Cirurgia Robótica

Cirurgia Robótica http://www.urologiarosenblatt.com.br/cirurgias-roboticas.html Superioridade das cirurgias robóticas. Tratamento de Câncer de Próstata, Rim, Bexiga e Testículo.

Cirurgia para cálculos. Ureterolitotripsia. Reversão de Vasectomia. Cirurgia de Fimose A cirurgia robótica revolucionou diversas especialidades da medicina mas, sem dúvidas, na urologia. é um grande destaque . Pode ser utilizada para tratar doenças da próstata, rins e bexiga, com versatilidade e altíssima precisão, além de custo competitiva com as cirurgias abertas. Por esse motivo, a cirurgia rob

ótica tem sido cada vez mais utilizada em todo o mundo e consolida-se como tratamento padrão ouro na prostatectomia radical e nefrectomia parcial. Para entender um pouco com funciona o robô:Um braço do robô é equipado com uma câmera que gera imagem em alta definição, tridimensional e com a ampliação de até 20 vezes. Nesta microcâmera do robô tem duas óticas, cada uma joga para um olho do cirurgião. É como se estivéssemos dentro da cavidade abdominal do paciente. O cirurgião comanda o trabalho operatório de um console. Ali, era dentro da sala de cirurgia. Mas pode f**ar em qualquer lugar, inclusive em outra cidade, estado ou país. O robô foi desenvolvido nos Estados Unidos há mais de duas décadas, justamente para fazer cirurgias a distância. A cirurgia robótica começou a ser desenvolvida na época da guerra, com a ideia de que os cirurgiões pudessem operar os soldados feridos longe dos campos de batalha. Na prática, conduzir operações a distância ainda é muito pouco usado e na maioria das vezes, o cirurgião f**a é ao lado do paciente mesmo e na mesma sala.

13/03/2026

A ejaculação precoce é uma das queixas mais comuns na saúde sexual masculina — e também uma das mais silenciosas.

Durante muito tempo, ela foi tratada apenas como ansiedade, falta de controle ou até como uma “fraqueza”.

Mas a ciência vem mostrando algo mais profundo.

A ejaculação é um reflexo neurológico, controlado por nervos localizados na região sacral da coluna.
Ou seja, existe um circuito biológico que regula esse processo.

Em alguns homens, esse circuito pode ser mais sensível ou mais rápido, o que pode levar à ejaculação precoce.

Um estudo recente publicado no Journal of Sexual Medicine investigou uma abordagem interessante:
estimular esses nervos por meio de pulsos magnéticos não invasivos.

A proposta é tentar modular esse circuito neurológico e reduzir a excitabilidade do reflexo ejaculatório.

Nos resultados iniciais do estudo, houve aumento signif**ativo do tempo até a ejaculação, com poucos efeitos colaterais.

Ainda são necessários mais estudos, e essa abordagem não faz parte da rotina clínica no momento.
Mas abre uma nova perspectiva na medicina sexual: tratar o circuito biológico, não apenas o sintoma.

Entender isso é importante por um motivo fundamental:

Ejaculação precoce não é falta de masculinidade.
Não é falta de esforço.

É uma condição que envolve fisiologia, sistema nervoso e regulação neurológica.

Quanto mais compreendemos o corpo humano, menos julgamos — e mais tratamos com consciência.

Porque saúde sexual não é apenas desempenho.
É qualidade de vida, autoestima e conexão.

Dr. Charles Rosenblatt
CRM-SP 52819 | RQE 58736 – Urologia & Saúde Sexual

⚠️ O conteúdo deste canal tem caráter exclusivamente educativo e informativo, com foco em saúde e qualidade de vida. Não substitui avaliação médica individualizada. Em caso de dúvidas, consulte seu médico de confiança.

11/03/2026

Quando pensamos em dependência química, muitas pessoas imaginam jovens.
Mas existe um fenômeno crescente e ainda pouco discutido: a dependência entre idosos.

Álcool, medicamentos para ansiedade ou comprimidos para dormir muitas vezes começam de forma aparentemente inofensiva.
Um cálice de vinho à noite.
Um comprimido para ajudar no sono.

Com o tempo, isso pode se transformar em necessidade.

O organismo do idoso é diferente.
O metabolismo do álcool é mais lento, a eliminação de medicamentos é mais difícil e o cérebro torna-se mais sensível a essas substâncias.

