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fabiocardoso.psicologo Esta pagina tem caráter informativo com intuito de divulgar também o trabalho, pautado na ética profissional e na empátia do psicólogo Fabio Cardoso.

Tratamento humanizado!
15/05/2023

Tratamento humanizado!

A família possui um papel muito importante na vida do dependente químico. Mas a dependência é uma questão tão cheia de c...
01/11/2021

A família possui um papel muito importante na vida do dependente químico. Mas a dependência é uma questão tão cheia de complexidade que, muitas vezes, pode facilmente desestabilizar toda a família. Não é incomum que famílias se desfaçam ou mergulhem em problemas bastante profundos diante de um quadro de dependência química.

O adicto possui um comportamento destrutivo, que coloca a família em uma rotina de preocupações e intensa angústia. Para muitos familiares, a vida passa a ser de sofrimento, impotência e dor. E isto é tão forte que pode levar a um quadro de codependência emocional.

Codependência é o termo usado para se referir a alguém (normalmente um familiar) que desenvolve um comportamento desequilibrado e obsessivo, passando a viver inteiramente em função do adicto e da sua doença.

Esta codependência costuma surgir pela falta de habilidade para lidar com a situação, pelo excesso de cuidados e até pelo sentimento de culpa em relação ao dependente químico.

Este comportamento disfuncional leva o familiar, sem se dar conta, a colocar a própria vida de lado e passar a assumir a responsabilidade pelos problemas do dependente. Isso leva a pessoa a um ciclo de frustrações e tristezas, tanto pela dificuldade em recuperar o adicto, quanto por sentirem suas próprias vidas afundando.

Quando se trata de dependência química, é fundamental ter em mente que não só o adicto precisa ser acolhido e receber suporte psicológico, mas também sua família.

Os codependentes precisam reconhecer o problema e buscar auxílio. Ajudando a si próprios, eles podem deixar de ser participantes do padrão da doença - o que aumenta as chances de que consigam ajudar melhor o dependente químico.

Com a psicoterapia, o codependente pode trilhar um caminho de autoconhecimento e perceber os gatilhos que o levam a determinados comportamentos para que, desta forma, possam evitá-los. As sessões podem ajudar no resgate da autoconfiança e da valorização do próprio bem-estar - sem esquecer nem desmerecer a pessoa que amam e que pretendem ajudar, mas também sem abdicar da sua própria vida.

UTILIDADE PUBLICA!!!Sabe aquele momento em que você sente um cansaço que não é só físico? É também uma melancolia inomin...
05/10/2021

UTILIDADE PUBLICA!!!

Sabe aquele momento em que você sente um cansaço que não é só físico? É também uma melancolia inominável, uma espécie de exaustão, que gera um sentimento de derrota, falta de energia e uma profunda sensação de desânimo.

Nestes momentos, é comum que você fique mais reflexivo, a ponto de se questionar a respeito de tudo, achando, muitas vezes, que nada está onde devia estar. São momentos em que se encara a vida de uma forma distorcida e desproporcionalmente negativa. Mas isso não necessariamente é depressão...

É importante estar atento aos próprios sentimentos, às suas causas, intensidade e duração. Embora similares em certa medida, as principais diferenças entre o desânimo e a depressão estão justamente nestes pontos.

O desânimo costuma ser passageiro e ter uma causa bem clara e definida. Já a depressão é uma doença séria, que requer tratamento e que leva a um estado persistente de intensa tristeza, baixa autoestima e falta de controle, causada por uma combinação de fatores genéticos, ambientais, biológicos e psicológicos.

O desânimo geralmente dura algumas horas ou dias, e não costuma impedir que a rotina aconteça com alguma normalidade. Com os estímulos certos, uma pessoa desanimada consegue sentir sensação de bem-estar durante o período.

Já a duração da depressão pode ultrapassar meses ou até anos. A Organização Mundial da Saúde aponta a depressão como a principal causa de incapacidade em todo o mundo, afetando significativamente o desempenho no trabalho, as relações, a alimentação e até o sono.

