificuldade para engravidar ou que precise ser operada.

A decisão depende de uma avaliação mais ampla: exame físico, espermograma, história reprodutiva do casal, presença de dor, volume dos testículos, avaliação hormonal quando indicada e planos de paternidade.

Em pacientes selecionados, o tratamento da varicocele pode melhorar parâmetros do espermograma. Alguns homens também apresentam melhora da função hormonal após o tratamento, mas a resposta não é igual para todos.

E existe uma diferença que precisa f**ar clara: melhorar o espermograma não signif**a garantir uma gravidez.

No vídeo, explico em quais situações a varicocele pode ser apenas acompanhada e quando o tratamento passa a fazer sentido na discussão com o paciente.

Dr. Charles Rosenblatt
Urologista | Mestre e Doutor pela USP
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Conteúdo educativo e informativo. As informações apresentadas têm caráter geral e não substituem consulta, diagnóstico, exame físico ou avaliação médica individualizada. A indicação de tratamento depende das características de cada paciente.

14/08/2026

Quando uma relação começa a se tornar importante, nem tudo o que sentimos nasce do que está acontecendo naquele momento.

Uma rejeição antiga, uma perda, relações anteriores ou até a forma como aprendemos a criar vínculos podem reaparecer justamente quando nos sentimos mais vulneráveis.

A teoria do apego ajuda a compreender parte desse processo. Nossas experiências afetivas podem influenciar a maneira como lidamos com confiança, proximidade, medo de perder alguém e necessidade de nos proteger.

Mas influência não é destino.

Uma pessoa que sofreu em relações anteriores pode se perceber mais desconfiada em uma nova relação. Outra pode se afastar quando começa a gostar de alguém. Há também quem busque sinais frequentes de segurança para se sentir mais tranquilo na relação.

Nem sempre percebemos esses movimentos enquanto eles acontecem.

Por isso, diante de uma decisão importante, pode valer a pena perguntar:

“Estou respondendo ao que essa pessoa está fazendo hoje ou ao que já fizeram comigo antes?”

A resposta nem sempre será simples.

Prudência existe. Incompatibilidades existem. Há relações das quais realmente precisamos nos afastar. Mas também existem momentos em que o medo se apresenta com argumentos bastante convincentes.

Reconhecer essa diferença exige olhar para o presente sem ignorar a própria história.

O passado não precisa ser apagado para que uma escolha seja livre. Ele pode continuar fazendo parte de quem somos sem ocupar sozinho o lugar de quem decide.

Talvez liberdade emocional tenha menos a ver com não sentir medo e mais com conseguir perceber quando é o medo que está escolhendo por nós.

👨‍⚕️ Dr. Charles Rosenblatt
Urologista | Mestre e Doutor pela USP
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A medicina vive uma transformação extraordinária. Cirurgia robótica, inteligência artificial, reconstruções em 3D, genôm...
12/08/2026

A medicina vive uma transformação extraordinária. Cirurgia robótica, inteligência artificial, reconstruções em 3D, genômica e medicina de precisão ampliaram nossa capacidade de diagnosticar e tratar doenças.

Mas existe algo que nenhuma tecnologia deveria nos fazer esquecer: **do outro lado de cada exame existe uma pessoa.**

Para o médico, uma imagem pode revelar anatomia, riscos e possibilidades de tratamento. Para o paciente, aquela mesma imagem pode representar medo, família, futuro e tudo aquilo que ainda deseja viver.

É por isso que precisão técnica e cuidado humano não são opostos.

A tecnologia pode nos ajudar a compreender cada vez melhor a doença. A escuta nos ajuda a compreender **quem está vivendo aquela doença**.

Na era da inteligência artificial, talvez essa capacidade se torne ainda mais importante. Algoritmos podem analisar dados e calcular probabilidades, mas a medicina também exige perceber aquilo que nem sempre aparece em um exame: dúvidas, expectativas, inseguranças e medos que não foram verbalizados.

O futuro da medicina não precisa escolher entre **tecnologia e humanidade**. Precisa das duas.

Porque antes de existir um diagnóstico, um tumor, uma cirurgia ou um exame, **existe alguém do lado de lá.**

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11/08/2026

O desejo está presente. A atração também. Os exames podem não mostrar nenhuma alteração importante. Ainda assim, na hora da relação, a ereção pode falhar.

Em alguns homens, a ansiedade de desempenho entra nesse processo.

Quando surgem pensamentos como “preciso conseguir”, “não posso falhar” ou “e se acontecer de novo?”, o encontro sexual pode deixar de ser vivido com espontaneidade e passar a ser percebido como uma espécie de teste.

A partir daí, a atenção se volta cada vez mais para a própria resposta do corpo. Isso aumenta a tensão e pode alimentar um ciclo: a dificuldade gera medo de que ela se repita, e esse medo, por sua vez, pode dificultar ainda mais a ereção.

Esse tipo de ansiedade também pode interferir em outras etapas da resposta sexual, inclusive na ejaculação.

Por isso, uma falha de ereção não deve ser entendida automaticamente como falta de desejo, falta de atração ou rejeição ao parceiro.

E também não signif**a que a causa seja apenas emocional.

Alterações vasculares, hormonais, neurológicas, uso de medicamentos, condições clínicas e fatores do relacionamento também podem estar envolvidos.

A avaliação médica ajuda a entender quais fatores estão presentes em cada caso e qual abordagem faz mais sentido.

Para o casal, diálogo, acolhimento e menos cobrança podem ajudar bastante.

Quando o problema deixa de ser “dele” ou “dela” e passa a ser enfrentado pelos dois, a relação tende a ganhar mais espaço para intimidade e menos para desempenho.

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07/08/2026

Infertilidade masculina não se resume ao espermograma. A saúde sexual também faz parte da investigação.

Quando um casal enfrenta dificuldade para engravidar, é comum que a avaliação do homem comece pelo espermograma.

Mas ela não deveria terminar ali.

Homens em investigação por infertilidade também podem apresentar redução da libido, disfunção erétil, alterações da ejaculação ou dificuldades para atingir o orgasmo.

E essa relação pode acontecer nos dois sentidos.

A própria infertilidade pode aumentar a ansiedade, a pressão por desempenho e o medo de falhar. Ao mesmo tempo, uma dificuldade sexual pode reduzir a frequência das relações e interferir nas chances de gravidez.

Por isso, a consulta precisa olhar além do exame seminal.

Desejo, ereção, ejaculação, orgasmo, qualidade do sono, peso, diabetes, sedentarismo, tabagismo e a dinâmica do casal também podem fazer parte dessa avaliação.

Existe ainda um cuidado importante para quem pretende ter filhos: não iniciar testosterona por conta própria.

A testosterona usada como reposição pode reduzir signif**ativamente a produção de espermatozoides e, em alguns casos, bloqueá-la temporariamente. Por isso, qualquer tratamento hormonal precisa considerar o desejo de paternidade.

O espermograma traz informações valiosas.

Mas fertilidade masculina não depende de um único exame.

Ela também envolve função sexual, saúde metabólica, hábitos de vida e o contexto do casal.

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