Por isso, doses pequenas podem ter efeitos maiores.

Confusão mental, quedas, perda de memória e irritabilidade muitas vezes são atribuídas apenas ao envelhecimento — quando, em alguns casos, podem estar relacionados ao uso ou dependência de substâncias.

Há também um aspecto humano importante nesse cenário.

Solidão, luto, aposentadoria e perda de propósito podem levar algumas pessoas a buscar alívio em álcool ou medicamentos.

Às vezes o comprimido não é apenas um comprimido.
É uma tentativa de silenciar o vazio.

Por isso é fundamental:

• revisar medicações regularmente
• observar mudanças de comportamento
• conversar abertamente sobre saúde mental e qualidade de vida

Envelhecer não deve signif**ar viver sedado.
Deve signif**ar viver com autonomia, lucidez e dignidade.

A dependência química na terceira idade existe —
e quanto mais falarmos sobre ela, maiores serão as chances de identif**ar e tratar.

Dr. Charles Rosenblatt
CRM-SP 52819 | RQE 58736 – Urologia & Saúde Sexual

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09/03/2026

Uma pergunta muito comum no consultório:
ca*****ha protege contra HPV?

A resposta correta é: protege, mas não totalmente.

O HPV é transmitido principalmente pelo contato de pele com pele durante a relação sexual.
A ca*****ha cobre o p***s, mas não toda a região ge***al — e por isso a transmissão ainda pode ocorrer.

Isso não signif**a que ela não seja importante. Muito pelo contrário.

Estudos mostram que o uso consistente de pr********vo pode reduzir o risco de transmissão do HPV em cerca de 60% a 70%, além de diminuir a ocorrência de lesões associadas ao vírus nas parceiras.

Hoje sabemos que a prevenção mais ef**az envolve três pilares:

• Vacinação
• Uso de pr********vo
• Acompanhamento médico

Um avanço importante nesse cenário é a vacina Gardasil 9, que protege contra os principais subtipos do HPV associados a verrugas genitais e câncer.

O HPV é extremamente comum.
A maioria das pessoas sexualmente ativas terá contato com o vírus em algum momento da vida.

Informação correta não é para gerar medo.
É para gerar consciência, prevenção e saúde.

Dr. Charles Rosenblatt
CRM-SP 52819 | RQE 58736 – Urologia & Saúde Sexual

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06/03/2026

Uma esposa comentou:
“Eu não consigo controlar… depois que tem orgasmo, perde toda a graça.”

A primeira coisa importante:
isso é mais comum do que muitas pessoas imaginam.

E não signif**a, necessariamente, que exista algo de errado com você.

O que acontece envolve uma mudança de estado no cérebro.

Antes do orgasmo, o corpo entra em um estado de antecipação.
O cérebro libera dopamina, neurotransmissor associado ao desejo, fantasia e expectativa.

Nesse momento, a excitação aumenta:

• cresce a sensibilidade
• aumenta o fluxo de sangue
• surge a lubrif**ação
• o corpo caminha em direção ao clímax

Quando o orgasmo acontece, ocorre uma descarga intensa de prazer.
O cérebro libera substâncias como endorfinas e oxitocina.

É o ápice da resposta sexual.

Logo depois, o organismo entra em outra fase:
a dopamina diminui, o corpo entra em relaxamento e a intensidade da excitação reduz.

Não porque o que aconteceu antes era falso.
Mas porque o cérebro mudou de estado fisiológico.

Em alguns casos, o que estava mais ativo era a antecipação do desejo — e não necessariamente o vínculo emocional.

E aqui está um ponto importante da sexualidade humana:

Desejo não é igual a vínculo.
Excitação não é igual a intimidade.

Esses processos envolvem circuitos diferentes no cérebro.

Quando entendemos melhor esses mecanismos, muitas vezes a culpa diminui e a compreensão aumenta.

O desejo pode ser apenas descarga de tensão.
Mas também pode ser algo que se constrói ao longo da relação.

E isso faz parte do aprendizado da vida sexual.

Dr. Charles Rosenblatt
CRM-SP 52819 | RQE 58736 – Urologia & Saúde Sexual

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04/03/2026

Estamos vivendo mais. Muito mais.

