Dra Fabiana Lage - Cirurgia Plástica SP

Dra Fabiana Lage  - Cirurgia Plástica SP Cirurgia Plástica nos detalhes. Ajudo você a se sentir melhor!

28/08/2026

Você fez cesárea e sente que o seu abdômen nunca mais foi o mesmo?

A cicatriz da cesariana não é apenas aquilo que vemos na pele. O processo de cicatrização acontece também em planos mais profundos e, em algumas mulheres, pode haver aderências, retrações e alterações na mobilidade dos tecidos ao redor da cicatriz.

Uma das consequências pode ser aquele aspecto de “degrau” ou “prateleira” sobre a cicatriz — às vezes chamado de abdômen avental pós-cesárea.

Mas a questão pode ir muito além da estética.

Dependendo de cada caso, alterações cicatriciais e disfunções da parede abdominal e do assoalho pélvico podem estar associadas a:
• dor ou sensibilidade na região da cicatriz;
• sensação de repuxamento ou tecido “preso”;
• desconforto abdominal;
• alterações posturais e dor lombar;
• disfunções do assoalho pélvico, inclusive perda urinária;
• além, é claro, do incômodo com o contorno abdominal.

E muitas mulheres convivem com esses sintomas durante anos sem sequer imaginar que a cesárea e o processo de cicatrização possam fazer parte dessa história.

Em um país em que mais da metade dos nascimentos ocorre por cesariana, estamos falando de algo que merece muito mais atenção.

Não é frescura.
Não é simplesmente “o corpo que ficou assim depois de ser mãe”.
E nem sempre é apenas uma questão de emagrecer.

Existe avaliação. Existe tratamento. E existem diferentes possibilidades terapêuticas, de acordo com a causa e com a necessidade de cada mulher.

Se você reconheceu o seu abdômen ou algum desses sintomas neste vídeo, procure uma avaliação adequada.

Informação também é uma forma de devolver às mulheres o cuidado com o próprio corpo.

Ninguém escolhe reconstrução mamária por acaso. Eu escolhi porque foi lá que eu me reencontrei.No início da faculdade, e...
28/08/2026

Ninguém escolhe reconstrução mamária por acaso. Eu escolhi porque foi lá que eu me reencontrei.

No início da faculdade, entrei em contato com a reconstrução mamária pela primeira vez — e não foi um “ah, gostei”. Foi um chamado. A partir dali, toda a minha formação mudou de rumo.

A partir daquele momento me voltei completamente para esse assunto. Eu vi a possibilidade de devolver a vida para alguém.

Era participar de um momento em que uma mulher, depois de atravessar um diagnóstico tão duro quanto o câncer de mama, começava a se reconhecer novamente.

Era poder devolver contorno onde a doença havia deixado marcas.
Mas também feminilidade.
Autoestima.
Intimidade.
Segurança para se olhar no espelho.
Liberdade para se relacionar com o próprio corpo e com as pessoas que ama.

Senti que aquele era o meu chamado e fui atrás:

Escolhi a Cirurgia Plástica.

Fiz minha residência em um dos maiores e mais reconhecidos serviços do Brasil.

E, mesmo depois de me tornar cirurgiã plástica, eu sabia que ainda não era o suficiente para aquilo que eu havia escolhido como propósito.

Por isso, fiz dois fellowships dedicados à reconstrução mamária.

Depois, fiz mestrado na área.

Foram anos estudando anatomia, técnicas cirúrgicas, reconstrução, simetrização e todas as possibilidades que a cirurgia mamária pode oferecer.

E eu estudei tanto por uma razão muito simples:

porque, quando uma mulher confia o próprio corpo a mim, eu quero estar à altura dessa confiança.

Hoje, cada vez que entro numa sala de cirurgia, é isso que carrego comigo: a certeza de que escolhi a especialidade certa — e a responsabilidade de cuidar de todas as pessoas que confiaram no meu trabalho.

27/08/2026

Durante a escolha do seu implante, a melhor abordagem é começar pela compreensão da sua própria anatomia — e não pelo volume de silicone escolhido por outra pessoa.

É muito comum uma paciente chegar ao consultório dizendo: “Minha amiga colocou tantos ml e eu quero igual.”

Mas o mesmo implante pode se comportar de maneiras completamente diferentes em duas mulheres.

Largura do tórax, quantidade e qualidade do tecido mamário, espessura da pele, grau de flacidez, proporções corporais e outras características individuais precisam ser avaliados para que o cirurgião possa definir, junto à paciente, o implante e a técnica mais adequados para aquele caso.

Por isso, mais importante do que perguntar “quantos ml eu devo colocar?” é perguntar:

“Quais são as características da minha anatomia?”
“Qual técnica é mais indicada para o meu caso?”
“Que tipo de implante se adapta melhor às minhas características?”
“Quais são as possibilidades e limitações no meu caso?”

Silicone não deve ser escolhido por comparação.

A cirurgia da sua amiga foi planejada considerando a anatomia dela. A sua deve ser planejada considerando a sua.

A escolha do implante é individual e faz parte de um planejamento cirúrgico que considera anatomia, características dos tecidos, objetivos da paciente e critérios técnicos e de segurança.

Dra. Fabiana Lage
Cirurgiã Plástica
CRM 156467 | RQE 100094

26/08/2026

Tem mulher que adia a prótese de silicone por anos porque já começa a fazer as contas de quem vai lavar o cabelo, dirigir, trabalhar, cuidar dos filhos e resolver a vida enquanto ela estiver “sem poder mexer os braços”.

