Dra. Juliana Mansur

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Dra. Juliana Mansur Mais saúde para os seus rins �
Médica Nefrologista, Transplante Renal, Glomerulonefrites, Hemodiálise.

Após os 40 anos, o cuidado com a saúde renal merece ainda mais atenção. Alterações na função dos rins podem surgir de fo...
13/10/2026

Após os 40 anos, o cuidado com a saúde renal merece ainda mais atenção. Alterações na função dos rins podem surgir de forma silenciosa, especialmente em pessoas com hipertensão, diabetes, colesterol elevado ou histórico familiar de doença renal. O check-up ajuda a identificar essas mudanças antes que se tornem mais graves.

Manter exames periódicos, controlar a pressão arterial, cuidar da alimentação e adotar hábitos saudáveis são medidas importantes para preservar os rins ao longo dos anos. O acompanhamento médico permite avaliar cada caso e indicar os exames necessários para um cuidado individualizado.

Eles estão na rotina de muitas famílias: refrigerantes, biscoitos recheados, salgadinhos, macarrão instantâneo, embutido...
06/10/2026

Eles estão na rotina de muitas famílias: refrigerantes, biscoitos recheados, salgadinhos, macarrão instantâneo, embutidos, cereais açucarados e tantos outros produtos práticos e fáceis de consumir.

O problema é que, quando esses alimentos passam a ocupar uma parcela grande da alimentação, os efeitos podem ir muito além do peso na balança.

Para os rins, alguns dos fatores envolvidos merecem atenção: excesso de sódio, açúcar e gorduras, baixa qualidade nutricional e uma composição alimentar que pode favorecer obesidade, hipertensão e diabetes, importantes fatores de risco para a doença renal crônica.

E as evidências científicas estão avançando. Uma revisão sistemática e meta-análise publicada em 2025 encontrou associação entre maior consumo de alimentos ultraprocessados e maior risco de doença renal crônica.

No Brasil, o cenário também merece atenção. Dados do SISVAN de 2024 indicam que 79% das crianças de 2 a 4 anos, 84% das crianças de 5 a 9 anos e 81% dos adolescentes acompanhados pelo sistema consumiram alimentos ultraprocessados.

Isso não significa que um alimento ultraprocessado consumido ocasionalmente irá causar uma doença renal. O que importa é o padrão alimentar como um todo e a frequência com que esses produtos aparecem na rotina.

Cuidar dos rins também começa no prato. Seu rim pode não dar sinais quando começa a sofrer os impactos. Por isso, prevenção é fundamental.

Dra. Juliana Mansur
Médica Nefrologista

Quando o assunto é saúde dos rins, muitas informações são compartilhadas como verdades, mas nem todas são corretas. Conh...
28/09/2026

Quando o assunto é saúde dos rins, muitas informações são compartilhadas como verdades, mas nem todas são corretas. Conhecer alguns dos principais mitos é uma forma simples de cuidar melhor da saúde renal e entender quando é importante buscar avaliação médica.

MITO: Se os rins estão doentes, sempre aparecem sintomas.
VERDADE: Muitas doenças renais são silenciosas nas fases iniciais. Por isso, exames periódicos são importantes.

MITO: Quanto mais água, melhor para os rins.
VERDADE: A hidratação adequada é importante, mas o excesso de água não substitui hábitos saudáveis e acompanhamento médico.

MITO: Alterações na urina não precisam de atenção.
VERDADE: Mudanças persistentes, como espuma, sangue ou alterações na frequência, merecem investigação.

Cuidar dos rins também é saber reconhecer os sinais e não acreditar em tudo o que se ouve. 💙

Os medicamentos da classe dos GLP-1 ganharam destaque principalmente pelo tratamento do diabetes tipo 2 e da obesidade. ...
21/09/2026

Os medicamentos da classe dos GLP-1 ganharam destaque principalmente pelo tratamento do diabetes tipo 2 e da obesidade. Mas seus efeitos podem ir além do controle da glicemia e do peso.

Estudos mostram que esses medicamentos podem trazer benefícios para a saúde renal, especialmente em pessoas com diabetes tipo 2 e doença renal crônica. Entre os possíveis efeitos estão a melhora do controle da glicemia e da pressão arterial, além da redução de processos inflamatórios que podem contribuir para a progressão da doença renal.

Uma revisão publicada no New England Journal of Medicine e estudos clínicos recentes reforçam o interesse nessa relação entre GLP-1 e proteção renal.

Mas isso não significa que todo paciente com doença renal deva usar um GLP-1.

A segurança e os benefícios dependem do quadro clínico de cada pessoa. Além disso, efeitos como náuseas, vômitos e diarreia podem causar desidratação e, em alguns casos, aumentar o risco de lesão renal aguda.

Por isso, o uso deve ser individualizado e acompanhado por um médico.

📚 Fontes: New England Journal of Medicine; The Lancet Diabetes & Endocrinology; PubMed — estudos citados no artigo da GoodRx, publicado em 09/07/2026.

A albumina é uma proteína importante do sangue, e os rins têm o papel de impedir que ela seja perdida em grande quantida...
17/09/2026

A albumina é uma proteína importante do sangue, e os rins têm o papel de impedir que ela seja perdida em grande quantidade pela urina.
Quando aparece na urina em quantidade acima do esperado, pode ser sinal de que os filtros renais estão sofrendo alguma alteração, mesmo antes do surgimento de sintomas.

A albuminúria é especialmente importante em pessoas com diabetes, hipertensão ou outras condições que aumentam o risco de doença renal. Sua identificação precoce permite investigar a causa, acompanhar a função dos rins e adotar medidas para evitar ou retardar a progressão da doença.