Desânimo e depressão são problemas de grandezas diferentes. Mas isto não significa que o desânimo deva ser ignorado! Desânimo frequente ou prolongado é um sinal claro de que as emoções precisam de atenção.

O apoio psicológico pode ser muito útil para ajudar a descobrir as causas do desânimo e elaborar novos caminhos para uma vida com mais bem-estar, na qual esse mau-estar seja mero visitante e que não ocupe mais espaço do que merece ocupar.

Leia atentamente!A infância é uma das fases mais belas na vida de um ser humano. É quando somos apresentados ao mundo no...
29/09/2021

Leia atentamente!

A infância é uma das fases mais belas na vida de um ser humano. É quando somos apresentados ao mundo no qual vamos viver. É a fase do crescimento físico e da evolução das funções motoras, emocionais e cognitivas.

Todas as experiências vividas na infância moldam a pessoa que a criança se tornará quando adulta. É nessa fase que a autoestima começa a ser construída e consolidada.

Nesse período, os maus-tratos - sejam quais forem - geram profundas feridas emocionais. É comum pensarmos em maus-tratos como violência física propriamente dita. Porém, o medo do abandono, rejeição, falta de acolhimento, de carinho e de compreensão também são maus-tratos e têm profundo impacto na vida de uma pessoa.

Bullying, humilhações, ambiente familiar hostil, brigas, insultos, palavras agressivas e cheias de raiva também desestabilizam a criança, seja ela vítima direta ou testemunha deste tipo de comportamento abusivo, nocivo e violento.

Crianças que passam por essas situações podem chegar à fase adulta se sentindo afetadas em muitas esferas de sua vida - mesmo que inconscientemente. Podem se tornar pessoas inseguras, emocionalmente dependentes, agressivas, com sentimento de inferioridade, pessimistas e até mesmo solitárias.

Essas feridas emocionais precisam ser compreendidas e tratadas, para que não durem toda a vida. Nesses casos, a ajuda da Psicoterapia é muito indicada, para que o adulto aprenda a acolher sua criança ferida, possa ressignificar os acontecimentos da infância e amenizar essas dores.

O autoconhecimento ajuda a pessoa a entender melhor a origem do sofrimento e até de alguns de seus próprios padrões de comportamento, que podem ser influenciados por essas dores que começaram na infância.

É possível, sim, usar seus recursos internos para ressignificar esses acontecimentos e diminuir o peso emocional. A Psicologia é uma importante aliada neste processo, que envolve olhar para o próprio passado, mas sem se manter prisioneiro dele, nem de suas dores.

Resumindo: SENDACIONAL!!!!
26/09/2021

Resumindo: SENDACIONAL!!!!

A somatização é a manifestação de sintomas físicos causados por uma condição mental ou emocional - mesmo sem que a pesso...
21/09/2021

A somatização é a manifestação de sintomas físicos causados por uma condição mental ou emocional - mesmo sem que a pessoa tenha consciência dela. São as emoções ou pensamentos influenciando desproporcionalmente as reações do corpo.

A mente é, sim, poderosa tanto para gerar benefícios, quanto malefícios. Em algum momento, todos nós experimentamos a somatização em maior ou menor grau: pernas que tremem quando precisamos falar em público, mãos que transpiram de nervoso, lágrimas diante de grandes emoções, o coração palpitando diante do ser amado. Estes, entre outros exemplos, revelam que as emoções desencadeiam reações físicas.

Porém, a somatização pode estar relacionada a condições psicológicas mais persistentes, como uma resposta do corpo para "tentar" lidar com quadros de estresse, ansiedade e sofrimento emocional. Os sintomas são sentidos como físicos, afetando os sistemas digestório, nervoso, cardiorrespiratório, cutâneo, reprodutivo, entre outros.

Dores no peito, palpitações, falta de ar, asma, gastrite, prisão de ventre, diarreia, crises de herpes, formigamentos, insônia, bruxismo (ranger os dentes), aftas, alergia e urticária, impotência, dificuldade para engravidar, distúrbios do sono, entre muitos outros, são algumas das várias manifestações físicas que podem surgir no corpo como sintomas de "dores emocionais".