Segundo dados das Nações Unidas, o número de pessoas com 100 anos ou mais deve aumentar signif**ativamente até 2050.
E isso muda profundamente a forma como pensamos o futuro.

Durante muito tempo, o medo era morrer cedo.
Hoje surge um desafio silencioso: viver muito sem planejamento financeiro adequado.

A aposentadoria que antes durava 10 ou 15 anos pode passar a durar 30 ou até 40 anos.

E viver mais também signif**a:

• mais custos com saúde
• maior necessidade de exames e medicamentos
• aumento no custo de planos de saúde
• possível necessidade de cuidadores ou suporte adicional

Existe uma pergunta desconfortável, mas importante:

Seu planejamento financeiro considera uma vida mais longa?

Se você viver até os 95 ou 100 anos, sua renda será suficiente para acompanhar esse tempo?

Longevidade sem planejamento pode gerar dependência, conflitos familiares e perda de autonomia.

Pensar no futuro não é agir por medo.
É buscar preservar liberdade e qualidade de vida ao longo do tempo.

Isso inclui refletir sobre renda sustentável, reserva para saúde, organização patrimonial e diálogo aberto com a família.

A medicina ampliou nossa expectativa de vida.
Mas o tempo extra também exige estrutura.

Viver até os 100 anos pode ser uma grande conquista — especialmente quando acompanhado de autonomia.

Planejamento, no fim das contas, também é uma forma de cuidar da dignidade.

Dr. Charles Rosenblatt
CRM-SP 52819 | RQE 58736 – Urologia & Saúde Sexual

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03/03/2026

Seu músculo não serve apenas para força.
Ele também participa ativamente da regulação metabólica e hormonal.

Quando você caminha, corre, pedala ou faz musculação, o corpo libera substâncias como a irisina, associada aos efeitos benéficos do exercício físico.

Ela está relacionada a:

• Redução de gordura abdominal
• Melhor controle da glicose
• Modulação de processos inflamatórios
• Benefícios à saúde vascular

E o que isso tem a ver com função sexual? Bastante.

Dados populacionais mostram que uma parcela signif**ativa de homens acima dos 40 anos apresenta algum grau de disfunção sexual. Ao mesmo tempo, o excesso de peso e alterações metabólicas seguem em crescimento.

A ereção depende de três pilares fundamentais:
Vasos saudáveis.
Metabolismo equilibrado.
Ambiente hormonal adequado.

O excesso de gordura visceral pode impactar níveis hormonais.
Alterações vasculares comprometem a circulação.
E sem circulação adequada, a função erétil pode ser prejudicada.

O exercício físico regular está associado a melhora da sensibilidade à insulina, redução de gordura visceral e manutenção da saúde vascular. Além disso, influencia positivamente humor, energia e qualidade de vida.

Em alguns casos, a disfunção erétil pode ser um dos primeiros sinais de desequilíbrio metabólico.

A mensagem é simples:
Movimento é parte importante da saúde hormonal e vascular.

Cada treino representa um estímulo biológico real — para o sistema cardiovascular, para o metabolismo e para a saúde sexual.

A função erétil não começa no quarto.
Ela começa no estilo de vida.

Dr. Charles Rosenblatt
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25/02/2026

Quando falamos de felicidade, muita gente pensa em prazer.

Mas a ciência mostra que existem dois caminhos diferentes.

Um deles é a hedonia: prazer rápido.
Comida, compras, conquistas, likes.
Tudo isso libera dopamina.

A dopamina motiva.
Mas não sustenta felicidade.
Ela funciona em picos e quedas.

O outro caminho é a eudaimonia: felicidade profunda.
Vem de propósito, vínculos, rotina saudável, sono, exercício, espiritualidade, autocuidado.

Ela não cria euforia.
Cria estabilidade.

Felicidade não é ausência de problema.
É capacidade de lidar com ele.
É resiliência, não euforia.

Nosso cérebro funciona como uma orquestra química:
Serotonina traz estabilidade.
Dopamina, motivação.
Oxitocina, conexão.
Endorfina, bem-estar.
GABA, calma.
Noradrenalina, energia.
BDNF fortalece as conexões neurais e aumenta adaptação.

E o que estimula isso?

Exercício físico.
Sono profundo.
Sol.
Aprendizado.
Boa alimentação.
Relações saudáveis.

