08/09/2026
Celebrado em 8 de setembro, o Dia Mundial da Alfabetização reforça a importância da leitura e da escrita para a autonomia, buscar informações e tomar decisões.
Além do trabalho desenvolvido pela escola, experiências vivenciadas em família podem favorecer esse aprendizado:
Seja um exemplo de leitor
Antes mesmo de saber ler, a criança observa a relação dos adultos com livros, revistas, jornais e outros textos. Por isso, cultivar o próprio hábito de leitura é uma das maneiras de despertar a curiosidade dos pequenos.
Crie momentos de leitura em família
Reservar alguns minutos do dia para ler junto com a criança ajuda a aproximá-la das palavras e ainda pode fortalecer os vínculos familiares. A leitura antes de dormir, por exemplo, pode se transformar em um ritual prazeroso.
Troque bilhetes e recadinhos
A escrita pode aparecer de maneira divertida no cotidiano. Deixar um recado na geladeira, escrever um bilhete para outro integrante da família ou produzir juntos uma lista são atividades simples que mostram à criança que escrever tem uma função real.
Aproveite os interesses da criança
Animais, futebol, princesas, dinossauros, desenhos ou personagens favoritos podem se tornar aliados da alfabetização. Utilizar assuntos pelos quais a criança já demonstra curiosidade torna o contato com palavras e textos mais significativo.
Brinque com letras, sílabas e sons
A alfabetização também pode acontecer de maneira lúdica. Brincadeiras de encontrar palavras que começam com determinado som, formar palavras, reconhecer letras do próprio nome ou descobrir rimas ajudam a criança a prestar atenção à relação entre a linguagem falada e a escrita.
Evite comparações e respeite o processo
Mesmo existindo habilidades esperadas para cada etapa escolar, as crianças não necessariamente avançam no mesmo ritmo. Por isso, comparar o desempenho com irmãos, colegas ou outras crianças pode gerar pressão desnecessária.
Observe possíveis dificuldades e converse com a escola
Trocas de letras e erros de ortografia fazem parte da aprendizagem, mas dificuldades persistentes merecem atenção. Por isso, converse com a escola e procure uma avaliação neuropsicológica se o aprendizado não acontece