Psicóloga Daniela Borges Pereira

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Psicóloga Daniela Borges Pereira Psicóloga de abordagem Cognitivo Comportamental, ênfase ao tratamento de transtornos depressivos e ansiosos.

Atendimento a adolescentes, adultos e idosos na região de Itaquera.

Se você se reconheceu em pelo menos uma dessas frases, o Por Um Fio pode fazer sentido para você.O Por Um Fio é um grupo...
30/09/2026

Se você se reconheceu em pelo menos uma dessas frases, o Por Um Fio pode fazer sentido para você.

O Por Um Fio é um grupo terapêutico online, feito para mulheres que vivem em sobrecarga e querem se reencontrar sem precisar mudar toda a vida.

Qual dessas frases é a sua? Conta aqui nos comentários 💜

Inscrições abertas até 11/10. Link na bio.
Se inscreva e convide uma amiga para participar.

Na semana passada o meu gaterapeuta se foi. Depois de tanto me acompanhar em estudos e atendimentos, não terei mais a em...
30/09/2026

Na semana passada o meu gaterapeuta se foi. Depois de tanto me acompanhar em estudos e atendimentos, não terei mais a empolgação dele ao me ver pegar um livro e uma cobertinha, porque para ele aquilo era a hora do colinho.

A dor do luto não tem hora nem local. Ele visita qualquer pessoa que criou vínculo, que se permitiu amar e perdeu algo importante. Pode ser alguém da família, um animal que dividiu os dias com você, um papel que você ocupava, uma fase da vida que ficou para trás.

O luto pela perda de um animal é o luto não reconhecido, aquele que acontece quando a perda não é validada pelos outros. Ao perder um animal, é comum ouvir “era só um bichinho”, “já passou tempo demais”, “daqui a pouco você esquece”, “é só adotar outro”. Sem permissão para sentir, a pessoa tenta lidar com a falta sozinha, em silêncio.

Só sofremos porque amamos, porque existiu um vínculo. Não existe intensidade certa, tempo certo ou jeito certo de viver o luto. O que costuma ajudar é deixar a onda da emoção chegar e deixar a onda passar, sem brigar com ela. É recordar o que foi vivido: os hábitos, as manhãs, os pequenos gestos e signif**ados. Apagar o sentimento ou fingir que não dói não faz a saudade ir embora, só adia o processo de sentir.

Tenho pensado que os lutos formam um novelo de linha que só cresce. A cada perda, sentimos a de hoje e também a de ontem. Nesses dias descobri o quanto eu tenho gente com braços para abraçar, ombros para chorar, olhares para acolher e chocolates para acalmar. Foi um acolhimento que chegou ao coração, de humano para humano.
Obrigada a quem viveu isso comigo. 🤍

28/09/2026

O Por um Fio é um grupo terapêutico online, bem pequeno, para mulheres que vivem em sobrecarga e querem aprender um jeito diferente de se cuidar 💜

Em 4 encontros, a gente olha para o que você sente, para a forma como você se trata e para o que realmente importa para você, e você sai com um plano possível para continuar depois.

📅 Terças, 19h30: 13/10, 20/10, 27/10 e 03/11
💻 Online, 1h30 por encontro
✍️ Inscrições abertas até 11/10
🔗 Link na bio ou aqui: https://porumfio.lovable.app

Conduzido por Daniela Borges Pereira (CRP 06/148902) e Daniele Barbosa (CRP 05/55045).

O grupo não substitui psicoterapia individual.

26/09/2026

Você fala consigo mesma do jeito que fala com uma amiga?
Muitas vezes a régua que usamos para nos avaliar não é nossa. Foi construída ao longo da vida, e a gente nem para para perguntar de onde ela veio.
Assista até o fim e leve essa pergunta com você hoje: esse ideal é seu, ou alguém colocou em você e nunca foi questionado?
Se essa pergunta mexeu com você, manda FIO no direct. Vou te contar sobre o Por um Fio, um grupo terapêutico online para mulheres, em um grupo bem pequeno. As inscrições abrem em breve.

21/09/2026

A sua agenda é infinita, você ainda permite novos compromissos e só quer descansar quando finalizar tudo. Já sabe que não dar conta e se culpa por isso.

Precisamos repensar isso!

A turma 2 do grupo terapêutico por um fio será aberta nos próximos dias.

Você consegue cuidar de todo mundo, menos de você?Tem dedicado tempo pra ouvir, pra resolver, pra estar presente na vida...
18/09/2026

Você consegue cuidar de todo mundo, menos de você?

Tem dedicado tempo pra ouvir, pra resolver, pra estar presente na vida dos outros. Mas quando é a sua vez, sempre f**a pra depois, e se dispõe de tempo para si, vem a culpa.
Começa a pensar que descansar é preguiça, que dizer não era decepcionar, que se colocar em primeiro lugar era egoísmo.
E assim você está cansada, sobrecarregada e irritada mas não consegue se colocar na própria lista de cuidado.
Se colocar em sua lista, e não só as outras pessoas não te faz uma pessoa pior, nem é egoísmo.

