Ana Veiga Psicanalista Clínica

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09/06/2026

A chegada de um irmão é uma das maiores mudanças que uma criança pode viver.

De repente, ela deixa de ser filha única, precisa dividir atenção, rotina, espaço e até o colo que antes era só dela.

Muitas vezes, a agressividade não é maldade nem falta de educação, é uma forma de expressar sentimentos que ela ainda não consegue colocar em palavras.

Algumas estratégias que podem ajudar:

📌Inclua a criança nos cuidados com o bebê (de acordo com a idade dela).
📌 Reserve momentos exclusivos com o filho mais velho, mesmo que sejam apenas 10 ou 15 minutos por dia.
📌 Valide os sentimentos sem julgamentos.
📌 Use livros, histórias, brincadeiras e desenhos que abordem a chegada de irmãos.
📌Evite comparações e cobranças para que ela "aja como irmão mais velho"

O objetivo não é fazer a criança amar a mudança imediatamente, mas ajudá-la a atravessar essa fase sentindo-se amada, vista e pertencente.

E um lembrete importante: a preparação para a chegada de um bebê começa muito antes do parto.

Na minha sessão "A Chegada do Bebê", ajudo famílias a se prepararem emocionalmente para essa transição, fortalecendo o vínculo familiar e acolhendo os desafios que surgem com a chegada de um novo membro.

Se você conhece uma família vivendo essa fase, compartilhe este post.

05/06/2026

Do story pro feed porque sei que muitas mães vão se identificar.

Por isso a mãe precisa de terapia , a gente ri , mas é sério ,esse esquecimento da maternidade é real.

Não é que você seja desorganizada , às vezes só está cansada demais , pensando demais , sobrecarregada demais.

Mas já que hoje é sexta , vamos descontrair um pouquinho, me conta aqui nos comentários, qual foi a coisa mais inusitada que você já esqueceu depois da maternidade?

04/06/2026

do último evento presencial que participei

Confesso que gostaria de ir muito mais, mas a maternidade e a minha rotina não permitem.
Já me cobrei muito por isso, tinha a sensação de que estava ficando para trás.

Mas tenho refletido que, na verdade, estou fazendo um dos maiores trabalhos que existem: cuidar de uma vida preciosa que o Senhor me confiou.

Eu não estou ficando para trás.
Estou respeitando meu momento, minha estação, estou fazendo o meu melhor dentro da minha realidade.
Na verdade, estou avançando: criando uma criança com valores, princípios e temor a Deus. E isso também é um trabalho lindo, o meu melhor trabalho na verdade!

Tem uma frase que diz: "Quem não é visto não é lembrado" e ela tem sua verdade, mas eu creio em um Deus que não dorme e nos vê tanto quando estamos sentadas na cadeira da melhor imersão do nosso segmento, quanto quando estamos trocando fraldas, descabeladas.

Ele não precisa de networking, não precisa de indicação, não precisa de padrinhos. Ele é Deus. E pode soprar o seu nome nos lugares certos, enviar clientes e fechar negócios.

Não estou dizendo que não devemos nos movimentar. Pelo contrário: temos que ir a eventos, fazer conexões, buscar conhecimento e fazer cursos.
Mas respeitando nossos limites, possibilidades e realidade.

Queria te lembrar hoje que, se por conta da maternidade ou de qualquer outra situação você não está fazendo tudo o que gostaria, ainda não está vivendo o que sonhou ou não chegou onde planejou...

Calma.

Continue avançando da maneira que pode. Não desista.

"Entrega o teu caminho ao Senhor; confia nele, e Ele tudo fará."
Salmos 37:5

"Faça o teu melhor na condição que você tem, enquanto você não tem condições melhores para fazer melhor ainda."
— Mario Sergio Cortella ❤️

01/06/2026

Muitas vezes acreditamos que depois de ser mãe precisamos abrir mão de tudo que gostamos.

Mas tenho aprendido que algumas coisas só precisam ser vividas de um jeito diferente.

Demorei 1 ano e 8 meses para voltar ao cinema, mas depois que descobri o , percebi que talvez eu pudesse ter voltado muito antes.

Compartilhei um pouco da experiência de assistir O Diabo Veste Prada, um filme que eu queria muito ver e que, provavelmente, eu não conseguiria se não existisse uma iniciativa como essa.

Como terapeuta materna, vejo muitas mulheres que, sem perceber, vão se afastando de tudo aquilo que as lembrava quem eram antes da maternidade. Aos poucos, deixam hobbies, amizades, passeios e até sonhos em pausa.

Voltar ao cinema não foi apenas assistir a um filme. Foi lembrar que ainda existe uma mulher em mim além da mãe.

Obrigada por proporcionar momentos assim e por lembrar tantas mães de que elas continuam sendo mulheres além da maternidade.

Endereço

São Paulo, SP

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