02/06/2026
O avanço da terceirização no Instituto de Infectologia Emílio Ribas levou médicos, residentes e demais profissionais da saúde a paralisarem as atividades na última semana. A mobilização denuncia o desmonte de um dos principais hospitais públicos do país no atendimento de doenças infectocontagiosas.
Além da paralisação, os trabalhadores realizaram um ato em frente ao hospital, repercutido por veículos da grande imprensa, como Folha de S.Paulo, UOL Notícias, Metrópoles, Brasil 247, entre outros.
A pressão dos profissionais e a repercussão do caso resultaram em uma decisão de extrema importância. A Secretária de Saúde deverá adotar medidas necessárias para preencher 92 vagas de médico no Emílio Ribas, sendo 12 infectologistas, utilizando candidatos aprovados em concursos públicos ainda válidos.
Apesar da conquista, os trabalhadores reivindicam:
- convocação imediata dos aprovados em concurso público;
- substituição das equipes terceirizadas por servidores concursados;
- retomada dos 10 leitos de UTI sob responsabilidade das equipes do Estado;
- retorno dos plantões noturnos de fim de semana nas enfermarias;
- abertura de leitos fechados por falta de profissionais;
- conclusão das obras do hospital, que se arrastam há mais de dez anos.
- retorno dos plantões noturnos com infectologistas concursados e cobertura assistencial médica adequada dos leitos nas 24h.
Seguimos na luta por um
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