Os cuidados com a com a mente devem acontecer antes de chegar o esgotamento e a ansiedade já ter tomado conta da rotina....
16/09/2026

Os cuidados com a com a mente devem acontecer antes de chegar o esgotamento e a ansiedade já ter tomado conta da rotina. A construção da estabilidade emocional acontece bem antes do colapso.
Você deve deixar de esperar para apagar incêndio, e buscar se concentrar no fortalecimento da resiliência diária, estruturando o dia a dia para que a mente tenha suporte antes de chegar ao limite.
E essa construção diária depende fundamentalmente dos nossos hábitos mais básicos, como a qualidade do sono e a previsibilidade da rotina.
Um sono reparador é mais do que oferecer um descanso físico, é o período em que o cérebro processa emoções, consolida memórias e regula neurotransmissores essenciais para o humor e o foco.
Quando negligenciamos as horas de descanso ou vivemos sob o caos de horários desalinhados, reduzimos a capacidade de lidar com qualquer pequeno imprevisto, tornando um gatilho para o estresse.
Cuidar da saúde mental, é também um ato de organização e higiene dos hábitos diários.
Ter horários regulares para desacelerar, limitar o uso de telas à noite, movimentar o corpo e criar pequenos rituais de pausa são escolhas intencionais que favorecem o bem-estar e a saúde mental.

A ansiedade não se manifesta apenas com o coração acelerado, falta de ar ou ataques de pânico evidentes. Ela muitas veze...
15/09/2026

A ansiedade não se manifesta apenas com o coração acelerado, falta de ar ou ataques de pânico evidentes. Ela muitas vezes se esconde em comportamentos silenciosos do dia a dia, como a procrastinação constante. Adiar tarefas importantes não costuma ser preguiça, mas sim uma estratégia de fuga para evitar o desconforto, o medo de errar ou a busca pela perfeição irreal. Quando você adia um compromisso repetidamente, sua mente está tentando protegê-lo de um mal estar imediato, sem perceber que isso só acumula mais estresse para o futuro.
Outro sinal claro de que a ansiedade assumiu o controle é o afastamento gradual dos seus próprios objetivos e valores. Quando o medo de falhar ou de ser julgado se torna excessivo, é comum começarmos a tomar decisões baseadas na esquiva: deixamos de aceitar oportunidades no trabalho, evitamos novos relacionamentos ou abandonamos projetos pessoais. Aos poucos, você para de viver a vida que realmente gostaria de ter e passa apenas a reagir aos medos que sua mente cria, abrindo mão do que é verdadeiramente importante para você.

Se você percebe que está constantemente paralisado, adiantando tarefas sem fim ou vivendo de forma desconectada dos seus sonhos, a ansiedade pode estar agindo nos bastidores.

A tentativa constante de fugir do desconforto emocional costuma produzir exatamente o efeito oposto ao desejado: em vez ...
14/09/2026

A tentativa constante de fugir do desconforto emocional costuma produzir exatamente o efeito oposto ao desejado: em vez de nos libertar, nos aprisiona. Ao encararmos emoções como ansiedade, tristeza ou frustração como inimigas a serem eliminadas a qualquer custo, gastamos uma energia imensa tentando empurrá-las para longe. O problema é que esse hábito de evitar o que sentimos não apaga a dor; apenas adia o inevitável e aumenta o peso daquilo que tentamos esconder, transformando um incômodo temporário em um sofrimento prolongado e exaustivo.
Quando estruturamos a vida apenas para nos sentirmos bem o tempo todo, nossa vida f**a cada vez menor e mais limitada. Deixamos de assumir riscos necessários, de nos expor a situações que valem a pena e de cultivar conexões autênticas, simplesmente porque tudo isso carrega a possibilidade do desconforto. Ao tratar o sentimento doloroso como um defeito que precisa ser consertado antes de podermos viver, colocamos nossos sonhos e prioridades em segundo plano, vivendo em um estado permanente de defesa que nos impede de aproveitar o presente.
Abrir mão dessa guerra contra os próprios sentimentos não signif**a se conformar com o sofrimento, mas sim mudar a forma como nos relacionamos com a nossa mente. Acolher as emoções difíceis como ondas que vêm e vão nos devolve a clareza para focar no que realmente importa. Quando aceitamos atravessar o desconforto que surge ao fazer escolhas com signif**ado, paramos de reagir no piloto automático e passamos a agir com intenção, construindo uma rotina mais leve, flexível e alinhada com o que queremos.

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São Paulo, SP
08295300

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Segunda-feira 09:00 - 18:00
Terça-feira 09:00 - 18:00
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