Tamis Lima

Como chegar Site Entre em contato com o consultório

Tamis Lima Supervisão psicanalítica | 10+ anos de experiência | Sem performance. Sem fórmula pronta.

10/10/2026

Se inscreve agora pra não esquecer!

08/10/2026

Sintoma e fantasia não são a mesma coisa, mas pensar os dois juntos muda bastante a nossa escuta.

A questão deixa de ser só “o que esse sintoma significa?” e passa a incluir o que ele sustenta, o que se repete e qual posição o sujeito ocupa nisso.

É essa articulação entre sintoma, fantasia, desejo e repetição que eu vou aprofundar na aula O que o sintoma sustenta?

Se inscreva no link da bio!

06/10/2026

Quando o analista percebe uma repetição, é fácil começar a ver o mesmo roteiro em tudo.

Mas não basta dizer:

“olha você fazendo de novo.”

A questão é outra:

que lugar esse sujeito continua ocupando, mesmo quando muda a pessoa, muda a história, muda o cenário?

É aí que a gente começa a chegar perto da fantasia.

Na aula Sintoma e Fantasia, vamos falar sobre isso.

Link na bio.

03/10/2026

“Eu me saboto.”

Às vezes o analisando chega com uma explicação pronta para tudo.

E o analista corre o risco de fazer a mesma coisa, só que em psicanalês:

“não é autossabotagem, é sintoma.”

Tá. Mas trocar o nome não é escutar melhor.

A questão é outra:

o que ele está chamando de sabotagem?

É sobre isso que vamos falar na aula Sintoma e Fantasia: o que o sintoma sustenta para além das explicações prontas.

Clique no link e se inscreve!

30/09/2026

O analisando pode chegar dizendo que o problema é a ansiedade, a procrastinação, o relacionamento ou a dificuldade de dizer não. Isso importa, mas ainda não nos diz qual é a função que aquilo ocupa para aquele sujeito.

Na psicanálise, a escuta começa a avançar quando deixamos de tomar a descrição da queixa como uma explicação pronta e passamos a acompanhar o que se repete, as contradições e aquilo que o sintoma pode estar sustentando.

Esse é um dos pontos que vou aprofundar na aula O que o sintoma sustenta? — Sintoma, fantasia, desejo e repetição na psicanálise.

Inscrição no link!

29/09/2026

Às vezes o analisando chega dizendo que já entendeu tudo.

Entendeu o padrão, entendeu a infância, entendeu por que repete.

E aí quer alta.

Mas a repetição continua ali, discreta, fazendo hora extra.

Porque entender não é necessariamente elaborar.

Na aula Sintoma e Fantasia, vamos falar sobre isso: o que permanece mesmo quando o sujeito já sabe explicar a própria história.

Se inscreva

Se o sintoma faz sofrer, por que ele continua ali?Essa é uma questão que aparece o tempo todo no setting terapêutico. Às...
29/09/2026

Se o sintoma faz sofrer, por que ele continua ali?

Essa é uma questão que aparece o tempo todo no setting terapêutico. Às vezes, o próprio analisando já percebe o que se repete. Ele reconhece o padrão, entende de onde algumas coisas vêm, consegue falar sobre isso e, ainda assim, continua repetindo.

E é justamente aí que a coisa começa a ficar mais interessante para nós, psicanalistas.

Porque não basta identificar a repetição ou entender de onde veio um sintoma. A gente precisa conseguir pensar qual função aquilo ocupa, que satisfação está envolvida e o que aquela repetição pode nos dizer sobre a posição daquele sujeito.

Na aula O que o sintoma sustenta?, vamos trabalhar sintoma e fantasia a partir de Freud e Lacan, passando por desejo, satisfação e repetição, mas sempre trazendo essa discussão para aquilo que efetivamente aparece na nossa escuta.

A ideia é entender melhor esses conceitos sem transformar a teoria numa explicação pronta sobre o processo terapêutico.

Se inscreva até 17/10.

08/09/2026

E é exatamente sobre isso que vamos trabalhar na aula Interpretação na Psicanálise:

como reconhecer quando falar, quando não falar e o que observar depois da intervenção.

Dia 12/09, ao vivo pelo Zoom. Gravação disponível por 12 meses.

Se inscreva!

04/09/2026

Nem toda interpretação certa é uma boa intervenção.

Às vezes, o analista percebe algo antes do analisante conseguir escutar.

E aí mora o risco: confundir precisão com pressa.

Interpretar não é jogar uma verdade no colo do outro.

É sustentar uma fala que possa fazer função no processo.

Se vem cedo demais, fechada demais ou para aliviar a ansiedade do analista, pode até parecer brilhante.

Mas talvez não trabalhe.

Às vezes, escutar mais um pouco é mais rigoroso do que falar bonito antes da hora.

Se quiser saber mais sobre interpretação clique no link!

01/09/2026

Às vezes, a frase ficou ótima.
Mas não fez função.

Interpretação não é para provar inteligência, repertório teórico ou profundidade.

É para abrir trabalho.

Se a fala chega fechada demais, cedo demais ou bonita demais, ela pode até impressionar.

Mas também pode calar, atropelar ou servir mais ao narcisismo técnico do analista do que ao processo do analisante.

Nem toda boa frase é uma boa intervenção.

E o setting terapêutico não é palco.

Mesmo quando a frase merecia um story.

Endereço

São Paulo, SP

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 10:00 - 21:00
Terça-feira 10:00 - 21:00
Quarta-feira 10:00 - 21:00
Quinta-feira 10:00 - 21:00
Sexta-feira 10:00 - 21:00

Notificações

Seja o primeiro a saber: enviaremos um e-mail para você quando Tamis Lima publicar novidades e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado para nenhum outro fim, e você pode cancelar a inscrição a qualquer momento.

Entre Em Contato Com O Consultório

Envie uma mensagem para Tamis Lima:

Atalhos

Compartilhar

Categoria