Conexões sociais são um dos maiores preditores de longevidade.
Até interagir com pets reduz cortisol e aumenta oxitocina.

A felicidade verdadeira não é um destino.
É um hábito biológico.

Você não treina só o corpo.
Treina o cérebro.

Seu cérebro quer que você seja feliz.
Você só precisa criar o ambiente certo.

02/01/2026

A flibanserina, conhecida como Addyi e popularmente chamada de “pílula rosa”, não é o Vi**ra feminino.

Enquanto o Vi**ra atua na circulação do p***s, a flibanserina age no cérebro, modulando neurotransmissores envolvidos no desejo sexual.
Ela não provoca excitação mecânica nem resposta física imediata. Seu efeito está relacionado à vontade, ao interesse e ao desejo propriamente dito.

É fundamental compreender que o desejo feminino é complexo e multifatorial.
Ele envolve aspectos como autoimagem, qualidade da relação, vínculo emocional, saúde mental e momento de vida, fatores que muitas vezes não aparecem de forma objetiva nas estatísticas.

Os estudos científicos mostram ganhos modestos na satisfação sexual, mas a flibanserina representa um avanço importante. Ela simboliza o reconhecimento de que a libido feminina importa, é legítima e merece investigação científ**a séria.

No Brasil, enquanto o medicamento não está disponível, o cuidado passa por uma abordagem individualizada, centrada na qualidade de vida, no contexto emocional e relacional, sempre com avaliação médica adequada.

Aviso legal
Este conteúdo tem caráter exclusivamente educativo e informativo e não substitui consulta médica. As informações apresentadas não constituem diagnóstico, prescrição ou recomendação de tratamento. Em caso de dúvidas, procure seu médico de confiança.

Dr. Charles Rosenblatt
CRM SP 52819 | RQE 58736

29/12/2025

A ciência já investigou a relação entre a frequência de ejaculação e o risco de câncer de próstata.

Estudos observacionais de grande porte mostram que homens que ejaculam com maior frequência ao longo do mês, em torno de 21 vezes, apresentaram menor risco de desenvolver câncer de próstata ao longo da vida.

A principal hipótese é fisiológica.
A ejaculação frequente favorece a drenagem das secreções prostáticas, reduz a estase nos ductos e pode diminuir processos inflamatórios crônicos locais.

Mas é fundamental contextualizar.
Trata-se de uma associação estatística, e não de uma prova definitiva de causa e efeito.
Não existe garantia de prevenção baseada apenas nesse fator.

A ejaculação pode ocorrer tanto por relação sexual quanto por masturbação. Ambas contam.

A mensagem central é clara.
A sexualidade saudável faz parte da saúde global do homem, mas a prevenção do câncer de próstata envolve um conjunto de cuidados.
Acompanhamento médico, avaliação individual de risco, estilo de vida saudável e informação de qualidade continuam sendo pilares fundamentais.

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Dr. Charles Rosenblatt
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A solidão vai muito além de estar fisicamente sozinho.Ela é o sentimento de desconexão, de não pertencimento… mesmo em m...
20/06/2025

A solidão vai muito além de estar fisicamente sozinho.
Ela é o sentimento de desconexão, de não pertencimento… mesmo em meio a outras pessoas.

O que muitos não sabem é que os impactos desse isolamento emocional vão muito além da saúde mental.

📌 Quando o isolamento pesa mais que o esperado
Sentir-se só pode abrir espaço para sintomas como tristeza profunda, ansiedade e um vazio emocional constante.

E isso não para por aí…

📌 Corpo e mente: um ciclo que se retroalimenta
A ciência já mostrou: a solidão aumenta o risco de depressão, ansiedade, doenças cardiovasculares e até declínio cognitivo.

Isso acontece porque o estresse emocional prolongado afeta o sistema imune, os hormônios e até o funcionamento cerebral.

📌 Vida íntima também pode ser afetada
A relação entre saúde emocional e função íntima é direta.
Transtornos como depressão e ansiedade, tão comuns em pessoas solitárias, também podem impactar o desejo e a resposta sexual.

📌 Fatores que agravam ainda mais os efeitos da solidão
Pessoas com menos recursos financeiros, com redes de apoio menores ou sem suporte emocional adequado tendem a sentir esses impactos de forma mais intensa.

