20/05/2026
Eu uso “analisante” porque não estou descrevendo quem a pessoa é.
Estou descrevendo a posição que ela ocupa no trabalho.
“Paciente” fala de alguém que sofre.
“Cliente” fala de alguém que compra.
“Analisante” fala de alguém que se implica.
É um termo que marca:
– quem trabalha
– de onde trabalha
– e qual é a posição necessária para a análise acontecer.
Não é frescura de linguagem. É lugar simbólico.
Quando você chama de “analisante”, você tira a pessoa do papel passivo — e tira você do papel do sabedor que “conserta vidas”.
A relação muda.
A escuta muda.
A direção muda.
E esse ajuste fino de posição começa na primeira entrevista.
É ali que se inaugura quem fala, quem escuta e de onde cada um se coloca.
No dia 25 de maio, eu vou te mostrar isso na prática:
como instaurar a posição do analisante e a sua — sem confusão, sem jogo duplo, sem improviso.
Aula de Primeiras Entrevistas
Ao vivo dia 25 | 19h
Com gravação por 12 meses
Link na bio.