Essa preocupação vem de uma recuperação que, durante muito tempo, realmente foi muito mais limitante.

Hoje, em pacientes bem indicadas, conseguimos conduzir uma recuperação muito diferente. A chamada prótese de recuperação rápida permite movimentação precoce dos braços e uma retomada mais ágil de atividades leves do dia a dia.

Só existe uma parte dessa história que eu faço questão de deixar muito clara no consultório: recuperação rápida não significa pós-operatório liberado.

Existe uma cirurgia acontecendo ali. Existe cicatrização. Existem limites que precisam ser respeitados.

Dirigir, movimentar os braços e ter autonomia mais cedo não é a mesma coisa que voltar para academia, carregar peso, fazer movimentos bruscos ou ignorar as orientações pós-operatórias.

E também não transformo essa técnica em promessa para todas as pacientes. A possibilidade de uma recuperação mais rápida depende da anatomia, da escolha e do posicionamento do implante, do planejamento cirúrgico e da indicação de cada mulher.

Talvez a pergunta sobre silicone tenha deixado de ser “quantos dias vou ficar sem mexer os braços?” e passado a ser: qual recuperação é possível para o meu caso?

Sou Dra. Fabiana Lage, cirurgiã plástica com atuação em mamoplastias.

Se você conhece uma mulher que ainda imagina a recuperação da prótese de silicone como era anos atrás, envie este vídeo para ela.

E quero saber: o que mais pesa na sua decisão de colocar silicone — a recuperação, a dor ou o medo do resultado?

Dra Fabiana Lage
CRM 156467 RQE 100094

25/08/2026

Pouca gente pensa no umbigo quando começa a pesquisar sobre abdominoplastia. Mas deveria.

É uma das regiões mais delicadas da cirurgia e tem uma influência enorme na naturalidade do abdome depois de operado.

Eu gosto de observar formato, profundidade, posição, proporção e, principalmente, como a cicatriz se comporta. Um umbigo muito redondo, muito marcado ou com a cicatriz evidente ao redor pode chamar atenção mesmo quando todo o restante da abdominoplastia está bonito.

E não existe um umbigo que eu simplesmente reproduza em todas as pacientes. Cada abdome tem uma anatomia, uma proporção e características próprias que precisam ser consideradas durante o planejamento da cirurgia.

Para mim, resultado natural passa muito por isso: você olha para o abdome como um todo e nada chama atenção isoladamente.

É um assunto que eu faço questão de discutir porque muitas mulheres só começam a reparar no umbigo depois que passam a pesquisar resultados de abdominoplastia com mais cuidado.

Se você está nessa fase, comece a observar também.

Dra. Fabiana Lage
Cirurgiã Plástica

CRM 156467 RQE 100094

21/08/2026

Silicone não se troca só porque já completou 10 anos.

Com o avanço da tecnologia dos implantes, hoje nós sabemos que os implantes tendem a durar muito mais o ideal é manter o acompanhamento. os motivos que vão levar a troca não vão ser mais baseados na idade do implante, e sim na clínica de cada pessoa.

20/08/2026

Você pesquisou o currículo do seu cirurgião. Mas já perguntou quem será o seu anestesista?

Enquanto o cirurgião opera, existe outro profissional acompanhando você do início ao fim, monitorando cada sinal e pronto para intervir diante de qualquer alteração.

Por isso, antes de uma cirurgia, faça perguntas que também protegem a sua segurança:

• Quem será meu anestesista?
• Qual é a experiência dele nesse tipo de cirurgia?
• Ele estará presente durante todo o procedimento?

Escolher uma boa equipe não é detalhe. É parte essencial de uma cirurgia bem planejada.

É por isso que hoje eu trabalho com a UNIQ ANESTESIA . Um time de anestesistas atualizado, extremamente competente e acostumado com as peculiaridades que a Cirurgia Plástica exige.

Compartilhe com uma amiga que está planejando uma cirurgia plástica. Essa é uma pergunta que ela precisa lembrar de fazer.

19/08/2026

Neste vídeo, eu explico que o novo luxo na escolha da prótese de silicone não é o tamanho maior ou a marca mais cara, mas sim três fatores essenciais: escolher pelo projeto e não pelo número de ml, entender a importância do posicionamento do implante (submuscular, subfacial ou subglandular) e levar o pós-operatório tão a sério quanto a cirurgia.

17/08/2026

Eu acredito que excelência na cirurgia plástica começa muito antes do centro cirúrgico.

Começa na consulta.
Em ouvir com atenção, compreender expectativas, respeitar limites e entender o que realmente faz sentido para cada paciente.

Por isso, minhas consultas não têm pressa. Cada decisão é pensada com seriedade, responsabilidade e individualidade.

Minha busca não é por resultados que transformem uma mulher em outra pessoa. É justamente o contrário.

Busco , na minha prática, fugir do artificial.
Busco a elegância, sofisticação e naturalidade.
Respeito de proporções, identidade e essência.

Mais do que uma transformação, acredito em um reencontro consigo mesma.

E esse cuidado também está em tudo aquilo que o paciente nem sempre vê: uma formação sólida e constantemente aprimorada, planejamento criterioso, escolha de bons hospitais, segurança e uma equipe em quem confio.

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