O contexto social e econômico tem peso real na saúde física e emocional.

📌 Atenção especial ao uso de medicamentos
Alguns antidepressivos, principalmente em jovens, podem agravar sintomas como ideação suicida nas fases iniciais do tratamento.

Já em idosos solitários, o uso prolongado de ansiolíticos ou opioides pode aumentar o risco de efeitos adversos.

Por isso, acompanhamento médico é fundamental sempre.

📌 Como mudar esse cenário?
Buscar apoio, fortalecer os vínculos sociais, manter hábitos de vida saudáveis e, sempre que necessário, procurar orientação de profissionais de saúde.

A solidão é mais do que um sentimento. É um fator de risco real para a saúde. E reconhecer isso já é o primeiro passo para cuidar de si.

“Conteúdo educativo, sem finalidade promocional ou prescritiva.”

Dr. Charles Rosenblatt | CRM-SP 52819 | Urologista | RQE 58736

A disfunção sexual é um tema que envolve múltiplas dimensões da saúde – e nem sempre a causa é apenas física.👉 Fatores e...
18/06/2025

A disfunção sexual é um tema que envolve múltiplas dimensões da saúde – e nem sempre a causa é apenas física.

👉 Fatores emocionais, ansiedade de desempenho, depressão, histórico de traumas e até questões no relacionamento podem ter impacto direto na resposta íntima.

Por isso, a terapia psicológica tem um papel importante na recuperação de homens e mulheres com disfunção sexual.

De acordo com a literatura médica, as abordagens mais utilizadas incluem:
✔️ Terapia cognitivo-comportamental
✔️ Terapia sexual individual ou de casal
✔️ Técnicas de relaxamento e manejo da ansiedade
✔️ Reestruturação de pensamentos disfuncionais
✔️ Em casos específicos, orientações complementares, como treinamento de assoalho pélvico ou uso de dilatadores

Estudos clínicos e meta-análises demonstram que as intervenções psicológicas podem reduzir a gravidade dos sintomas e melhorar a satisfação íntima, especialmente em casos como transtorno do desejo hipoativo, dificuldades com o orgasmo ou quadros associados a depressão, ansiedade ou traumas.

Cada paciente deve ser avaliado de forma individualizada, considerando o histórico clínico, emocional e relacional.

O tratamento da disfunção sexual é multidisciplinar, e o acompanhamento especializado pode fazer a diferença.

Dr. Charles Rosenblatt | CRM-SP 52819 | Urologista | RQE 58736

“Conteúdo educativo, sem finalidade promocional ou prescritiva.”

Suplementos pré-treino: o que a ciência realmente sabe sobre os riscos?Eles prometem mais foco, mais energia e melhor de...
16/06/2025

Suplementos pré-treino: o que a ciência realmente sabe sobre os riscos?

Eles prometem mais foco, mais energia e melhor desempenho. Mas, antes de confiar nos rótulos, é importante entender o que a medicina e os estudos científicos mostram até agora.

✅ Algumas substâncias presentes nesses suplementos têm respaldo científico, como:

Cafeína: Melhora o estado de alerta.

Beta-alanina: Reduz a fadiga muscular em exercícios curtos e intensos (pode causar parestesia, aquela sensação de formigamento).

Creatina: Contribui para força e resistência em treinos de explosão.

Nitrato: Ajuda na eficiência cardiovascular em atividades prolongadas.

⚠️ O problema é que muitos produtos contêm misturas de várias substâncias, em doses elevadas, e nem todas têm comprovação de segurança ou eficácia.

📌 Possíveis efeitos adversos de alguns pré-treinos:

Arritmias cardíacas

Ansiedade, irritabilidade e insônia

Náuseas, tontura e mal-estar

E, em casos mais graves, hospitalização

👩‍⚕️ Pessoas com problemas cardíacos, hipertensão, uso de antidepressivos ou outras medicações devem ter atenção redobrada.

✅ Antes de usar qualquer suplemento, o ideal é passar por avaliação médica individualizada. Uma orientação bem feita evita riscos desnecessários.

📌 Segurança sempre vem antes da performance.

Dr. Charles Rosenblatt | CRM-SP 52819 | Urologista | RQE 58736

Endereço

São Paulo, SP
05652-900

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