Doenças psicossomáticas não são simples de serem detectadas. Podem se passar meses ou anos até que se descubra a causa dos sintomas, e é natural que, diante deles, a pessoa acredite que realmente possui algum problema físico - mesmo que nenhuma doença orgânica seja de fato detectada. Este desconforto pode ser grande a ponto de atrapalhar a qualidade de vida, requerendo tratamento.

Se você suspeita que está somatizando alguma angústia, procure orientação médica (para realização de exames que descartem doenças físicas) e, em seguida, a ajuda de um psicólogo. Tratar os problemas emocionais é, sem dúvida, buscar mais qualidade de vida e cuidar da saúde - tanto da mente quanto do corpo.

O ser humano é, sem dúvida, um ser social. Nossas realizações, memórias e sonhos são intimamente ligados às outras pesso...
15/09/2021

O ser humano é, sem dúvida, um ser social. Nossas realizações, memórias e sonhos são intimamente ligados às outras pessoas. São justamente os laços que estabelecemos com os outros seres humanos que, em sua grande parte, enriquecem e dão sentido às nossas vidas.

Diante disso, é natural sentir algum medo da solidão, de não se sentir incluído, de não fazer parte. A maioria das pessoas não gosta da ideia de vazio, desamparo e vulnerabilidade, diante de um isolamento que pode envolver não só o aspecto físico, mas também as emoções.

No entanto, para algumas pessoas, o incômodo pela ideia de uma possível solidão dá lugar a um medo real e palpável. Isto se transforma em um problema quando a pessoa passa a não conseguir levar a vida de forma natural sem que tenha pessoas por perto. Esse medo exacerbado de estar só chama-se Autofobia.

Ela envolve a fobia do isolamento, um medo patológico e mórbido de estar só, de se sentir abandonado e isolado, mesmo sem que isto represente qualquer ameaça ao bem-estar. As pessoas que sofrem de autofobia sentem muito medo de serem ignoradas ou não terem nenhum contato humano, por isso buscam avidamente a companhia de alguém sempre que se encontram sozinhas.

Este medo geralmente se manifesta em quem sofre com distúrbios de ansiedade, depressão ou transtornos de personalidade. Costuma ocorrer também em pessoas com histórico de abandono físico, emocional e até financeiro na infância.

A autofobia pode se manifestar mesmo quando a pessoa não está sozinha: o simples fato de pensar em estar só já é suficiente para ativar o gatilho emocional do medo. Pessoas com autofobia podem também ter comportamentos compulsivos e padrões nocivos de pensamento, que afetam inclusive seus relacionamentos.

A psicoterapia pode ajudar a reverter esse quadro fóbico, fazendo com que a pessoa descubra o que sente e seus motivos. Analisando a origem e compreendendo as associações que a mente faz, é possível refazer padrões mentais e aceitar com tranquilidade a noção de que estar temporariamente só não é o mesmo que ser abandonado.

A jornada do autoconhecimento, porém, nem sempre é fácil. Conhecer a própria essência exige um mergulho na sua história....
10/09/2021

A jornada do autoconhecimento, porém, nem sempre é fácil. Conhecer a própria essência exige um mergulho na sua história. Durante esse processo, muitas questões adormecidas podem vir à tona - e até causar alguma dor. Mas refletir sobre elas é um processo transformador e muito benéfico.

A psicoterapia ajuda muito na condução deste processo de autoconhecimento, revisitando valores e crenças, para que você possa lidar melhor com os seus estados emocionais. Conhecendo-se melhor é natural que você tenha os recursos necessários para se sentir mais forte para fazer escolhas e mais seguro para conduzir sua vida - hoje e no futuro.

02/09/2021
O melhor momento é este, o momento em que você se dá às oportunidades.
02/09/2021

O melhor momento é este, o momento em que você se dá às oportunidades.

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