08/09/2026
Segundo o Ministério da Saúde, com base em dados da World Stroke Organization, 90% dos casos de AVC estão associados a fatores de risco que podem ser controlados: pressão arterial, diabetes, colesterol, tabagismo e sedentarismo, entre outros.
A Academia Brasileira de Neurologia reforça o mesmo cenário. Isso não signif**a que exista uma fórmula que elimina o risco por completo, mas indica que boa parte do que leva a um AVC está ligado a hábitos e condições que podem ser acompanhados e ajustados ao longo da vida.
É esse acompanhamento, feito com orientação médica, que faz a diferença entre conhecer o risco e efetivamente reduzi-lo.
Fonte: Ministério da Saúde / World Stroke Organization; Academia Brasileira de Neurologia.
Dr. Iago Navas Perissinotti
CRM 182805/SP | RQE 105792 (Neurologia) | RQE 129572 (Medicina Intensiva)
📍 Rua Teodoro Sampaio, 352, Cj. 24 — Pinheiros, São Paulo/SP, 05406-000
📱 WhatsApp (11) 3062-4147