Receber o diagnóstico de uma doença renal pode gerar medo, insegurança e muitas dúvidas. É um momento que exige acolhime...
10/09/2026

Receber o diagnóstico de uma doença renal pode gerar medo, insegurança e muitas dúvidas. É um momento que exige acolhimento e informação, pois compreender a condição é o primeiro passo para lidar com ela de forma mais tranquila.

Buscar orientação médica, esclarecer dúvidas e entender o plano de tratamento ajuda o paciente a se sentir mais seguro e preparado para os próximos passos.

Além do cuidado físico, é fundamental olhar para a saúde emocional. Contar com o apoio da família, de profissionais de saúde e, quando necessário, de acompanhamento psicológico, faz toda a diferença nesse processo.

Com informação, suporte e acompanhamento adequado, é possível adaptar a rotina e manter qualidade de vida mesmo diante do diagnóstico.

A Anvisa aprovou o registro do Vanrafia (cloridrato de atrasentana), medicamento indicado para adultos com nefropatia pr...
02/09/2026

A Anvisa aprovou o registro do Vanrafia (cloridrato de atrasentana), medicamento indicado para adultos com nefropatia primária por imunoglobulina A (IgAN) que apresentam risco de progressão da doença.

A nefropatia por IgA acontece quando complexos formados por imunoglobulina A se depositam nos glomérulos, estruturas responsáveis pela filtração do sangue nos rins. Esse processo pode causar inflamação, proteinúria e, ao longo do tempo, perda da função renal.

A atrasentana atua reduzindo a pressão dentro dos glomérulos e o vazamento de proteínas para a urina, com potencial para ajudar a desacelerar a progressão da doença.

A aprovação representa mais uma alternativa no tratamento de uma doença que pode evoluir de forma silenciosa e reforça a importância do diagnóstico, do acompanhamento regular e da avaliação individual de cada paciente.

Importante: a indicação e o uso do medicamento devem ser avaliados pelo nefrologista, considerando o quadro clínico e o risco de progressão de cada paciente.

🔎 Seus rins trabalham por você todos os dias. E você, está cuidando deles?A maioria das doenças renais evolui de forma s...
25/08/2026

🔎 Seus rins trabalham por você todos os dias. E você, está cuidando deles?

A maioria das doenças renais evolui de forma silenciosa. Quando os sintomas aparecem, muitas vezes o problema já está avançado.

Segundo a Sociedade Brasileira de Nefrologia, hábitos simples no dia a dia fazem toda a diferença na prevenção:

💧 Mantenha-se bem hidratado
🥗 Tenha uma alimentação equilibrada
🏃‍♂️ Pratique atividade física regularmente
🧪 Faça exames de rotina (creatinina e urina)
⚠️ Evite negligenciar sua saúde mesmo sem sintomas

Seus rins filtram o sangue, eliminam toxinas e mantêm o equilíbrio do organismo todos os dias. Cuidar deles não é opcional, é essencial.

Prevenção não pode esperar.

Agende seus exames e acompanhe sua saúde renal de perto.

[10:11, 17/08/2026] João Lima: Dormir demais também faz mal aos rins? 😴Durante anos, a recomendação foi simples: durma 8...
17/08/2026

[10:11, 17/08/2026] João Lima: Dormir demais também faz mal aos rins? 😴

Durante anos, a recomendação foi simples: durma 8 horas por noite. Mas pesquisas recentes mostram que a relação entre sono e saúde não é uma linha reta, é uma curva em "U".

Isso significa que tanto dormir pouco quanto dormir demais estão associados a mais risco de doenças metabólicas, cardiovasculares... e também renais.

📉 Dormir pouco (menos de 5-6h): sobrecarrega o sistema cardiovascular, eleva a pressão arterial e está ligado a maior risco de doença renal crônica.

📈 Dormir demais (mais de 9-10h) também não é sinal de saúde. Em muitos casos, é reflexo de um problema já existente: inflamação, fadiga renal, quadros depressivos ou outras doenças de base (mais do que a causa isolada do problema).

🔑 O ponto ideal, segundo os estudos mais recentes, gira em torno de 7 horas de sono por noite. Nem menos, nem (bem) mais.

Os rins fazem parte desse equilíbrio: eles ajudam a regular hormônios ligados ao ciclo do sono, e o sono de má qualidade, por sua vez, sobrecarrega a função renal a longo prazo.

💙 Cuidar do sono é cuidar dos rins. Se você dorme muito pouco ou sente que dorme "demais" e ainda acorda cansado, vale investigar, pois ode ser um sinal do corpo pedindo atenção.

👉 Comente aqui: quantas horas você costuma dormir?

Fonte: The Economist


[10:19, 17/08/2026] JulianaMansur: Amei

🌎 Ciência, troca de experiências e nefrologia em perspectiva internacionalNos dias 8 e 9 de agosto, participei como facu...
11/08/2026

🌎 Ciência, troca de experiências e nefrologia em perspectiva internacional

Nos dias 8 e 9 de agosto, participei como faculty member do Primer Course in Glomerular Diseases, curso promovido pela International Society of Nephrology (ISN), que reuniu nefrologistas e fellows de diferentes países da América Latina.

Tive a oportunidade de ministrar duas aulas, sobre Infection-Related Glomerulonephritis e Tubulointerstitial Nephritis, ao lado de especialistas de referência internacional em doenças glomerulares.

Mais do que compartilhar conhecimento, foi uma experiência de intenso aprendizado, com discussões de casos clínicos, troca de experiências e contato próximo com profissionais que são referências em suas áreas.

Foi uma grande satisfação contribuir para esse encontro científico e, ao mesmo tempo, aprender com colegas de diferentes partes do mundo.

Endereço

Rua Botucatu, 572
São Paulo, SP
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